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ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

NBR 9441MAR 1998

Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio

Palavras-chave:Incêndio. Alarme de incêndio. Detector. Segurança

SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Documentos complementares 3 Definições 4 Condições gerais 5 Condições específicas ANEXO A -Ensaio para verificação do funcionamento do sistema de detecção automática de incêndio

ANEXO B -Figuras e tabelas ANEXO C -Detectores ANEXO D -Definições de segurança na fiação de detecção de incêndio em sistemas com controle computadorizado para definir o fator de segurança 1.2 a 1.6

ANEXO E -Observações e informações adicionais para o cálculo da bateria

ANEXO F -Sistema de detecção automática ou manual interligado com instalações de combate automático

1 Objetivo

Esta Norma fixa as condições exigíveis para elaboração de projetos, execução de instalações, operação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio.

2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar:

NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão - Procedimento

NBR 6146 - Invólucros de equipamentos elétricos - Proteção -Especificação

NBR 7007 - Aços para perfis laminados para uso estrutural - Especificação

NBR 7195 - Cor na segurança do trabalho - Procedimento

NBR 11836 - Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio - Especificação

IEC 335 - Safety of household and similar electrical appliances

3 Definições

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.10.

3.1 Central

Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção, a convertê-los em indicações adequadas e a comandar e controlar os demais componentes do sistema.

3.1.1 Central supervisora

Central que supervisiona uma ou várias subcentrais por uma fiação própria. O controle desta rede de fiação própria contra curto-circuito e interrupção é feito pela central

63 páginas

Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 220-1762/220-6436 Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA

Origem: Projeto de Emenda NBR 9441/1997 CB-24 - Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio CE-24:202.03 - Comissão de Estudo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio NBR 9441 - Fire automatic detection and alarm systems - Project, installation and maintenance - Procedure Descriptors: Fire. Fire alarm. Detector. Safety Esta Norma substitui a NBR 9441/1994 Válida a partir de 30.04.1998

Procedimento

2NBR 9441/1998 supervisora. Esta pode atuar sobre as subcentrais, mas em caso de perda desta interligação, a subcentral deve funcionar de acordo com programação própria. Se toda a programação da atuação da subcentral é ativada pela central supervisora, prevalecem as indicações de segurança definidas nesta Norma para circuitos de detecção e de comando individuais.

3.1.2 Subcentral

Central de detecção, alarme e controle autônomo com todos os componentes de supervisão dos circuitos de detecção e de comando com lógica de interação e fonte com bateria própria. Esta central é supervisionada por outra central à distância, mas em caso de alarme, a subcentral não depende do controle da central supervisora para ativar alarmes, sinalização e controles de acordo com uma lógica previamente depositada nela. A supervisão dos circuitos para controle da subcentral é feita pela central supervisora ou por uma estação remota autônoma com quadro sinótico e controles à distância. A subcentral pode ter controles manuais externos, mas, como muitas vezes o lugar da instalação não é permanentemente vigiado, os controles manuais devem estar cobertos por uma barreira física que somente pode ser aberta por um dispositivo adequado por pessoal autorizado.

3.2 Painel repetidor

Equipamento comandado pela central ou pelos detectores, destinado a sinalizar de forma visual e/ou sonora, no local da instalação, ocorrências detectadas pelo sistema. Pode ser do tipo paralelo com os indicadores alinhados e texto escrito, ou do tipo sinótico onde a planta é reproduzida em desenho e a indicação no lugar da área supervisionada.

3.3 Detector automático pontual

Dispositivo destinado a operar quando influenciado por determinados fenômenos físicos ou químicos que precedem ou acompanham um princípio de incêndio no lugar da instalação.

3.3.1 Detector automático de temperatura pontual

Dispositivo destinado a atuar quando a temperatura ambiente ou o gradiente da temperatura ultrapassa um valor predeterminado no ponto da instalação.

3.3.2 Detector automático de fumaça pontual

Dispositivo destinado a atuar quando ocorre presença de partículas e/ou gases, visíveis ou não, e de produtos de combustão, no ponto da instalação.

3.3.3 Detector linear

Detector destinado a atuar quando ocorre a presença de partículas e/ou gases, visíveis ou não, e de produtos de combustão, ou a variação anormal de temperatura ao largo da linha imaginária de detecção, no caso de sistemas óticos com transmissor e receptor, ou ao longo de uma linha física de sensoriamento que pode ser instalada reta ou curvada para passar pela área, de tal maneira que supervisione os pontos de maior periculosidade na menor distância possível.

Para a detecção dos fenômenos do incêndio, o detector linear contém um ou dois pontos de sensoriamento nos extremos da linha física ou imaginária de detecção.

Nota:Não deve existir alteração na sensibilidade da detecção ao longo desta linha.

3.3.4 Detector automático de chama

Dispositivo destinado a atuar em resposta a uma radiação de energia, dentro ou fora do espectro visível, resultante de um princípio de incêndio dentro da sua área de captação (visão).

Nota:Esta Norma permite o uso de outros tipos de detectores, além dos mencionados, quando os ensaios de acordo com o Anexo A mostrarem um desempenho igual ou superior ao exigido para detectores pontuais.

3.4 Acionador manual

Dispositivo destinado a transmitir a informação de um princípio de incêndio, quando acionado pelo elemento humano.

3.5 Indicação 3.5.1 Indicador

Dispositivo que sinaliza sonora ou visualmente qualquer ocorrência relacionada ao sistema de detecção e alarme de incêndio, especialmente para facilitar a busca do local de alarme pelo pessoal de intervenção, controlado pelos detectores automáticos, pelos acionadores manuais ou pela central.

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