HIGIENE OCUPACIONAL

  • UMA NECESSIDADE DAS EMPRESAS

  • PROF. JOSE EDER

PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA

  • TODAS AS LESÕES E DOENÇAS OCUPACIONAIS PODEM SER EVITADAS.

  • SEGURANÇA É RESPONSABILIDADE DE TODOS.

  • A GERÊNCIA É DIRETAMENTE RESPONSÁVEL PELA PREVENÇÃO DE INCIDENTES E DOENÇAS.

PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA

  • SEGURANÇA É CONDIÇÃO DE EMPREGO.

  • TREINAMENTO É ELEMENTO ESSENCIAL PARA A CRIAÇÃO DE LOCAIS DE TRABALHO SEGUROS.

  • AS AUDITORIAS DE SEGURANÇA DEVEM SER SEMPRE CONDUZIDAS.

PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA

  • PRÁTICAS DE TRABALHO SEGURAS DEVEM SER REFORÇADAS, E TODOS ATOS E CONDIÇÕES INSEGURAS DEVEM SER CORRIGIDOS IMEDIATAMENTE.

  • É ESSENCIAL INVESTIGAR LESÕES E DOENÇAS OCUPACIONAIS, BEM COMO INCIDENTES COM POTENCIAL DE LESÃO.

PRINCÍPIOS DE SEGURANÇA

  • A SEGURANÇA FORA DO TRABALHO É UM ELEMENTO IMPORTANTE DO ESFORÇO GERAL EM PROL DA SEGURANÇA.

  • EVITAR LESÕES E DOENÇAS OCUPACIONAIS É UM BOM NEGÓCIO.

  • AS PESSOAS SÃO O ELEMENTO PRINCIPAL DO SUCESSO DE UM PROGRAMA DE SEGURANÇA E SAUDE

CONCEITOS DE HIGIENE OCUPACIONAL

  • Visa a prevenção da doença ocupacional, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e o controle dos agentes ambientais (NR-9).

  • Prevenção da doença – deve ser entendida em um sentido mais amplo, pois a ação deve estar dirigida à prevenção e ao controle das exposições inadequadas aos agentes ambientais.

CONCEITOS DE HIGIENE OCUPACIONAL

  • A atuação da higiene ocupacional prevê uma intervenção deliberada no ambiente de trabalho, como forma de prevenção da doença.

AGENTES AMBIENTAIS

  • FÍSICOS

  • QUÍMICOS

  • BIOLÓGICOS

  • ERGONÔMICOS

DISCIPLINAS NECESSÁRIAS PARA A HIGIENE OCUPACIONAL

  • Engenharia – para avaliação e controle

  • Química Analítica (laboratórios)

  • Bioquímica

  • Toxicologia

  • Medicina

OBJETIVO PRINCIPAL DA HIGIENE OCUPACIONAL

  • Reduzir a exposição média e de longo prazo, uma vez que nem sempre se pode eliminar totalmente os riscos do ambiente de trabalho.

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Antecipar é:

  • Trabalhar com equipes de projetos, modificações ou ampliações, visando a detecção precoce de fatores de risco ligados a agentes ambientais, adotando opções de risco ligados a agentes ambientais, adotando opções de projeto que favoreçam a sua eliminação ou controle;

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Estabelecer uma “policia de fronteira” na empresa, rastreando e analisando todo novo produto a ser utilizado (inclui as amostras de vendedores);

  • GESTÃO DE MUDANCAS

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Ditar normas preventivas para evitar exposições inadvertidas a agentes ambientais causadas pela má seleção de produtos, materiais e equipamentos para compradores, projetistas e contratadores de serviços (empresas terceirizadas). Exemplo: um dispositivos para espantar roedores de galerias de cabos elétricos pode parecer ótimo, mas é um emissor de ultra-som (radiação).

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Reconhecer é:

  • Conhecer de novo. Isso significa que se deve ter conhecimento prévio dos agentes do ambiente de trabalho, ou seja, saber reconhecer os riscos presentes nos processos, materiais, operações associadas, manutenção, subprodutos, rejeitos, produto final, insumos,...;

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Estudar o processo, atividades e operações associadas e processos auxiliares, não apenas com os dados existentes na empresa (inquirindo os técnicos, projetistas, operadores), mas também conhecendo a literatura ocupacional específica a respeito deles, pois mesmo os técnicos dos processos podem desconhecer os riscos ambientais que os mesmos produzem. Podem omitir, freqüentemente, detalhes que não julgam importantes para o higienista, justamente ligados a um risco. O solícito técnico da máquina empacotadora de leite longa vida pode lhe dar uma explicação precisa e detalhada do seu funcionamento, omitindo que a caixinha é selada por radiofreqüência.

