Metodologia de ensino superior

Metodologia de ensino superior

Universidade Federal de Lavras

Especialização Lato Sensu em Química

Disciplina: Metodologia do Ensino Superior

Professor: Lucimar Leão Silveira

Aluno: Francisco Marcos dos Santos Delvico

Turma:109

Sobradinho, DF. Fevereiro de 2010.

Sumário

. Introdução

. Acesso ao Ensino Superior

. Avaliação Escolar

. Formação do Educador e do Professor

. Conclusão

. Referência Bibliográfica

Introdução

O prolongamento da escolaridade, as políticas educacionais, a problemática do acesso do estudante de origem popular à universidade e a elevação das taxas de desemprego, especialmente entre os jovens, faz com que tenhamos de investigar as vertentes responsáveis pelo acesso ao ensino superior e a permanência do aluno nos cursos de graduação. De um lado o estado, responsável por instituições de educação, muitas vezes sucateadas pelo descaso e falta de investimentos, do outro a sociedade , dividida em classes econômicas, algumas favorecidas, outras não. O desemprego esta intimamente ligado à elevação da escolaridade, conseqüentemente ao acesso ao ensino superior, as instituições publicas ou privadas exigem profissionais bem treinados e de excelente formação.

As políticas educacionais não possibilitam aos jovens de classes menos favorecidas, romper com a tradição freqüente no seu meio de origem: uma escolaridade de curta duração. Uma grande maioria excluída do sistema de ensino superior brasileiro, sobretudo se considerarmos que poucos freqüentam esse nível de ensino, um dos percentuais mais baixos do mundo, mesmo entre os países da América Latina. A expansão quantitativa do ensino superior brasileiro não beneficiou a população de baixa renda, que depende essencialmente do ensino público.

Uma efetiva democratização da educação requer certamente o fortalecimento do ensino público, em todos os seus níveis, mas requer também políticas voltadas para a permanência dos estudantes no sistema educacional de ensino. Financiamento dos estudos, moradia, transporte, alimentação, saúde, condições e hábitos de trabalho, relações com o meio de origem e com o meio estudantil, cultura e lazer, são requisitos básicos para o êxito escolar. O professor é considerado muitas vezes o elo entre o ensino básico e o curso de graduação, profissionais de educação bem formados favorecem o aprendizado e o amadurecimento escolar dos alunos. Devemos lembrar que o professor é apenas um dos dos componentes responsáveis pela formação dos alunos e não pode ser considerado o único elo que separa os diferentes níveis de ensino. Ao longo deste trabalho poderemos acompanhar um pouco mais sobre cada questão a respeito do acesso ao ensino superior, avaliação escolar e a formação do educador e do professor.

O Acesso ao Ensino Superior

Introdução

O Brasil não teve universidade no tempo de Colônia e Império, somente a partir de 1808 com a transferência da Côrte Portuguesa para o Brasil foram estabelecidas as primeiras instituições, isoladas, de ensino superior. O ensino superior instituído por João VI, respondia a estrita necessidade de formar profissionais médicos, engenheiros e oficiais militares. No que concerne ao acesso às faculdades criadas consistiu em que o ensino de direito ainda que só pudesse ser viabilizado financeiramente pelo Estado, e devesse ser público e gratuito, deveria ser dimensionado para acolher apenas uma parcela mais qualificada da elite.

Desenvolvimento

A desigualdade de oportunidades de acesso ao ensino superior é construída de forma contínua e durante toda a história escolar dos candidatos. A decisão pelo ensino superior não tem a conotação de uma quase "evidência", um acontecimento inevitável. Chegar a esse nível de ensino nada tem de "natural", para maioria dos estudantes, até o ensino fundamental e, em muitos casos, ainda no ensino médio, possuem um baixo grau de informação sobre o vestibular e a formação universitária. Há uma ausência de um capitalinformacionalsobre, o sistema do vestibular, os cursos e as instituições que os oferecem. Já se tornou senso comum a afirmação de que as políticas públicas voltadas para a educação básica não têm contribuído para garantir um ensino de qualidade. Com um histórico escolar pouco competitivo e o alto grau de concorrência no vestibular, falta esperança de tal ordem que o primeiro vestibular é considerado um "exercício", "uma experiência" para se familiarizar com o sistema de provas e poder assim assegurar um diferencial na próxima seleção. Essa interiorização do improvável não constitui um traço de um grupo singular. A baixa auto-estima faz estudantes de escolas públicas desistirem de entrar na universidade antes mesmo de tentar o vestibular. “A auto-exclusão, é comum entre as classes populares, apesar do aumento significativo do número de alunos formados no ensino médio público"

