DIRETRIZES DO NASF - Núcleo de Apoio a Saúde da Família

DIRETRIZES DO NASF - Núcleo de Apoio a Saúde da Família

(Parte 5 de 7)

Sobre o sujeito singular e sua coprodução em face de doenças, desejos, interesses, trabalho, cultura, família e rede social

CUNHA, 2005

Sobre conceito e estrutura de um Projeto de Saúde no Território (PST) MORAIS NETO; CASTRO, 2008

Identificação de problemas e seu processamento para definição de necessidades e situação de saúde em territórios OLIVEIRA, 2008

Sobre equipes de referência e apoio especializado matricial, com foco nos contratos de gestão CAMPOS, 1999

Integralidade nos sistemas de APS: necessidades de saúde e disponibilidade de recursos para abordá-las STARFIELD, B. 2004

Integralidade no SUS e sua ampliação para outras possibili-dades; integralidade como valor e atitude profissional MATTOS, 2001

Integralidade como construção nos serviços de saúdeMINOZZO et al., 2008 Abordagem no territórioSANTOS, 2002 Sobre o conceito de educação popular em saúdeSALLES, 2006 Sobre o conceito de interdisciplinaridadeFAZENDA, 1991

Sociedade contemporânea e a produção da “alienação da dor” Ivan Illich, 1975

DIRETRIZES DO NASF – Núcleo de Apoio a Saúde da Família REFERÊNCIAS

ANDRADE L O M, Martins Jr T. Saúde da Família – Construindo um Novo Modelo Programa Saúde da Família em Sobral. SANARE – O Programa Saúde da Família em Sobral: uma Estratégia Estruturante. 1999 out/nov/dez; I (1).

ANDRADE L O M. SUS passo a passo. Normas, gestão e financiamento. São Paulo: HUCITEC; Sobral: UVA, 2001.

ANDRADE, L O M, Barreto I C H C, Fonseca C D. A Estratégia Saúde da Família. In. DUNCAN B B, SCHMIDT M I, GIUGLIANI E R J, Medicina Ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2004.

AYRES J. R. C. M. et al. O conceito de vulnerabilidade e as práticas de saúde: novas perspectivas e desafios. In: Czeresnia D. e Freitas C. M. (orgs). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. RJ: Fiocruz, p.117-140, 2003.

BRASIL, 2008. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria n° 1.065, de 4 de julho de 2005. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro ao Núcleo de Atenção Integral na Saúde da Família (NAISF).

BRASIL, 2008. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria n° 1.150, de 9 de junho de 2008. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família-Nasf.

BRASIL, 2008. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria nº 1.616, de 6 de agosto de 2008. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família-Nasf.

BRASIL, 2008. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria n° 1.107, de 4 de junho de 2008. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família-Nasf.

BRASIL, 2008c. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria nº 154, de 24 de janeiro de 2008. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família-Nasf.

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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Clínica Ampliada, Equipe de Referência e Projeto Terapêutico Singular / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 2. Ed- Brasília: Ministério da Saúde, 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Documento base para gestores e trabalhadores do SUS 4ª edição / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 4. Ed- Brasília: Ministério da Saúde, 2008d.

MINISTÉRIO DA SAÚDE / Secretaria de Atenção à Saúde / Departamento de Atenção Básica

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. 2 ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 52p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Série Pactos pela Saúde 2006; v.7).

CAMPOS, G.W.S. Saúde pública e saúde coletiva: campo e núcleo de saberes e práticas. Ciência & Saúde Coletiva 2000 Vol. 5, Nº 2, p:219-230.

CAMPOS. G.W.S. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Ciênc. saúde coletiva vol.4 no.2 Rio de Janeiro, 1999.

CAMPOS, G. W. S.; DOMITTI, A. C. Apoio matricial e equipe de referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad. Saúde Pública: Rio de Janeiro, 23(2): 399-407, fev. 2007.

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CUNHA, G. T. A Construção da Clínica Ampliada na Atenção Básica. São Paulo: Ed. Hucitec, 2005.

DENIS J L, Champagne F. Análise da Implantação. In. Hartz Z M A.(org). Avaliação em saúde: dos modelos conceituais a práticas na implantação de programas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1997.

MENDES E V. A Descentralização do Sistema de Serviços de Saúde no Brasil: novos rumos e um outro olhar sobre o nível local. In: Mendes E V (org). A organização da Saúde no Nível Local. São Paulo: Hucitec; 1998. p. 17.

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OLIVEIRA, G.N. O projeto terapêutico e a mudança nos modos de produzir saúde. São Paulo: Hucitec, 2008.

PAGANI. R; Preceptoria de Território: novas práticas e saberes na estratégia de educação permanente em Saúde da Família: o estudo do caso de Sobral-Ceará-Brasil. Dissertação de Mestrado. 2006.