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Transitar e observar incessantemente pelo local de trabalho (não se faz higiene sem ir a campo), observando o que lhe é mostrado e o que não o é. Andar “atrás” das coisas, em subsolos, porões de serviço, casas de máquinas pode ser bastante instrutivo e revelador de riscos ambientais (cuidado com os riscos de acidentes nesses locais).

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Avaliar é:

  • Poder emitir um juízo de tolerabilidade sobre uma exposição a um agente ambiental.

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • O juízo de tolerabilidade é dado pela comparação da informação de exposição ambiental com um critério adequado. O critério é genericamente denominado de “limite de exposição ambiental” ou limite de exposição (legalmente, “limite de tolerância”).

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Controlar é:

  • Adotar medidas de engenharia sobre as fontes e trajetórias do agente, atuando sobre os equipamentos e realizando ações específicas de controle, como projetos de ventilação industrial;

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Intervir sobre operações, reorientando-as para procedimentos que possam eliminar ou reduzir a exposição;

ASPECTOS BASICOS DA HIGINE OCUPACIONAL

  • Definir ações de controle no indivíduo, o que inclui, é claro, mas não está limitado a proteção individual.

ÁREAS DE INTERAÇÃO DA HIGIENE OCUPAÇÃO

  • MEDICINA OCUPACIONAL – Interação evidente e mais forte.

  • ÁREA DE GESTÃO AMBIENTAL – Mesmos agentes podem tornar-se problemas de meio ambiente e comunidade.

  • ERGONOMIA – Os fatores de desconforto da ergonomia são causados por riscos na higiene (ruído, calor, iluminação etc).

CONCEITO DE LIMITE DE TOLERÂNCIA/LIMITE DE EXPOSIÇÃO

  • DEFINIÇÃO DA ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists):

  • “Os limites de exposição referem-se a concentrações de substâncias químicas dispersas no ar, bem como a intensidade de agentes físicos de natureza acústica, eletromagnética, ergonômica, mecânica e térmica, e representam condições às quais se acredita a maioria dos trabalhadores possa estar exposta, repetidamente, dia após dia, sem sofrer efeitos adversos à saúde”.

CONCEITO DE LIMITE DE TOLERÂNCIA/LIMITE DE EXPOSIÇÃO

  • DEFINIÇÃO DA FUNDACENTRO (RUIDO)

  • Parâmetro de exposição ocupacional que representa condições sob as quais acredita-se que a maioria dos trabalhadores possa estar exposta, repetidamente, sem sofrer efeitos adversos à sua capacidade de ouvir e entender uma conversação normal.

CONCEITO DE LIMITE DE TOLERÂNCIA/LIMITE DE EXPOSIÇÃO

  • DEFINIÇÃO DA NR 15

  • ENTENDE-SE POR LIMITE DE TOLERÂNCIA A CONCENTRAÇÃO OU INTENSIDADE MÁXIMA OU MÍNIMA, RELACIONADA COM A NATUREZA E O TEMPO DE EXPOSIÇÃO AO AGENTE, QUE NÃO CAUSARÁ DANO À SAÚDE DO TRABALHADOR DURANTE A SUA VIDA LABORAL.

CONCEITO DE LIMITE DE TOLERÂNCIA/LIMITE DE EXPOSIÇÃO

  • Os limites de exposição são baseados em informações disponíveis da experiência industrial, estudos experimentais com animais e seres humanos.

FERRAMENTAS DA HIGIENE OCUPACIONAL

  • ANÁLISE E GERÊNCIA DE RISCOS

  • ART (ANÁLISE DOS RISCOS DO TRABALHO)

  • ÁRVORE DE CAUSAS

FERRAMENTAS DA HIGIENE OCUPACIONAL

  • IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS

  • ANÁLISE DE RISCOS

  • AVALIAÇÃO DE RISCOS

  • TRATAMENTO DE RISCOS

FERRAMENTAS DA HIGIENE OCUPACIONAL

  • RISCO – É a probabilidade de ocorrência de um acontecimento indesejável que pode resultar em dano físico e/ou à propriedade.

