UNIVERSIDADE SALVADOR – UNIFACS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E ARQUITETURA

ARQUITETURA E URBANISMO

BRUNA MOTA DA MATTA

IGOR SANTOS MENEZES

GESSO ACARTONADO

Salvador

2009

Monografia apresentada ao Curso de Graduação de Arquitetura e Urbanismo, à disciplina Materiais de Construção II, Universidade Salvador - UNIFACS, como requisito parcial para 3ª avaliação do semestre letivo 2009.2.

Orientador: Prof. JOSE RODRIGUES NOGUEIRA NETO.

GESSO ACARTONADO

BRUNA MOTA DA MATTA

IGOR SANTOS MENEZES

Salvador

2009

"Construir pode ser a tarefa lenta e difícil de anos. Destruir pode ser o ato impulsivo de um único dia." (Sir Winston Churchill)

RESUMO

O Gesso Acartonado é um dos componentes da construção civil que mais vem ganhando espaço no mercado. Apesar de sua presença no mercado desde 1974, começou a ganhar a expressiva importância principalmente no mercado brasileiro na segunda metade dos anos de 1990. Diversos benefícios são apresentados pelas fabricantes desse material, dentre eles o que mais chama atenção é o isolamento acústico que apesar de sua baixa densidade alcança valores que superam em muitos casos as paredes de alvenaria. Mesmo com os benefícios a falta de qualificação adequada, limitações de ordem prática, no Brasil, tornam a realidade um pouco distinta e detalhes de execução comprometem a eficiência do sistema. Contrastando vantagens e desvantagens, o gesso acartonado é uma alternativa para um futuro com construções mais rápidas, livres de resíduos com a qualidade controlada que toda obra exige.

PALAVRAS-CHAVE: Gesso Acartonado – Construção Civil – Edificações.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO

A construção civil, assim como em outras áreas, vem apresentando um processo revolução tecnológica de seus componentes, materiais, técnicas e métodos. Atualmente profissionais e empresas, buscam inovações e melhoria na qualitativa e quantitativa dos serviços impondo desafio aos métodos convencionais sejam eles de edificações, estruturas e construções no âmbito geral. Edifícios que não cumprem satisfatoriamente os objetivos que são propostos podem ter seu uso e operação comprometidos, sofrendo baixa taxa de ocupação devido aos problemas construtivos existentes.

Acompanhando o processo em curso, um material que está ganhando mercado na construção civil nacional é o gesso acartonado, que forma um sistema construtivo de vedações internas também chamadas de “sistema construtivo a seco”. Esta designação refere-se ao método de produção e montagem, no qual se consegue produzir uma vedação com materiais industrializados e pré-fabricados, com mínima geração de resíduos.

Diversas são as vantagens apresentadas, principalmente pelas empresas produtoras e pelos entusiastas do sistema, mas assim como todos os métodos construtivos, esse, também, possui aspectos positivos e negativos quanto ao seu desempenho. A evolução da construção civil caminha em direção a racionalidade, procurando cada vez mais utilizar sistemas construtivos modulados, visando à redução dos custos refletidos tanto pela redução dos custos financeiros propriamente ditos, quanto na redução do tempo de execução das edificações.

O gesso acartonado pode ser considerado um material que tem um desempenho construtivo significativa. O presente texto em estudo apresenta a trajetória deste material que ganha cada vez mais espaço no mercado da construção civil considerando todos os aspectos físicos, detalhes construtivos, diferenças de teoria e prática de execuções usualmente encontradas nas obras brasileiras.

  1. GESSO ACARTONADO

    1. A HISTÓRIA DO GESSO

   

O gesso é um dos mais antigos materiais de construção fabricados pelo homem. Tem estado presente no progresso do homem, tanto na construção como na decoração, ou ainda em campos como a medicina.

