Plc - Curso - Slc500 - Allen - Bradley - Rockwell

Plc - Curso - Slc500 - Allen - Bradley - Rockwell

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Curso Intensivo SLC500 Rev. 2

e-mail: microsis@microsis.com.br

MICROSISRIO - EQUIP. & SERVIÇOS LTDA

Distribuidor Autorizado Rockwell Automation Rua Mallet , 214 - Higienópolis

Curso de Controlador Lógico Programável - SLC500

MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 2 CAMC.

INTRODUÇÃO:6
1. CONCEITOS INICIAIS:8
1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP:8
1.2- TIPOS DE CPU'S:...........................................................................................................................8
1.3 - MEMÓRIA DO CLP9
1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO10
1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO10
1.6 - VELOCIDADE10
1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS:10
1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS:14
1.8.1 Redes do tipo Origem-destino14
1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor14
1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE:15
1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE16
1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER16
1.8.6 - MULTICAST:17
1.8.7 - TOKEN PASS:17
1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS:17
1.8.8.1 - Cíclica:17
1.8.8.2- Mudança de estado.................................................................................................................18
1.8.8.3 - Polling18
1.8.9 - MODOS DE COMUNICAÇÃO:19
1.8.9.1 - Modo de comunicação System19
1.8.9.2 - Modo de comunicação user19
1.8.10 - PROTOCOLOS:19
1.8.10.1 - DF1 :19
1.8.10.2 - DH485:19
1.8.10.3 - REMOTE I/O :20
1.8.10.4 - DH + :20
1.8.10.5 - CONTROL NET :20
1.8.10.6 - DEVICE NET:20
- ETHERNET:21
1.8.1 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO:21
1.8.12 - Software de programação do PLC:2
1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO PROCESSO:2
1.8.14 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA:2
2. SLC50023
2.1 - INTRODUÇÃO:23
2.2- ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX"........................................................................................23
2.3 - ARQUITETURA MODULAR24
2.4 - TIPOS DE CHASSIS:25
2.5 - FONTES:25
2.6 - CPU'S:25
2.6.1 - Chave Rotativa da CPU:25
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 3 CAMC.

2.6.3 - Led's de diagnóstico:27
2.7 - MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA:27
2.7.1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA:27
2.7.2 MÓDULOS ANALÓGICOS:29
2.7.3MÓDULOS ESPECIAIS:.....................................................................................................................30
2.8 - Configurações em Rede e ligações ponto a ponto:3
2.8.1 - PROGRAMAÇÃO PONTO A PONTO ( DF1 FULL DUPLEX) :3
2.8.2 - CONFIGURAÇÃO EM REDE DH48534
2.8.3 - CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485:35
2.8.4 - CONTROL NET:36
2.8.5 - DEVICE NET:36
3. - ENDEREÇAMENTOS38
3.1 - ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS38
3.1.1 - SLC 500 FIXO:38
3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL38
3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACKREMOTO....................................................................................39
3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT39
3.1.3.2 - ENDEREÇAMENTODE 1 SLOT..........................................................................................39
3.1.3.3 - ENDEREÇAMENTODE 2 SLOT........................................................................................40
3.1.3.4 - ARQUIVO “G”41
3.1.3.5 - TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN42
3.2 - TIPOS DE ARQUIVOS:45
3.2.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA:45
3.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS:45
3.3 - ENDEREÇAMENTODE ARQUIVOS (PILHAS)...............................................................47
3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO:48
3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR48
3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO:48
4. - INSTRUÇÕES:49
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ49
4.1.1 - Generalidades:49
4.1.2 - Instruções “Examinar”:49
4.1.2.1- Examinar se Energizado ( XIC ):............................................................................................50
4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ):50
4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída:50
4.1.3.1- Energizar saída ( OTE )...........................................................................................................51

4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar Saída com Retenção ( OTU ):51

4.1.4 - Monoestável Sensível à Borda de Subida:52
4.1.4.1 Parâmetros da Instrução OSR:52
4.2 - Instruções de temporizador e contador54
4.2.1 - Generalidades:54
4.2.2 - Descrição:54
4.2.3 - Instruções de Temporizador5
4.2.3.1 Bits de Estado5
4.2.3.2 Base de Tempo5
4.2.3.3 Precisão5
4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON )56
4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF )57
4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO )58
4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ):59
4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES )61
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 4 CAMC.

