Estruturas Metálicas - Norma 8800

Estruturas Metálicas - Norma 8800

(Parte 1 de 7)

© ABNT 2008

Segunda edição 25.08.2008

Válida a partir de 25.09.2008

Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios

Design of steel and composite structures for buildings

Palavras-chave: Projeto. Estrutura. Aço. Aço e concreto. Edifícios. Descriptors: Design. Structural. Steel. Steel and concrete. Buildings.

ICS 91.080.10; 91.080.9

Número de referência

ABNT NBR 80:2008 237 páginas

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Prefáciox
Introduçãox
1 Esc opo1
2 Referências normativas2
3 Simbologia e unidades5
3.1 Simbologia5
3.1.1 Símbol os-base5
3.1.2 Símbolos subscritos8
3.2 Unid ades10
4 Condições gerais de projeto10
4.1 Genera lidades10
4.2 Desenhos de projeto10
4.3 Desenho s de fabricação1
4.4 Desenhos de montagem1
4.5 Mate riais1
4.5.1 In trodução1
4.5.2 Aços estruturais e materiais de ligação1
4.5.3 Concreto e aço das armaduras13
4.6 Segurança e estados-limites14
4.6.1 Critérios de segurança14
4.6.2 Estado s-limites14
4.6.3 Condições usuais relativas aos estados-limites últimos (ELU)14
4.6.4 Condições usuais relativas aos estados-limites de serviço (ELS)14
4.7 Ações15
4.7.1 Ações a considerar e classificação15
4.7.2 Ações permanentes15
4.7.3 Ações variáveis15
4.7.4 Ações excepcionais16
4.7.5 Valor es das ações16
4.7.6 Coeficientes de ponderação das ações17
4.7.7 Combinaç ões de ações19
4.8 Resist ências2
4.8.1 Valores das resistências2
4.8.2 Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite último (ELU)23
4.8.3 Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite de serviço (ELS)24
4.9 Estabilidade e análise estrutural24
4.9.1 Gene ralidades24
4.9.2 Tipos de análise estrutural24
4.9.3 Exigências de projeto para a estabilidade das barras componentes da estrutura25
4.9.4 Classificação das estruturas quanto à sensibilidade a deslocamentos laterais26
4.9.5 Sistemas resistentes a ações horizontais27
4.9.6 Considerações para dimensionamento27
4.9.7 Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos28
4.9.8 Determinação de respostas para estados-limites de serviço29
4.10 Análise estrutural de vigas contínuas e semicontínuas29
4.1 Resistência e rigidez das contenções laterais30
4.1.1 Gene ralidades30
4.1.2 Pilares31
4.1.3 Vigas32
4.12 Integridad e estrutural34

Sumário Página Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 3.0.167/0036-31

