Diluição de medicamentos em Neonatologia

Diluição de medicamentos em Neonatologia

(Parte 5 de 6)

Respostas do primeiro passo I)Precisamos de NaCl a 3% – 3g de NaCl em 100mL. I)Temos NaCl a 0,9% – 0,9g NaCl em 100mL. I)Temos NaCl a 20 % – 2g NaCl em 10mL.

2)Segundo Passo: Neste segundo passo, calculamos a diferença entre 100mL de cloreto de sódio a 3% e 100mL de cloreto de sódio a 0,9%.

100mL = 20g

10mL =x100x = 10 * 20 x = 200/100 x = 2g (ampola de 10mL possui 2g de NaCl).

3,0g de 100mL de NaCl a 3% 0,9g de 100mL de NaCl a 0,9% 2,1g

Isto significa que vamos precisar acrescentar 2,1g de NaCl, para conseguiruma solução de 100mL de NaCl a 3%. -

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147 3)Terceiro passo: É preciso saber em quantos mL de NaCl a 20% vou ter 2,1g.

4)Quarto passo: Como necessitamos de 100mL de NaCl a 3%, vamos precisar acrescentar ao

NaCl a 0,9% 10,5mL de NaCl a 20%. Isso ultrapassaria os 100mL prescritos, então precisamos descontar dos 100mL NaCl a 0,9% os 10,5mL que vamos acrescentar de NaCl a 20%.

5)Quinto passo: Precisamos saber quantos gramas de NaCl temos em 89,5mL de NaCl a 0,9%.

x = 80,5/100 = 0,80g de NaCl em 89,5mL de NaCl a 0,9% 6)Sexto passo: Adicionamos 10,5mL de NaCl a 20% a 89,5mL de NaCl a 0,9%. Assim temos:

Prescrição de enfermagem: Aspirar 10,5mL do frasco de 100mL de NaCl a 0,9%, acrescentar 10,5mL de ampolas de 10mL de NaCl a 20% e infundir IV cpm.

Para evitar e prevenir o erro de cálculo, sugerimos disponibilizar nos serviços de saúde uma tabela de transformação de solução para o NaCl a 3% e outras que se fizerem necessárias (Tabela 3). Como exemplo, apresentaremos a tabela de transformação do cloreto de sódio a 3%.

10mL– 2g x– 2,1g2x = 10.2,1 x = 21,1/2 x = 10,5mL de NaCl a 20% possui 2,1g de NaCl

100mL de Nacl 0,9% 10,5mL de Nacl 20% 89,5mL

100mL – 0,9g89,5mL – x100,0mL – 0,9g 89,5mL – x

100x = 89,5 * 0,9

89,5mL de Nacl a 0,9%

10,5mL de Nacl a 20%100mL de Nacl a 3%. +

TRIATabela 3 TRANSFORMAÇÃO DE NaCl A 0,9% (SORO FISIOLÓGICO) EM NaCl A 3%

B) Amicacina 30mg IV de 8/8 horas Para a resolução dessa situação-problema, preconizam-se os seguintes passos:

1)Primeiro passo: Calcular qual volume (mL) da ampola de amicacina 500mg/2mL que representa 30mg.

Resposta do primeiro passo: 0,12mL corresponde a 30mg de amicacina, considerando a ampola de 500mg/2mL.

2)Segundo passo: Esse volume é passível de ser aspirado com as seringas disponíveis na unidade? A seringa de 3mL possui graduação mínima a cada 0,1mL; portanto, não é adequada para o volume correspondente a 0,12mL.

A seringa de 1mL, escala de 100UI, tem graduação mínima de 0,02mL que corresponde a 2UI, com numeração a partir de 0,1mL que corresponde a 10UI. Sendo assim, podemos aspirar o volume correspondente a 30mg de amicacina (ampola 500mg/2mL), utilizando a seringa de 100UI. Calculamos as unidades utilizando a regra de três:

Volume de solução de NaCl a 3% a preparar

100mL 150mL 200mL 300mL 400mL 500mL

Volume de NaCl a 0,9% (soro fisiológico)

89,5mL 133,5mL 178,0mL 267,0mL 356,0mL 445,0mL

Volume de NaCl a 20% a ser adicionado ao NaCl a 0,9% para obter NaCl a 3%.

