Quatro colunas sustentavam a fé de Israel no Deus único, na época de Josué.

  • Quatro colunas sustentavam a fé de Israel no Deus único, na época de Josué.

  • Quando estas colunas foram tiradas, a fé ruiu e o povo passou a adorar Baal e Astarote.

  • Coisa semelhante acontece em nossos dias, a Igreja evangélica está perdendo as colunas que a sustentaram até hoje.

Moisés se fez acompanhar de Josué, ensinou-o, serviu-lhe de modelo e exemplo, e quando morreu, Josué ocupou seu lugar como referencial e modelo para o povo.

  • Moisés se fez acompanhar de Josué, ensinou-o, serviu-lhe de modelo e exemplo, e quando morreu, Josué ocupou seu lugar como referencial e modelo para o povo.

  • Agora morria Josué, e uma situação de maior estabilidade para o povo, quando na falta de grandes lutas cada um se voltou para seus próprios negócios e interesses, desfazendo a oportunidade para o surgimento de um novo líder que lhes servisse de modelo.

  • A didática, a sociologia e especialmente a psicologia reconhecem que os modelos são decisivos na formação das pessoas. Primeiro os pais e seus relacionamentos, depois os adultos, os professores, e mais tarde os colegas de escola, os superiores no trabalho... todos somos influenciados em nosso comportamento e no caráter, pelo exemplo de outros. Paulo sabia disto e por isto se propôs como modelo, quando disse: "Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores."

  • E da carta aos Hebreus lemos: "...para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas."

Josué foi tirado, e não houve modelo que o substituísse.

  • Josué foi tirado, e não houve modelo que o substituísse.

  • A falta de modelos que inspirem e ensinem pelo exemplo pessoal, é um pilar a menos na fé, que a desestabiliza e faz mancar.

  • Um dos elementos autenticadores mais determinantes da autoridade espiritual é a precedência.

  • Aqueles que vieram antes, aprenderam primeiro e podem ser "exemplo dos fiéis".

É por isto que a igreja evangélica está como hoje. Nossos modelos foram tirados, Por um lado há pessoas que querem fama mas não a responsabilidade e o sacrifício que ser exemplo exige. Estamos cercados de indesejáveis tipos personalistas, cujos nomes estão nas capas de dezenas de livros e todo o tipo de eventos, mas que não disciplinam sua ira, e sua lascívia nem mesmo o suficiente para manterem aparências. Por outro lado são raras as pessoas que querem seguir modelos. Cada um acha que sabe o suficiente, estribam-se em seu próprio conhecimento, e sendo instados a algo que não querem suportar, logo abrem sua própria igreja, e arrebanham gente simples e descuidada, às quais contaminarão com sua fraqueza de caráter e indisciplina.

  • É por isto que a igreja evangélica está como hoje. Nossos modelos foram tirados, Por um lado há pessoas que querem fama mas não a responsabilidade e o sacrifício que ser exemplo exige. Estamos cercados de indesejáveis tipos personalistas, cujos nomes estão nas capas de dezenas de livros e todo o tipo de eventos, mas que não disciplinam sua ira, e sua lascívia nem mesmo o suficiente para manterem aparências. Por outro lado são raras as pessoas que querem seguir modelos. Cada um acha que sabe o suficiente, estribam-se em seu próprio conhecimento, e sendo instados a algo que não querem suportar, logo abrem sua própria igreja, e arrebanham gente simples e descuidada, às quais contaminarão com sua fraqueza de caráter e indisciplina.

Em nossa sociedade temos sido tão destrutivamente críticos com nossos modelos, que nenhum sobrou. Carecemos de patriotismo, não porque tenhamos menos valor do que outros povos, mas porque não damos o mesmo valor, que outros dariam, aos que vieram antes de nós. A igreja incorporou esta mesma atitude, e olhamos para todos os líderes e achamos sempre algum defeito, como pretexto para não tomar modelos. Mas o mesmo Paulo que disse: "Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.", também disse poucas linhas antes:" Não que... eu seja perfeito..." [5] E você, como está? Quem é seu modelo de paciência? Com quem você tem aprendido a amar? A exercer seu ministério? Para quem você tem servido de modelo? Se as pessoas seguirem seu exemplo, que sorte terão? Ter modelos espirituais, e ser você mesmo um modelo, é um importante pilar para a fé. Sem isto o crente se desequilibra e cai, como acontece com a Igreja evangélica hoje em dia.