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5 Condições específicas para o dimensionamento de elementos de aço35
5.1 Condiçõ es gerais35
5.1.1 Apli cabilidade35
5.1.2 Relações entre largura e espessura em elementos comprimidos dos perfis de aço36
5.2 Barras prismáticas submetidas à força axial de tração37
5.2.1 Gene ralidades37
5.2.2 Força axial resistente de cálculo37
5.2.3 Área líquida efetiva38
5.2.4 Área líquida38
5.2.5 Coeficient e de redução39
5.2.6 Barras ligadas por pino41
5.2.7 Barras redondas com extremidades rosqueadas43
5.2.8 Limitação do índice de esbeltez43
5.3 Barras prismáticas submetidas à força axial de compressão43
5.3.1 Gene ralidades43
5.3.2 Força axial resistente de cálculo4
5.3.3 Fator de redução χ4
5.3.4 Limitação do índice de esbeltez46
5.4 Barras prismáticas submetidas a momento fletor e força cortante46
5.4.1 Gene ralidades46
5.4.2 Momento fletor resistente de cálculo47
5.4.3 Força cortante resistente de cálculo49
5.4.4 Chapas de reforço sobrepostas a mesas (lamelas)53
5.4.5 Prescrições adicionais relacionadas a seções soldadas53
5.5 Barras prismáticas submetidas à combinação de esforços solicitantes53
5.5.1 Barras submetidas a momentos fletores, força axial e forças cortantes53
5.5.2 Barras submetidas a momento de torção, força axial, momentos fletores e forças cortantes5
5.6 Barras de seção variável57
5.7 Mesas e almas de perfis I e H submetidas a forças transversais localizadas57
5.7.1 Gene ralidades57
5.7.2 Flexão local da mesa58
5.7.3 Escoamento local da alma58
5.7.4 Enrugame nto da alma59
5.7.5 Flambagem lateral da alma59
5.7.6 Flambagem da alma por compressão60
5.7.7 Cisalhamento do painel de alma61
5.7.8 Apoios ou extremidades de vigas sem restrição à rotação e com alma livre61
5.7.9 Exigências adicionais para enrijecedores para forças localizadas61
6 Condições específicas para o dimensionamento de ligações metálicas62
6.1 Genera lidades62
6.1.1 Bases de dimensionamento62
6.1.2 Rigidez das ligações entre viga e pilar63
6.1.3 Barras com ligações flexíveis nos apoios63
6.1.4 Barras com ligações rígidas ou semi-rígidas nos apoios63
6.1.5 Resistência mínima de ligações63
6.1.6 Barras comprimidas transmitindo esforços por contato64
6.1.7 Impedimento de rotação nos apoios64
6.1.8 Disposição de soldas e parafusos64
6.1.9 Combinação de parafusos e soldas64
6.1.10 Fratur a lamelar65
6.1.1 Limitações de uso para ligações soldadas e parafusadas65
6.1.12 Emendas de perfis pesados65
6.1.13 Recortes de mesa de vigas para ligações e aberturas de acesso para soldagem65
6.1.14 Considerações sobre ligações com perfis de seção tubular6
6.2 So ldas6
6.2.1 Gene ralidades6
6.2.2 Áreas efetivas6
6.2.3 Combinação de tipos diferentes de soldas69
6.2.4 Exigências relativas ao metal da solda e aos procedimentos de soldagem69
6.2.5 Força resistente de cálculo71

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6.2.6 Limi tações73
6.3 Parafusos e barras redondas rosqueadas76
6.3.1 Parafusos de alta resistência76
6.3.2 Áreas de cálculo76
6.3.3 Força resistente de cálculo7
6.3.4 Força resistente de parafusos de alta resistência em ligações por atrito79
6.3.5 Efeito de alavanca81
6.3.6 Dimensões e uso de furos e arruelas82
6.3.7 Pega longa84
6.3.8 Ligações de grande comprimento84
6.3.9 Espaçam ento mínimo entre furos84
6.3.10 Espaçam ento máximo entre parafusos84
6.3.1 Distância mínima de um furo às bordas84
6.3.12 Distância máxima de um parafuso ou barra rosqueada às bordas85
6.4 Pinos85
6.4.1 Gene ralidades85
6.4.2 Esforços e tensão resistente de cálculo85
6.5 Elemento s de ligação86
6.5.1 Gene ralidades86
6.5.2 Ligações excêntricas86
6.5.3 Elemento s tracionados86
6.5.4 Elemento s comprimidos87
6.5.5 Elementos submetidos a cisalhamento87
6.5.6 Colapso por rasgamento87
6.5.7 Chapas de enchimento8
6.6 Pressão de contato90
6.6.1 Força resistente de cálculo à pressão de contato90
6.6.2 Superfíc ies usinadas90
6.6.3 Superfície s não usinadas90
6.6.4 Aparelhos de apoio cilíndricos maciços sobre superfícies planas usinadas91
6.6.5 Apoios de concreto91
6.7 Projeto, montagem e inspeção de ligações com parafusos de alta resistência92
6.7.1 Gene ralidades92
6.7.2 Parafu sos, porcas e arruelas92
6.7.3 Partes parafusadas93
6.7.4 Instalação dos parafusos com protensão inicial93
6.7.5 In speção96
6.8 Bases de pilares97
7 Condições específicas para o dimensionamento de elementos mistos de aço e concreto97
8 Condições específicas para o dimensionamento de ligações mistas97
9 Considerações adicionais de dimensionamento97
9.1 Genera lidades97
9.2 Fa diga97
9.3 Empoçamen to progressivo98
9.4 Fratur a frágil98
9.5 Temperatur as elevadas98
10 Condições adicionais de projeto98
10.1 Genera lidades98
10.2 Contraflechas98
10.3 Corrosão nos componentes de aço98
10.4 Diretrizes para durabilidade9
1 Estados-limit es de serviço9
1.1 Genera lidades9
1.2 Bases para projeto9
1.3 Deslo camentos100
1.4 Vibr ações100
1.5 Variações dimensionais100

