Apostila de Hardware e Software

Apostila de Hardware e Software

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Apostila: Informática – Hardware & Software – Prof. André Wescley-wescleyazevedo@hotmail.com

Apostila de Informática

Prof. José Alberto©

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Apostila: Informática – Hardware & Software – Prof. André Wescley-wescleyazevedo@hotmail.com

Sistema de Processamento de Dados

Estamos iniciando um novo milênio. Então, de agora em diante, tarefas simples estarão cada vez mais automatizadas. O computador deve ser visto como um grande aliado para as nossas tarefas do dia-a-dia, desenvolvido para melhorar a nossa qualidade de vida.

No âmbito profissional, ele também é um aliado à nossa sobrevivência. Lembrese de que vivemos em um mundo globalizado, onde a competição é a única maneira de obtermos sucesso, e que sucesso é o resultado de uma equação constituída das seguintes variáveis: qualidade, rapidez e preço.

Quando falamos em "Processamento de Dados" tratamos de uma grande variedade de atividades que ocorre tanto nas organizações industriais e comerciais, quanto na vida diária de cada um de nós.

Para tentarmos definir o que seja processamento de dados temos de ver o que existe em comum em todas estas atividades. Ao analisarmos, podemos perceber que em todas elas são dadas certas informações iniciais, as quais chamamos de dados.

E que estes dados foram sujeitos a certas transformações, com as quais foram obtidas as informações.

O processamento de dados sempre envolve três fases essenciais: Entrada de

Dados, Processamento, e Saída da Informação.

Para que um sistema de processamento de dados funcione ao contento, faz-se necessário que três elementos funcionem em perfeita harmonia, são eles:

Hardware

Hardware é toda a parte física que compõe o sistema de processamento de dados: equipamentos e suprimentos tais como CPU, disquetes, formulários, impressoras.

Software

É toda a parte lógica do sistema de processamento de dados. Desde os dados que armazenamos no hardware, até os programas que os processam.

Peopleware

Esta é a parte humana do sistema: usuários (aqueles que usam a informática como um meio para a sua atividade fim), programadores e analistas de sistemas (aqueles que usam a informática como uma atividade fim).

Embora não pareça, a parte mais complexa de um sistema de processamento de dados é, sem dúvida o Peopleware, pois por mais moderna que sejam os equipamentos, por mais fartos que sejam os suprimentos, e por mais inteligente que se apresente o software, de nada adiantará se as pessoas (peopleware) não estiverem devidamente treinadas a fazer e usar a informática.

O alto e acelerado crescimento tecnológico vem aprimorando o hardware, seguido de perto pelo software. Equipamentos que cabem na palma da mão, softwares que transformam fantasia em realidade virtual não são mais novidades. Entretanto ainda temos em nossas empresas pessoas que sequer tocaram algum dia em um teclado de computador.

Mesmo nas mais arrojadas organizações, o relacionamento entre as pessoas dificulta o trâmite e conseqüente processamento da informação, sucateando e sub-utilizando equipamentos e softwares. Isto pode ser vislumbrado, sobretudo nas instituições públicas.

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Como funciona o Hardware

Para entender melhor o seu computador, vamos começar pelo que chamamos de Hardware.

Hardware como você já viu é toda parte física do computador.

O componente mais importante é, sem dúvida, o gabinete. É lá onde são abrigados os componentes eletrônicos responsáveis pelo processamento das informações, a CPU – Unidade Central de Processamento, além de outras unidades como : disco rígido (ou winchester), disk drive, CD-ROM, placas, etc. Os gabinetes podem ser do tipo : AT (Padrão de caixa metálica usado na montagem de PCs com o processador Pentium e mais antigos) ou ATX (Padrão de caixa metálica usado na montagem de PCs com processador Pentium I e mais recentes).

Podemos considerar a CPU como o cérebro eletrônico do computador. Ela contém os componentes eletrônicos capazes de : além de processar os dados, guardar informações por pouco tempo. É fácil de entender.

Suponha que você esteja redigindo uma carta. Cada letra de sua carta é imediatamente armazenada na memória eletrônica do computador, localizada dentro da CPU. Se neste meio tempo houver uma queda de energia elétrica, você terá perdido todo o seu trabalho, pois a memória da CPU só guarda informações enquanto houver energia elétrica.

Após a digitação do seu trabalho, é recomendável armazená-lo em um local onde a ausência de energia elétrica não apague suas informações. Este local pode ser, justamente, um dos três dispositivos de memória auxiliar disponíveis em seu gabinete :

Disco Rígido (Winchester ou HD) localizado no interior do gabinete. A única forma de visualizá-lo é abrindo o gabinete. O winchester é o dispositivo mais recomendado para servir de memória auxiliar de todos os seus documentos, pois é seguro e grande o suficiente para armazenar todos eles, a capacidade de um HD varia bastante entre as máquinas, estando atualmente em torno de 10Gb, 20Gb.

