Trabalhos Acadêmicos SENAC/SC

Trabalhos Acadêmicos SENAC/SC

(Parte 2 de 4)

2.1.1 Lista de símbolos

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado.

2.1.12 Sumário

Elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas do(s) número(s) da(s) página(s). (FIGURA 6). O sumário deve ser elaborado conforme a NBR 6027.

Modelo da capa6
Modelo do resumo9
Anexos e Apêndices15

Figura 3-

Figura 5 - Lista de figuras Fonte: adaptado da ABNT 14724,2005.

Figura 6 - Sumário Fonte: adaptado da ABNT 14724, 2005.

2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Parte do trabalho onde é exposta a matéria. É o corpo do trabalho constituído de três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

2.2.1 Introdução

Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.

Apresenta as seguintes funções: - apresentar o tema sobre o qual vai escrever, a sua justificativa e sua importância; - indicar de forma esquemática como o assunto vai ser desenvolvido, e; - indicar de forma sumária o método e o material que foi utilizado.

2.2.2 Desenvolvimento

Partes principais do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.

INTRODUÇÃO6
1 PRIMEIRO CAPÍTULO9
SUBTÍTULO15
Subunidade15
2.1.1 Subunidade15

É o corpo do trabalho, onde se procura responder às questões levantadas na introdução, segundo o plano traçado, o que deve resultar em uma seqüência concatenada de idéias.

2.2.3 Conclusão Parte final do texto, onde são apresentadas as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais completam o trabalho. São elementos pós-textuais: referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s).

2.3.1 Glossário

É um elemento opcional e uma lista, em ordem alfabética, de palavras ou expressões técnicas utilizadas no texto, acompanhadas de sua respectiva definição que tem por objetivo esclarecer ao leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho.

Figura 7 - Glossário Fonte: adaptado das normas da ABNT 14727, 2005.

ABNT - abreviatura de Associação Brasileira de Normas Técnicas. Órgão brasileiro responsável por padrões em produtos.

3 duplos6 cm

2.3.2 Apêndices e anexos

O apêndice e o anexo são elementos opcionais e devem ser apresentados no final do trabalho. O apêndice consiste no material elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal. E, o anexo é o documento elaborado por outros autores e que é utilizado para dar suporte à fundamentação, argumentação, comprovação ou ilustração.

O título “ANEXOS ou APÊNDICES” deve estar centralizado na parte superior da folha, aproximadamente 6 cm da borda superior da folha, com a mesma tipologia da fonte e espacejamento utilizada para as seções primárias do trabalho, em maiúsculas e negrito.

O(s) apêndice(s) e o(s) anexos (são) identificado(s) por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

No texto os apêndices e os anexos devem ser citados entre parênteses quando figurarem no final da frase ou livre de parênteses se inseridos na redação:

ANEXOSANEXO 1APÊNDICE 1-Questionário de pesquisa

Figura 8 - Anexos e Apêndices Fonte: adaptado das normas da ABNT 14727, 2005.

2.3.3 Índice

Enumeração detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, nomes geográficos, acontecimentos, etc., com a indicação de sua localização no texto. (NBR 6034, 2004).

2.3.4 Referências

Elemento obrigatório, que consiste em um conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento e que permite sua identificação individual. As referências devem ser elaboradas conforme a NBR 6023.

Os elementos essenciais para a elaboração de referências são: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação. Quando necessário acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento.

Importante: Somente devem ser inclusos nas referências os documentos – livros, artigos, papers, textos disponíveis na internet – que tenham sido consultados e citados no texto. Recomenda-se a utilização de ordem alfabética para a ordenação das referências ao final do trabalho. As referências são alinhadas somente à margem esquerda e são digitadas em espaço simples com espaço duplo entre elas. A seguir, alguns exemplos de como elaborar as referências.

Exemplos:

• AUTOR (pessoa física) a) 1 autor: DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. Rio de Janeiro: Pioneira Thompson, 2001. MENEZES, L. C. de. Gestão de projetos. São Paulo: Atlas, 2003. MINADEO, R. Marketing internacional: conceitos e casos. Rio de Janeiro: Thex, 2001.

b) 2 autores:

GOMES, J. S.; SALAS, J. M. A. Controle de gestão: uma abordagem contextual e organizacional. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.

LEVIT, S. D.; DUBNER, S. J. Freaknomicks: o lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta. 7 ed. São Paulo: Campus/Elsevier, 2005.

c) 3 autores: MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia. São Paulo: Bookman, 2000.

FERREIRA, A. A.; REIS, A. C.F.; PEREIRA, M. I.l. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias, evolução e tendências da moderna administração de empresa. São Paulo: Pioneira, 2002.

d) Mais de 3 autores:

GRINOVER, A. P. et al. Juizados especiais criminais: comentários a Lei 9.099, de 26-09-1995. 2. ed. rev. atual. e aum. São Paulo: R. dos Tribunais, 1997.