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1.6 Empoçamento de água em coberturas e pisos100
1.7 Fissuração do concreto100
12 Requisitos básicos de fabricação, montagem e controle de qualidade101
12.1 Genera lidades101
12.1.1 Docum entos de projeto101
12.1.2 Símbolos padronizados e nomenclatura101
12.1.3 Alterações de projeto101
12.2 Fabricação da estrutura e pintura de fábrica101
12.2.1 Fabr icação101
12.2.2 Pintura de fábrica103
12.3 Montagem104
12.3.1 Alinhamen to de bases de pilares104
12.3.2 Cuidados na montagem104
12.3.3 Tolerâncias de montagem104
12.3.4 Ali nhamento106
12.3.5 Ajustagem de ligações comprimidas em pilares106
12.4 Controle de qualidade106
12.4.1 Gene ralidades106
12.4.2 Inspeção106
12.4.3 Rejeição106
12.4.4 Inspeção de soldas106
12.4.5 Identifi cação do aço106
Anexo A (normativo) Aços estruturais e materiais de ligação107
A.1 Generalidades107
A.2 Aços estruturais107
A.3 Parafusos110
A.4 Metais de soldas110
A.5 Conectores de cisalhamento tipo pino com cabeça110
Anexo B (normativo) Prescrições complementares sobre as ações causadas pelo uso e ocupação1
B.1 Escopo1
B.2 Ações concentradas1
B.3 Carregamen to parcial1
B.4 Impacto1
B.4.1 Gene ralidades1
B.4.2 Ele vadores1
B.4.3 Equi pamentos1
B.4.4 Pontes rolantes112
B.4.5 Pendurais112
B.5 Sobrecarga em coberturas112
B.5.1 Cobert uras comuns112
B.5.2 Casos especiais112
B.6 Sobrecarga em lajes na fase de construção112
B.7 Ações e combinações de ações de pontes rolantes112
B.7.1 Gene ralidades112
B.7.2 Forças horizontais112
B.7.3 Combinaç ões de ações113
B.7.3.1 Edifícios de uma nave113
B.7.3.2 Edifícios de duas ou mais naves114
B.7.3.3 Condições especiais114
B.7.3.4 Fadiga114
Anexo C (normativo) Deslocamentos máximos115
C.1 Generalidades115
C.2 Considerações de projeto115
C.3 Valores máximos115
Anexo D (normativo) Método da amplificação dos esforços solicitantes118
D.1 Generalidades118
D.2 Uso do método118
Anexo E (normativo) Força axial de flambagem elástica e coeficiente de flambagem121