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE

  • Substituição do produto tóxico ou nocivo

  • Chumbo por óxido de titânio ou sais de zinco

  • Sais de mercúrio por mistura de água oxigenada e sulfato de sódio

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE

  • Mudança ou alteração do Processo ou Operação

  • Pintura a pistola por pintura a imersão

  • Processos a seco por processos a úmido

  • Ensacamento de pós automatizado

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE

  • Enclausuramento da Operação -Boxes.

  • Câmaras de Jateamento abrasivo

  • Manuseio de solventes tóxicos

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE

  • Segregação da Operação ou Processo

  • Exposição de poucos operadores

  • Moinhos de resíduos plásticos

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE

  • Ventilação Geral Diluidora

  • Positiva (insuflamento) ou negativa (exaustão)

  • Reduzir calor

  • Diluir contaminantes

MEDIDAS GENÉRICAS DE CONTROLE DE AGENTES AMBIENTAIS

  • MEDIDAS RELATIVAS AO PESSOAL

  • Equipamentos de proteção individual (EPI) – SEGUNDA LINHA DE CONTROLE

  • Educação e Treinamento

  • Controle médico

  • Limitação de Exposição

PROGRAMAS DE HIGIENE OCUPACIONAL

  • RUÍDO/VIBRAÇÕES

  • ILUMINAÇÃO

  • OUTROS AGENTES AMBIENTAIS

  • MEIO AMBIENTE

RUÍDO/VIBRAÇÕES (NEPOMUCENO/MAIA)

  • REDUÇÃO NA FONTE

  • UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO MAIS SILENCIOSO DISPONÍVEL NO MERCADO

  • REDUÇÃO DA AMPLITUDE DOS ESFORÇOS ENVOLVIDOS

  • REDUZIR IMPACTOS OU PULSOS

  • INSTALAR ISOLADORES DE VIBRAÇÃO

  • UTILIZAR ABSORVENTES DINÂMICOS

  • BALANCEAR AS PARTES MÓVEIS

  • REDUZIR O ATRITO PELA LUBRIFICAÇÃO

  • VERIFICAR E CORRIGIR EIXOS TORTOS OU

  • DESALINHADOS

RUÍDO/VIBRAÇÕES

  • ATENUAR A RESPOSTA DINÂMICA DOS COMPONENTES

  • ALTERAR A FREQUÊNCIA DE RESSONÂNCIA DOS PAINEIS, TAMPAS E COMPONENTES ESTRUTURAIS

  • REDUZIR A EFICÊNCIA DE IRRADIAÇÃO DO SOM

  • ALTERAR A ESPESSURA DOS PAINEIS, TAMPAS, PROTETORES

  • ISOLAR OS PAINÉIS, TAMPAS E PROTETORES VIA NEOPRENE, BORRACHA, MOLAS.