SILVA, E. M. et al. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.

NOTA: em casos específicos (projetos de pesquisa científica, indicação de produção científica em relatórios, etc.), nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria, é facultado indicar todos os nomes.

e) Responsabilidade intelectual destacada (indicação explícita de responsabilidade): ORLANDI, E. P. (Org.). A leitura e os leitores. Campinas, SP: Pontes, 1998.

CAVALCANTI, M. (Org.). Gestão estratégica de negócios: evolução, cenários, diagnóstico e ação. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.

f) Sobrenomes que indicam parentesco: OLIVEIRA JUNIOR, J. A. de; LEITE, J. R. N (Org.). Cidadania coletiva. Florianópolis: Paralelo, 1996.

g) Sobrenomes ligados por hífen:

EASTERBY-SMITH, M. et. al. Pesquisa gerencial em administração: um guia para monografias, dissertações, pesquisa internas e trabalhos de consultoria. São Paulo: Pioneira, 1999.

• AUTOR (entidade, instituição, empresa, etc.)

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DAS ALFANDEGAS. Glossário de termos aduaneiros internacionais. Tradução: Oswaldo da Costa e Silva. Brasília, DF: LGE, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Tudo sobre educação. Brasília : Secretaria da Educação, 1989.

• Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses

PRESSER, N. H. Modelo de configuração organizacional para uma instituição de idosos. 2005. 196 p. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção). Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2005.

AMARAL NETO, F. dos S. Da irretroatividade da condição no direito civil brasileiro. 1981. 383 p. Tese (Doutorado em Direito). Faculdade de Direito, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1981.

• Eventos no todo

SIMPÓSIO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO DO NORDESTE, 1., 1996, Fortaleza. Gestão e participação. Fortaleza: ANPAE, 1996.

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA, 46., 1994, Vitoria. Anais

Vitória: UFES, 1994.

CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 2., 1997, Belo Horizonte. Educação, democracia e qualidade social: consolidando um plano nacional de educação. Belo Horizonte: APUBH, 1997.

• Trabalhos apresentados em eventos

QUINTELLA, H. M.; SOUZA, L. P. Cultura de negócios: nova perspectiva dos estudos sobre o comportamento organizacional, estudo de caso em duas emissoras de TV educativa. In: ENCONTRO DA ANPAD, 25., 2001, Campinas. Resumo dos trabalhos. Campinas: [s.n.], 2001.

Bagé. AnaisBagé: Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 1989. 282p.

BRIDI, A. A. Diagnóstico e controle de sarna ovina. In: CURSO DE PARASITOLOGIA ANIMAL, 2, 01-05 ago. 1988,

• Obras sem autoria EDUCAÇÃO formal: entre o comunitarismo e o universalismo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996.

• Documentos jurídicos

BRASIL. Medida provisória n.º 2.052, de 26 de outubro de 2000. Dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, a proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado, a repartição de benefícios e o acesso à tecnologia e a transferência de tecnologia para sua conservação e utilização, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 27 out., 2000. Seção 1-E, p. 87.

• Publicações periódicas (revistas e jornais)

COMISSÃO das Sanguessugas autorizada a funcionar. Diário Catarinense. Florianópolis, 16 jun. 2006. Política, p. 28.

PANZUTTI, N. Impureza e perigo para povos de floresta. Ambiente e sociedade, Campinas, v. 2, n. 5, p. 69-7, jul./dez. 1999.

HURST, K. O que o golfe nos ensino. HSM – Management. São Paulo, v. 5, n. 26, p. 130-6, maio/jun., 2001.

• Notas a) Entrevistas, palestras, etc. POSSI, Z. Movida a paixão. São Paulo, 2001. Entrevista concedida a Lucy Dias em 10 set. 2001.

b) Anotações de aula BLATT, C. R. Tipos de pesquisa. 2006. 10 f. Notas de aula.

• Fitas de vídeo/DVD

VACAS sagradas dão os melhores bifes. Belo Horizonte: Sete, [199-]. 2 fitas de vídeo (108 min), VHS, son., color.

DÊ um show: transforme seu business em um show. Palestrante Luiz Marins. Rio de Janeiro: COMMIT, 2001. 1 fita de vídeo (32 min), VHS, son., color.

STAR Wars I: a ameaça fantasma. Direção e roteiro: George Lucas. Produção:Rick McCallum. Intérpretes: Liam Neeson; Ewan Mcgregor; Natalie Portman; Jake LLoyd: Ian McDiarmid e outros. Manaus: VIDEOLAR, 2000. 1 fita de vídeo (133 min), VHS, son., color.

• CD ANA Carolina. [Rio de Janeiro]: BMG, c2001. 1 CD (53 min).

