Sistemas Mecânicos Automotivos – Carlo Giuseppe Filippin
Disciplina: Sistemas Mecânicos Automotivos Professor: Carlo Giuseppe Filippin, M. Eng.
Sistemas Mecânicos Automotivos
Sistemas Mecânicos Automotivos – Carlo Giuseppe Filippin
| 1 HISTÓRICO DO AUTOMÓVEL | 10 |
| 1.1 História dos Logotipos de Fabricantes de Automóveis | 37 |
| 1.2 Cronologia | 60 |
| 2 dinâmica de marcha | 63 |
| 2.1 Rendimento | 67 |
| 2.2 Componentes do Trem Motriz | 67 |
| 2.3 Disposição do Trem Motriz | 67 |
| 2.4 Objetivo do Trem Motriz | 68 |
| 2.4.1 Resistências ao Movimento | 68 |
| 2.5 Força Trativa | 73 |
| 2.5.1 Variação da Força Trativa Com a Velocidade | 73 |
| 2.5.2 Curvas de Performance | 75 |
| 2.5.3 Curvas de Potência Constante | 75 |
| 2.5.4 Curvas de Potência e Torque | 78 |

| Engrenagens | 79 |
| 2.7 Equação de Equilíbrio de Forças | 82 |
| 2.8 Configurações | 83 |
| 2.8.1 Características das principais configurações: | 89 |
| 3 EMBREAGEM E ACOPLAMENTOS | 95 |
| 3.1 Embreagem de Fricção | 95 |
| 3.2 Torque Transmissível | 96 |
| 3.3 Embreagem de Fricção Cônica | 97 |
| 3.4 Outras Configurações de Embreagens por Atrito | 98 |
| 3.5 Embreagens Eletromagnéticas | 102 |
| 3.6 Embreagem Hidráulica | 103 |
| 4 CAIXAS DE TRANSMISSÃO | 108 |
| 4.1 Tipos | 108 |
| 4.1.1 Caixa de transmissão por engrenamento por deslocamento | 109 |
| 4.1.2 Caixas de transmissão por engrenamento constante | 110 |
| 4.1.3 Caixas de transmissão por engrenamento constante sincronizada | 113 |
| 4.1.4 Caixas de transmissão direta e indireta | 117 |
| 4.1.5 Caixa de transmissão com eixos intermediários opostos | 118 |
| 4.1.6 Caixa de transmissão epicíclica | 120 |
| 4.1.7 Caixa de transmissão automática | 122 |
| 4.2 Transmissões Auxiliares | 131 |
| 4.3 Conversores de Torque | 136 |
| 4.4 Transmissões Continuamente Variáveis | 139 |
| 5 EIXO MOTRIZ | 142 |
| 5.1 Tipos | 142 |
| 5.2 Velocidade | 142 |
| 5.3 Configurações | 143 |
| 5.3.1 Eixo motriz com simples redução | 143 |
| 5.3.2 Eixo motriz com dupla redução | 144 |
| 5.3.3 Eixo motriz com redução nos cubos | 146 |
| 5.3.4 Eixo motriz de dupla redução com dupla velocidade | 147 |
| 5.4 Diferencial | 149 |
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| 5.4.2 Eixo bloqueado | 153 |
| 5.4.3 Diferencial com deslizamento controlado | 154 |
| 6 TRAÇÃO 4X4, 6x4 E INTEGRAL | 161 |
| 6.1 Controle de Tração | 171 |
| 7 JUNTAS UNIVERSAIS | 176 |
| Figura 1: Pictografia Sumeriana de um veículo com rodas, 3500 a.C | 1 |
| Figura 2: Veículo a vapor de Nicholas Cugnot, 1771 | 12 |
| Figura 3: Carruagem a vapor de Richard Trevithick, 1800 | 12 |
| Figura 4: Veículo de Gottlieb Daimler com motro à combustão interna, 1885 | 13 |
| Figura 5: Veículo de Karl Benz com motro à combustão interna, 1885 | 13 |
| Figura 6: O primeiro veículo de Daimler | 14 |
| Figura 8: Henry Ford e o Quadriciclo, de 1896 | 16 |
| Figura 9: Ford Modelo A de 1903 | 17 |
| Figura 10: Henry Ford e o Modelo T de 1908 | 17 |
| Figura 1: Linha de montagem da Ford | 17 |
| Figura 12: A fábrica da Ford Motor Company em Highland Park, em 1918 | 18 |