10,5mL 16,5mL 2,0mL 3,0mL 4,0mL 5,0mL

1,0mL – 100UI 0,12mL – x

1x = 100 * 0,12 x = 12/1 x = 12UI

Poderíamos resolver pela lógica proporcional, em que: 100UI – 1,0mL 50UI – 0,50mL 12UI – 0,12mL 10UI – 0,10mL 2UI – 0,02mL

500mg – 2mL 30mg – x500x = 30 * 2 x = 60/500 x = 0,12mL

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O problema a que se refere o segundo passo poderia ser resolvido já no passo anterior. Se sabemos que o volume a ser aspirado será menor do que 1mL, podemos fazer o cálculo diretamente usando a seringa de 100UI/mL. Para isso, devemos considerar quantos mg de amicacina a ampola tem por mL (500mg/2mL = 250mg/mL). Calculamos utilizando a regra de três.

Resposta do segundo passo: Supondo que o serviço possua seringa de 100UI/mL, podemos afirmar que 12UI da ampola de amicacina 500mg/2mL corresponde a 30mg de amicacina.

3)Terceiro Passo: Calcular o volume do diluente para diluição do fármaco aspirado (considerando a recomendação de mg/mL conforme dados do enunciado).

Veículo compatível: SF a 0,9%, SG a 5% e AD. A concentração deve variar entre 2,5 a 5mg/mL. Nesse exemplo, utilizaremos a concentração mínima sugerida (2,5mg/mL) e o SF a 0,9%.

Resposta do terceiro passo: Utilizar 12mL de SF a 0,9 % para administrar a amicacina.

4)Quarto passo: Calcular o tempo de administração do fármaco de acordo com os materiais e equipamentos disponíveis na unidade.

Definindo a administração do fármaco em 1 hora, efetuamos o cálculo relacionando quantas microgotas deve correr por minuto ou a vazão da bomba de infusão.

Cálculo do número de microgotas: Microgotas = volume/hora Microgotas = 12mL/1 hora Microgotas = 12 microgotas/minuto

Resposta do quarto passo: controlar gotejamento a 12 microgotas por minuto.

Prescrição de enfermagem: Amicacina 500mg/2mL. Aspirar 12UI (seringa de 100UI/mL), diluir para 12mL com SF a 0,9%. Administrar lentamente em 1 hora (12 microgotas/minuto), cpm.

250mg – 100UI 30mg – x

250x = 30 * 100 x = 3.0/250 x = 12UI

Há apenas uma resposta correta para o problema; todavia, há vários caminhos (inclusive atalhos) para se chegar a essa resposta.

2,5mg – 1mL 30mg – x2,5x = 30* 1 x = 30/2,5 x = 12mL

TRIAOutro caminho de resolução da situação-problema B) Essa forma de resolução é adequada caso a unidade não disponha de seringa de 100UI/mL.

Prescrição de enfermagem: Amicacina 500mg/2mL. Aspirar 1mL da ampola, diluir para 2,5mL com SF a 0,9%. Dessa solução, aspirar 0,3mL, rediluir para 12mL de SF a 0,9% e administrar IV em bomba de infusão programada para 1 hora ou a 12 microgotas/minuto, cpm.

Comentários A situação-problema B) da atividade 25 implica vários cálculos, diferentes raciocínios e tomadas de decisões para subsidiar a prescrição de enfermagem relacionada aos cuidados com preparo de um único medicamento.

Por ser um volume muito pequeno, é necessário considerar o volume retido no equipo ou no extensor (bomba de infusão). Nesse caso, uma alternativa é preparar a dose em uma concentração e um volume maior (dobrando ou mesmo triplicando) e programar a bomba de infusão para infundir apenas o volume correspondente à dose. Nesse caso, a bomba de infusão é mais segura.

C) Cefalotina 400 mg IV de 6/6 horas

Prescrição de enfermagem: Cefalotina 1g. Reconstituir 1 frasco em 10mL de AD. Aspirar 4mL diluir para 30mL com SF a 0,9%, e administrar IV em 30 minutos (cpm).

Quando o serviço não utiliza a prescrição de enfermagem relacionada aos cuidados com medicamentos, os cálculos, raciocínios e decisões são executados pelo profissional diretamente envolvido no preparo (pessoas diferentes em cada período de trabalho). Nesse caso, geralmente, o único registro disponível de todo esse processo resume-se ao volume infundido registrado na folha de balanço hídrico (se a criança não está com balanço hídrico, o único registro é a checagem).