4.3.1 - Generalidades:62
4.3.2 - Instrução de MSG:62
4.3.3 - Parâmetros da Instrução MSG:64
4.3.4 Bits de Estado da Instrução MSG6
4.4 - Instruções de Comparação68
4.4.1 - Generalidades:68
4.4.2 - Igual a ( EQU )68
4.4.3 - Diferente ( NEQ )69
4.4.4 - Menor que ( LES )69
4.4.5 - Menor ou igual a ( LEQ )70
4.4.6 - Maior que ( GRT )70
4.4.7 - Maior ou igual a ( GEQ )71
4.4.8 - Igual Mascarada ( MEQ )71
4.4.9 - Teste limite ( LIM )72
4.5 - Instruções Matemáticas74
4.5.1 - Generalidades:74
4.5.2 - Adição ( ADD )75
4.5.3 - Subtração ( SUB )75
4.5.4 - Multiplicação ( MUL )76
4.5.5 - Divisão ( DIV )7
4.5.6 - Negação ( NEG )7
4.5.7 - Zeramento ( CLR )78
4.5.8 - Raiz Quadrada ( SQR )78
4.6 - Instruções Lógicas e de movimentação79
4.6.1 - Generalidades:79
4.6.2 - Movimentação ( MOV )80
4.6.3 - Movimento com Máscara ( MVM )81
4.6.4 - E ( AND )82
4.6.5 - Ou ( OR )82
4.6.6 - Ou Exclusivo ( XOR )83
4.6.7 - Complementação NOT83
4.7 - Instruções de cópia e preenchimento de arquivo85
4.7.1 - Generalidades:85
4.7.2 - Cópia Arquivo ( COP )85
4.7.3 - Preenchimento de Arquivo ( FLL )86
4.8 . Instrução de Deslocamento de Bit, FIFO e LIFO87
4.8.1 - Generalidades:87
4.8.2 - Instruções de Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ) e à Direita( BSR )................87
4.8.2.1 - Deslocamento de Bit à Esquerda:89
4.8.2.2 - Deslocamento de Bit à Direita:89
4.8.3 - CARGAE DESCARGA FFL E FFU.......................................................................90
4.8.4 - Carga e descarga LIFO:92
4.9 - Instruções de sequenciador:93
4.9.1 - SQO:94
4.10 - INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA:95
4.1 - INSTRUÇÃO PID:96
4.1.1 - FUNÇÃO PID:96
4.1.2 - INSTRUÇÃO PID:97
4.12 - Instruções de E/S imediatas:102
4.13 - Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS103
4.13.1 - Generalidades:103
4.13.2 - Limpando as Falhas103
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 5 CAMC.

5 - Software de Comunicação Rslinx117
5.1 - Acessando o software:117
5.2- Configurando drivers.................................................................................................................117
6. Software de programação Rslogix500120
7. - Exercícios Aplicativos :135
8. - GLOSSÁRIO139
9. Referências bibliograficas143
10. ANEXOS:144
10.1 - Indentificando componentes do controlador145
10.2 - Instalando componentes de Hardware:146
10.3 - Procedimentospara interligação das redes:.......................................................................147
10.4 - Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas148
10.5 - Manutenção do sistema de controle149
10.6 - Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico150
10.7 - Instalando Redes DH485151
10.8 - Instalando Redes DH+152
10.9 - Interfaces de Comunicação RS232153
10.10 - Consumo dos módulos e processadores154
10.1 - Comunicação de dispositivos em Ethernet155
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 6 CAMC.