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E.1 Valores da força axial de flambagem elástica121
E.1.1 Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto121
E.1.2 Seções monossimétricas, exceto o caso de cantoneiras simples previsto em E.1.4122
E.1.3 Seções assimétricas, exceto o caso de cantoneiras simples previsto em E.1.4122
E.1.4 Cantoneiras simples conectadas por uma aba123
E.2 Valores do coeficiente de flambagem124
E.2.1 Coeficiente de flambagem por flexão124
E.2.2 Coeficiente de flambagem por torção125
Anexo F (normativo) Flambagem local de barras axialmente comprimidas126
F.1 Genera lidades126
F.2 Elementos comprimidos AL126
F.3 Elementos comprimidos A129
F.4 Paredes de seções tubulares circulares129
Anexo G (normativo) Momento fletor resistente de cálculo de vigas de alma não-esbelta130
G.1 Genera lidades130
G.2 Momento fletor resistente de cálculo130
G.3 Simbologia136
Anexo H (normativo) Momento fletor resistente de cálculo de vigas de alma esbelta138
H.1 Generalidades138
H.2 Momento fletor resistente de cálculo138
Anexo I (normativo) Aberturas em almas de vigas141
Anexo J (normativo) Requisitos para barras de seção variável142
J.1 Aplicab ilidade142
J.2 Força axial de tração resistente de cálculo142
J.3 Força axial de compressão resistente de cálculo142
J.4 Momento fletor resistente de cálculo142
Anexo K (normativo) Fadiga143
K.1 Aplicabilidade143
K.2 Generalidades143
K.3 Cálculo da tensão máxima e da máxima faixa de variação de tensões144
K.4 Faixa admissível de variação de tensões144
K.5 Parafusos e barras redondas rosqueadas146
K.6 Requisitos especiais de fabricação e montagem146
Anexo L (normativo) Vibrações em pisos161
L.1 Consideraç ões gerais161
L.2 Av aliação precisa161
L.3 Avaliação simplificada para as atividades humanas normais161
Anexo M (normativo) Vibrações devidas ao vento162
Anexo N (normativo) Durabilidade de componentes de aço frente à corrosão163
N.1 Generalidades163
N.2 Classi ficação dos ambientes163
N.3 Escolha do sistema de proteção164
N.4 Cuidados no projeto da estrutura165
N.4.1 In trodução165
N.4.2 Acessi bilidade165
N.4.3 Tratamento de frestas165
N.4.4 Precauções para prevenir a retenção de água e sujeira166
N.4.5 Tratamento de seções fechadas ou tubulares167
N.4.6 Prev enção da corrosão galvânica167
Anexo O (normativo) Vigas mistas de aço e concreto168
O.1 Genera lidades168
O.1.1 Escopo e esclarecimentos168
O.1.2 Determinação dos deslocamentos169
O.1.3 Armadura da laje171
O.2 Verificação ao momento fletor173

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O.2.1 Apli cabilidade173
O.2.2 Largur a efetiva173
O.2.2.1 Vigas mistas biapoiadas173
O.2.2.2 Vigas mistas contínuas e semicontínuas173
O.2.2.3 Viga mista em balanço e trecho em balanço de viga mista174
O.2.3 Momento fletor resistente de cálculo em regiões de momentos positivos174
O 2.3.1 Construção escorada174
O.2.4 Momento fletor resistente de cálculo em regiões de momentos negativos180
O.2.4.1 Resistência da seção transversal180
O.2.4.2 Considerações adicionais para as vigas semicontínuas181
O.2.4.3 Número de conectores182
O.2.5 Verificação da flambagem lateral com distorção da seção transversal182
O.2.6 Disposições para lajes de concreto com fôrma de aço incorporada187
O.2.6.1 Limitações187
O.2.6.2 Fôrmas com nervuras perpendiculares ao perfil de aço188
O.2.6.3 Fôrmas com nervuras paralelas ao perfil de aço188
O.2.7 Disposições para lajes com pré-laje de concreto189
O.3 Verificação à força cortante189
O.4 Conectores de cisalhamento189
O.4.1 Gene ralidades189
O.4.2 Força resistente de cálculo de conectores189
O.4.2.1 Pinos com cabeça189
O.4.2.2 Perfil U laminado ou formado a frio191
O.4.3 Localização e espaçamento de conectores de cisalhamento191
O.4.4 Limitações complementares192
O.5 Controle de fissuras do concreto em vigas mistas192
O.5.1 Exig ências192
O.5.2 Armadura mínima de tração sob deformações impostas192
O.5.3 Armadura mínima de tração sob ações impostas194
Anexo P (normativo) Pilares mistos de aço e concreto197
P.1 Genera lidades197
P.1.1 Escopo e esclarecimentos197
P.1.2 Hipótese s básicas198
P.1.3 Limites de aplicabilidade198
P.1.4 Flambagem local dos elementos de aço199
P.2 Cisalhamento nas superfícies de contato entre o perfil de aço e o concreto199
P.2.1 Regiões de introdução de cargas199
P.2.2 Trechos entre regiões de introdução de cargas200
P.2.3 Forças de atrito adicionais devidas aos conectores201
P.3 Pilares submetidos à compressão axial202
P.4 Força axial de compressão resistente de cálculo à plastificação total204
P.5 Pilares submetidos à flexo-compressão204
P.5.1 Gene ralidades204
P.5.2 Modelo de cálculo I204
P.5.3 Modelo de cálculo I205
P.5.4 Momentos fletores de plastificação de cálculo206
Anexo Q (normativo) Lajes mistas de aço e concreto211
Q.1 Genera lidades211
Q.1.1 Escopo e esclarecimentos211
Q.1.2 Compor tamento211
Q.2 Verificação da fôrma de aço na fase inicial212
Q.2.1 Estados-lim ites últimos212
Q.2.2 Estado-lim ite de serviço212
Q.3 Verificação da laje na fase final212
Q.3.1 Estados-lim ites últimos212
Q.3.2 Estado-lim ite de serviço219
Q.4 Ações a serem consideradas219
Q.4.1 Fase inicial219
Q.4.2 Fase final219
Q.4.3 Combinaç ões de ações220

