Alterações anatômicas e fisiológicas do organismo materno

Alterações anatômicas e fisiológicas do organismo materno

INTRODUÇÃO

O momento gestacional é um período que compreende cerca de nove meses, onde a mulher acomoda, protege e acolhe dentro do seu corpo outro ser que surge do encontro de células sexuais masculinas e femininas após o momento da cópula. A partir dessa junção, o corpo da grávida passa por uma série de alterações, envolvendo diversos aparelhos e sistemas, dentre eles, o aparelho respiratório. Este sofre modificações tanto a nível micro ou fisiológico, quanto a nível macro ou mecânico.

Assim, é de extrema importância compreender as alterações que acontecem na fisiologia e mecânica ventilatória da mulher durante o período gestacional, para, daí, começar intervir, enquanto fisioterapeutas e profissionais de saúde, nessa parcela significativa da sociedade, possibilitando, assim um melhora do bem estar e da qualidade de vida dessas mulheres.

A mulher quando engravida vivencia um período de intensas transformações que envolvem tanto o aspecto biológico do seu corpo quanto o psíquico. Essas repercussões variam de intensidade e ocorrência de gestante para gestante e, varia em função do período gestacional. As adaptações sofridas pela gestante se destinam a lhe dar com as necessidades da homeostasia e crescimento fetais, sem um grande comprometimento do bem estar materno. Sendo assim, todas essas transformações que ocorrem são fisiológicas e não patológicas, produzindo na gestante a capacidade de nutrição e proteção aumentadas para o bebê.

Verifica-se na mulher gestante, alterações sistêmicas e locais, envolvendo a postura e deambulação, sistema cardiovascular, sistema urinário, sistema respiratório, metabolismo hidreletrolítico, sistema digestivo, enzimas, pele, ossos e articulações, sistema nervoso e órgãos dos sentidos.

A GESTAÇÃO

Durante a gestação o organismo materno sofre modificações anatomofisiológicas com o objetivo de favorecer o período gestatório. A adaptação da mulher a essa fase pode ser difícil, necessitando de atenções contínuas e profissionais treinados. As modificações gravídicas decorrem principalmente de alterações hormonais e fatores mecânicos. Ocorrem principalmente:

    • Sistema Tegumentar;

    • Aparelho Gastrointestinal;

    • Sistema Circulatório/sanguíneo;

    • Sistema Genital;

    • Sistema Musculoesquelético.

    • Sistema Urinário;

    • Sistema respiratório;

    • Metabolismo.

    • Primeiro Trimestre

    • Segundo Trimestre

    • Terceiro Trimestre

O CICLO GESTACIONAL

    • Durante a gravidez ocorre um pan-hiperendocrinismo (aumento de todos os hormônios).

    • Lactogênio Placentário – influência o crescimento das mamas e seu desenvolvimento;

    • Hormônios Esteróides – Estrogênio; Progesterona.

    • Alterações decorrentes da presença fetal:

    • Volumétricas;

    • Maior necessidade de nutrientes;

    • Adaptação da coluna vertebral.

    • Sistema Tegumentar:

    • Durante a gravidez ocorre o aumento do hormônio melanócito - estimulante que associado a progesterona favorece a deposição de melanina na pele.

    • Aréolas secundárias.;

Sistema Circulatório:

    • Ocorre o aumento do Fluxo Sanguíneo, vascularização;

    • Hipervolemia – aumento do volume sanguíneo cerca de 30 à 40% (1 à 1,5 L);

    • Aumento do volemia – volume plasmático (Pseudo-anemia) – o aumento do volume sanguíneo resulta do aumento do plasma (desproporcional), levando a uma diminuição na concentração de hemoglobina em relação ao volume plasmático (hemodiluição); o que não resulta em uma anemia verdadeira;

    • O coração desvia-se para frente e para a esquerda – alterando seu eixo elétrico, consequentemente o ECG.

    • Por esse motivo é necessário informar à pessoa que analisar o ECG que a cliente está grávida.

    • Ação estrogênio e progesterona – PA tende a cair durante a gestação.

    • Compressão uterina sobre as veias ilíacas – aumenta pressão nos MMII – prejudica o retorno venoso – varizes, hemorróidas, varizes vulvares.

    • Débito cardíaco fica aumentado – responder à demanda materna e fetal (FC aumenta cerca de 15 bpm e o volume dos batimentos);

    • PA - varia com a postura (compressão da aorta abdominal ou veia cava inferior);

    • Resistência vascular uterina fica diminuída (aporte sang. Feto);

    • Fluxo Sanguíneo fica aumentado Membros : Calor nas mãos e pés.

HIPERVENTILAÇÃO MATERNA

  • Aumenta a vascularização – suprimento sanguíneo aumenta 20/40 vezes (artérias uterinas principal fonte).