Em recentes descobertas arqueológicas, tornou-se evidente que o emprego do gesso remonta ao 8º milênio a.C. (ruínas na Síria e na Turquia). Foi encontrado, também, na grande pirâmide erguida por Quéops, rei do Egito, da 4ª dinastia, no ano de 2.800 antes da nossa era, nas juntas de assentamento estanques, de precisão, entre imensos blocos de cerca de 16 toneladas que constituem o monumento.

Na Península Ibérica generalizou-se o uso do gesso durante o período da ocupação romana. São ainda exemplos da sua aplicação, elementos ornamentais e de arquitetura muçulmana. No período românico o gesso foi utilizado na elaboração de afrescos para decoração de igrejas e capelas. No séc. XIX, o gesso vai gradualmente incorporando a arquitetura civil como material de reboco e como elemento decorativo em palácios e vivendas.

A partir do século XX, em função da evolução industrial, os equipamentos para a fabricação do gesso deixaram de ter um conceito rudimentar e passaram a agregar maior tecnologia, assim como a melhoria tecnológica dos produtos passou a facilitar suas formas de emprego pelo homem.

Figura - Pinturas Sobre paredes revestidas com gesso no Egito.

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/civilizacao-egipcia/imagens/egito10.jpg

    1. Definição Básica do Gesso

Gesso é um termo genérico de aglomerante simples, de pega rápida, constituído basicamente de sulfatos mais ou menos hidratados, obtidos pela calcinação da gipsita (desidratação total ou parcial da gipsita - as rochas são extraídas das jazidas, britadas, trituradas e queimadas em fornos).

Dos aglomerantes utilizados na construção civil, o gesso é o menos utilizado no Brasil. No entanto, ele apresenta características e propriedades bastante interessantes, dentre as quais, pode-se citar o endurecimento rápido, que permite a produção de componentes sem tratamento de aceleração de endurecimento. A plasticidade da pasta fresca e a lisura da superfície endurecida são outras propriedades importantes.

O gesso encontrado sob a forma de pó, blocos ou placas, presta-se a uma grande variedade de aplicações:

  • Como revestimento de paredes, no lugar da massa fina;

  • Para fundir molduras e na modelagem e fixação de placas para forro;

  • Fabricar peças como sancas, molduras para tetos, colunas e placas para composição de paredes e forros rebaixados, que permitem embutir caixas de som e spots de luz;

  • Como chapas de gesso acartonado (compostas basicamente por duas folhas de papel recheadas de gesso), também se prestam à execução de forros, além de permitir a construção de paredes divisórias.

    1. Gesso Acartonado

É uma placa produzida industrialmente com rigoroso controle de qualidade, pronta para o uso na obra. Leva o nome de suas matérias primas básicas, ou seja, o gesso e o papel cartão, conferindo respectivamente, nesta ordem, a resistência à compressão e à flexão do produto acabado. As placas de gesso acartonado ou drywall (“parede seca”) substituem alvenarias e argamassas de revestimento em uma única operação, permitindo a fácil instalação dos dutos de água, energia e dados. O sistema consiste, basicamente, em uma estrutura interna que suporta painel de gesso, formando paredes mais ou menos espessas que podem, inclusive, serem curvas. Assim, aplicam-se a divisórias ou acabamentos internos, em ambientes diversos, como cinemas, hospitais, hotéis e banheiros.

A partir disso, podem-se obter diferentes composições da divisória: desde o “esqueleto” preenchido com uma placa de cada lado até uma parede composta por dupla estrutura e duas placas de cada lado, com os vazios preenchidos com isolante termo-acústico. Para se obter os melhores resultados, o ideal, quando se pensa em construção seca com gesso, é que, em primeiro lugar, tudo seja planejado cuidadosamente, especificando-se os pontos de instalação de prateleiras, peças sanitárias, pontos de água e de energia, sem improvisações. Em segundo lugar, é recomendável utilizar o sistema completo para que ele realmente traga benefícios. O ideal é que a arquitetura parta junto com a solução tecnológica.

Figura - Esquema de Material Aplicado nas Divisórias de Gesso Acartonado.