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Q.5 Disposições construtivas220
Q.6 Verificação da laje para cargas concentradas ou lineares220
Q.6.1 Dist ribuição220
Q.6.2 Largur a efetiva221
Q.6.3 Armadura de distribuição221
Q.7 Aços utilizados para fôrma e revestimento2
Anexo R (normativo) Ligações mistas223
R.1 Escopo e esclarecimentos223
R.2 Comportamento dos componentes das ligações mistas225
R.2.1 Componentes225
R.2.2 Largura efetiva e exigências adicionais225
R.2.3 Comportamento das barras da armadura tracionada225
R.2.3.1 Rigidez inicial225
R.2.3.2 Força resistente de cálculo226
R.2.3.3 Capacidade de deformação226
R.2.4 Comportamento dos conectores de cisalhamento na região de momento negativo227
R.2.4.1 Rigidez inicial227
R.2.4.2 Força resistente de cálculo228
R.2.4.3 Capacidade de deformação228
R.2.5 Comportamento das partes metálicas da ligação mista229
R.2.5.1 Ligação da alma da viga apoiada229
R.2.5.2 Ligação da mesa inferior da viga apoiada229
R.3 Propriedades fundamentais da ligação mista completa232
R.3.1 Rigide z inicial232
R.3.2 Momento fletor resistente233
R.3.3 Capacidade de rotação233
R.4 Cap acidade de rotação necessária234
R.5 Análise de vigas mistas semicontínuas235
especificada) - Construção não-escorada235

© ABNT 2008 - Todos os direitos reservados ix R.5.1 Fase inicial (antes de o concreto atingir 75 % da resistência característica à compressão

Construção não-escorada235
Anexo S (informativo) Bibliografia236
S.1 Genera lidades236
S.2 Texto de interesse de 6.8236
S.3 Textos de interesse do Anexo I236
S.4 Textos de interesse de L.2236
S.5 Textos de interesse do Anexo N237
S.6 Textos de interesse de R.1.3237

R.5.2 Fase final (após o concreto atingir 75 % da resistência característica à compressão especificada) -

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidade, laboratório e outros).

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras das Diretivas ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.

A ABNT NBR 80 foi elaborada no Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02), pela Comissão de Estudo de Estruturas de Aço (CE-02:125.03). O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 07, de 13.07.2007 a 10.09.2007, com o número de Projeto ABNT NBR 80. O seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 03, de 13.03.2008 a 12.05.2008, com o número de 2º Projeto ABNT NBR 80.

Esta Norma inclui pilares mistos, lajes mistas e ligações mistas de aço e concreto, que não constavam na ABNT NBR 80:1986 - Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios - Procedimento. Um anexo relacionado à execução de estruturas de aço, que fazia parte da ABNT NBR 80:1986, não integra esta Norma. Também constavam na ABNT NBR 80:1986 e não estão incluídas nesta Norma as prescrições relacionadas ao dimensionamento de olhais e à consideração do efeito do campo de tração na determinação da força cortante resistente de barras fletidas.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 80:1986), a qual foi tecnicamente revisada.

Introdução

Para a elaboração desta Norma foi mantida a filosofia da edição anterior, de modo que a esta Norma cabe definir os princípios gerais que regem o projeto à temperatura ambiente das estruturas de aço e das estruturas mistas de aço e concreto de edificações, incluindo passarelas de pedestres e suportes de equipamentos.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 80:2008

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Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios

1 Escopo

1.1 Esta Norma, com base no método dos estados-limites, estabelece os requisitos básicos que devem ser obedecidos no projeto à temperatura ambiente de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edificações, nas quais:

a) os perfis de aço sejam laminados ou soldados, ou de seção tubular com ou sem costura; b) as ligações sejam executadas com parafusos ou soldas.