INTRODUÇÃO: Em vista da variedade de aplicações deste equipamento, e considerando sua distinta diferença com relação aos equipamentos eletromecânicos, deverá ser verificada a aplicabilidade para cada caso em específico.

As instruções, gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste descritivo têm por finalidade auxiliar no entendimento do texto.

As instruções de programa presentes neste descritivo são as de maior

instruções do software aplicativo corresponde ao tipo de CLPDevido às

aplicação, para maiores detalhes deverá ser consultado o manual de muitas variáveis e exigências associadas com qualquer instalação em particular, a Microsis não assumirá responsabilidade pelo uso real baseado em ilustrações de aplicações.

A cada dia que passa os equipamentos elétricos vão dando lugar aos microprocessadores. Tanto na vida profissional como na cotidiana estamos sendo envolvidos por microprocessadores e computadores. Na indústria, estas máquinas estão sendo empregadas para otimizar os processos, reduzir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos, estamos passando por um momento de automação dos processos ou Automação Industrial.

Um microprocessador pode por exemplo tomar decisões no controle de uma maquina, ligá-la, desligá-la, movimentá-la, sinalizar defeitos e até gerar relatórios operacionais. Mas detrás destas decisões, está a orientação do microprocessador, pois elas são baseadas em linhas de programação(códigos de máquina).

Automação Industrial é um conjunto de técnicas destinadas a tornar automáticos vários processos numa indústria: o comando numérico, os controladores programáveis, o controle de processos e os sistema CAD/CAM (computer aided design manufacturing - projetos e manufatura apoiados em computador).

CONTROLADORPROGRAMÁVEL.

Um sistema de controle de estado sólido, com memória programável para armazenamento de instruções para o controle lógico, pode executar funções equivalentes as de um painel de relês ou de um sistema de controle analógico. É ideal para aplicações em sistemas de controle de relês e contatores, os quais se utilizam principalmente de fiação,dificultando desta forma, o acesso a possíveis modificações e ampliações do circuito de controle existente. O controlador programável monitora o estado das entradas e saídas, em resposta às instruções programadas na memória do usuário, e energiza, desenergiza, ou faz um controle proporcional das saídas dependendo do resultado conseguido com as instruções do programa. Na automação industrial, as máquinas substituem tarefas tipicamente mentais,tais como memorizações,cálculos e supervisões.

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 7 CAMC.

Os controladores programáveis dominam os dispositivos pneumáticos, hidráulicos, mecânicos e eletromecânicos. Os Controladores Programáveis substituem a ação do homem como sistema de controle,e podem controlar grandezas tais como vazão, temperatura, pressão, nível, torque, densidade, rotação, tensão e corrente elétrica (variáveis de controle).

SLC500 - ALLEN BRADLEY.

Família de controladores programáveis para aplicações de pequeno e médio porte, instruções avançadas de programação, módulos para aplicativos distintos,comunicação por redes proprietárias (DH +, DH485 , Remote I/O) e redes abertas Control Net,Device Net e Ethernet.

Antes de se começar a abordagem da família SLC500 alguns conceitos em Automação Industrial devem ser observados.

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 8 CAMC.

1. CONCEITOS INICIAIS:

1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP:

Na escolha do CLP alguns aspectos devem ser abordados são eles o tipo de processador ou CPU, Tipos de Entradas e saídas, possibilidades de comunicação,versatilidade do software de programação, sistemas de supervisão e atuação no processo, interfaces homem-máquina existentes e suporte técnico dado pelo fabricante de CLP.

1.2 TIPOS DE CPU'S:

Define a memória de programação, recursos avançados de programação, canais de comunicação existentes e os tempos de execução das instruções e de varredura das entradas e atualização das saídas (tempo de scan).