Fonte: http://www.catep.com.br/dicas/images/gesso%20acartonado2.jpg

  1. Vedação vertical com placas de Gesso acartonado

Em alguns países onde o sistema já é de uso corrente, como Estados Unidos, Canadá e França são possíveis encontrar, nas lojas de materiais de construção, uma grande variedade de materiais e componentes para a execução de divisória com gesso acartonado, sendo que o próprio usuário tem condições de realizar facilmente eventuais reparos na divisória.

Há fabricantes de placas de gesso, bem como algumas montadoras “credenciadas” pelos fabricantes de placas de gesso que fornecem a construtora o projeto das divisórias de gesso acartonado. Além disso, algumas empresas de projeto também realizam o projeto da vedação vertical interna com placas de gesso acartonado. Com relação ao conteúdo do projeto, há variações entre uma empresa de projeto e outra. Porém, de um modo geral são apresentados: a planta baixa com a indicação de cada divisória; a elevação das divisórias com a localização das instalações hidráulicas e elétricas; detalhes executivos, como junção de divisórias, detalhes de impermeabilização em ambientes molháveis, fixação de batentes, entre outros. No caso dos fabricantes e das montadoras, o projeto contém menos detalhes, apresentando somente a planta baixa do pavimento tipo com a indicação da localização dos montantes e a indicação de cada divisória segundo suas características, como espessura, tipo de placa de gesso e utilização de lã mineral.

    1. Vantagens e Desvantagens da Utilização das Placas de Gesso Acartonado

VANTAGENS

DESVANTAGENS

Retirada da vedação vertical do caminho crítico da obra;

Resistência mecânica: cargas pontuais superiores a 35 kg devem ser previstas com antecedência, para instalar reforços no momento da execução;

Superfície pré acabada, facilitando o acabamento final;

Resistência à umidade: as placas de gesso acartonado não resistem à alta taxa de umidade;

Construção a seco, levando a possibilidade de maior limpeza e organização do canteiro;

Necessidade de nível organizacional elevado para obter vantagens potenciais;

Uso de revestimentos de pequena espessura.

Barreira cultural do construtor e do consumidor;

Elevada produtividade;

Falta de visão sistêmica dos construtores, de modo que o potencial de racionalização oferecido pelo sistema não seja totalmente explorado.

Não depende da habilidade do profissional (artesão);

A necessidade de se colocar reforço com localização pré-determinada no interior das paredes para permitir a fixação de armários e outros objetos como suporte para TV, suportes para rede, quadros, espelhos e etc. Esse fato gera insatisfação ao consumidor final, pois dificulta mudanças na decoração e reorganização interna do imóvel.

Precisão dimensional;

Desmontabilidade;

Menor peso;

Possibilidade de embutimento das instalações;

    1. O projeto das vedações verticais internas com placas de gesso acartonado

Atualmente existem algumas empresas de projeto que realizam projetos com esse tipo de vedação. Com relação ao conteúdo varia de empresa para empresa.

Porém, de um modo geral são apresentados: a planta baixa com a indicação de cada divisória; a elevação das divisórias com a localização das instalações hidráulicas e elétricas; detalhes executivos, como junção de divisórias, detalhes de impermeabilização em ambientes molháveis, fixação de batentes, entre outros. No caso dos fabricantes e das montadoras, o projeto contém menos detalhes, apresentando somente a planta baixa do pavimento tipo com a indicação da localização dos montantes e a indicação de cada divisória segundo suas características, como espessura, tipo de placa de gesso e utilização de lã mineral.

Cada fabricante possui sua própria nomenclatura para representação dos vários tipos de divisória. Tomando como exemplo uma parede com placas padrão (standard) com espessura de 12,5mm; montantes de 48 mm de largura, espaçados a cada 60 cm; e lã de vidro no “miolo” da parede.

Dessa forma, é possível minimizar ou até mesmo eliminar as interferências das vedações verticais internas com os demais subsistemas do edifício, através de uma análise das interferências que estão ocorrendo com os demais anteprojetos.

