É um dos estilos que pode ser utilizado em competições desportistas de natação. Caracteriza-se, como o próprio nome sugere, pela posição do nadador de costas para o fundo da piscina, os braços se alternam continuamente um em relação ao outro com a recuperação se dando fora da água, batida rápida de pernas realizada num plano vertical e está sincronizada com os movimentos dos braços.

  • É um dos estilos que pode ser utilizado em competições desportistas de natação. Caracteriza-se, como o próprio nome sugere, pela posição do nadador de costas para o fundo da piscina, os braços se alternam continuamente um em relação ao outro com a recuperação se dando fora da água, batida rápida de pernas realizada num plano vertical e está sincronizada com os movimentos dos braços.

Este nado surgiu após o nado crawl. Não se sabe ao certo, quando o homem começou a nadar de costas. Sabe-se que em 1794 Oronzio de Bernadi descreveu um estilo com braçadas de costas. Mas somente a partir de 1912, os nadadores começaram a praticar o nado com mais velocidade. O mérito dessa evolução cabe ao nadador norte americano Harry Hebner , que venceu os cem metros nos jogos de Estocolmo, na Suécia, em 1912, utilizando-se de uma nova maneira de bater os pés.

  • Este nado surgiu após o nado crawl. Não se sabe ao certo, quando o homem começou a nadar de costas. Sabe-se que em 1794 Oronzio de Bernadi descreveu um estilo com braçadas de costas. Mas somente a partir de 1912, os nadadores começaram a praticar o nado com mais velocidade. O mérito dessa evolução cabe ao nadador norte americano Harry Hebner , que venceu os cem metros nos jogos de Estocolmo, na Suécia, em 1912, utilizando-se de uma nova maneira de bater os pés.

O nado costas evoluiu do nado

  • O nado costas evoluiu do nado

  • peito invertido, inicialmente

  • praticado com braçadas

  • simultâneas;

  • De 1930 a 1960, os nadadores

  • praticantes do nado de costas

  • usavam o estilo da braçada submersa executada imediatamente abaixo da superfície e para o lado, com o braço reto;

  • Atualmente o nado costas é bem parecido com o nado crawl, mas só que realizado em decúbito dorsal;

  • Este nado pode chegar a ter três fases propulsivas, enquanto o crawl possui duas.

SW 6.1 Antes do sinal de partida, os nadadores deverão alinhar-se dentro da água face aos blocos de partida, com ambas as mãos nas pegas dos mesmos É proibido curvar os dedos dos pés na sua borda

  • SW 6.1 Antes do sinal de partida, os nadadores deverão alinhar-se dentro da água face aos blocos de partida, com ambas as mãos nas pegas dos mesmos É proibido curvar os dedos dos pés na sua borda

  • SW 6.2 Ao sinal de partida e após as viradas, os nadadores deverão sair da parede e nadar na posição de costas durante toda a prova, exceto ao executar uma virada.

  • SW 6.3 Durante toda a prova, alguma parte do corpo do nadador deve romper a superfície da água, exceto na partida, após as viradas e na chegada, em que o corpo poderá estar submerso até uma distância de 15 metros da parede.

SW 6.4 Durante a virada, os ombros poderão rodar para além da vertical para bruços, após o que um movimento contínuo de um braço, ou um movimento contínuo e simultâneo dos dois braços pode ser utilizado para iniciar a virada.

  • SW 6.4 Durante a virada, os ombros poderão rodar para além da vertical para bruços, após o que um movimento contínuo de um braço, ou um movimento contínuo e simultâneo dos dois braços pode ser utilizado para iniciar a virada.

  • SW 6.5 Ao terminar a prova, o nadador deve tocar a parede na posição de costas.

Peito plano e horizontal;

  • Peito plano e horizontal;

  • Quadril ligeiramente abaixo do que o determinado para o nadador do nado crawl e com um ligeiro rolamento de reação;

  • Evitar “sentar na água” Diminuição da performance;

  • Cabeça alinhada com o corpo e olhos voltados para cima;

  • Flexão excessiva da cabeça “Posição sentada”

Ombros do nadador devem estar realizando um rolamento em direção ao braço que está tracionado;

  • Ombros do nadador devem estar realizando um rolamento em direção ao braço que está tracionado;

  • A cabeça do nadador deve permanecer imóvel;

  • Os ouvidos ficam na linha da água, queixo retraído e ajustado levemente em sua posição;

  • Os dedos dos pés devem tocar a superfície da água;

  • Não deve haver flexão do corpo aumenta a superfície de resistência e atrito do nado;

A pernada do Costas é alternada (seis tempos ) num plano tendendo à vertical Elevação do quadril e manutenção da posição desejável do corpo;

  • A pernada do Costas é alternada (seis tempos ) num plano tendendo à vertical Elevação do quadril e manutenção da posição desejável do corpo;

  • Função : estabilizar e equilibrar o nado;

  • Posição dos pé:

  • Flexão plantar para chutar a água;

  • Os dedos voltados para dentro.

