calibração de equipamentos volumétricos

calibração de equipamentos volumétricos

(Parte 1 de 2)

Universidade Federal de Sergipe - UFS

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia - CCET

Departamento de Química - DQI

Calibração de Pipeta

Relatório para a Disciplina de Química Experimental I

São Cristóvão – SE 2010

Universidade Federal de Sergipe - UFS

Prof.Ricardo Oliveira Freire

Disciplina: Química Experimental I

Alunos: Antônio Carlos da Silva Junior

David de Oliveira Santos

Edson dos Santos Junior

Felipe Carneiro Viana

Luiz Fernando Silva Mendonça

João Eduardo Conceição Melo

Sumário

1. Objetivo do Experimento........................................................................................... 4

2. Introdução....................................................................................................................5

3. Procedimento Experimental.......................................................................................6

3.1 Material Utilizado................................................................................................ 6

3.2 Procedimento Utilizado........................................................................................ 7

4. Resultados e Discussões...............................................................................................8

4.1Calculo do Volume Real........................................................................................ 8

4.2 Resultado e Discussão.......................................................................................... 9

5. Conclusão...................................................................................................................11

6. Referência Bibliográfica........................................................................................... 12

1. Objetivo do Experimento

No presente experimento, onde foi feita a calibração da pipeta, teve como objetivo principal mostrar como são os procedimentos de calibração; Levando em conta a temperatura como variável a ser controlada, pois pode influenciar no volume da pipeta, ou seja, dilatando-se ou contraindo-se com as variações de temperatura.

2. Introdução

Calibração é o nome dado ao conjunto de operações que estabelecem, sob condições especificadas, a relação entre os valores indicados por um instrumento (calibrador) ou sistema de medição e os valores representados por uma medida materializada ou um material de referência, ou os correspondentes das grandezas estabelecidas por padrões. [1]

Em laboratório de Química Analítica é comum a busca pela exatidão e precisão das medidas com o mínimo de erros experimentais possíveis, a fim de obter melhores resultados qualitativos e quantitativos. Nesse aspecto, a calibração de equipamentos volumétricos se torna uma etapa imprescindível na medição da quantidade real de volume que está contido ou é transferido por um instrumento [2]. Aparelhos volumétricos são calibrados pelo fabricante e a temperatura padrão de calibração é 20°C. Logo, qualquer leitura realizada fora dessa temperatura acarreta erro (utilizando-se de tabelas para correção) [3]. Devido à existência desses erros, a determinação da vidraria a ser utilizada é essencial para a garantia de medições de volumes mais exatos [4].

Um equipamento volumétrico calibrado em laboratório minimiza os erros, trazendo resultados mais precisos. A utilização de água destilada na prática a seguir é de essencial importância para se obter o volume aparente do instrumento, a pipeta utilizada para a medição do liquido possui erros significativos, pois o seu manuseio foi com uma temperatura acima da calibração do fabricante, constatado através da formula que nestes será relatado.

3. Procedimento Experimental

3.1 Material Utilizado

Levantamento de Vidraria

  • Pipeta Volumétrica de 25 mL

  • Erlenmeyer de 125 mL

Levantamento de Equipamento

  • Balança Analítica

  • Termômetro

Levantamento de Reagentes

  • Água Destilada

3.2 Procedimento Utilizado

Primeiramente, o grupo foi divido em dois para a seguinte prática. Ambos os subgrupos efetuaram os seguintes procedimentos: Um erlenmeyer de 125 mL, dotado de uma rolha esmerilhada foi pesado. Retirando-o da balança, foram adicionados 25 mL de água destilada no balão com a utilização de uma pipeta volumétrica. Logo em seguida, a temperatura da água foi medida a partir de um termômetro com a finalidade de utilizar o valor em cálculos posteriores. O erlenmeyer foi pesado novamente. Com os valores obtidos foram feitos cálculos para a determinação da massa aparente e real da água e da margem de erro da pipeta volumétrica de 125 mL. O mesmo procedimento foi repetido pela outra metade do grupo, assim podendo comparar resultados.

  • FLUXOGRAMA

Erlenmeyer = 125 mL

H20 = 25 mL

Pesagem Pipetagem

H20=25 mL

Nova Pesagem

Termômetro

H20 = 25 mL

REPETIR MAIS UMA VEZ

Cálculo do

Volume

4. Resultado e Discussões

4.1 Formulas para o Calculo Real do Volume

4.1.1 Volume da Água

4.1.2 Volume da Pipeta

4.2 Resultado e Discussão

1º Grupo

Erlenmeyer de 125 mL (seco) 87,05 g

Erlenmeyer de 125 mL (com água) 111,82 g

Temperatura da água 28 ºC

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