  • Sistema venoso – dilatam num diâmetro até 60 vezes – drenagem venosa adequada para o grande fluxo sanguíneo uteroplacentário.

  • Uma semana após o parto os vasos retornam ao seu tamanho original.

  • Deambulação – ocorre um amolecimento das cartilagens sacroilíacas e sínfise púbica devido a ação do progesterona e RELAXINA – Marcha Anserina.

PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS

A gestação provoca alterações importantes na fisiologia da respiração. Mudanças mecânicas, como o aumento do volume uterino, e metabólicas (alcalose respiratória) alteram a função respiratória. Devido a isso até 60% das grávidas sem doença pulmonar, têm dispnéia (dificuldade respiratória) que, geralmente, não produz restrição às atividades da gestante. Essa dispnéia durante a gestação tem sido atribuída a percepção da gestante da hiperventilação normal da gestação (aumento da freqüência respiratória - nº de movimentos respiratórios por minuto) como inadequada.

Outro achado bastante característico é a dispnéia que afeta 60 a 70% das grávidas. Algumas das explicações para esta queixa são a hiperventilação, por efeito da progesterona, em resposta a hipercapnia ou a redução da capacidade de difusão.

ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS PULMONARES NA GRAVIDEZ

Durante a gravidez ocorrem uma série de alterações na fisiologia pulmonar em resultado do ambiente hormonal. A progesterona estimula o centro respiratório, levando a um aumento do volume corrente (que atinge 40% no termo) e do volume-minuto. Isto resulta numa alcalose respiratória moderada, com diminuição dos valores basais de PaCO2 para cerca de 30 mmHg, compensados pelo aumento da excreção renal de bicarbonato e queda dos valores séricos para cerca de 20 mEq/L.

O consumo de oxigênio também aumenta 20-30% devido às maiores necessidades metabólicas. Finalmente, com o aumento do tamanho do útero a capacidade residual funcional e o volume residual diminuem. Estas alterações podem resultar no rápido desenvolvimento de hipoxémia em consequência da hipoventilação.

Em relação às transformações ao nível do sistema respiratório, Hacker e Moore1 explicitam que as principais modificações respiratórias da gestação se devem a três fatores: o efeito mecânico do crescimento uterino, o aumento total do consumo de O2 pelo corpo e os efeitos estimulantes da progesterona sobre a respiração . De acordo com Rezende3 a progesterona atuaria por um dos seguintes mecanismos: baixando o limiar de sensibilidade do centro respiratório para o CO2 ou estimulando-o independentemente. A progesterona não reforça apenas a ventilação, mas eleva o teor de anidrase carbônica B nos glóbulos vermelhos, facilitando assim a transferência de CO2, e com isso reduzindo a PCO2 . Barron e Lindheimer2 acrescentam que o consumo de O2 aumentam de 20 a 30 % devido às necessidades fetais, placentárias e da gestante, inclusive aumento do débito cardíaco e do trabalho respiratório . Esse aumento percentual de O2 seria correspondente às adaptações fisiológicas maternas ao acréscimo de tecidos representado por útero e mamas, e ao consumo de O2 pelo feto e anexos .

Dentre as alterações ocorridas, são bastante conhecidas e notadas pelas próprias gestantes as modificações anatômicas no aparelho respiratório como abertura gradual das últimas costelas. SOUZA et al5 colabora nesse sentido acrescentando que a circunferência da caixa torácica inferior aumenta em média 5 a 7 cm. O ângulo subcostal aumenta progressivamente de uma média de 69,5º no início da gravidez para 103,5º. Sendo assim, o relaxamento dos ligamentos costais contribui mais para as trocas ocorridas neste ângulo do que o aumento da parede abdominal como resultado do aumento uterino. Essa alteração da configuração torácica aparentemente não prejudica o movimento diafragmático que, ao contrario, mostrou-se aumentado em estudo fluororoscópico, que quantificou a excursão desse músculo durante a respiração corrente na gravidez . Além disso, com aumento uterino, observou-se, ainda que a complacência abdominal encontra-se diminuída, o que vem potencializar a ação direta do diafragma sobre as costelas inferiores.

A disposição anatômica do diafragma e sua relação com a caixa torácica e o abdômen explicam sua ação mecânica. A porção cilíndrica do diafragma, que se opõe à caixa torácica abdominal, constitui zona de aposição. Quando o diafragma se contrai ocorre aumento da pressão abdominal que é transmitida ao tórax através da zona de aposição, para expandir a caixa torácica inferior. Com a gravidez, ocorre aumento da área de aposição, devido ao deslocamento cefálico do diafragma, e a interação destes músculos com as costelas inferiores. Rezende3 revela que de acordo com Thomas & Cohen o diafragma se eleva de cerca de 4 cm, ampliando-se o diâmetro transverso em dois cm . E de acordo com os autores Vaz e Zugaib4 há um aumento de 6 cm da circunferência torácica e alargamento do ângulo subcostal. Estas alterações ocasionam redução do volume residual. Paralelamente ocorre aumento da excursão diafragmática resultando em aumento do volume corrente. Tudo isso é observado, já no inicio da gravidez. Portanto, o aumento do volume uterino não é o principal fator causal.