A Função da CPU consiste em se ler entradas executar a lógica segundo o programa aplicativo e acionar ou controlar proporcionalmente as saídas.

PROGRAMAE DADOS
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 9 CAMC.

1.3 - MEMÓRIA DO CLP

A memória do CLP divide-se em memória de aplicação, memória do usuário e programa executável ou memória do sistema.

Onde são armazenados os arquivos de programa ou seja o programa aplicativo em diagrama Ladder.

Existem dois tipos: Volátil e não-volátil.

Pode ser alterada ou apagada (gravar ou ler), se ocorrer uma queda de alimentação perde-se o programa, são usadas baterias e capacitores para resguardar o programa.

O exemplo amplamente utilizado é a memória RAM ( memória de acesso aleatório ).

Possui a mesma flexibilidade da memória RAM e retém o programa mesmo com a queda da alimentação.

Exemplo: EEPROM ( Memória de leitura eletricamente apagável e programável ).

Constituida de bit's que são localizaões discretas dentro da pastilha de silício, pode ser submetido a tensão, portanto lido como “1” ou não submetido à tensão lido como “0” .

Os dados são padrões de cargas elétricas que representam um valor numérico.

A cada conjunto de 16 Bits denomina-se palavra, estas palavras possuem uma localização na memória chamada endereço ou registro. Onde são armazenados valores referentes aos Arquivos de Dados, que são valores associados ao programa tais como: status de E/S, valores Pré-selecionados e acumulados de temporizadores e contadores e outras constantes e variáveis.

Direciona e realiza as atividades de operação, tais como: Execução do programa do usuário e coordenação das varreduras das entradas e atualização das saídas, programada pelo fabricante e não pode ser acessada pela usuário.

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 10 CAMC.

1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO.

O ciclo de operação do CLP consiste no modo com que o CLP examina as instruções do programa , usa o estado armazenado na tabela Imagem das entradas para determinar se uma saída será ou não energizada. O resultado é armazenado numa região da memória chamado de tabela imagem das saídas.

1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO.

Encarregada de fornecer alimentação ao barramento do CLP, em 5VCC ou 24 VCC. Protege os componentes contra picos de tensão, garante a operação normal com flutuações de 10 à 15%, estas flutuações podem ser provocadas por quedas na rede, partidas e paradas de equipamentos pesados. Em condições instáveis de tensão deve-se instalar estabilizador.

Suporta perdas rápidas de alimentação permitindo ao controlador salvar os dados e o programa do usuário.

Se o painel onde está instalado o CLP for susceptível à interferência eletromagnética ou ruído elétrico aconselha-se a instalação de um transformador de isolação.

1.6 - VELOCIDADE.

A velocidade que um CLP genérico executa o seu ciclo de operação fica em torno de 1 à 25 mseg para 1024 instruções do programa aplicativo, cada instrução possui o seu tempo de processamento. Na soma do tempo total de processamento ou ciclo de operação devem ser considerados: Tempo para o dispositivo de campo acionar a entrada,Tempo para o CLP detectar o sinal,Tempo para a varredura da entrada, Tempo para varredura do programa , Tempo para a varredura da saída, Tempo para o acionamento do circuito de saída ,Tempo para o acionamento do dispositivo de campo, Tempos para os canais de comunicação.

1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS:

As entradas e saídas podem estar acopladas a CPU, ou, podem ser cartões para os CLP'S que são divididos em módulos (Modulares).

São denominadas entradas os dispositivos de campo que são conectados ao CLP como botões,chaves thumbwhell,chaves limite,chaves seletoras,sensores de proximidade e sensores fotoelétricos.

Os circuitos de entrada filtram os sinais de tensão para classificá-los como válidos, determinam a validade de um sinal pela sua duração ou seja

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esperam para poder confirmar se o sinal é uma ruído elétrico ou uma referência de um dispositivo de entrada. Este tempo de filtragem varia em torno de 8mseg. mas, pode ser ajustado através do software de programação. Quanto maior o tempo de resposta melhor será a filtragem do sinal, um menor tempo de resposta é usado em aplicações que requerem uma maior velocidade de resposta como interrupções e contagens.