Os perfis de seção tubular podem ter forma circular ou retangular (a forma quadrada é considerada um caso particular da forma retangular).

As prescrições desta Norma se aplicam exclusivamente aos perfis de aço não-híbridos. Caso sejam usados perfis híbridos, devem ser feitas as adaptações necessárias, conforme 1.1.

1.2 As estruturas mistas de aço e concreto, incluindo as ligações mistas, previstas por esta Norma, são aquelas formadas por componentes de aço e de concreto, armado ou não, trabalhando em conjunto. O concreto pode ser de densidade normal ou de baixa densidade, exceto quando alguma restrição for feita em parte específica desta Norma.

1.3 Os perfis de aço devem ser fabricados obedecendo-se às Normas Brasileiras aplicáveis ou, na ausência destas, às normas da ASTM aplicáveis. Os perfis soldados podem ser fabricados por deposição de metal de solda ou por eletrofusão conforme os requisitos da ABNT NBR 15279.

1.4 Os princípios gerais estabelecidos nesta Norma aplicam-se às estruturas de edifícios destinados à habitação, de edifícios de usos comercial e industrial e de edifícios públicos. Aplicam-se também às estruturas de passarelas de pedestres e a suportes de equipamentos.

1.5 Para reforço ou reparo de estruturas existentes, a aplicação desta Norma pode exigir estudo especial e adaptação para levar em conta a data de construção, o tipo e a qualidade dos materiais que foram utilizados.

1.6 Esta Norma não abrange o dimensionamento de estruturas em situação de incêndio, que deve ser feito de acordo com a ABNT NBR 14323. Para estruturas submetidas à ação de sismos, deve ser usada a ABNT NBR 15421. Para outras ações, como impactos e explosões, o responsável pelo projeto deve avaliar a necessidade do uso de normas complementares.

1.7 Esta Norma não abrange o dimensionamento de elementos estruturais constituídos por perfis formados a frio, que deve ser feito de acordo com a ABNT NBR 14762.

1.8 O responsável pelo projeto deve identificar todos os estados-limites aplicáveis, mesmo que alguns não estejam citados nesta Norma, e projetar a estrutura de modo que esses estados-limites não sejam violados.

1.9 Todos os aspectos e detalhes relacionados ao concreto dos elementos estruturais mistos que não constam explicitamente nesta Norma, como, por exemplo, disposições sobre ancoragem de barras de armadura, devem obedecer às prescrições da ABNT NBR 6118, no caso de concreto de densidade normal. No caso de concreto de baixa densidade, na ausência de Norma Brasileira aplicável, deve ser seguido o Eurocode 2 Part 1-1.

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1.10 É necessário que a execução da estrutura, nos aspectos que não foram prescritos nesta Norma, seja feita, na ausência de Norma Brasileira aplicável, de acordo com o AISC 303.

1.1 Para situações ou soluções construtivas não cobertas por esta Norma, o responsável técnico pelo projeto deve usar um procedimento aceito pela comunidade técnico-científica, acompanhado de estudos para manter o nível de segurança previsto por esta. Para situações ou soluções construtivas cobertas de maneira simplificada, o responsável técnico pelo projeto pode usar um procedimento mais preciso com os requisitos mencionados.

2 Referências normativas

Os documentos apresentados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5000:1981, Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica ABNT NBR 5004:1981, Chapas finas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica

ABNT NBR 5008:1997, Chapas grossas e bobinas grossas, de aço de baixa liga, resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural – Requisitos

ABNT NBR 5884:2005, Perfil I estrutural de aço soldado por arco elétrico – Requisitos gerais

ABNT NBR 5920:1997, Chapas finas a frio e bobinas finas a frio, de aço de baixa liga, resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural – Requisitos

ABNT NBR 5921:1997, Chapas finas a quente e bobinas finas a quente, de aço de baixa liga, resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural – Requisitos