Complementando esses dados, SOUZA et al5 diz que existe maior movimento do pulmão nas regiões apical e mesocostal . Rezende3 acrescenta que na prenhez avançada, a excursão diafragmática se reduz, conquanto a hiperventilação seja mantida pela maior movimentação torácica . Em relação às alterações funcionais, é destacada a falta de alteração significativa da capacidade vital da gestante.

No que concerne ao volume minuto da ventilação. Rezende3 diz que aumenta, progressivamente, durante a gravidez, de 7 para 10l/min. Clinicamente, significa hiperventilação, para a qual contribui relevantemente a progesterona. Em conseqüência, a PCO2 no sangue reduz-se de 39 para 31 mm/Hg . Ainda de acordo ao autor o volume corrente cresce progressivamente durante a gravidez, e desde os primeiros meses. Como a freqüência respiratória pouco se altera, o aumento na ventilação faz-se em proporção ao do volume corrente, sendo de cerca de 42%. A gestante dilata sua ventilação respirando mais profundamente sem taquipnéia. A mistura e distribuição dos gases no pulmão são nelas mais eficientes.

Souza et al5 colabora dizendo que a média respiratória de repouso aumenta um pouco de quinze para dezoito respirações por minuto . Segundo Vaz e Zugaib4 a capacidade pulmonar total diminui em aproximadamente 5% a partir do início da gestação, o volume residual diminui em 22% até o término da gestação, a capacidade de reserva funcional diminui progressivamente durante a gravidez, o volume de reserva expiratório diminui gradativamente e o volume de reserva inspiratório aumenta progressivamente.

As alterações acima descritas relacionadas a fisiologia respiratória acabam por influenciar a mecânica ventilatória da gestante.

DOENÇAS E PROBLEMAS COMUNS NA GRAVIDEZ

Asma é uma doença crônica, incompletamente conhecida, que se caracteriza por vias aéreas hiper-reativas com espasmo brônquico e aumento das secreções (muco) dentro das vias aéreas.

Apesar de a asma ser considerada uma doença crônica, ataques de asma ocorrem quando a paciente entra em contato com alergenos, produtos químicos, infecções, variações bruscas da temperatura, etc.

A gravidade da doença varia, mas na maioria das vezes é controlada com medicações. A gestante com asma tem os mesmos sintomas das pacientes não gestantes. Geralmente ocorre respiração curta, falta de ar, chiado no peito (sibilos), tosse e secreção. Ataques de asma podem afetar a função pulmonar, pois a quantidade de oxigênio que chega até o sangue diminui, diminuindo também o fluxo placentário.

A asma se apresenta como uma falta de ar aguda, sibilos e tosse. Existe comumente uma história de episódios similares no passado. A ausculta do tórax revela em geral aumento da fase expiratória com sibilos (chiado) generalizados.

Os efeitos da gestação na asma ou vice-versa são variáveis. Durante a gestação a asma pode apresentar melhora, ficar inalterada ou piorar.

Aproximadamente um terço das pacientes asmáticas piora durante a gestação. Quanto mais grave for a asma antes da gestação maior a chance de piorar durante a mesma. Quando em gestações anteriores a asma piorou é de se esperar piora em futuras gestações.

Apesar da maioria das medicações para asma poderem ser utilizadas durante a gestação, você deve consultar seu médico quanto ao uso de qualquer medicação durante a gestação

TUBERCULOSE

Atualmente existe um aumento da incidência de tuberculose (TBC) em mulheres e homens em idade reprodutiva, o que acarreta a maior probabilidade de diagnosticarmos TBC durante a gestação. A transmissão e a evolução da tuberculose na gestação é similar a de não gestantes. Mulheres grávidas com TBC que fazem o tratamento adequado têm o mesmo prognóstico que mulheres não grávidas e também o mesmo prognóstico para a evolução da gestação que gestantes sem TBC. As medicações de primeira linha utilizadas na TBC, apesar de cruzarem a placenta não se mostraram teratogênicas (que provocam malformações). Medicações de segunda linha, entretanto, podem ser teratogênicas.