Figura - Trecho Projeto Ampliação do CEDAF - Universidade Federal da Bahia.

Fonte: Arq. Nelson Damasceno

  1. Montagem das Chapas

As chapas de gesso acartonado são montadas em ambos os lados de estruturas metálicas leves que, por sua vez, são fixadas na estrutura principal da edificação (lajes, vigas, pilares). As placas são montadas seqüencialmente até a vedação da toda a superfície. Na parte interna da parede fica um vazio, por onde podem passar tubulações elétricas e hidráulicas. Entre cada placa existe uma junta que, além de separá-las, serve para absorver esforços mecânicos oriundos de movimentações estruturais das próprias placas e/ou da estrutura principal da edificação. Também, outras movimentações, como dilatações e retrações térmicas, são absorvidas pelas juntas. A última etapa da montagem consiste em realizar a vedação das juntas entre placas ou entre elementos construtivos (laje-placa, por exemplo).

Para isto são utilizadas fitas de papel micro perfuradas, massas especiais flexíveis, para evitarem-se fissuras, e colas para calafetação. Por fim, a partição está pronta para receber seu acabamento final, podendo-se utilizar os acabamentos convencionais aplicados comumente em alvenarias.

Para as portas e janelas são normalmente deixados os vãos abertos para posteriormente colocação das esquadrias, cujo procedimento é feito de duas maneiras. Através da aplicação de espuma expansiva de poliuretano ou através de parafusamento do caixilho no perfil metálico leve ou nas tiras de madeiras previamente deixadas em espera para tal finalidade. O processo de montagem descrito é o de mais simples execução de uma parede de gesso acartonado, também o de custo mais baixo e o mais utilizado no Brasil. Apesar de ser o processo mais rápido, não significa que seja também o de melhor desempenho nas diversas situações.

Figura - Instalação de Divisórias de Gesso Acartonado ICS – CEDAF

    1. Materiais Utilizados

Para a montagem da divisória das placas de gesso acartonado basicamente são necessários os seguintes materiais:

  • Para fechamento - constituídos pelas placas de gesso acartonado;

  • Para suporte das placas – podem ser empregados madeira ou perfis metálicos;

  • Para fixação das placas – parafusos ou pregos;

  • Para rejuntamento das placas – gesso aditivado e fitas de papel Kraft.

    1. Tipos de Placas

As placas para uso padrão (Standard) são compostas por um miolo de gesso e aditivos, sendo revestidas em ambas as faces com papel Kraft. Os aditivos normalmente utilizados são sulfato de potássio, sulfato de sódio ou cloreto de sódio, cuja função é acelerar o tempo de pega, para possibilitar a produção em larga escala. Utiliza-se também amido, para facilitar a aderência do gesso no cartão. Pode-se identificar essa placa pela cor do cartão, que é branco na face frontal e marfim na face posterior. As placas com espessura acima de 12.5 mm possuem maior resistência ao fogo e melhor isolamento acústico que as placas de menor espessura. São rígidas e, portanto, mais difíceis de serem curvadas. As placas com 12.5 mm de espessura são as mais utilizadas no Brasil. Podem ser fixadas em estruturas de madeira ou perfis metálicos e, caso se deseje melhorar o isolamento termo-acústico, podem-se fixar duas placas numa mesma face da divisória, o que se denomina de parede dupla para realizar reparos as placas com 9.5 mm de espessura são as mais utilizadas. O mesmo autor citado anteriormente observa que as placas de 6 mm de espessura são utilizadas para revestir paredes já existentes. Além disso, essa placa pode ser curvada facilmente, sendo utilizada para execução de divisórias curvas. Utilizando-se essa placa é possível curvar a placa com um raio de aproximadamente 150 cm se a placa estiver seca, e aproximadamente de 90 cm com a placa umedecida. Ressalta-se que, apesar dos fabricantes brasileiros comercializarem outros tipos de placas, somente a placa normal (Standard) é fabricada no Brasil.