  • Em nossa sociedade temos sido tão destrutivamente críticos com nossos modelos, que nenhum sobrou. Carecemos de patriotismo, não porque tenhamos menos valor do que outros povos, mas porque não damos o mesmo valor, que outros dariam, aos que vieram antes de nós. A igreja incorporou esta mesma atitude, e olhamos para todos os líderes e achamos sempre algum defeito, como pretexto para não tomar modelos. Mas o mesmo Paulo que disse: "Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.", também disse poucas linhas antes:" Não que... eu seja perfeito..." [5] E você, como está? Quem é seu modelo de paciência? Com quem você tem aprendido a amar? A exercer seu ministério? Para quem você tem servido de modelo? Se as pessoas seguirem seu exemplo, que sorte terão? Ter modelos espirituais, e ser você mesmo um modelo, é um importante pilar para a fé. Sem isto o crente se desequilibra e cai, como acontece com a Igreja evangélica hoje em dia.

Ficamos sabendo que também fora tirada toda aquela geração que conhecera o Senhor, vivera sob a disciplina e direção dEle, e que tivera maravilhosas experiências espirituais, e o autor do livro nos apresenta isto como mais uma característica daquela atitude de desvio da adoração perfeita ao Deus vivo. Israel agora não tinha um ambiente de pessoas tementes ao Deus vivo, dentro do qual pudesse ser disciplinado e viver com Deus. A companhia de Israel eram as nações em volta, até que também assumiram seus deuses.

  • Ficamos sabendo que também fora tirada toda aquela geração que conhecera o Senhor, vivera sob a disciplina e direção dEle, e que tivera maravilhosas experiências espirituais, e o autor do livro nos apresenta isto como mais uma característica daquela atitude de desvio da adoração perfeita ao Deus vivo. Israel agora não tinha um ambiente de pessoas tementes ao Deus vivo, dentro do qual pudesse ser disciplinado e viver com Deus. A companhia de Israel eram as nações em volta, até que também assumiram seus deuses.

De fato, " ... as más conversações corrompem os bons costumes." [6], e "... Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. " [7], mas textos como estes já são palavras vazias para pessoas que professando serem evangélicas, desconhecem o que seja novo nascimento e nova vida. O elo com as pessoas que vieram antes, e que poderiam formar um bom ambiente espiritual também está quebrado em nossa geração:

  • De fato, " ... as más conversações corrompem os bons costumes." [6], e "... Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. " [7], mas textos como estes já são palavras vazias para pessoas que professando serem evangélicas, desconhecem o que seja novo nascimento e nova vida. O elo com as pessoas que vieram antes, e que poderiam formar um bom ambiente espiritual também está quebrado em nossa geração:

  • a) não são os jovens que seguem os mais velhos, mas eles é que são seguidos, porque, a despeito do que a Bíblia ensina, os crentes também seguem a idéia de que ser jovem é melhor. b) uma nova classe de crentes procura desesperadamente o reconhecimento e a consideração do mundo, mesmo que isto signifique perder a amizade de Deus; c) Os crentes estão mais ocupados com a conquista de status e bens materiais, do que com os valores eternos, de modo que já não é na igreja e com os irmãos, que a maioria dos crentes busca ficar.

"Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo." e "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante." [8] são dois versículos que nos mostram o valor do ambiente, das amizades, da companhia que temos, tanto no desenvolvimento pessoal como no apoio em momentos de dificuldade.

  • "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo." e "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante." [8] são dois versículos que nos mostram o valor do ambiente, das amizades, da companhia que temos, tanto no desenvolvimento pessoal como no apoio em momentos de dificuldade.

  • Este é o segundo pilar de nossa fé, o viver em um corpo, submetendo-nos à mininistração dos outros membros e ministrando sobre eles, da parte do Senhor. Quando perdemos isto este pilar cai, e a fé se desestabiliza. "Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. "

Ficamos sabendo também que Israel agora não tinha mais o conhecimento de Deus. Aquele período de intensa aprendizagem no deserto, com Moisés e os sacerdotes havia passado. Israel se distribuiu pela terra e estavam todos muito ocupados para virem a Silo aprender do Senhor. Eles tinham que plantar, colher, construir... e então deram vazão à sua religiosidade de outras formas, porque não conheciam mais o Senhor.