Para tornar-se mais competitivos, os jovens dispostos a investir em sua formação fazem esforços consideráveis para pagar a mensalidade do cursinho, geralmente freqüentado em período noturno e em instituições com taxas mais condizentes às suas possibilidades financeiras, ou em cursos pré-vestibulares gratuitos. Essa formação suplementar é, portanto, bastante desigual entre os candidatos do vestibular. Considerando esses dados relacionados à formação básica, as dificuldades no momento da escolha da especialidade a ser seguida no curso superior são grandes. O ensino superior representa para esses estudantes um investimento para ampliar suas chances no mercado de trabalho cada vez mais competitivo, mas, ao avaliar suas condições objetivas, a escolha do curso geralmente recai naqueles menos concorridos e que, segundo estimam, proporcionam maiores chances de aprovação. Essa observação suscita uma reflexão sobre o que normalmente chamamos "escolha". Quem, de fato, escolhe? Sob esse termo genérico escondem-se diferenças e desigualdades sociais importantes.

O comércio dos cursinhos pré-vestibular, aliado a uma série de investimentos familiares, contribui para a elitização do ensino superior. Certos cursos têm seu público formado essencialmente por estudantes oriundos de escolas públicas, enquanto em outros ocorre situação inversa, sugerindo a intensificação da seletividade social na escolha das carreiras. A origem social exerce forte influência no acesso às carreiras mais prestigiosas, pois a ela estão associados os antecedentes escolares e outros "ticketsde entrada". É amplamente conhecida a tese de que "quanto mais importantes os recursos (econômicos e simbólicos) dos pais, mais os filhos terão chances de acesso ao ensino superior e em cursos mais seletivos, mais orientados para diplomas prestigiosos e empregos com melhor remuneração".

Desde 2004 foi discutida no Congresso Nacional a Lei da Reforma universitária, que prevê a reserva de vagas nasUniversidades Federais para afrodescendentes, indígenas e provenientes do ensino público. Além da grande polêmica do assunto, que envolve questões éticas, morais, sociais e econômicas, algumas Universidades tiveram problemas ao criar as normas para sua política de cotas. Sobretudo quando cabe a Instituição “julgar” a que raça o candidato pertence. A própria opinião pública está dividida entre aqueles que são contra e aqueles que são a favor da Política de Cotas. Processos, liminares e mandatos de segurança são praticados por ambos os lados em uma briga que ultrapassa as portas dos tribunais e são expostas pela mídia.

A livre concorrência no vestibular é a bandeira levantada por aqueles que são contra o sistema de cotas. As condições normalmente precárias das escolas públicas e o abismo entre classes sociais no Brasil são alguns dos argumentos daqueles que são a favor das cotas. Em nível ideológico, a discussão se aprofunda, sobretudo quando é discutida a questão dos candidatos afrodescendentes. Alguns defendem ser a política de cotas uma continuidade à exclusão social histórica da raça por tratá-los de forma diferenciada, uma espécie de preconceito às avessas. Outros consideram se tratar de uma justa política de inclusão a aqueles que foram e ainda são historicamente excluídos.