- Placas resistentes à umidade

As placas resistentes à umidade são constituídas por gesso e aditivos, como silicone ou fibras de celulose, e têm as duas superfícies cobertas por um cartão com hidrofugante. Apesar dessa placa ser recomendada para áreas molháveis, não devem ser empregadas em áreas sujeitas a uma alta taxa de umidade. Além disso, as placas devem ser montadas de tal modo a se evitar a entrada de vapor de água, que pode deteriorar o material. No Brasil é possível reconhecer essa placa pela cor verde do cartão.

- Placas resistentes ao fogo

As placas resistentes ao fogo possuem aditivo no gesso e fibras de vidro, que melhoram a resistência à tração e reduzem a absorção de água, além de conferirem maior resistência ao fogo à placa de gesso. As placas resistentes ao fogo devem apresentar resistência ao fogo durante uma hora, no caso das placas com espessura de 15 mm, e 45 minutos, para as placas com espessura de 12.5 mm.

  1. Conclusão

O sistema drywall é uma tecnologia moderna que tem boa aceitação e deverá ocupar seu espaço no nosso mercado substituindo gradativamente o sistema tradicional de construção de paredes em alvenaria de bloco cerâmico e argamassa. Apresenta diversas vantagens, que facilitam o processo construtivo e proporcionam redução de custos, pois se trata de um processo de construção a seco, com pouca geração de entulho, simplificando os sistemas de instalações e, proporcionando um relativo aumento de área útil. Além de vantagens econômicas, este produto atende tecnicamente aos quesitos de isolamento térmico e acústico. Esse sistema, conjuntamente com novas tecnologias de produção, poderá alavancar a indústria da construção civil a um nível satisfatório de racionalização e industrialização dos processos construtivos. De acordo com a afirmação de SABBATINI (1998):

Mudanças recentes na construção civil que, pressionada pelo mercado e induzida por uma competitividade baseada nos custos de produção, têm buscado a redução destes custos pela racionalização de seus processos produtivos com a introdução de inovações tecnológicas.

Analisando o mercado baiano, pode-se concluir que, apesar da expectativa de expansão desse avanço tecnológico, convém salientar que existem algumas dificuldades a serem superadas como: a melhoria da qualidade da mão-de-obra; a redução do, ainda alto, custo desse produto e a superação da barreira cultural que existe nos consumidores finais, notadamente àqueles de edifícios residenciais.

Esses problemas podem ser equacionados melhorando-se a qualificação da mão-de-obra através de algumas iniciativas como: o fortalecimento e criação de novas instituições de ensino e treinamento, que podem ser subsidiadas pela indústria de construção civil do estado; pelos órgãos governamentais competentes e pelos fabricantes de gesso acartonado. O alto preço do drywall, observado por alguns consumidores, tenderá a se reduzir à medida que aumente a demanda pelo produto, o que minimizará seus custos de produção e incentivará a concorrência de preços na disputa pelo mercado.

Quanto a resistência à aceitação do produto drywall pelos consumidores finais, principalmente de prédios residenciais, observa-se que é de fundamental importância a realização de um processo de divulgação dessa tecnologia, patrocinado pelos fornecedores de drywall com o apoio dos demais segmentos interessados para que o público possa se informar sobre essa nova tecnologia, minimizando-se assim a barreira cultural.

referencias BIBLIOGRAFIcas

  • SEBASTIAN Richard. Knalf do Brasil, Sistema de construção a seco Knalf. Rio de

Janeiro, s.d. 2000.

  • GYPSUM DO NORDESTE. Ficha técnica s.d. 4p.

  • SOUSA, MARCOS. O argumento da leveza. Téchne, n.19, nov-dez 1995, p. 24-7.

  • Chapas de Gesso, disponível em,< http://www.knauf.com.br/chapas.php>, acessado em outubro de 2009.

  • Gesso. Disponível em, < http://www.lafarge.com.br/prod_ges.htm>, acessado em outubro de 2009.

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