REZENDE, M.et al., 2007. A equipe multiprofissional da Saúde da Família: uma reflexão sobre o papel do fisioterapeuta. Revista Ciência e Saúde Coletiva.

SALES I C, Pagani R. A Preceptoria de Território na Estratégia de Saúde da Família em Sobral/CE (Desafios Políticos, Teóricos e Metodológicos de uma Experiência). SANARE – 10 Anos do Saúde da Família: 2004 jan/fev/mar.

SANTOS M. O País distorcido. O Brasil, a Globalização e a Cidadania. São Paulo Publifolha. 2002. p.3,82, 84

Conselho Municipal de Saúde. [capturado on-line 09/10/2008] – http://www.fredericowestphalen.rs.gov.br/html

DIRETRIZES DO NASF – Núcleo de Apoio a Saúde da Família

FAZENDA, I. C. A. Didática e interdisciplinaridade. Campinas, Papirus, 1998. _. Dicionário em construção: interdisciplinaridade. São Paulo. Cortez, 2001. RIOS, T. A. Compreender e Ensinar. São Paulo, Cortez, 2002.

STARFIELD, B. Atenção Primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

MINOZZO, Fabiane; REIS, Clarice; VIDAL, Ávila Teixeira; CEOLIN, Marcelina; BENEVIDES, Iracema. Avaliação para a Melhoria da Qualidade na Estratégia Saúde da Família: reflexões sobre a integralidade do cuidado em saúde. In: Ateliê do cuidado: trabalhos completos / VII Seminário do Projeto Integralidade: saberes e práticas no cotidiano das instituições de saúde; Roseni Pinheiro e Rubens Araujo de Mattos, organizadores. Rio de Janeiro: UERJ/IMS/LAPPIS: CEPESC: ABRASCO, 2008. ISBN: 978-85-89737-47-0.

MATTOS, R. A. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões acerca dos valores que merecem ser defendidos. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R. A. (Org.). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: Abrasco, 2001. p. 39-64.

Campos G W S. saúde pública e saúde coletiva: campo e núcleo de saberes e práticas. Campinas: Departamento de Medicina Preventiva e Social da FCM – UNICAMP, no prelo, 2000.

MINISTÉRIO DA SAÚDE / Secretaria de Atenção à Saúde / Departamento de Atenção Básica SAÚDE MENTAL NOS NUCLEOS DE APOIO À SAUDE DA FAMÍLIA

A mudança do modelo de atenção em saúde mental tem como principal objetivo a ampliação e a qualificação do cuidado às pessoas com transtornos mentais nos serviços, com base no território. No novo modelo, a atenção hospitalar deixa de ser o centro, como era antes, tornando-se complementar. Trata-se de mudança fundamental na concepção e na forma de como se deve dar o cuidado: o mais próximo da rede familiar, social e cultural do paciente, para que seja possível a reapropriação de sua história de vida e de seu processo de saúde/adoecimento. Aliada a isso, adota-se a concepção de que a produção de saúde é também produção de sujeitos. Os saberes e práticas não somente técnicos devem se articular à construção de um processo de valorização da subjetividade, no qual os serviços de saúde possam se tornar mais acolhedores, com possibilidades de criação de vínculos.

A Política Nacional de Saúde Mental tem como diretriz principal a redução gradual e planejada de leitos em hospitais psiquiátricos, com a desinstitucionalização de pessoas com longo histórico de internações. Ao mesmo tempo, prioriza a implantação e implementação de uma rede diversificada de serviços de saúde mental de base comunitária eficaz, capaz de atender com resolutividade os pacientes que necessitem de cuidado. Além da criação de uma série de dispositivos assistenciais em saúde mental, a desinstitucionalização pressupõe também transformações culturais e subjetivas na sociedade. A expressão “reabilitação ou atenção psicossocial” é utilizada para indicar que devem ser construídas, com as pessoas que sofrem transtornos mentais, oportunidades de exercerem sua cidadania e de atingirem seu potencial de autonomia no território em que vivem.

A rede de saúde mental, segundo essa perspectiva, deve ser composta por diversas ações e serviços de saúde mental: ações de saúde mental na Atenção Primária, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), ambulatórios, residências terapêuticas, leitos de atenção integral em saúde mental (em Caps I e em hospital geral), Programa de Volta para Casa, cooperativas de trabalho e geração de renda, centros de convivência e cultura, entre outros.

Deve-se levar em conta que existe um componente de sofrimento subjetivo associado a toda e qualquer doença, às vezes atuando como entrave à adesão a práticas de promoção da saúde ou de vida mais saudáveis. Pode-se dizer que todo problema de saúde é também – e sempre – mental, e que toda saúde mental é também – e sempre – produção de saúde. Nesse sentido, será sempre importante e necessária a articulação da saúde mental com toda a rede de saúde e, sobretudo, com a Atenção Primária à Saúde.

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