250mg – 2,5 mL 30mg – x 250x = 30 * 2,5 x = 75/250 x = 0,3mL (podemos usar a seringa de 3mL)

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Erros decorrentes de cálculos incorretos (principalmente envolvendo decimais e conversão de unidades), velocidade de infusão de fármacos, administração em via incorreta, interpretação da prescrição equivocada podem acarretar conseqüências graves.

Minimizar erros requer a aceitação de sua existência. Na área da saúde, há uma grande dificuldade de aceitar a possibilidade de erros. O erro é encarado como uma falha individual, e seu controle e prevenção baseiam-se em maior vigilância, censuras e punições. Geralmente, as medidas tomadas possuem uma dimensão localizada (focada no profissional), pois buscam apenas consertar erros percebidos, que causaram danos ao cliente (Carvalho; Vieira, 2002).

É importante mudar essa visão individualizada para uma abordagem mais sistêmica que considera o erro como conseqüência de uma série de fatores que necessitam de mecanismos de investigação ampla que permitam o conhecimento da real dimensão do problema e elaborem formas eficazes de abordagem (Carvalho; Vieira, 2002). Consideramos que a prescrição de enfermagem dos cuidados com medicamentos contribui para amenizar o risco de erros, bem como para detectá-los o mais precocemente possível.

Por falta de registro de como, com quanto e com o que os fármacos foram preparados, muitos erros no preparo de medicamentos passam despercebidos (e continuam repetindo-se!). O mais grave, a nosso ver, é a invisibilidade do erro (que ninguém quer ver!).

Em nosso serviço, a prescrição de enfermagem sobre os cuidados com medicamentos trouxe consigo:

26. Construa um diagrama com o fluxo de decisões em jogo nas duas formas de resolução da situação-problema B da atividade 25.

27. A partir das informações constantes neste capítulo, elabore uma síntese com os prinicpais cuidados a serem tomados nas diluições de medicamentos para pacientes neonatais e pediátricos.

Atividade 7 Resposta: B Comentário: A flebite mecânica é causada pelo atrito do dispositivo venoso na parede do vaso.

Atividade 8 Chave de respostas: 2; 5; 3; 1; 4

Atividade 10 Resposta: A Comentário: Os fármacos injetáveis por via intravenosa devem ser adicionadas a um veículo aquoso isotônico que, em proporções adequadas, não causarão desconforto para o paciente durante a administração.

Atividade 1 Resposta: D Comentário: Segundo a Farmacopéia brasileira, os fármacos ácidos são aqueles que têm pH entre 1,0 e 6,0. Pelo seu caráter ácido, esses fármacos devem ser diluídas em veículos de pH ácido como é o caso da glicose a 5%.

Atividade 12 Resposta: C Comentário: A velocidade de infusão deve ser determinada pelo tempo máximo e mínimo permitido para cada fármaco.

Atividade 17 Resposta: A Comentário: Apenas o item I é falso, pois a graduação mínima das seringas variam de acordo com sua capacidade volumétrica e o laboratório.

Atividade 18 Resposta: C Comentário: As cápsulas não são indicadas pela impossibilidade de sua deglutição por essa clientela e pela impossibilidade de diluição. Nem todo medicamento indicado para ser infundido em 30 minutos tem reação imediata, pois, em alguns, as repercussões surgem muito tempo depois da terapêutica.

PROENFSESCADREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Coordenadora-geral do PROENF: Carmen Elizabeth Kalinowski Enfermeira. Mestrado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora na Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Diretora de Educação da ABEn.

Diretoras acadêmicas do PROENF/Saúde da criança e do adolescente: Maria Emília de Oliveira Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora no Departamento de Enfermagem da UFSC. Atua na área neonatal e de humanização do cuidado de enfermagem. Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem na Saúde da Mulher e do Recém-Nascido (GRUPESMUR) da Pós-Graduação de Enfermagem da UFSC. Diretora científico-cultural da ABEn.

Nair Regina Ritter Ribeiro Enfermeira Pediátrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora da disciplina de Enfermagem no Cuidado à Criança da Escola de Enfermagem da UFRGS. Membro do Grupo de Estudos do Cuidado à Saúde nas Etapas da Vida (CEVIDA) do Curso de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da UFRGS. Assessora do Serviço de Enfermagem Pediátrica (SEPED) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/UFRGS.

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