Conclusão

O acesso ao Ensino Superior não mudou muito da época do Império até os dias de hoje, a facilidade de acesso a cursos universitários engloba apenas parte seleta da elite. Alguns cursos superiores chegam a ser quase que completamente elitizados, mesmo sendo financiados pelo Estado, como no caso de Medicina, Direito e outros. A livre concorrência e os direitos iguais para todos, são apenas formas de esconder uma forma silenciosa de exclusão. Da mesma forma que aconteceu com o fim da escravidão, os direitos nunca foram iguais entre as classes sociais, as oportunidades não são para todos. Os programas de Estado de acesso ao Ensino Superior por estudantes de classes menos favorecidas, são apenas tentativas de amenizar as diferenças geradas durante séculos de exclusão.

Sugestões de leitura

- ZAGO, Nadir. Do acesso à permanência no ensino superior: percursos de estudantes universitários de camadas populares. Rev. Bras. Educ. Vol.11 nº.32 Rio de Janeiro May/Aug. 2006.

- Entre escombros e alternativas: ensino superior na América Latina, BV Schmidt, R de Oliveira, VA Aragon – 310p. - Editora UnB, 2000.

Avaliação Escolar

Introdução

A avaliação escolar pode ser definida como a ferramenta necessária ao professor para atribuir ao aluno, e ao próprio professor, o mérito do cumprimento do processo ensino aprendizagem. Os resultados esperados ao término de uma etapa de transmissão-assimilação ativa do conhecimento, determinam a correspondência destes com os objetivos propostos, e orientam a tomada de decisão em relação às atividades didáticas seguintes.

Desenvolvimento

A teoria de aprendizagem de Novak é composta por cinco elementos, são: aprendiz, professor, conhecimento, contexto e avaliação. De alguma maneira em um evento educacional, um ser humano adquire um conhecimento, em um certo contexto, interagindo com um professor ( ou com algo que o substitua). A avaliação se encaixa ai porque, muito do que acontece no processo ensino-aprendizagem-conhecimento-contexto, depende da avaliação, ou como propõe Novak, muito do que acontece na vida das pessoas depende da avaliação.

Segundo o professor Cipriano Carlos Luckesi, a avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho. A apreciação qualitativa desse dados, através da análise de provas, exercícios, respostas dos alunos, realização de tarefas etc., permite uma tomada de decisão para o que deve ser feito em seguida.

Ainda segundo Novak, a avaliação deve contemplar a troca de significados. Ao ensinar, o professor apresenta ao aluno significados que são aceitos como válidos em um certo contexto, que são compartilhados por uma comunidade de usuários. O aluno de alguma maneira deverá externalizar os significados que esta captando. Este processo continua, até que professor e aluno compartilhem significados, ou em outras palavras, até que o aluno passe a compartilhar significados já compartilhados por uma comunidade de usuários.

A finalidade da avaliação é tornar mais claros os objetivos que se quer atingir, o levantamento das condições dos alunos para iniciar nova matéria ou fase, a verificação parcial e final encaminha o trabalho do docente para uma direção correta.

Em relação aos objetivos, funções e papel da avaliação na melhoria das atividades escolares e educativas, tem-se verificado alguns equívocos que convém explicitar. O mais comum tem sido sobretudo o ato de reduzir-se à função de controle, mediante a simplesmente aplicação de provas, atribuição de notas e classificação de alunos. A avaliação é reduzida à cobrança daquilo que o aluno memorizou e a nota é utilizada como instrumento de controle, muitas vezes o educador se vangloria por deter o poder da aprovação e reprovação. Tal idéia é descabida, primeiro porque a atribuição de notas visa apenas o controle formal, com o objetivo classificatório e punitivo e não educativo.

Outro equívoco é a utilização da avaliação como recompensa aos “bons” alunos e punição ao desinteressados ou indisciplinados. Nestas circunstâncias, o docente isenta-se de assegurar condições e meios pedagógicos para que os alunos sejam estimulados à aprendizagem sem a necessidade de intimidação.

Toda atividade avaliativa deverá promover o desenvolvimento intelectual, social e moral dos alunos, visando diagnosticar como a escola e o professor está contribuindo para isso. O objetivo é que todos desenvolvam suas capacidades físicas e intelectuais, seu pensamento independente e criativo, tendo em vista tarefas teóricas e práticas, de modo que se preparem positivamente para vida social.