  • Ficamos sabendo também que Israel agora não tinha mais o conhecimento de Deus. Aquele período de intensa aprendizagem no deserto, com Moisés e os sacerdotes havia passado. Israel se distribuiu pela terra e estavam todos muito ocupados para virem a Silo aprender do Senhor. Eles tinham que plantar, colher, construir... e então deram vazão à sua religiosidade de outras formas, porque não conheciam mais o Senhor.

  • Isto me faz lembrar das palavras de Jesus aos religiosos de Israel: "Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras..." [10] junto com outras relatadas por João que escreveu: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim." [11]. Israel deixara o conhecimento das Escrituras como também tem deixado nossa geração. Nossos púlpitos estão cheios de uma mensagem aduladora, moldada para reunir e embriagar multidões, mas que não trazem o conhecimento de quem é Deus. A Bíblia é usada apenas como pretexto, mas as mensagens tem sido baseadas naquilo que as pessoas querem ouvir.

Recentemente li em uma revista evangélica, o artigo de um dos líderes mais bem conceituados do momento [12]. Ele falava da conhecida diferença entre dois momentos da industria automobilística, que se repete em qualquer novo mercado: o momento Ford, da massificação, quando há poucas opções para um mercado de alta demanda; e o momento General Motors: quando saturado, o mercado exige a segmentação, com ofertas adequadas a cada grupo. Aplicou este conhecimento à igreja, ensinando que antigamente podíamos oferecer um Evangelho básico a todas as pessoas, mas agora precisamos nos adequar ao público ao qual devemos atingir.

  • Recentemente li em uma revista evangélica, o artigo de um dos líderes mais bem conceituados do momento [12]. Ele falava da conhecida diferença entre dois momentos da industria automobilística, que se repete em qualquer novo mercado: o momento Ford, da massificação, quando há poucas opções para um mercado de alta demanda; e o momento General Motors: quando saturado, o mercado exige a segmentação, com ofertas adequadas a cada grupo. Aplicou este conhecimento à igreja, ensinando que antigamente podíamos oferecer um Evangelho básico a todas as pessoas, mas agora precisamos nos adequar ao público ao qual devemos atingir.

  • Este é o equívoco de nosso tempo. É admirável que um pastor de celebrado conhecimento e perspicácia seja tão ingênuo assim, deixando-se enganar também. A questão é, a quem a igreja deve servir? Ao mercado? À clientela? Ou a Deus? A igreja deve servir a Deus! e ele não tem mudança de preferências; Ele permanece o mesmo, porque nEle não há "sombra de variação" [13]. Mas O Senhor não é mais conhecido assim, como O Todo Poderoso, assentado sobre um alto e sublime trono, julgando as nações com eqüidade.

Nos púlpitos tem sido apresentado "o gênio da lâmpada" que realizará todos os desejos de um povo lascivo e rebelde; Um velhinho bondoso que trará presentes para todos os que se comportarem direito; Um espírito que pode ser propiciado com sacrifícios pessoais. A igreja tem adorado a um parceiro de dança de jovens contaminados pela rebeldia, que desprezam os mais velhos, e ignoram o que seja reverência; na mente de muitos é apenas uma imagem mental, à volta da qual mercadejam toda sorte de produtos e conveniências sob os olhos zombeteiros do mundo.

  • Nos púlpitos tem sido apresentado "o gênio da lâmpada" que realizará todos os desejos de um povo lascivo e rebelde; Um velhinho bondoso que trará presentes para todos os que se comportarem direito; Um espírito que pode ser propiciado com sacrifícios pessoais. A igreja tem adorado a um parceiro de dança de jovens contaminados pela rebeldia, que desprezam os mais velhos, e ignoram o que seja reverência; na mente de muitos é apenas uma imagem mental, à volta da qual mercadejam toda sorte de produtos e conveniências sob os olhos zombeteiros do mundo.

  • Quando perdemos a mensagem que traz o conhecimento do caráter de Deus, de seus planos, vontades e desejos, perdemos este terceiro pilar da fé, e ela se desestabiliza, derrubando o povo nos braços de Astarote e de Baal. Quando começamos a pregar conforme as conveniências das pessoas que tem comichões nos ouvidos, para satisfazer os deleites de sua carne, como forma de arrebanha-las, deixamos de cumprir nossa função como sacerdotes, que levam o louvor e o arrependimento do povo à presença do Todo Poderoso.