| Figura 13: O piloto Ralph DePalma e seu Packard V-12 in 1919 | 20 |
| 20 |
| Figura 15: Transmissão automática para caminhões | 21 |
| Figura 16: Pierce-Arrow Silver Arrow 1933 V 12 | 2 |
| Figura 17: Chrysler Airflow 1935, 8 cilindros em linha, 5.3 litros, 138 HP | 23 |
| Figura 18: Peugeot 402, 2.0 litros desenvolvendo 5 CV | 23 |
| Figura 19: BMW 307 1956 e BMW Z4 | 24 |
| Figura 20: Chevrolet SSR e Chevrolet Pick-up 1951 | 24 |
| Figura 21: Chrysler PT Cruiser | 24 |
| trás | 25 |
| Figura 23: O Kommandeurwagen, veículo militar com base na plataforma do Sedan | 26 |
| Figura 24: O Kübelwagen, veículo militar | 26 |
| Figura 25: O Schwimmwagen, veículo militar anfíbio | 26 |
| Figura 26: Bantam 40 BRC | 30 |
| Figura 27: Willys MA | 30 |
| Figura 28: Ford Pigmy | 30 |
| Figura 29: Willys MB | 31 |
| Figura 30: CJ-2A | 31 |
| Figura 31: CJ-3A | 32 |
| Figura 32: CJ-3B | 32 |
| Figura 3: Jeep modelo CJ-5 | 32 |
| Figura 34: CJ-7 | 3 |
| Figura 35: Pneu diagonal | 34 |
| Figura 36: Pneu radial | 34 |
| Figura 37: Estrutura de um pneu | 35 |
| Figura 38: Pneu diagonal sem carga e área de contato com o piso | 36 |
| Figura 39: Pneu diagonal com carga e área de contato com o piso | 36 |
| Figura 40: Comportamento em curva do pneu diagonal | 36 |
ÍNDICE DE FIGURAS Figura 14: Lancia Lambda, com carroceria monobloco e suspensão dianteira independente. Figura 2: Protótipos do KDF wagen construídos onde se percebe as portas abrindo-se para Figura 41: Pneu radial sem carga e área de contato com o piso...........................................36
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| Figura 42: Pneu radial com carga e área de contato com o piso | 37 |
| Figura 43: Comportamento em curva do pneu radial | 37 |
| Figura 4: Logotipo Alfa Romeo | 38 |
| Figura 45: Logotipo Aston Martin | 38 |
| Figura 46: Logotipo Audi | 39 |
| Figura 47: Logotipo BMW | 40 |
| Figura 48: Logotipo Buick | 41 |
| Figura 49: Logotipo Cadillac | 42 |
| Figura 50: Logotipo Chevrolet | 43 |
| Figura 51: Logotipo Chrysler | 43 |
| Figura 52: Logotipo Citroën | 43 |
| Figura 53: Logotipo Dodge | 43 |
| Figura 54: Logotipo Ferrari | 4 |
| Figura 5: Logotipo FIAT | 45 |
| Figura 56: Logotipo Ford | 45 |
| Figura 57: Logotipo Gurgel | 47 |
| Figura 58: Logotipo Honda | 47 |
| Figura 59: Logotipo Jeep | 47 |
| Figura 60: Logotipo Lamborghini | 47 |
| Figura 61: Logotipo Lotus | 48 |
| Figura 62: Logotipo Maserati | 48 |
| Figura 63: Logotipo Mazda | 49 |
| Figura 64: Logotipo Mercedes-Benz | 49 |
| Figura 65: Logotipo Mitsubishi | 50 |
| Figura 68: Logotipo Peugeot | 52 |
| Figura 69: Logotipo Porsche | 52 |
| Figura 70: Logotipo Quadrifoglio | 53 |
| Figura 71: Logotipo Renault | 53 |
| Figura 72: Logotipo Rolls Royce | 54 |
| Figura 73: Logotipo Saab | 5 |
| Figura 74: Logotipo Subaru | 56 |
| Figura 75: Logotipo Volkswagen | 56 |
| Figura 76: Logotipo Volvo | 58 |
| Figura 7: Logotipo Willys | 59 |
4 Figura 78: Curvas típicas de um motor ciclo Otto apresentando a potência máxima e o
| o motor funcionando preferencialmente na faixa de consumo ótimo | 65 |