  • O joelho não pode sair da água Evitar o movimento de “bicicleta”

O ciclo de braçada pode ser dividido em duas fases:

  • O ciclo de braçada pode ser dividido em duas fases:

  • Finalização

  • Entrada

  • Apoio Empurre

  • Tração

Fase Propulsiva: ENTRADA

  • Fase Propulsiva: ENTRADA

  • Braço próximo ao ouvido;

  • Palma da mão voltada para fora;

  • Entrada inicialmente do dedo mínimo;

  • O cotovelo não pode estar flexionado na entrada (o antebraço poderia gerar uma resistência indesejada ao deslocamento).

Fase Propulsiva: APOIO

  • Fase Propulsiva: APOIO

  • É o momento em que a palma da mão é voltada para a direção dos pés e forma um ângulo de aproximadamente 145° com o antebraço;

  • Geralmente este gesto ocorre a uma profundidade de cerca de 50 cm a 60 cm e está intimamente ligado à flexibilidade do atleta

Fase Propulsiva: TRAÇÃO

  • Fase Propulsiva: TRAÇÃO

  • A tração irá puxar a água de uma alavanca onde o ponto relativamente fixo será o cotovelo e o antebraço descrevendo o movimento de um arco, trazendo a mão mais próxima da superfície até cerca de 10 cm a 20 cm de profundidade;

  • Com a palma da mão voltada para os pés, a água será tracionada.

Fase Propulsiva: EMPURRE

  • Fase Propulsiva: EMPURRE

  • Inicia-se a extensão do cotovelo como forma predominante de obter impulsão;

  • O cotovelo gradualmente vai se estendendo para que a água seja impulsionada para os pés;

  • A trajetória do antebraço continua em forma de arco, até a extensão total do cotovelo.

Fase Propulsiva: FINALIZAÇÃO

  • Fase Propulsiva: FINALIZAÇÃO

  • A extensão do cotovelo termina com a mão próxima à coxa, abaixo do quadril a cerca de 10 cm;

  • No final da extensão , o último movimento é chamado de snap, uma chicotada da mão através do movimento do punho;

  • Ocorre um relaxamento muscular terminando com a palma da mão para baixo (ao lado da coxa).

Fase de Recuperação

  • Fase de Recuperação

  • Relaxamento do braço e retirado da água na posição estendida;

  • A palma da mão voltada para a coxa faz com que o polegar seja o primeiro dedo a ser retirado da água, com o braço realizando o movimento de recuperação em extensão.

Não apresenta muito problema porque o rosto está fora da água a maior parte do tempo;

  • Não apresenta muito problema porque o rosto está fora da água a maior parte do tempo;

  • Inspiração pela boca, no momento em que um dos braços estiver iniciando a recuperação e o outro, o apoio;

  • Expiração pelo nariz,

  • evitando o desconforto de possíveis entradas de água pelo mesmo.

“Talvez não haja, porém, necessidade de ensinar esse ou qualquer outro ritmo respiratório. Visto que sua face está fora da água e que o nadador pode respirar quando quiser, os praticantes do nado de costas provavelmente desenvolvem um ritmo eficiente pelo método de tentativas.” (Maglischo – 1999)

  • “Talvez não haja, porém, necessidade de ensinar esse ou qualquer outro ritmo respiratório. Visto que sua face está fora da água e que o nadador pode respirar quando quiser, os praticantes do nado de costas provavelmente desenvolvem um ritmo eficiente pelo método de tentativas.” (Maglischo – 1999)

Fórmula dos seis batimentos para um ciclo completo de braços;

  • Fórmula dos seis batimentos para um ciclo completo de braços;

  • As ações mecânicas da pernas equilibram as reações que são desenvolvidas durante o ciclo de braçada.