São exemplos de saídas para o CLP: Solenóides, relês, contatores, partidas de motores, luzes indicadoras, válvulas e alarmes. As CPU’s utilizam como circuitos de saída: Relês, Transistores e Triacs.

Os Relês funcionam tanto em CA como C, resistem à cargas de até 2,5 A e suportam melhor os picos de tensão pois possuem uma camada de ar entre os os seus contatos o que elimina a possibilidade de corrente de fuga. Mas, são lentos e desgastam com o tempo.

Os Transistores, são silenciosos chaveiam corrente contínua e não tem peças móveis sujeitas ao desgaste , são rápidos e reduzem o tempo de resposta . Mas suportam cargas de no máximo 0,5A.

Os Triacs, possuem características semelhantes aos transistores, diferenciando no aspecto de que os mesmos chaveiam Corrente alternada.

As saídas de estado sólido ( transistores e triacs ) podem ser mais facilmente danificadas por sobretensão ou sobrecorrente que as à relê.

Nos cartões de E/S DC deve ser observada a polaridade dos mesmos, sabendo-se que em sensores do tipo PNP ( + ) são usadas com cartões do tipo Sink e sensores NPN ( - ) são usados em cartões do tipo source.

Quando o dispositivo de campo está ativo ele fornece corrente ao circuito de entrada. ver figura abaixo:

II
I DC .com
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 12 CAMC.

Quando o dispositivo de campo está ativo a corrente sai dos módulos de entrada para o dispositivo , ver figura abaixo:

II
+I VDC

O dispositivo de campo está conectado no positivo da fonte de alimentação e o negativo é fechado no módulo de saída do CLP. ver figura abaixo:

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 13 CAMC.

Quando a saída fornece a corrente da fonte ao dispositivo de campo. ver figura abaixo:

São definidas como sinais discretos em níveis lógicos 1 ou 0, sendo que 1 corresponde a um nível alto de tensão que pode ser 100/120/200/240/24 VAC (tensão alternada) ou 24 VDC,30-5 VDC (tensão contínua) , 0 corresponde a um nível baixo de tensão que pode ser Neutro (corrente alternada) ou DC COMUM ( corrente contínua).

São definidos como sinais variantes no tempo podem ser : 4 à 20 mA, 0 à 10 volts, -20 à +20mA , -10 à +10 volts. ver figuras abaixo:

v , IV.I
Tempotempo
Sinais DigitaisSinais analógicos
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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 14 CAMC.

1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS:

Os tipos de comunicação dos dados entre os CLP'S ou entre Terminal de programação/Supervisão e CLP devem ser definidos, existem CLP'S que se comunicam em redes abertas (tipo de rede utilizada por diferentes fabricantes ) ou redes proprietárias (tipo de rede do fabricante do CLP). Definimos dois modelos de redes: descritas como origem / destino e produtor / consumidor.

1.8.1 Redes do tipo Origem-destino. Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do

Aação sincronizada entre os nós é muito dificil uma vez que os ddaaddos chegam

nó fonte para um destino específico. aos nós em momentos diferentes exiaste o dessppeerrddíícciio de rreeccuurrssoss em ffuunnççãão da repetição dos mesmos ddaados quando apenas o ddeessttiinno é diferente

1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor

Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do nó fonte para todos os nós da rede simultaneamente.

Numa mesma rede podem trafegar dados de controle de E/S ( BTR- BTW) e dados de configuração (MSG). Pode-se priorizar os dados de E/S. Estes sistemas podem ser Mestre/escravo, Multimestre ou Peer-to-peer para E/S e mensagens. A troca de dados pode ser do tipo cíclica ou seja dispositivos produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário.