Figura 79: Curvas típicas de um motor Diesel apresentando a potência máxima e o torque máximo. Com a indicação da curva de consumo de combustível pode-se determinar a faixa ótima de funcionamento. A seleção do trem motriz deve ser feita de modo a manter
Figura 80: Curva de desempenho de um veículo, apresentado o desenvolvimento das velocidades em cada marcha em função da rotação do motor. Nota-se a faixa de utilização do veículo em cada marcha, em função dos limites mínimos e máximos de rotação recomendados para o motor, e a faixa econômica, onde o consumo de
| consumir 30 CV a menos que os pneus diagonais | 71 |
Figura 81: Curva de resistência ao rolamento de um ônibus comparando o desempenho do veículo equipado cm pneus diagonais (convencionais) e com pneus radiais. Nota-se o menor atrito gerado pelos pneus radiais, que para a velocidade de 80 km/h chega a
Figura 82: Curva de resistência aerodinâmica de um ônibus em função da velocidade, comparando-se a diminuição do arraste aerodinâmico conseguido com a melhora do
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coeficiente de penetração aerodinâmica do veículo, que chega a ser de 42% a 80 km/h.
| Figura 84: Curva de performance | 74 |
| Figura 85: Curva de performance | 76 |
| consumo ou de desempenho | 78 |
| Figura 87: Curva de potência e de torque do motor | 79 |
| marchas e um eixo motriz de simples redução | 82 |
| Figura 89: Tração dianteira com motor dianteiro | 84 |
| Figura 90: Tração traseira com motor traseiro transversal | 84 |
| Figura 91: Tração traseira com motor traseiro longitudinal | 85 |
| Figura 92: Tração traseira com motor traseiro transversal | 85 |
| Figura 93: Tração traseira com motor traseiro transversal | 85 |
| Figura 94: Tração traseira com correntes | 86 |
| Figura 95: Tração traseira com suspensão De Dion | 86 |
| Figura 96: Tração traseira com motor central | 87 |
| Figura 97: Tração dianteira com motor dianteiro transversal | 8 |
| Figura 98: Tração dianteira com motor dianteiro longitudinal | 8 |
| Figura 9: Tração integral com motor dianteiro longitudinal | 89 |
| longitudinal e caixa de câmbio traseira | 90 |
| Figura 101: Configuração Standard com tração traseira, motor dianteiro longitudinal | 91 |
| Figura 102: Configuração com motor e tração traseiros | 92 |
| Figura 103: Configuração com tração dianteira e motor dianteiro transversal | 93 |
| Figura 105: Esquema de acoplamento por embreagem | 95 |
| Figura 106: Esquema de acoplamento por embreagem de fricção | 95 |
| posição de esvaziamento do cilindro que libera a embreagem | 96 |
| Figura 108: Esquema de isolamento de vibrações em embreagem de fricção | 97 |
| Figura 109: Esquema de acoplamento por embreagem cônica de fricção | 97 |
| Figura 110: Esquema de acoplamento por embreagem multidisco de fricção | 98 |
| caminhão pesado | 9 |
| Figura 112: Esquema de acoplamento por embreagem com mola tipo diafragma | 9 |
| mecanismo | 100 |
| Figura 114: Esquema de acoplamento por embreagem Borg & Beck | 101 |