  • Por exemplo:

  • *Braço direito (recuperação) rolamento do nadador para a direita

  • *Perna direita se movimenta para baixo elevação do lado direito do quadril (se opondo à tendência do rolamento para este lado)

As forças contrárias à rotação tendem a se anular e estabilizar o nadador em uma posição plana e horizontal na água.

  • As forças contrárias à rotação tendem a se anular e estabilizar o nadador em uma posição plana e horizontal na água.

Posicionar-se de pé atrás do

  • Posicionar-se de pé atrás do

  • bloco de partida

  • Ao sinal do primeiro apito longo, o

  • nadador estará autorizado a entrar na

  • piscina.

Com os nadadores dentro da água, o árbitro dará um novo apito, onde os nadadores deverão tomar posição no bloco de partida, mantendo seus pés abaixo do nível da água.

  • Com os nadadores dentro da água, o árbitro dará um novo apito, onde os nadadores deverão tomar posição no bloco de partida, mantendo seus pés abaixo do nível da água.

Ao comando do árbitro de “as suas marcas”, todos deverão se posicionar, flexionando os braços e pescoço, a cabeça ficará encaixada entre os braços e o quadril próximo aos pés.

  • Ao comando do árbitro de “as suas marcas”, todos deverão se posicionar, flexionando os braços e pescoço, a cabeça ficará encaixada entre os braços e o quadril próximo aos pés.

Ao sinal de partida, o nadador deverá iniciar a extensão do pescoço, lançar os braços em direção a cabeça e aproximar as mãos para a entrada na água.

  • Ao sinal de partida, o nadador deverá iniciar a extensão do pescoço, lançar os braços em direção a cabeça e aproximar as mãos para a entrada na água.

  • Realizará o voô.

A posição ideal de entrada do corpo é de forma que, por onde entrarem as mãos, deverá entrar progressivamente o restante do corpo.

  • A posição ideal de entrada do corpo é de forma que, por onde entrarem as mãos, deverá entrar progressivamente o restante do corpo.

As viradas de costas são semelhantes ás viradas do nado crawl.

  • As viradas de costas são semelhantes ás viradas do nado crawl.

  • Há um aumento da velocidade do nado, para facilitar a cambalhota.

  • Mudança de decúbito dorsal para ventral, para que realize somente um movimento com um dos braços na posição ventral, enquanto o outro aguarda junto ao corpo, para realizar o giro.

No momento em que os pés tocarem na borda, os braços estarão prontos á frente, para realização do impulso, não devendo existir movimentos e braços para ajeitar o corpo.

  • No momento em que os pés tocarem na borda, os braços estarão prontos á frente, para realização do impulso, não devendo existir movimentos e braços para ajeitar o corpo.

  • Aos pés tocarem a borda, executar a impulsão na mesma, realizando deslize em decúbito dorsal, com os braços estendidos á frente, pressionando as orelhas e mãos sobrepostas.

  • Em chegada da prova o toque deve ser efetuado com as duas mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da água.

  • Quando ao final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas. O corpo pode não estar submerso no toque

  • 1.Posição do corpo

  • PROBLEMA

2.Pernada

  • 2.Pernada

  • PROBLEMA

3. Entrada

  • 3. Entrada

  • PROBLEMA

4. Pegada

  • 4. Pegada

  • PROBLEMA

5. Puxada

  • 5. Puxada

  • PROBLEMA

6.Recuperação

  • 6.Recuperação

  • PROBLEMA

Concepções

  • Concepções

  • As formas de aprendizagem e métodos e podem se inserir em três correntes fundamentais:

  • CONCEPÇÃO GLOBAL;

  • CONCEPÇÃO ANALÍTICA;

  • CONCEPÇÃO MODERNA.

Características:

  • Características:

  • Corrente pedagógica mais antiga;

  • A aprendizagem se dá através da sobrevivência do homem;

  • A intervenção do professor ocorre de forma ausente e/ou discreta.

Características:

  • Características:

  • Racionalização da aprendizagem;

  • Entendiam que o homem ao contrário dos animais não nada espontaneamente e que a aprendizagem é uma necessidade inevitável;

  • Utilização de aparelhos de aprendizado.

Características:

  • Características:

  • Influenciou fortemente a Educação Física Escolar no Brasil;

  • Movimentos fracionados.