• Documentos eletrônicos a) Livro eletrônico

ALENCAR, J. de. O guarani. Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://virtualbooks.terra.com.br/>. Acesso em: 19 de abr., 2007.

b) Artigo de periódico com autoria:

ARRUDA, M. C. C.; NAVRAN, F. Indicadores de Clima Ético nas Empresas. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 40, n. 3, jul./set. 2000. Disponível em: <http://w.rae.com.br/rae/artigos_on_line.htm>. Acesso em: 28 set., 2001.

c) Artigo de periódico sem autoria:

LÍDERES do PT discutem em SP propostas do partido para 2002. JB Online, Rio de Janeiro, 28 set. 2001. Disponível em: <w.jb.com.br>. Acesso em: 28 set., 2001.

d) Trabalho apresentado em eventos:

DOCUMENTAÇÃO, 19., 2000, Porto Alegre. Anais eletrônicoPorto Alegre: PUC-RS, 2000. Temário Livre.

MARQUES JÚNIOR, Al. Messias; PIMENTA, A. L. N. A informação jurídica como instrumento para o exercício da cidadania. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E Disponível em: <http://w.pucrs.br/cbbd2000/>. Acesso em: 28 set., 2000.

e) Trabalho acadêmico

ALVES, Maria Leila. O papel equalizador do regime de colaboração estado-município na política de alfabetização. 1990. 283 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade de Campinas, Campinas, 1990. Disponível em: <http://w.inep.gov.br/cibec/bbe-online/.>. Acesso em: 28 set. 2001.

f) Lista de discussão

BIBAMIGOS Discussion List. Lista de Discussão sobre Biblioteconomia e Ciência da Informação. BibAmigos no Brasil. Disponível em: <bibamigos@egroups.com>. Acesso em: 21 ago. 2001.

3 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA

3.1 FORMATO

O papel a ser utilizado é o formato A4 (21 cm x 29,7 cm) e cor branca. O texto deverá ser digitado ou datilografado na cor preta.

3.2 FONTE

Usar a fonte 12 no texto e nas referências. Usar tamanho menor (fonte 1) nas citações longas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. No caso de textos datilografados, para citações de mais de três linhas, deve-se observar o recuo de 4 cm da margem esquerda.

3.3 MARGEM

As folhas devem apresentar margens que permitam a encadernação e a reprodução. As margens devem ter: 3 cm na esquerda; 2 cm na direita; 3 cm na parte superior; 2 cm na parte inferior. (FIGURA 9).

As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens indicadas, devendo ficar separadas do texto por um filete de 3 cm a partir da margem esquerda.

3 cm

2cm3 cm

2cm

Figura 9 - Margens de impressão Fonte: ABNT-14724,2005.

Figura 10 - Paginação Fonte: ABNT-14724, 2005.

3.4 ESPACEJAMENTO

Todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaço 1,5. As citações de mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por um espaço duplo. (NBR 14724, 2005).

Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos.

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser alinhados do meio da mancha para a margem direita.

3.5 PAGINAÇÃO

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto devem ser contadas, mas não numeradas. Numera-se somente a partir da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito. (FIGURA 10).

Observar: • Folhas pré-textuais são contadas, mas não numeradas;

• Folhas textuais são numeradas seqüencialmente, em algarismos arábicos, localizadas no lado direito da extremidade superior da folha; • Folhas pós-textuais são numeradas na mesma seqüência do texto.

3.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

O texto de um trabalho pode ser dividido em partes chamadas de seções. Deve-se evitar o excesso de subdivisões de um texto, tornando-o muito fragmentado o que interrompe a fluidez da leitura. Usa-se a numeração progressiva para as seções do texto. (NBR 6024, 2003).

1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 Seção terciária 1.1.1.1 Seção Quaternária a) alínea; b) alínea, - subalínea a) alíneas

Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção (itens) estes podem ser subdivididos em alíneas ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses.

As alíneas, exceto a última, são separadas por ponto e vírgula. (NBR 6024, 2003, p. 2): a) O trecho final da seção anterior às alíneas termina em dois pontos; b) As alíneas são ordenadas por letras minúsculas seguidas de parênteses; c) As letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda; d) A matéria da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula. Nos casos em que seguem subalíneas, estas terminam em vírgula. A última alínea termina em ponto; e) A segunda linha e seguintes da matéria da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.

b) subalíneas

Devem começar com um hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea: a) As linhas do texto da subalínea começam um espaço após o hífen; b) A pontuação das subalínea é igual a das alíneas.

4 CITAÇÕES

Citação é a menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte e deve ser apresentada como a NBR 10520. A seguir, alguns exemplos de como apresentar as citações.

4.1 CITAÇÕES DIRETAS, LITERAIS OU TEXTUAIS a) Transcrição do texto de até três linhas deve conter aspas duplas.

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