| Figura 115: Esquema de acoplamento por embreagem de discos em banho de óleo | 101 |
| Figura 116: Esquema de acoplamento por embreagem centrífuga | 102 |
| Figura 117: Esquema de acoplamento por embreagem por corrente parasita | 102 |
| Figura 118: Esquema de acoplamento por embreagem eletromagnética Ferlec | 103 |
| Figura 119: Esquema de acoplamento por embreagem hidráulica | 104 |
| Figura 120: Esquema de um rotor de uma embreagem hidráulica | 105 |
Figura 83: Curva de resistência total de um ônibus apresentando-se a potência consumida em função da velocidade desenvolvida e das características de rampa a ser superada.72 Figura 86: Curva de potência constante, representando a situação ideal onde o veículo teria infinitas relações de transmissão, com o motor trabalhando sempre na melhor faixa de Figura 8: Curva de desempenho de um caminhão-trator com caixa de câmbio de 10 Figura 100: Variante da configuração Standard com tração traseira, motor dianteiro Figura 104: Clássica configuração com tração 4x4 parcial com motor dianteiro longitudinal.94 Figura 107: Acionamento hidráulico de embreagem de fricção. Ao acionar o pedal o condutor comuta a válvula que permite o enchimento do cilindro hidráulico que por sua vez aciona a embreagem. Ao liberar o pedal da embreagem o condutor comuta a válvula para a Figura 1: Embreagem multidisco – com dois discos - aplicada em motor Diesel de Figura 113: Embreagem de diafragma de acionamento inverso (puxando). Permite o acionamento de sincronizador auxiliar na entrada da caixa de câmbio através do mesmo Figura 121: Esquema de acoplamento por embreagem hidráulica......................................106
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| Figura 122: Disco e platô de embreagem de fricção | 107 |
| fricção | 107 |
| Figura 124: Esquema de uma caixa de câmbio | 108 |
| Figura 125: Esquema de uma caixa de câmbio por deslocamento de engrenagens | 109 |
| Figura 126: Caixa de câmbio por deslocamento de engrenagens | 110 |
| Figura 127: Esquema de caixa de câmbio por engrenamento constante | 1 |
| Figura 128: Caixa de câmbio mista | 1 |
| Figura 129: Caixa de câmbio continuamente engrenada, exceto a primeira marcha | 112 |
| Figura 130: Mecanismos de seleção de marcha | 112 |
| Figura 131: A selector fork / Ball-type | 113 |
| externa ou internamente às engrenagens a sincronizar | 113 |
| Figura 133: Mecanismo de sincronização tipo "baulk”; (Vauxhall Motors) | 114 |
| Figura 134: Mecanismo sincronizador com anéis sincronizadores postiços | 114 |
| Figura 135: Mecanismo sincronizador com cone duplo postiço (Smiths Industries) | 115 |
| Figura 136: Mecanismo sincronizador com cone duplo postiço (ZF D-series) | 115 |
| Figura 137: Mecanismo de sincronização Porsche | 115 |
| Luva de engate; 4. Engrenagem; Sistema de travamento - marcha engatada | 116 |
6 Figura 123: Volante do motor sobre o qual se acoplam o disco e platô de embreagem de Figura 132: Mecanismos de sincronização de carga constante, podendo ser aplicados Figura 138: Mecanismo de sincronização Scania: 1. Engrenagem; 2. Luva acionadora; 3.