Conclusão

A avaliação não é uma etapa isolada do processo de ensino aprendizagem, é uma atividade continua que explicita o conhecimento e as habilidades de cada um, respeitando suas características individuais. Visa acompanhar, diagnosticar, corrigir falhas e superar dificuldades durante o processo de ensino aprendizagem. O processo de avaliação inclui instrumentos e procedimentos diversos necessários que podem ser de caráter mais formal (provas), ou menos formal (observações, entrevistas, apresentações, entre outras). Quando o processo é bem conduzido as notas parciais ou finais são apenas reflexo do trabalho do educador e da interatividade entre professor e aluno.

Sugestões de leitura

- LIBÂNEO, J.C. 1994. Didática. São Paulo: Cortez

- Moreira, M.A.1999. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária.

Formação do Educador e do Professor

Introdução

A sociedade atual passa por momentos de mudanças aceleradas, a introdução de um universo digital, economia global e a racionalização do conhecimento nos fazem refletir qual seria a formação ideal dos atuais educadores e professores. Uma mudança de paradigma afeta toda a estrutura educacional, desde os cursos de graduação ao ensino básico, é comum que educadores e professores formados nos moldes tradicionais tenham naturalmente uma inclinação à permanência do sistema, no entanto a evolução da sociedade requer que seja tomada uma postura inovadora e prática perante a educação.

Desenvolvimento

As propostas pedagógicas não equacionam a formação e a qualificação dos professores segundo a lógica tradicional. Ao contrário, pretende-se superá-la. Partimos de outro olhar, de outra concepção do ofício de mestre, do educador, do professor. A hipótese que nos orienta é a de que a melhor estratégia é partir da formação que eles já têm, os profissionais da educação carregam dimensões definidas socialmente.

Cada educador dificilmente consegue fugir de estilos, culturas, práticas, identidades que têm uma longa história. O ofício de mestre, inclusive mestre-escola, se confundiu e ainda se confunde com outros ofícios próximos, presentes em todas as culturas. Os sempre presentes condutores da infância, os pedagogos, os iniciadores nas culturas, nos saberes, valores, métodos e crenças. Os socializadores, formadores de hábitos e condutas, sistematizadores do conhecimento.

Funções sociais e culturais que permanecem tão parecidas, tão constantes, herdando saberes e técnicas, por vezes resistindo a atribuições legais, a rotinas burocráticas. Resistindo porque sua formação histórica se materializou em práticas, símbolos em tecidos e tramas, em complexas redes sociais e escolares por onde passa a construção do conhecimento e da cultura.

Na medida em que a organização da escola e do sistema escolar vai sendo questionada, percebemos que sua estrutura, as séries, as grades, as disciplinas, a organização dos tempos, espaços e do trabalho materializam uma determinada concepção de educação básica e de seu profissional, conseqüentemente exigem capacidades adequadas a essa estrutura. Levados por esse caminhar nos defrontamos com as grandes questões e as permanentes dimensões da formação dos educadores, da configuração de seu papel social e cultural.

Cada professor e educador carregam para a escola uma imagem de educador que não inventam, nem aprenderam apenas nos cursos de formação e treinamento. É sua imagem social, é seu papel cultural, são formas de se relacionar como adultos com crianças, adolescentes e jovens. São aprendizados feitos em outros papéis sociais.

É necessário que se oriente a prática docente sobre uma nova lógica, uma nova cultura, uma nova sensibilidade, uma nova percepção. Não mais, apenas, a perspectiva estrutural e linear de apresentação e desenvolvimento metodológico a ser ensinado, nem tampouco a exclusiva perspectiva dialética. Nesta abordagem altera-se principalmente os procedimentos didáticos, independente de uso ou não de novas tecnologias. A apropriação do conhecimento neste novo sentido envolve aspectos em que a racionalidade mistura-se com a emocionalidade, permitindo a ousadia em busca de caminhos e de alternativas possíveis, de dialogo e reciclagem permanente de tudo e de todos.

