Segurança e materiais de laboratorio

Segurança e materiais de laboratorio

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Figura 11 – Pinça

Fonte: pt.wikipedia.org

3.11 ESPÁTULA

Espátula material de aço ou porcelana, usado para transferência de substâncias sólidas. Deve ser lavada e enxugada após cada transferência.

Figura 12 – Espátula

Fonte: pt.wikipedia.org

3.12 PROVETA

A proveta é um instrumento cilíndrico de medida para líquidos. Possui uma escala de volumes pouco rigorosa. Pode ser fabricada em vidro ou plástico, com volumes que normalmente variam entre 5 e 2000 mililitros. Para a medida de volumes mais precisos e exatos, é preferível o uso das pipetas.

Figura 13 – Proveta

Fonte: pt.wikipedia.org

3.13 CÁPSULA DE PORCELANA

Cápsula de porcelana peça de porcelana utilizada em sublimações ou evaporações de líquidos e soluções. Apresenta paredes finas que não resistem ao atrito, não devendo ser utilizada na preparação de fórmulas farmacêuticas.

Figura 14 – Cápsula de porcelana

Fonte: pt.wikipedia.org

3.14 CADINHO DE PORCELANA

Cadinho é um dispositivo de ferro, chumbo, platina, porcelana ou carbeto de silício, usado em análises gravimétricas e para fundir substâncias ou misturas. Um cadinho de carbeto de silício pode suportar altas temperaturas, na ordem dos 2000ºC, podendo fundir dentro dele até o aço.

Figura 15 – Cadinho

Fonte: pt.wikipedia.org

3.15 TERMÔMETRO

O termômetro é um aparelho usado para medir a temperatura ou as variações de temperatura.

Tipos de termômetro:

  1. Termômetro bimetálico, os mais conhecidos termômetros metálicos baseiam-se no fenômeno da deformação termodinâmica, esse efeito acontece quando uma barra de metal é ligada a outra de coeficientes diferente, a corrente ao atravessar (ou ser aquecida por chama) irá aquecer o conjunto de forma desigual resultando diferentes dilatações o que resultará num arqueamento da barra que pode ser usado, tanto para abrir ou fechar válvulas bem como ligar ou desligar circuitos elétricos ou no caso registrar a quantidade de corrente que atravessa a barra. Os do primeiro tipo podem ser construídos de forma semelhante aos termômetros a líquido: uma barra, retilínea ou não, ao dilatar-se, move um ponteiro registrador. Os mais usados e precisos termômetros desse tipo exploram a diferença de dilatabilidade entre materiais como latão e partes de carros, ferro e cobre, etc. Para isso, constroem-se lâminas bimetálicas de forma espiralada que se curvam conforme aumenta ou diminue a temperatura. Nesse movimento, a lâmina arrasta, em sua extremidade, um ponteiro que percorre uma escala graduada ou registra graficamente a variação de temperatura num papel em movimento. Nesse último caso, tem-se um termógrafo;

  2. Termômetro digital, são instrumentos amplamente utilizados em empresas, destinados a medir temperatura em processos e produtos diversos, que não necessitam de uma medição constante, apenas esporádica. Um termômetro infravermelho (também denominado de pirómetro óptico) é um dispositivo que mede temperatura sem contacto com o corpo/meio do qual se pretende conhecer a temperatura. Geralmente este termo é aplicado a instrumentos que medem temperaturas superiores a 600 graus celsius. Uma utilização típica é a medição da temperatura de metais incandescentes em fundições. Há também os modelos de termômetros por contacto, que utilizam pontas sensoras, geralmente intercambiáveis, com modelos diferentes de sensores para cada aplicação. Exemplos de aplicações de termômetros digitais: medição de temperatura em fundições, em alimentos em restaurantes ou indústrias, em processos químicos, em estruturas, em fornos, em produtos diversos. Os termômetros digitais em geral podem ter aplicação industrial ou não, para monitoração constante e precisa das temperaturas de determinados equipamentos que sejam esses sensíveis a alterações de seu funcionamento, em função de sua temperatura e/ou ambientes que necessitam de cuidados com a temperatura a exemplo disso temos a conservação de alimentos a baixas temperaturas em supermercados, como também em laboratórios biológicos para cultivo de bactérias ou outras espécies. É também utilizado versões deste equipamento com interface de raio infravermelho (INFRARED), para verificação esporádica de temperatura sem contato físico com o objeto, exemplo industrias, fórmula1, etc.;

  3. Termômetro de mercúrio, é o mais usado entre nós. Ele consiste basicamente de um tubo capilar (fino como cabelo) de vidro, fechado a vácuo, e um bulbo (espécie de bolha arredondada) em uma extremidade contendo mercúrio. O mercúrio, como todos os materiais, dilata-se quando aumenta a temperatura. Por ser extremamente sensível, ele aumenta de volume à menor variação de temperatura, mesmo próxima à do corpo humano. O volume do mercúrio aquecido se expande no tubo capilar do termômetro. E essa expansão é medida pela variação do comprimento, numa escala graduada que pode ter uma precisão de 0,05°C. É dessa forma, pela expansão do líquido, que observamos a variação da temperatura em geral.

Figura 16 – Termômetro

Fonte: pt.wikipedia.org

3.16 TUBO DE ENSAIO

Tubo de ensaio é um recipiente usado para efetuar reações com pequenas quantidades de reagentes de cada vez.

Figura 17 – Tubo de ensaio

Fonte: pt.wikipedia.org

3.17 CUBETA DE VIDRO

 Recipiente utilizado para fazer leitura em espectrofotômetro.

Figura 18 – Cubeta de vidro

Fonte: pt.wikipedia.org

3.18 DESSECADOR

Um dessecador é um recipiente fechado que contém um agente de secagem chamado dessecante. A tampa é engraxada (com graxa de silicone) para que feche de forma hermética. É utilizado para guardar substancias em ambientes com baixo teor de umidade.

O agente dessecante mais utilizado é a sílica, que deve estar na coloração azul (seca). Quando a sílica fica na coloração avermelhada, significa que já está saturada de água, impossibilitando que a mesma absorva a água do interior do dessecador. Como auxílio ao processo de secagem de substâncias, é comum o acoplamento de uma bomba de vácuo para reduzir a pressão no interior do dessecador, quando o mesmo apresenta uma válcula para esta finalidade na tampa. Após o vácuo desejado, a válvula é fechada e a bomba de vácuo desacoplada.

Seu uso mais comum se dá nas etapas de padronização de soluções, onde um sal de uma determinada substância é aquecido em estufa e posteriormente, posto para esfriar sob pressão reduzida no interior do dessecador. O resfriamento a pressão reduzida e no interior do dessecador impede a absorção de água pelo sal a substância enquanto sua temperatura se iguala à ambiente, para que seja posteriormente pesado.

Figura 20 – Dessecador

Fonte: pt.wikipedia.org

4 CONCLUSÃO

O risco de acidentes é maior quando nos acostumamos a conviver com o perigo e passamos a ignorá-lo.

A segurança em qualquer local está apoiada em cada um: você é responsável por si e por todos.

REFERÊNCIAS

RODRIGUES, Mary Rosa de Marchi. Manual de segurança em laboratórios – IQ/UNESP. 2. ed. São Paulo: Unesp, 2008.

WIKIPEDIA. A enciclopédia livre.

Disponível em:

<http//pt.wikipedia.org> (21/02/2009)

<http//www.rossetti.eti.br> (21/02/2009)

<http//www.profcupido.hpg.ig.com.br> (21/02/2009)

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