| eixo motriz acoplada diretamente no eixo secundário da caixa | 118 |
Figura 139: Caixa de câmbio totalmente indireta de quatro marchas com a redução final do
| acionamento; 4 – Eixo intermediário; 5 – Eixo de saída | 118 |
| Figura 141: Caixa de câmbio com eixos intermediários opostos (Fuller) | 119 |
| Figura 142: Caixa de câmbio com eixos intermediários opostos (Rockwell) | 119 |
| Figura 143: Esquema de funcionamento de uma transmissão epicicloidal | 122 |
| óleo; 5 Controle da transmissão | 123 |
| Figura 145: Caixa de câmbio automática Borg-Wamer 65 | 124 |
| Figura 146: Caixa de câmbio convencional com acionamento automático | 125 |
| Figura 147: Caixa de câmbio convencional com acionamento automático | 126 |
| Figura 148: Motor e caixa de câmbio convencional de motocicleta | 126 |
| Figura 149: Caixa de câmbio automática | 127 |
Figura 140: Caixa de câmbio de veículo de passageiros com 5 velocidades, com marcha direta (ZF Synchroma S5-31). 1 – Eixo de entrada; 2 – Eixo secundário; 3 – Haste de Figura 144: Transmissão automática para caminhões, ônibus e veículos especiais com retarder integrado (ZF Ecomat 5 HP 500). 1 Conversor de torque hidrodinâmico com lock-up; 2 Retarder hidrodinâmico; 3 Conjunto planetário com 5 velocidades; 4 Bomba de Figura 150: Diagrama de processo de estratégias de mudança de marcha no câmbio
| HP 18 | 128 |
| Figura 152: Sistema de controle da caixa de câmbio automática AP | 129 |
| Figura 153: Sistema de controle eletrônico de transmissão | 129 |
| Figura 154: Esquema da caixa de câmbio automática ZF 5 e ZF 6 HP 5000 | 130 |
Figura 151: Diagrama de desempenho da caixa de câmbio automática de 5 velocidades ZF 5 Figura 155: Caixa de câmbio SCANIA com 10 marchas (5 x 2) empregando grupo redutor. 1
- Árvore principal; 2 -Caixa de mudanças principal; 3 - Seção planetária; 4 - Árvore de
| empregando splitter e grupo redutor e integral retarder (ZF-16 S 220 Ecosplit) | 132 |
Figura 156: Caixa de câmbio ZF - VOLVO, Mercedes-Benz - com 16 marchas (2x4x2)
Figura 157: Caixa de câmbio VOLVO com 14 marchas (2 + (2 x 3 x 2) empregando splitter e grupo redutor. ................................................................................................................ 132
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Figura 158: Caixa de câmbio VOLVO com 14 marchas (2 + (2 x 3 x 2) empregando splitter e
Figura 159: Caixa de câmbio VOLVO com 14 marchas (2 + (2 x 3 x 2) empregando splitter e
Figura 160: Caixa de câmbio VOLVO com 14 marchas (2 + (2 x 3 x 2) empregando splitter e
| Acionamento do velocímetro; 16 Flange de acoplamento | 135 |
| Figura 162: Acionamento de grupos redutores planetários | 136 |
| Bomba; 4 – Estator; 5 – Roda livre | 137 |
Figura 161: 1 Árvore secundária; 2 Engrenagem solar; 3 Porta-planetárias; 4 Rolamento de agulhas; 5 Engrenagem planetária; 6 Coroa; 7 Disco de acionamento; 8 Cubo de sincronização; 9 Dispositivo de sincronização; 10 Luva de engate; 1 Árvore de saída; 12 Engrenagem acionadora; 13 Rolamento de esferas; 14 Sensor de velocidade; 15 Figura 163: Conversor de torque hidrodinâmico com lockup. 1- Lockup; 2 – Turbina; 3 -
| passageiros) | 137 |
| Figura 165: Conversor de torque | 137 |
| Figura 166: Conversor de torque Allison | 138 |
| Figura 167: Transmissão continuamente variável do Ford CTX 811 | 139 |
| Figura 168: Transmissão Variomatic com correia (CVT) | 140 |
| Figura 169: Transmissão Variomatic Van Doorne (CVT) | 140 |
| Figura 170: Transmissão continuamente variável por polias cônicas e correia metálica | 141 |
| Figura 171: Transmissão continuamente variável por rodas de atrito | 141 |
| Figura 172: Redução simples por engrenamento cônico hipoidal | 144 |
| Figura 173: Dupla redução por engrenamento cilíndrico + engrenamento cônico | 145 |
