O corpo precisa regular os níveis de glicose no sangue, ininterruptamente, para que as células recebam a exata quantidade de energia que necessitam.

  • O corpo precisa regular os níveis de glicose no sangue, ininterruptamente, para que as células recebam a exata quantidade de energia que necessitam.

Alto nível de glicose no sangue

  • Alto nível de glicose no sangue

Baixo nível de glicose no sangue

  • Baixo nível de glicose no sangue

É uma das doenças crônicas mais comuns, com pouca incidência e grande prevalência, afeta cerca de 1 em cada 20 pessoas;

  • É uma das doenças crônicas mais comuns, com pouca incidência e grande prevalência, afeta cerca de 1 em cada 20 pessoas;

  • De acordo com a OMS, em 2006 havia cerca de 171 milhões de portadores no mundo e no 10 milhões no Brasil;

  • De acordo com o Ministério da Saúde 50% dos brasileiros diabéticos não sabem que possuem a doença;

  • Estima-se que o número de doentes dobre em 2030;

Em países como os Estados Unidos, a diabetes melito afeta até 5% da população, quase 14 milhões de pessoas;

  • Em países como os Estados Unidos, a diabetes melito afeta até 5% da população, quase 14 milhões de pessoas;

  • 17% dos idosos no Brasil possuem Diabetes;

  • Homens negros apresentam 9% a mais de probabilidade de desenvolver diabetes que os homens brancos;

  • Essa probabilidade aumenta para 50% no caso das mulheres negras.

No diabetes melito:

  • No diabetes melito:

  • O pâncreas não produz quantidades suficientes de insulina.

  • Ou as células do corpo se tornam resistentes aos efeitos desse hormônio.

  • O que não permite que as células do corpo absorvam a glicose da corrente sanguínea. Por isso, nessa doença, as células têm de usar outras fontes de energia, o que pode levar a um acúmulo de subprodutos tóxicos no corpo.

  • Diabetes Tipo I

  • Diabetes Tipo II

  • Diabetes Gestacional

Doença auto-imune;

  • Doença auto-imune;

  • Surge de forma repentina, na infância ou na adolescência;

  • O sistema imune destrói as células beta por células agressoras;

  • Sintomas: sede, boca seca, fome, micção excessiva, fadiga,

  • perturbações na visão e perda de peso.

  • Tratamento: injeções de insulina como rotina.

  • Não há cura; transplante de rim e pâncreas

  • pode aliviar os sintomas, mas é necessário o

  • tratamento permanente com medicamentos

  • imunossupressores.

Mais comum

  • Mais comum

  • O pâncreas continua a secretar insulina, mas as células do corpo se tornam resistentes aos seus efeitos;

  • Afeta, principalmente pessoas com mais de 40 anos e obesas.

  • A doença desenvolve lentamente;

  • Sintomas: sede, fadiga, micção freqüente, mas geralmente o

  • diabetes permanece assintomático por anos.

  • Portadores de diabetes melito tipo II são mais propensos a apresentar colesterol alto, ateroesclerose e hipertensão arterial.

  • Tratamento: Dieta, exercício regular,

  • monitoramento diário do

  • nível de glicose no sangue

  • e em alguns casos medicação.

Desenvolve em 1 em cada 50 gestantes, mais comum em mulheres com sobrepeso, acima de 30 anos e com histórico de diabetes na família;

  • Desenvolve em 1 em cada 50 gestantes, mais comum em mulheres com sobrepeso, acima de 30 anos e com histórico de diabetes na família;

  • Alguns hormônios da placenta têm efeito anti-insulínico, se o corpo não consegue produzir insulina em quantidade suficiente para contrabalancear esse efeito, os níveis de glicose no sangue sobem demais e se instala o diabetes gestacional.

  • Sintomas: fadiga, sede, micção excessiva, infecções urinária.

  • Tratamento: Dieta e em alguns casos aplicação de insulina.

  • Geralmente desaparece após o parto,

  • mas algumas mulheres desenvolvem

  • diabetes melito tipo II alguns anos depois.

  • Termo de origem grega

  • Diabetes = sifonar

  • Melito = doce como mel

  • Quando ao S final

Antes da era cristã

  • Antes da era cristã

  • Papiro Ebers

  • Século XI Cânon da medicina – Avicena

  • Thomas Willi – 1679

  • Fim do século XIX – importância de trabalhos químicos anatômicos e patológicos

  • Isolamento da insulina e demonstração do efeito hipoglicêmico e transplante de pâncreas. Transformaram as expectativas e vida dos diabéticos.