Finalmente o autor inspirado também nos apresenta o fato de que aquela nova geração não tinha conhecimento da obra de Deus, ou seja não a havia experimentado. Eles não havia sido libertos do Egito, não havia recebido a Palavra, não haviam sido disciplinados por sua rebeldia, não haviam experimentado o socorro do Senhor em situações extremas. Eles não tinham experiências com Deus.

  • Finalmente o autor inspirado também nos apresenta o fato de que aquela nova geração não tinha conhecimento da obra de Deus, ou seja não a havia experimentado. Eles não havia sido libertos do Egito, não havia recebido a Palavra, não haviam sido disciplinados por sua rebeldia, não haviam experimentado o socorro do Senhor em situações extremas. Eles não tinham experiências com Deus.

  • Acontece o mesmo hoje em dia. As pessoas buscam todo o tipo de experiências místicas e sensoriais na religião, também buscam receber coisas que desejam, principalmente bens materiais, mas não se submetem à obra de Deus - àquilo que Ele quer fazer. Deus quer nos purificar, nos santificar; Ele quer nos fortalecer e dar crescimento espiritual. Deus quer nos levar por um caminho estreito e espinhoso, quer nos provar como à prata no crisol, quer nos separar do mundo, nos desvincular das riquezas desta terra - mas nós queremos os pepinos e as cebolas do Egito! A igreja de hoje foge da experiência com Deus!

Jesus disse: "Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo. " [14] ; e no relato de João: "Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

  • Jesus disse: "Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo. " [14] ; e no relato de João: "Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

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  • Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa." [15] O esforço desesperado de muitos que se dizem crentes, para serem reconhecidos pelo mundo, e se identificarem com ele, é a prova de que não conhecem a obra de Deus em suas vidas. A obra de Deus produz rejeição por parte do mundo. Um crente de caráter transformado, que se santifica conforme a vontade do Senhor, não se enquadra nos padrões do mundo, de mentira, corrupção, falsidade, imoralidade, exploração: é rejeitado, é odiado, é perseguido. O verdadeiro cristão vence o mundo - não faz acordos com ele!

Ao perder de vista a mensagem essencial do Evangelho: "arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus", e conseqüentemente a obra que Deus deseja realizar em nossa vida - transformação e governo, perdemos este quarto pilar da fé, e nos tornamos como a maioria dos crentes - adoradores deste século e de seus valores malignos.

  • Ao perder de vista a mensagem essencial do Evangelho: "arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus", e conseqüentemente a obra que Deus deseja realizar em nossa vida - transformação e governo, perdemos este quarto pilar da fé, e nos tornamos como a maioria dos crentes - adoradores deste século e de seus valores malignos.

Como disse anteriormente, o que acontece à igreja como instituição, é apenas o reflexo do que está acontecendo com as pessoas de que ela é formada. Se a igreja está sucumbindo ao atraente culto aos bens materiais, aos prazeres da carne, às regras deste mundo, é porque as pessoas estão perdendo os pilares que deveriam sustentar sua fé. E você? E eu? Que modelos temos seguido? Que tipo de modelos temos sido? Qual tem sido nosso ambiente? Nossos relacionamentos, que edificação tem trazido? Quanto temos buscado o conhecimento de Deus? Quanto temos desejado a obra que Deus realmente quer fazer em nossa vida? Destas coisas depende nossa firmeza, nossa permanência durante esta tempestade que assola e destrói a igreja evangélica em nossos dias. Como disse o Senhor Jesus: "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha”.

  • Como disse anteriormente, o que acontece à igreja como instituição, é apenas o reflexo do que está acontecendo com as pessoas de que ela é formada. Se a igreja está sucumbindo ao atraente culto aos bens materiais, aos prazeres da carne, às regras deste mundo, é porque as pessoas estão perdendo os pilares que deveriam sustentar sua fé. E você? E eu? Que modelos temos seguido? Que tipo de modelos temos sido? Qual tem sido nosso ambiente? Nossos relacionamentos, que edificação tem trazido? Quanto temos buscado o conhecimento de Deus? Quanto temos desejado a obra que Deus realmente quer fazer em nossa vida? Destas coisas depende nossa firmeza, nossa permanência durante esta tempestade que assola e destrói a igreja evangélica em nossos dias. Como disse o Senhor Jesus: "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha”.

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