| Figura 175: Dupla redução por engrenamento cônico + duplo engrenamento cilíndrico | 145 |
| Figura 177: Dupla redução por engrenamento cônico + engrenamento cilíndrico | 146 |
| Figura 178: Redução nos cubos por engrenamento cilíndrico | 146 |
| Figura 179: Redução nos cubos por engrenamento epicicloidal | 147 |
| Figura 180: Redução nos cubos por engrenamento cônico | 147 |
| Figura 181: Dupla redução com dupla velocidade | 148 |
| epicicloidal | 148 |
| Figura 183: Carcaças de eixos motrizes | 148 |
| Figura 184: Esquema de eixo motriz com diferencial | 149 |
| Figura 185: Sistema diferencial | 151 |
| Figura 186: Esquemas de diferencial aberto | 151 |
| torque e velocidade entre os semi-eixos | 152 |
| Figura 189: Diferencial aberto com engrenagens cônicas | 153 |
| semi-eixo na carcaça diferencial | 153 |
Figura 164: Conversor de torque Trilok (curva de desempenho típica para veículo de Figura 174: Dupla redução por parafuso sem-fim + engrenamento epicicloidal (Kirkstall)..145 Figura 176: Dupla redução por engrenamento cônico + engrenamento epicicloidal duplo..146 Figura 182: Eixo motriz de caminhão pesado com redução nos cubos por engrenamento Figura 187: Diferencial aberto por engrenamento cônico e por engrenamento epicicloidal.152 Figura 188: Diferencial aberto por engrenamento epicicloidal com distribuição desigual de Figura 190: Bloqueio manual de diferencial por acionamento pneumático, bloqueando um
| planetária na carcaça diferencial | 154 |
Figura 191: Bloqueio manual de diferencial por acionamento pneumático, bloqueando uma
| planetária na carcaça diferencial | 154 |
| Figura 193: Diferencial autoblocante | 155 |
| Figura 194: Diferencial autoblocante Dana Trac-Loc™ | 156 |
Figura 192: Bloqueio manual de diferencial por acionamento pneumático, bloqueando uma Figura 195: Diferencial autoblocante Salisbury.................................................................... 157
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| Figura 196: Diferencial autoblocante ENSIMEC Full-Lock | 158 |
| Figura 197: Diferencial Inteligente Kaiser | 158 |
| Figura 198: Diferencial autoblocante Torsen™ | 159 |
| Figura 199: Diferencial autoblocante Torsen I™ | 159 |
| Figura 200: Diferencial viscoso instalado entre semi-eixo e carcaça do eixo | 160 |
| Figura 201: Diferencial viscoso instalado entre semi-eixo e semi-eixo | 160 |
| Figura 202: Diferencial autoblocante ZF | 161 |
| Figura 203: Sistema de tração integral do Daimler UNIMOG | 162 |
| Figura 204: Sistema de tração 4x4 do FIAT Campagnolo | 163 |
| Figura 205: Sistema de tração integral do Audi Quattro | 163 |
| sistemas de tração integral | 164 |
| Figura 207: Caixa de transferência com reduzida empregando engrenagens | 165 |
| Figura 208: Caixa de transferência e diferencial central do BMW 525iX | 166 |
| Figura 209: Sistema de transmissão integral do BMW 525iX | 166 |
| Figura 210: Vantagem da tração integral e 4x4 na subida de rampa e em pisos lisos | 167 |
| inverno | 167 |
| Figura 212: Sistema de tração 6x4 de caminhões | 168 |
| Figura 213: Sistema de suspensão e tração 6x4 tipo boogie (Scammell Routeman) | 168 |
| diferencial central (aqui deslocado para a parte anterior do conjunto) | 168 |
| Figura 215: Sistema de tração 6x4 de caminhões | 169 |
| Figura 216: Sistema de tração 4x4 de veículo leve com motor dianteiro transversal | 169 |
| Figura 217: Esquema geral de uma transmissão de trator agrícola 4x4 | 170 |
Figura 206: Diferenciais viscosos e Torsen empregados como diferenciais centrais em Figura 211: Comparação entre tração integral e dianteira, e entre pneus de verão e de Figura 214: Sistema de tração 6x4 de caminhão mostrando os dois eixos motrizes e o Figura 218: Esquema detalhado de uma transmissão com 12 marchas de trator agrícola 4x4.