MESTRE/ESCRAVOMULTIMESTRE

RIO DH 485

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 15 CAMC.

Em uma rede produtor- consumidor as mensagens são identificadas pelo conteúdo e não pelo origem/destino. O cabeçalho da mensagem diz,esta é a mensagem 75. Os dispositivos que precisam destes dados “consomen” a mensagem.

rede sem que um tipo venha interferir sobre o outro

Esta nova Tecnologia de redes permite que os dados síncronos (I/O) sejam adquiridos em intervalos específicos e que dados não síncronos como “up- Loads”, “down-Loads” configuração, programação sejam transferidos em intervalos não programados. Estes dois tipos de tráfego são suportados pela

1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE:

Neste tipo de topologia a estação mestre é fixa e somente ela é capaz de iniciar as mensagen. Dispositivos escravos trocam dados apenas com o mestre. Um mestre e múltiplos escravos.

R1 H

Sens or

CTL R2

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 16 CAMC.

1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE.

Pode-se ter mais de um mestre e cada mestre tem o seu próprio conjunto de escravos.

1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER

Um par de estações toma o controle da rede por vez não há necessidade de polling ( forma de se controlar uma linha de comunicação com o envio de um sinal para uma estação a fim de verificar se a mesma possui mensagens a transmitir).

Dispositivos podem trocar dados com mais de um dispositivo ou múltiplas trocas com o mesmo dispositivo

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1.8.6 - MULTICAST: Dados são transmitidos simultaneamente a todos os nós.

A cada instante uma estação está no controle da rede envia e recebe seus dados e envia o polling para o próxima a fim de saber se a mesma esta pronta para receber o controle, se a mesma estiver esta passará a ter o controle da rede.

1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: 1.8.8.1 - Cíclica:

Nestetipo de método os ddiisspposiittiivvos produzem ddaddos a uumma ttaxxa ccoonnffiigguurradda pelo usuário
adequada ao dispositivo//aplicaçãoCom isto recursos podem ser prreeservvaaddooss p// dispositivoss com
alta variaçãoe mmellhhoorr ddetterrmmiinniissmmoo..

esta transferência cíclica é eficiente devido ao fato de que os ddaaddos são ttrraannssffeerriiddos numa taxa Compatível com Mestre//Escravo,, Multimestre,, ““per--to--per”” e Multicast a ccadda 10ms a ccadda

5ms

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 18 CAMC.

Nestetipo de troca de dados os ddiisspposiittiivvos produzem dados apenas quando tem seu estado
alteradoUm sinal em segundo plano é transmitido ciclicamente para confirmar que o ddiissppossiittiivvo
está okA Mudança de estado é eficiente devviiddo ao fato de que se reduz significativamente o

1.8.8.2 - Mudança de estado. tráfego da rede e rreccuurrssooss não são ddesspperrddiiççaaddooss pprrooccessssaannddoo--sse daddooss antigos..

OPolimg é um sinal enviado na rede quando os ddiisspposiittiivvos recebem ddaaddos ((normalmente

saídas)) imediatamente enviam seus dados ((normalmente entradas)) Utilizado em ssiissttemaass Mestre//Escravo && Multimestre..

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MICROSIS RIO - EQUIPAMENTOS & SERVIÇOS LTDA. 19 CAMC.

1.8.9 - Modos de Comunicação:

1.8.9.1 - Modo de comunicação System.

O CLP está em comunicação com dispositivos do sistema do seu fabricante.

1.8.9.2 - Modo de comunicação user. O CLP está em comunicação com equipamentos dedicados.

Conjunto de regras, requisitos e procedimentos que devem ser obedecidos para que se possa transmitir uma informação em uma rede de comunicação de dados digital, é o idioma utilizado na rede ou seja o dispositivo transmissor necessita ser compreendido pelo receptor e cada fabricante tem seus próprios padrões

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