ABNT NBR 6118:2007, Projeto de estruturas de concreto – Procedimento ABNT NBR 6120:1980, Cargas para o cálculo de estruturas de edificações ABNT NBR 6123:1988, Forças devidas ao vento em edificações ABNT NBR 6648:1984, Chapas grossas de aço-carbono para uso estrutural ABNT NBR 6649:1986, Chapas finas a frio de aço-carbono para uso estrutural ABNT NBR 6650:1986, Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural ABNT NBR 7007:2002, Aços-carbono e microligados para uso estrutural e geral ABNT NBR 7188:1984, Carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre

ABNT NBR 8261:1983, Perfil tubular, de aço-carbono, formado a frio, com e sem costura, de seção circular, quadrada ou retangular para usos estruturais

ABNT NBR 8681:2003, Ações e segurança nas estruturas – Procedimento

ABNT NBR 14323:1999, Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento

ABNT NBR 14762:2001, Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio – Procedimento

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ABNT NBR 14859-1:2002, Laje pré-fabricada – Requisitos – Parte 1: Lajes unidirecionais ABNT NBR 14859-2:2002, Laje pré-fabricada – Requisitos – Parte 2: Lajes bidirecionais ABNT NBR 14860-1:2002, Laje pré-fabricada – Pré-laje – Requisitos – Parte 1: Lajes unidirecionais ABNT NBR 14860-2:2002, Laje pré-fabricada – Pré-laje – Requisitos – Parte 2: Lajes bidirecionais

ABNT NBR 15279:2005, Perfis estruturais de aço soldados por alta freqüência (eletrofusão) – Perfis I, H e T – Requisitos

ABNT NBR 15421:2006, Projeto de estruturas resistentes a sismos – Procedimento

ISO 898-1:1999, Mechanical properties of fasteners made of carbon steel and alloy steel – Part 1: Bolts, screws and studs

ISO 1461:1999, Hot dip galvanized coatings on fabricated iron and steel articles – Specifications and test methods ISO 4016:1999, Hexagon head bolts - Product grade C

ISO 8501-1:2007, Preparation of steel substrates before application of paints and related products – Visual assessment of surface cleanliness – Part 1: Rust grades and preparation grades of uncoated steel substrates and of steel substrates after overall removal of previous coatings

ISO 9223:1992, Corrosion of metals and alloys – Corrosivity of atmospheres – Classification

ISO 9226:1992, Corrosion of metals and alloys – Corrosivity of atmospheres – Determination of corrosion rate of standard specimens for the evaluation of corrosivity

ISO 12944-1:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 1: General introduction

ISO 12944-2:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 2: Classification of environments

ISO 12944-3:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 3: Design considerations

ISO 12944-4:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 4: Types of surface and surface preparation

ISO 12944-5:2007, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 5: Protective paint systems

ISO 12944-6:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 6: Laboratory performance test methods

ISO 12944-7:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 7: Execution and supervision of paint work

ISO 12944-8:1998, Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems – Part 8: Development of specifications for new work and maintenance

ISO 14713:1999, Protection against corrosion of iron and steel in structures – Zinc and aluminium coatings – Guidelines

ANSI/ASCE 3-91, Standard for the structural design of composite slabs

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ANSI/AISC 360-05, Specification for structural steel buildings ASME B18.2.6-2006, Fasteners for use in structural applications ASME B46.1-2002, Surface texture, surface roughness, waviness and lay

ASTM A6/A6M-05a, Standard specification for general requirements for rolled structural steel bars, plates, shapes, and sheet piling

ASTM A36/A36M-05, Standard specification for carbon structural steel ASTM A108-03e1, Standard specification for steel bar, carbon and alloy, cold-finished ASTM A242/A242M-04, Standard specification for high-strength low-alloy structural steel ASTM A307-04, Standard specification for carbon steel bolts and studs, 60000 PSI tensile strength

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ASTM A490-04a, Standard specification for structural bolts, alloy steel, heat treated, 150 ksi minimum tensile strength

ASTM A500-03a, Standard specification for cold-formed welded and seamless carbon steel structural tubing in rounds and shapes

ASTM A572/A572M-07, Standard specification for high-strength low-alloy columbium-vanadium structural steel

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