| 4x4 | 170 |
| Figura 220: Curvas de adesão / escorregamento | 172 |
Figura 219: Esquema detalhado de uma transmissão com 20 marchas de trator agrícola Figura 221: Sistema eletrônico de controle de tração integrado ao gerenciamento do motor.
| 173 |
| Figura 223: Sistema ABS/ASR 2I de controle de tração para carro de passageiros | 173 |
| Figura 224: Sistema de controle de tração para carro de passageiros | 174 |
| 175 |
| Figura 226: Junta universal de Hooke | 177 |
| entre os eixos de entrada e de saída | 177 |
| Figura 228: Junta elástica Layrub | 177 |
| Figura 229: Junta elástica Metalastik | 178 |
| Figura 230: Junta elástica Moulton | 178 |
| Figura 231: Junta de velocidade constante Bendix Tracta | 178 |
| Figura 232: Junta de velocidade constante Bendix Weiss | 179 |
| Figura 233: Junta de velocidade constante Dana Rzeppa | 179 |
| Figura 234: Junta de velocidade constante Birfield | 179 |
Figura 2: Sistema eletrônico de controle de tração integrado ao gerenciamento do motor. Figura 225: Sistema de diferencial viscoso compatível com sistema antitravamento de freios. Figura 227: Gráfico mostrando as variações de velocidade e aceleração angular, para ½ volta do eixo de acionamento (180o). Neste caso a junta apresenta um ângulo de 30o Figura 235: Par de juntas universais formando um eixo FWD (Four Wheel Drive Company), de velocidade constante. ............................................................................................... 180
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Figura 236: Par de juntas universais formando um eixo Glaenzer, de velocidade constante.
Figura 237: Par de juntas universais formando um eixo Kirkstall, de velocidade constante.
Figura 238: Vista frontal do motor do BMW 525iX, DOHC 24V. O veículo básico apresenta tração 4x2 traseira. Para a versão 4x4 foi necessário modificar o Cárter para acomodar o eixo motriz dianteiro. Aqui se vê os dois semi-eixos ligados por duas juntas
| Tabela 1: Rendimento da transmissão | 67 |
| Tabela 2: Configuração de trem motriz | 68 |
| Tabela 3: Relações de transmissão da caixa ZF-16 S 220 | 132 |
| Tabela 4: Fator de velocidade | 143 |
ÍNDICE DE TABELAS Tabela 5: Resumo dos diversos diferenciais autoblocantes...........................................161
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1 HISTÓRICO DO AUTOMÓVEL
O automóvel é um dos aparelhos criados pelo homem que mais intensamente se integrou às nossas vidas. Estendendo-se o termo para englobar caminhões e ônibus, praticamente toda pessoa tem contato diário com o automóvel. Mesmo na condição de pedestre. Ao mesmo tempo, a indústria automotiva se esforça por apresentar ao consumidor e ao entusiasta do automóvel uma série de novidades. Novidades tecnológicas que melhoram o desempenho do veículo, que afetam a aparência, que possibilitam maior conforto ao dirigir e, até, que permitem a integração do carro com outras novidades da eletrônica, como sistemas de telefonia e de música. Logo, é interessante que se conheça um pouco da história dos veículos automotores, para entender as novidades que surgem na indústria automotiva. Pode-se apresentar um breve histórico do automóvel, buscando identificar as inovações tecnológicas introduzidas, descrevendo uma cronologia da evolução dos veículos ao longo do tempo, detendo-se mais detalhadamente no final do século XIX e início do século X.