Disk-drive, ou simplesmente “drive”, como é mais conhecido, é um dispositivo de leitura é gravação em disquetes que pode ser identificado no painel frontal de seu gabinete. Por não ser muito seguro ou grande o bastante para armazenar todos os seus documentos, é mais utilizado como meio de transporte das informações. Mas cuidado, sempre transporte seus documentos, pois é bastante comum a perda de dados por diversos motivos.

CD-ROM a unidade leitora de CD-ROM consiste em um drive capaz de ler as informações contidas em um Compact Disc Laser. Se as informações contidas em um CD for musical, ele funcionará como um CD Player, semelhante ao eletrodoméstico que você tem em sua casa. De posse de uma gravadora de CD, você poderá gravar os seus dados em CDs, dependendo da situação poderá optar por um tipo de disco que atenda especificamente às suas necessidades, temos dois tipos de Cds, são eles :

CD-R (Sigla de Compact Disc-Recordable.Aceita gravação uma única vez. Com capacidade em torno de 650 MB, tem como vantagens a confiabilidade da mídia, sua universalidade - pode ser lida na maioria dos drives de CD-ROM - e preço relativamente baixo. Desvantagens: a gravação é lenta e deve ser feita com software especial) e CD-RW (Tipo de CD que aceita regravação. Essa característica, no entanto , dá lugar a interpretações errôneas. A regravação não se faz como num disco rígido ou disquete. É possível adicionar dados até 650 MB. Mas não

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Apostila: Informática – Hardware & Software – Prof. André Wescley-wescleyazevedo@hotmail.com se pode apagar um arquivo e gravar outro no lugar. Para sobrescrever, é preciso, antes, limpar todo o conteúdo do disco. Existem softwares - como o CD-Direct, da Adaptec - que permitem gravar no CD-RW como se faz num disco comum. No entanto, isso tem um custo: perde-se mais de 150 MB do espaço útil da mídia). A maioria dos novos gravadores de CDs trabalha com mídias CD-R e CD-RW.

Zip-drive, Disco flexível de alta capacidade.

Mais espessos e ligeiramente maiores que os disquetes de 3,5 polegadas, os discos do Zip Drive têm espaço para guardar até 100 MB de informações. Eles são hoje a mídia mais popular para backup ou transporte de dados.

Ao gabinete são conectados os dispositivos de entrada e saída das informações, normalmente chamados de periféricos, essa conexão é feita através das portas :

Porta Paralela - Interface para conectar dispositivos externos, como impressoras, scanners e gravadores de CD.

Porta Serial - Interface de comunicação que transmite informação em série, usada por mouses e modems.

Porta PS/2 - Conector do PC usado para ligação de teclado ou mouse. Porta USB - Sigla de Universal Serial Bus, ou barramento serial universal. Novo padrão para conectar externamente ao micro uma série de periféricos, como mouses, modems e teclados. A tecnologia USB é suportada pelo Windows 98 - ponto considerado crucial para sua popularização. Uma entrada USB aceita a conexão simultânea de até 127 periféricos. Além disso, as conexões podem ser feitas a quente - ou seja, com a máquina ligada

Permitem a comunicação do computador com o mundo exterior, possibilitando tanto a entrada como a saída de dados. Também são chamados periféricos.

Periféricos de Entrada

São aqueles responsáveis pela entrada das informações no computador. Se fizermos uma analogia entre os dispositivos de entrada e o nosso corpo, poderíamos dizer que os periféricos de entrada são os nossos ouvidos e olhos.

Teclado

computador

É o método mais usual de entrada de dados no

É composto por 105 teclas em média, e conseguem dar entrada na informação através da combinação de impulsos elétricos gerados pelo toque do dedo humano (daí a palavra DIGITação).

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Mouse

pequena esfera situada em sua base

São dispositivos de entrada de dados capazes de reproduzir na tela do computador movimentos gerados pela rotação de uma

Scanner

O Scanner é um periférico capaz de digitalizar uma fotografia através de um processo de leitura óptica.

Ele converte cada ponto da fotografia em bytes e transfere essas informações ao computador.

Periféricos de Saída

Têm a função de exteriorizar os resultados obtidos através do processamento das informações lidas na(s) unidade(s) de entrada.