Características:

  • Características:

  • Concepção mais recente e racional;

  • Reação contra a fragmentação e o mecanicismo da corrente analítica;

  • Está em constante evolução;

  • Saber nadar é executar de forma quantitativa e qualitativa o equilíbrio, respiração e a propulsão no meio líquido;

Pernada Dentro da Água

  • Pernada Dentro da Água

  • 1 - Em dupla, um segurando o outro pela nuca, trabalhar a pernada de costas .

  • 2 - Em decúbito dorsal, braços soltos ao longo do corpo, trabalhar as pernas.

Pernada Dentro da Água

  • Pernada Dentro da Água

  • 3 - Repetir o exercício anterior executando o rolamento dos ombros

  • 4 - Um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, trabalhar as pernas.

Pernada Dentro da Água

  • Pernada Dentro da Água

  • 5-Com os dois braços esticados para trás, uma das mãos sobre a outra, executar a pernada

  • 6 - Braços esticados para trás, segurando a prancha com as duas mãos, trabalhar a pernada

Braçada Fora D’água

  • Braçada Fora D’água

  • 1 - Deitado em decúbito dorsal sobre um banco, um dos braços ao longo do corpo e o outro esticado para trás, ponta do dedo mínimo voltada para baixo, movimentar o braço para baixo, puxar como se estivesse jogando água em direção ao pé (repetir com o outro braço).

Braçada Fora D’água

  • Braçada Fora D’água

  • 2 - Ainda no banco, um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, enquanto um braço puxa o outro deve fazer o movimento da recuperação (o banco não pode ser muito largo, os ombros precisam estar livres).

Braçada Dentro D’água

  • Braçada Dentro D’água

  • 1 - Os dois braços ao longo do corpo, trabalhar a pernada de costas, com o dedo polegar voltado para cima, recuperar um dos braços esticado e continuar o movimento até a entrada na água com o dedo mínimo. Retornar com o braço para a posição inicial por fora da água (repetir com o outro braço).

Braçada Dentro D’água

  • Braçada Dentro D’água

  • 2- Os dois braços ao longo do corpo, executar a braçada com um dos braços.

  • 3 - Com o pullbuoy entre as pernas, executar a braçada completa.

1 - Em decúbito dorsal, braços ao longo do corpo, tirar um dos ombros da água e executar a braçada apenas com esse braço, quando ele chegar na finalização trabalhar o outro braço.

  • 1 - Em decúbito dorsal, braços ao longo do corpo, tirar um dos ombros da água e executar a braçada apenas com esse braço, quando ele chegar na finalização trabalhar o outro braço.

  • 2 - Um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, a cada oito pernadas trocar a posição dos braços executando a braçada e a recuperação.

4 - Em decúbito dorsal, braços esticados para trás, pernada constante, trabalhar um braço de cada vez.

  • 4 - Em decúbito dorsal, braços esticados para trás, pernada constante, trabalhar um braço de cada vez.

1 - Na posição de flutuação dorsal, passar para a flutuação ventral, girando o corpo lateralmente.

  • 1 - Na posição de flutuação dorsal, passar para a flutuação ventral, girando o corpo lateralmente.

  • 2 - Na posição de flutuação dorsal, passar para a flutuação ventral e executar uma cambalhota parai frente.

3 - Deslizando de costas, passar para a posição ventral e executar a cambalhota para frente.

  • 3 - Deslizando de costas, passar para a posição ventral e executar a cambalhota para frente.

  • 4 - Batendo a perna de costas, girar para a posição ventral, executar a cambalhota para frente.

5 - Nadando de costas, passar para a posição ventral e executar uma cambalhota para frente.

  • 5 - Nadando de costas, passar para a posição ventral e executar uma cambalhota para frente.

  • Quadríceps, Glúteo máximo (extensão do joelho e quadril);

  • Gastrocnêmio, sóleo (flexão plantar);

  • Esplênio da cabeça, iliocostal (extensão da nuca);

  • Iliocostal, Grande dorsal (Extensão da coluna);

  • Levantador da escápula (Abdução do braço).

GOMES,Wagner Domingo Fernandes. Natação, uma Alternativa Metodólogica. Rio de Janeiro: Sprint,1995

  • GOMES,Wagner Domingo Fernandes. Natação, uma Alternativa Metodólogica. Rio de Janeiro: Sprint,1995

  • CATTEAU, R. & GAROFF, G . O ensino da natação. São Paulo: Manole,1990.

  • MACHADO, D.C. Natação iniciação ao treinamento. São Paulo: E.P.U, 2006.

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