RUÍDO/VIBRAÇÕES

  • ALTERAR O PROCEDIMENTO DE OPERAÇÃO

  • PROGRAMAR PRODUÇÃO

  • ELIMINAR OPERAÇÕES

RUÍDO/VIBRAÇÕES

  • ALTERAÇÕES OU ATENUAÇÃO DE PERCURSO

  • ALTERAÇÃO DE LAY-OUT COM REDISTRIBUIÇÃO DO MÁQUINÁRIO

  • POSICIONAMENTO DAS FONTES DE RUIDO EM RELACÃO À SUA DIRETIVIDADE

  • UTLIZAÇÃO DE ABSORVENTES

  • APLICAÇÃO DE MATERIAIS ATENUADADORES DE VIBRAÇÃO

  • USO DE DEFLETORES, BARREIRAS

  • USO DE DUTOS REVESTIDOS INTERNA E EXTERNAMENTE

  • CONFINAMENTO DE EQUIPAMENTO OU PESSOAL

RUÍDO/VIBRAÇÕES

  • PROTEÇÃO NO RECEPTOR

  • LOCALIZAÇÃO DO PESSOAL EM RELAÇÃO AO MATERIAL

  • EDUCAÇÃO DO PESSOAL EM RELAÇÃO AOS PROBLEMAS QUE O RUIDO PODE CAUSAR

  • LIMITAR TEMPO DE EXPOSIÇÃO

  • OBRIGATORIEDADE DE USO DE EPI

  • CONTROLE AUDIOMÉTRICO DO PESSOAL

ILUMINAÇÃO

  • ESCOLHA DO NÍVEL DE ILUMINAMENTO

  • CONSULTAR A NBR 5413 E VERIFICAR A RECOMENDAÇÃO EM FUNÇÃO DA ATIVIDADE A SER EXECUTADA

ILUMINAÇÃO

  • TIPO DE LÂMPADA

  • REPRODUÇÃO DE CORES

  • APLICAÇÕES ESPECIAIS

  • CARGA TÉRMICA

  • EFICIÊNCIA

ILUMINAÇÃO

  • TIPO DE LUMINÁRIA

  • DIFUSÃO

  • DIRETIVIDADE

  • OFUSCAMENTO/REFLEXOS

ILUMINAÇÃO

  • DISTRIBUIÇÃO

  • HOMOGENEA

  • CONTRASTES

  • SOMBRAS

ILUMINAÇÃO

  • MANUTENÇÃO

  • REPOSIÇÃO/LIMPEZA

  • CORES

  • REFLETÂNCIA

  • AMBIENTE

OUTROS AGENTES AMBIENTAIS

  • ESTABELECER VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA MARANO/FREITAS

  • PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

  • PRÁTICA DE MEDIÇÕES SISTEMÁTICAS EM RELAÇÃO AOS INDÍCES SANITÁRIOS E DO MEIO AMBIENTE

  • ESTUDO ANALÍTICO, COMPARATIVO E INTERPRETATIVO DOS DADOS OBTIDOS.

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

  • VIGILÂNCIA DO MEIO E DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO

  • REALIZADA POR MEIO DE INSPEÇÕES SANITÁRIAS PERIÓDICAS (SANEAMENTO BÁSICO, HIGIENE AMBIENTAL, LIMPEZA, ETC.) E PELA ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS E DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO, TRABALHO EM TURNOS E NOTURNO, HORA EXTRA ETC.

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

  • VIGILÂNCIA MÉDICA

  • DESENVOLVIDA PELOS EXAMES MÉDICOS ADMISSIONAIS ADEQUADOS, EXAMES MÉDICOS PERIÓDICOS E ESPECIAIS DE SAÚDE, MONITORAÇÃO BIOLÓGICA.

  • OBS. IR ALÉM DOS EXAMES RECOMENDADOS

  • PELA NR 7

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

  • VIGILÂNCIA ESTATÍSTICA

  • REALIZADA EFETUANDO-SE OS CÁLCULOS DE COEFICIENTES, TAXAS OU ÍNDICES.

  • COEFICIENTE DE FREQUÊNCIA (CF)

  • COEFICIENTE DE GRAVIDADE (CG)

  • ÍNDICE DE ACIDENTABILIDADE (IC)

  • INDICE DE ABSENTEISMO

GESTÃO AMBIENTAL (ISO 14000)

  • COLETA DE DADOS E INFORMÃÇÕES

  • ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES

  • ANÁLISE AMBIENTAL

  • ANÁLISE DOS ASPECTOS INTERNOS

  • ANÁLISE DA ESTRATÉGIA VIGENTE

  • ANÁLISE COMPARATIVA DA MISSÃO DA EMPRESA COM O SETOR ECONÔMICO/MEIO AMBIENTE

GESTÃO AMBIENTAL (ISO 14000)

  • FORMULAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO AMBIENTAL

  • IMPLEMENTAÇÃO

  • CONTROLE

SISTEMAS DE GESTÃO

  • OSHAS 18001

  • (ISO 9001 + ISO 14001)

ECONOMIAS PROPORCIONADAS (BENITE)

  • XEROX – US$ 100 MILHÕES/ANO

  • 3M – 506 MILHÕES/15 ANOS

  • TENNANT – 60% ACIDENTES E

  • DEFEITOS NO PRIMEIRO

  • ANO

  • UNOCAL – 10% REDUÇÃO ACIDENTES

  • NO PRIMEIRO ANO

ECONOMIAS PROPORCIONADAS

  • MINA NA HUNGRIA – ILUMINAÇÃO – 32% DE AUMENTO PRODUTIVIDADE

  • FUNDIÇÃO EM SÃO PAULO – ILUMINAÇÃO/ERGONOMIA/CALOR- 32% DE AUMENTO NA PRODUTIVIDADE E REDUÇÃO DE 18%

  • NO ABSENTEISMO NO PRIMEIRO ANO

ECONOMIAS PROPORCIONADAS

  • FÁBRICA DE MOTORES – TREINAMENTO – REDUÇÃO DE 65% NOS ACIDENTES COM AFASTAMENTO EM 4 ANOS.

  • PLANO ERGONÔMICO – AUMENTO DE 10% NA PRODUTIVIDADE NO PRIMEIRO ANO

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