O primeiro registro de um invento que foi precursor da tecnologia automotiva indica que aproximadamente em 4000 a.C. o homem inventou a roda. Considerando, inclusive, os veículos terrestres que se deslocam sobre esteiras, todos dependem de rodas para se locomover. Logo, foi o invento mais importante da tecnologia automotiva. Porém, apenas em 3500 a.C., na Suméria, encontrou-se registro de um trenó sobre rodas. Portanto, com base nos registros históricos, o homem demorou 500 anos para aplicar a roda como elemento de um veículo. Talvez ele a tenha criado como um totem ou objeto de rituais.
O trenó que era usado até então dependia do esforço humano para operar.
Informações do Egito de 1600 a.C. já mostram uma plataforma de tração animal. Esta configuração de veículo perdurou por quase 3000 anos. A próxima novidade registrada em termos de veículo foi na Inglaterra, em 1555, de uma carruagem de tração animal com suspensão. Ou seja, somente em 1555 agregou-se alguma inovação tecnológica ao veículo padrão da época.
Restava, agora, tornar o veículo autopropulsado, ou seja, independente de tração animal ou humana. Na Holanda, em 1637, o conde de Nassau desenvolveu uma canhoneira à vela – nos moldes dos pequenos veículos que às vezes se vê nas praias. Tinha, ainda, uma aplicação bélica, para combater em um terreno propício. Dependia, porém, das correntes de vento, que poderiam variar de direção e intensidade afetando a marcha do veículo. Surge, então, o primeiro veículo autopropulsado com geração própria de energia a partir do combustível que o próprio veículo poderia carregar: o veículo a vapor de Cugnot, construído na França em 1771. Como se pode ver na figura, o veículo consistia em uma plataforma de três rodas à qual se instalou uma caldeira e um motor a vapor. Como a caldeira ficava à frente do eixo dianteiro a manobrabilidade do, então, automóvel, era precária. Por conta disso que Cugnot e seu veículo foram os protagonistas do primeiro acidente automobilístico da história, quando, ao descrever uma curva, Cugnot atingiu um muro.
Como os sistemas desenvolvidos eram patenteados, e aproveitando das dificuldades do carro de Cugnot, James Watt, na Inglaterra em 1775, criou o veículo a vapor de alta pressão. Com a caldeira produzindo vapor com pressão mais elevada que aquela empregada por Cugnot, Watt conseguiu construir um veículo mais leve e mais manobrável. Com isso, melhorou a credibilidade sobre os automóveis, até que em 1800, também na Inglaterra, Trevithick empregou um veículo a vapor como o primeiro veículo de transporte de passageiros autopropulsado. Ou seja, o primeiro ônibus.
Sistemas Mecânicos Automotivos – Carlo Giuseppe Filippin
Com a popularização do automóvel a vapor, e com as dificuldades operacionais deste – exigia um motorista e um foguista, para alimentar a caldeira, a busca por combustíveis alternativos levou Rivaz, na Suíça, em 1807, a construir o primeiro veículo com motor de combustão interna manual, queimando hidrogênio. Sim, hoje, em pleno século XXI estamos buscando, também, a aplicação do hidrogênio como combustível. É claro, em condições mais elaboradas que as da época. Brown, dezenove anos depois, em 1826 na Inglaterra, apresentou seu veículo com motor a combustão interna sem explosão, queimando álcool. Cabe, aqui, lembrar que estes motores não apresentavam uma vela para promover a explosão do combustível. Empregavam um filamento aquecido, uma resistência elétrica, para que, sob compressão, a mistura ar e combustível queimasse, porém, em explodir. Logo, eram motores lentos, que trabalhavam a rotações de poucos rpm. Buscando, então, maior agilidade nos motores, na França em 1862 Lenoir construiu o primeiro veículo com motor de combustão interna de dois tempos operando a gás de carvão – gasogênio.