Monitores de Vídeo

matriz onde o número de linhas e de colunas é constante

O princípio de funcionamento dos monitores de vídeo é o mesmo dos televisores. A diferença é que os monitores conseguem representar imagens e textos em pontos digitais, isto é, numa

Isto não ocorre com o monitor de vídeo dos televisores convencionais, onde as imagens são analogicamente reproduzidas.

Existem diversos tipos e padrões de monitores
policromáticos (coloridos)

Quanto ao tipo, os monitores podem ser classificados como monocromáticos e

Quanto ao padrão de sua placa controladora, eles podem ser CGA (baixa resolução), EGA (média resolução), VGA e SuperVGA (alta resolução). Apenas as placas SVGA se encontram disponíveis no mercado atualmente.

emitir a imagem processada pelo computador em uma parede branca e lisa

Em se tratando de monitores, não devemos nos esquecer dos “datashows”. Trata-se de um monitor de cristal líquido que, com o auxílio de um retroprojetor, consegue

Os datashows são bastante utilizados em palestras e aulas expositivas. Existem alguns softwares como o PowerPoint da MicroSoft e o StoryBoard da C-A, desenvolvidos especialmente para a criação e reprodução de apresentações através de datashows.

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Além dos datashows, podemos utilizar placas transcoder capazes de converter os sinais emitidos pelo computador para um televisor convencional, possibilitando com isto a reprodução da imagem de um micro em um telão ou vídeo-cassete.

Impressoras

Imprime as informações armazenadas na memória em folhas de papel. Existem vários tipos de impressoras : matricial, jato de tinta, laser e plotter. Dependendo da sua necessidade profissional, poderá por um destes tipos. A matricial, modelo mais antigo, serve bem para imprimir em folhas de papel contínuo, e são indispensáveis em escritórios de contabilidade que, normalmente, precisam imprimir em vias carbonadas. Se você quer mais qualidade, certamente optará por uma impressora a jato de tinta. Com ela você produzirá artes finais de impressos como : anúncios, cartazes, folders, etc. Mas se você quer produzir impressos em escala industrial, poderá montar uma gráfica rápida com a ajuda de uma impressora a laser. Rapidez e qualidade são características deste tipo de equipamento. Os plotter são impressoras desenhadoras, indicados para arquitetos e desenhistas industriais.

Periféricos de Entrada e Saída

Têm a função simultânea de entrada e saída de dados, alguns destes periféricos podem ser utilizados como memória auxiliar do computador, como veremos em detalhes mais adiante.

- Monitores de Vídeo Touch Screen

São monitores comuns dotados de um gerador de campo eletromagnético, sensíveis ao toque por sobre sua tela. Esta solução é utilizada com freqüência pelos caixas eletrônicos dos bancos e outros sistemas de acesso público.

- Unidades de Leitura e Gravação em Disquetes (drives)

pontos não magnetizados

As unidades leitoras e gravadoras de discos flexíveis, mais comumente conhecidas como Disk-Drives, conseguem armazenar em um disco os dados representados em pontos magnetizados e

A combinação binária desses pontos representa portanto a unidade de informação: o byte.

Os disquetes mais comuns medem de 3½ polegadas de diâmetro com capacidade para 1,4 Mb (aproximadamente 1 milhão e meio de bytes).

A janela para o cabeçote de leitura e gravação do drive é automaticamente fechada quando o disco é removido.

Em geral, os disquetes são utilizados como um meio de transporte para os dados gravados em um microcomputador. Não são muito confiáveis quando usados para armazenar cópias de segurança. Sua vida útil é de apenas 3 anos. Sempre guarde cópias de segurança (backup) de seus dados em mais de um disquete. Mantenha-os longe de calor, umidade e principalmente: campos magnéticos intensos.

Isto significa que devemos deixá-los longe de motores elétricos, caixas de som, geladeiras e ímãs, pois fortes campos magnéticos poderão desmagnetizar aqueles pontos que definem os bits e bytes na mídia do disquete.

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- Hard Disk (HD)/Winchester

drivesGira a uma enorme velocidade dentro de um invólucro

Ao contrário dos disquetes, o winchester não é flexível, nem tão pouco removível. Seu uso é mais permanente do que os diquetes (usados em geral para locomoção de dados entre micros ou backups). Os winchesters são infinitamente maiores em capacidade de armazenamento e mais rápidos que os diskhermeticamente fechado.

1000 disquetes

Só para termos uma idéia, em um winchester de 2Gb (giga bytes) cabem aproximadamente as informações contidas em Veremos estes valores em detalhes mais adiante. - CD

Os CDs não se apagam por efeito de campos magnéticos, e não oferecem qualquer risco de distorção dos dados. Só não podem ser arranhados.

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