  • 1966 – primeiro transplante de pâncreas

  • 2004 – Primeiro transplante de ilhotas de Langerhans

  • Praticar exercícios físicos

Conjunto de aspectos psicoemocionais, socioeconômicos, socioculturais, políticos, ambientais e da saúde;

  • Conjunto de aspectos psicoemocionais, socioeconômicos, socioculturais, políticos, ambientais e da saúde;

  • aspectos sociais : custo financeiro da doença, a sensação do paciente acerca do grau de apoio social que recebe e da qualidade e nível de conflito das relações interpessoais e familiares

  • Educação do portador de diabetes, profissionais de saúde, familiares, comunidade em geral

  • Melhorar o cuidado e a vida dos pacientes portadores

  • Profissionais de saúde: requer conhecimento técnico e habilidade

  • Portador da diabetes: conhecimento, a aceitação e a capacidade para o auto cuidado

Para a maioria dos diabéticos:

  • Para a maioria dos diabéticos:

  • Dieta saudável e perda do excesso de peso são suficientes para manter os níveis normais de glicose;

  • Dieta:

  • Deve ser rica em hidratos de carbono complexos, como arroz, massa e legumes;

  • Baixa em gorduras, principalmente de origem animal.

Álcool

  • Álcool

  • com moderação é permitido, mas em excesso pode baixar os níveis de glicose no sangue;

  • Além disso, é muito calórico podendo provocar aumento do peso.

  • Cigarro

  • Muito prejudicial

  • Aumenta o risco de complicações em longo prazo, como doença coronária ou AVC.

O diabetes pode aumentar o risco de infecções na pele e úlceras nos pés.

  • O diabetes pode aumentar o risco de infecções na pele e úlceras nos pés.

  • Cuidados Essenciais:

  • Usar sempre sapatos confortáveis;

  • Meias de algodão e sem elástico;

  • Evitar andar descalço;

  • Cortar as unhas retas, e mantê-las curtas;

  • Consultar um podólogo regularmente;

  • Inspecionar e limpar os pés todos os dias;

  • Lavar os pés com água morna, secar cuidadosamente;

  • Se a pele estiver seca, deve-se usar hidratante;

  • Procurar um médico logo que surgir qualquer lesão.

É um grande desafio para todo o mundo e principalmente em países pobres devido:

  • É um grande desafio para todo o mundo e principalmente em países pobres devido:

  • Preconceito

  • Baixo esclarecimento sobre o assunto

  • Falta de priorização e recursos

  • Responsabilidade pelo cuidado recai sobre todos que estão diretamente ou indiretamente ligado a assistência do paciente diabético como:

  • Profissionais da saúde

  • Universidades

  • Organizações governamentais e não governamentais

No Brasil taxa de incidência de amputações relacionada a diabetes foi de

  • No Brasil taxa de incidência de amputações relacionada a diabetes foi de

  • 180 para cada 10.000 pacientes

  • Risco de 100 vezes maior entre os diabéticos

  • Cerca de 15 a 20% dos portadores de diabetes tem o pé diabético

Reduz risco de doença coronária, AVC e pressão alta;

  • Reduz risco de doença coronária, AVC e pressão alta;

  • Melhora o condicionamento físico;

  • IMPORTANTE:

  • - Pacientes dependentes de insulina devem monitorar os níveis de glicose no sangue antes e depois do exercício.

Consultar o médico todos os meses para que se possa detectar e tratar eficazmente problemas relacionados com a doença numa fase inicial.

  • Consultar o médico todos os meses para que se possa detectar e tratar eficazmente problemas relacionados com a doença numa fase inicial.

  • Controle inclui:

  • Exame neurológico;

  • Verificação da Pressão Arterial;

  • Exame oftalmológico;

  • Exame de urina;

  • Hemoglobina Glicada

Sentimento e Comportamento

  • Sentimento e Comportamento

  • Muitos programas de educação em saúde fracassam por não levarem em consideração os aspectos psicológicos, culturais, sociais, interpessoais e as reais necessidades psicológicas da pessoa diabética

  • A situação vai piorar no Brasil,onde 7% da população sofrem da doença.Para cada brasileiro diagnosticado, há outro que ignora ser diabético.Da metade que sabe ter o mal, só metade vai ao médico. 

  • Mudança de hábitos de vida, dessa forma, é um processo lento e difícil, na alimentação principalmente que envolve fatores complexos como

  • - Culturais

  • - Sociais

  • - Econômicos

Grau de instrução dos pacientes

  • Grau de instrução dos pacientes

  • Alto custo

  • Desinteresse e/ou descuido

  • Efeitos Adversos

  • Complicações na distribuição gratuita

  • A questão psicossocial do paciente influi muito em seu tratamento pois envolve uma mudança nos hábitos e principalmente alimentares.