RESFRIADO

O resfriado é um dos indícios de infecção aguda, geralmente benigna, que ocorre no trato respiratório e pode acometer a mulher durante a gestação e se caracterizada por coriza e dor de garganta. A gripe é uma infecção aguda, altamente contagiosa, acompanhada de sintomas envolvendo o trato respiratório superior, provoca coriza, espirros, dor de garganta e tosse, além de astenia (fraqueza), anorexia (falta de apetite), febre elevada, cefaléia (dor de cabeça), dores musculares e articulares. A duração é de quatro a dez dias e a evolução é geralmente benigna.

CANDIDIASE VAGINAL

A candidíase vaginal é uma infecção causada por fungos, principalmente a Cândida Albicans. A gravidez provavelmente é o fator predisponente mais comum, sendo que a severidade da infecção e a sua incidência aumentam com o evoluir da gestação, apresentando seu ápice no terceiro trimestre.

O tratamento durante este período é dificultado pela impossibilidade da prescrição via sistêmica, pela menor resposta à terapêutica tópica e pela maior freqüência de recidivas.

INFECÇÃO URINÁRIA

Cerca de 5% das mulheres grávidas, de acordo com o especialista, apresentam infecção urinária no primeiro trimestre da gravidez e entre 20 e 25% das mulheres desenvolvem infecção urinária, aumentando os riscos de parto prematuro. Os quadros de cistite caracterizam-se por disúria (ardor ao urinar), polaciúria (desejo de urinar a todo o momento) ou urgência miccional. Por outro lado, os quadros de pielonefrite aguda manifestam-se como febre, calafrios, dor lombar, astemia, náusea e vômitos. O tratamento é realizado com penicilinas, cefalosporinas e nitrofurantoinas que podem ser utilizadas com segurança durante a gestação.

CONCLUSÃO

Concluímos que com esse trabalho, podemos entender um pouco mais sobre o que é a gestação, suas complicações, doenças mais comuns, alterações fisiológicas, complicações na epiderme, entre outros. Podemos entender como a fisiologia da mulher muda e como ela pode evitar tratar e prevenir com a fisioterapia.

Grande parte das complicações decorrentes de descompensação de doença respiratória durante a gravidez são evitáveis e tratáveis, prevenindo complicações e aumento da mortalidade quer para a mãe quer para o feto. Isto exige um conhecimento profundo da fisiologia respiratória e do comportamento destas patologias durante a gravidez, sendo fundamental a colaboração multidisciplinar, na qual o pneumologista (ou o clínico que segue a mulher do ponto de vista da sua doença de base) desempenha um papel fulcral.

Por outro lado, a submedicação deve ser evitada, utilizando-se os fármacos nas suas doses eficazes, com o correto conhecimento do seu perfil de segurança.

A gestação é um momento único na vida de uma mulher, por isso, todas elas devem estar atentas aos problemas relacionados ou não com a gravidez, sendo que algum problema nestes casos poderá ser transmitido ao seu bebê.

BIBLIOGRAFIA:

1. Vaz, FAC, Manissadsian A, Zugaib M. Assistência a gestante de alto

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1993.

2. Hacker N, Moore JG. Fundamentos de ginecologia e obstetrícia.

Edição. Artes Médicas: Porto Alegre; 1994.

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1998.

4. Barron WM, Lindheimer MD. Complicações Médicas na Gravidez.

edição. Artes Médicas:Porto Alegre; 1996.

5. Souza ELBL. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia e Aspectos de

Neonatologia: Uma visão multidisciplinar. 2ª Edição. Health: Belo

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6. Paredi P, Kharitonov SA, Barnes PJ. Analysis of expired air for oxidation

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7. Kisner C, Colby LA. Exercícios Terapêuticos, Fundamentos e Técnicas.

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http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?213

www.slideshare.net/guestaeeeaa5/conhecendo-a-fisiologia-da-gestao-jnia-mata-http://bebe2000.com.br/gestacao/doencas/doencas-mais-comuns/

UNIÃO EDUCACIONAL DO NORTE – UNINORTE

EMANUEL CARVALHO

ALAN DOS SANTOS BANDEIRA

EUGÊNIO SCHICOVSKI

SHYRLEY SILVA

GLEYCIANE B. DE ARAÚJO

ALTERAÇÕES ANATÔMICAS E FISIOLÓGICAS DO ORGANISMO MATERNO.

Rio Branco

2009

UNIÃO EDUCACIONAL DO NORTE – UNINORTE

EMANUEL CARVALHO

ALAN DOS SANTOS BANDEIRA

EUGÊNIO SCHICOVSKI

SHYRLEY SILVA

GLEYCIANE B. DE ARAÚJO

ALTERAÇÕES ANATÔMICAS E FISIOLÓGICAS DO ORGANISMO MATERNO:

alterações gravídicas do aparelho respiratório.

Trabalho de graduação apresentado à disciplina de Fisioterapia da Saúde da Mulher da Faculdade União Educacional do Norte.

Rio Branco

2009

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