Não é possível pensar na prática docente sem pensar, antecipadamente, na pessoa do docente que está em pauta e em sua formação que não se dá apenas durante o seu percurso nos cursos de formação de professores mas, permanentemente, durante todo o seu caminho profissional, dentro e fora da sala de aula. Antes de tudo a esse professor devem ser dadas oportunidades de conhecimento e de reflexão sobre sua identidade pessoal como profissional docente.

Conclusão

A formação de professores e educadores passa por um período crítico, onde a sociedade impõe novas maneiras de ação perante a prática educativa, devido a introdução de novas tecnologias no meio social e as constantes mudanças nas políticas educacionais. A orientação do profissionais de educação sob uma nova lógica de ensino é no entanto dificultada pela própria universidade, responsável pela perpetuação tradicionalista das formas de pensamento, é no curso de graduação onde os professores vivenciam os piores exemplos didáticos. Estes exemplos muitas vezes transportados para dentro do ambiente profissional do professor e do educador.

Sugestões de leitura

- Miguel G. Arroyo,Ciclos de Desenvolvimento Humano e Formação de Educadores. Educ. Soc. Vol.20 n.68 Campinas Dec. 1999.

- VM KENSKI . O redimensionamento do espaço e do tempo e os impactos no trabalho docente . Trabalho apresentado na XX Reunião Anual da ANPEd, Caxambu, setembro de 1997.

Conclusão

A instituição educacional de ontem é diferente da de hoje, mudou a clientela, mudaram os professores, mudaram as práticas escolares, mudaram também os valores, as condições sociais, politicas, econômicas, etc. Quando ignoramos esse quadro de mudanças afirmamos a deterioração da educação e da sociedade, é necessário que o acesso ao ensino superior de qualidade seja desmistificado, que realmente possa ser oferecido em reais condições às diferentes classes sociais. A tentativa de corrigir os erros passados ofertando cotas aos menos favorecidos não é suficiente para garantir novas discriminações futuras, além de cotas é necessário porem mudanças políticas, possibilitando igualdade de oportunidades para todos.

As mudanças trouxeram a necessidade de refazer currículos de cursos de graduação, com finalidade de adequação a um novo cenário mundial, não obstante a formação dos profissionais das diferentes áreas do conhecimento, passou a almejar um novo modelo de formando, que estivesse pronto para as adversidades futuras encontradas no ambiente profissional. No entanto, como se pode imaginar, a mudança conceitual é a mais difícil e nem sempre acompanha as demais mudanças. É muito comum encontrarmos cadeiras universitárias com os mesmos dogmas retrógrados, professores/pesquisadores que apesar do elevado nível intelectual, dão continuidade aos mesmos procedimentos de aulas e avaliações, permitindo a perpetuação dos modelos acadêmicos antigos. Procedimentos que refletem nos níveis inferiores à graduação.

A educação é dinâmica e não existe espaço para quem resiste a mudanças. Mesmo com o advento dos meios digitais a figura do professor é imprescindível, profissional de extrema importância que necessita de atualizações constantes.

Bibliografia

- Entre escombros e alternativas: ensino superior na América Latina, BV Schmidt, R de Oliveira, VA Aragon – 310p. - Editora UnB, 2000.

- LIBÂNEO, J.C. 1994. Didática. São Paulo: Cortez

- Moreira, M.A.1999. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária.

- Miguel G. Arroyo, Ciclos de Desenvolvimento Humano e Formação de Educadores. Educ. Soc. Vol.20 n.68 Campinas Dec. 1999.

- VM KENSKI . O redimensionamento do espaço e do tempo e os impactos no trabalho docente . Trabalho apresentado na XX Reunião Anual da ANPEd, Caxambu, setembro de 1997.

- ZAGO, Nadir. Do acesso à permanência no ensino superior: percursos de estudantes universitários de camadas populares. Rev. Bras. Educ. Vol.11 nº.32 Rio de Janeiro May/Aug. 2006.

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