Cresceu o consumo de comidas industrializadas ricas em gordura, sal e açúcar, ao mesmo tempo em que houve redução no consumo de raízes, legumes, verduras, tubérculos e frutas.

  • Cresceu o consumo de comidas industrializadas ricas em gordura, sal e açúcar, ao mesmo tempo em que houve redução no consumo de raízes, legumes, verduras, tubérculos e frutas.

  • Em média, o brasileiro destina quase um quarto das despesas com comida e alimentação na rua.

  • - Urbana 24% dos gastos

  • - Rural 13% dos gastos

Motivos:

  • Motivos:

  • Alto preço dos alimentos saudáveis como frutas e carnes.

  • Falta de tempo devido ao trabalho.

  • Comodidade e desinformação.

  • Nos EUA

  • 27% da energia diária total através de junk foods.

  • Cerca de um terço dos americanos consomem, em média, 45% de energia proveniente deste tipo de alimentação ocasionando um grande risco para doenças cardiovasculares e a diabetes que atinge 24 milhões de americanos com prevalência de 8%.

  • No Japão

  • já apresenta 16,2 milhões de portadores.

  • É um dos países que mais aumentou o índice de diabetes na população pois os hábitos alimentares vem mudando do saudável peixe cru para o fast-food

A Diabetes Mellitos tipo I é a mais freqüente em crianças, porém os índices de crianças com diabetes mellitos tipo 2 vem aumentando muito principalmente em minorias étnicas, devido a vários fatores como:

  • A Diabetes Mellitos tipo I é a mais freqüente em crianças, porém os índices de crianças com diabetes mellitos tipo 2 vem aumentando muito principalmente em minorias étnicas, devido a vários fatores como:

  • Alimentação

  • Obesidade

  • sedentarismo

  • A alimentação industrializada e gordurosa esta cada vez mais inserida na alimentação dessa população;

  • É indispensável para o acompanhamento da saúde do adolescente não só o médico mas o apoio da família para auxiliar na alimentação e controles insulínicos ou fármacos

Convivência do portador com a

  • Convivência do portador com a

  • doença durante toda a vida pode

  • repercutir no estado de humor

  • dos mesmos podendo levar á

  • depressão. 

  • O DM duplica o risco de depressão sendo de mulheres que tem uma maior propensão a ter.

  • Nas queixas relacionadas à fadiga, diminuição da libido(prazer), alteração do sono, apetite e peso poderiam ser confundidas com os sintomas vegetativos da síndrome depressiva.

Sintomas depressivos poderiam prejudicar a adesão ao tratamento, piorar o controle metabólico e aumentar o risco de complicações do Diabetes Mellitus.

  • Sintomas depressivos poderiam prejudicar a adesão ao tratamento, piorar o controle metabólico e aumentar o risco de complicações do Diabetes Mellitus.

  •  Dois fatores parecem associar-se diretamente com a presença de sintomas depressivos no paciente diabético: o fato de ser solteiro e um menor nível de escolaridade.

A mulher apresenta uma menor QV devido a fatores como:

  • A mulher apresenta uma menor QV devido a fatores como:

  • maior preocupação com a doença;

  • maior risco para depressão;

  • fatores psicológicos e

  • mudanças físicas na adolescência .

  • A baixa renda é um fator adverso para a boa QV;

  • A presença da doença por mais de cinco anos já foi descrita como fator de risco para baixa aceitação da doença;

  • As crianças não concebem o diabetes com a mesma dimensão que os adultos,

  • sofrem com as limitações alimentares e

  • incômodo com o uso da insulina, entre outros.

Obrigada,

  • Obrigada,

do Diabetes

  • do Diabetes

  • Segundo a OMS, a qualidade de vida (QV) é a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seu objetivos, expectativas, padrões e preocupações.

  • Contudo, a definição de QV não é consenso na literatura. É reconhecida sua construção multidimensional, incluindo aspectos psicoemocionais, socioeconômicos, culturais, políticos, ambientais e da saúde. Outro aspecto importante é a subjetividade e, portanto, a individualidade, na sua avaliação.

Aumento na incidência: hábitos alimentares errôneos e sedentarismo;

  • Aumento na incidência: hábitos alimentares errôneos e sedentarismo;

  • Aumento na prevalência: maior descoberta de casos na população.

  • Cerca de 2/3 dos portadores vivem em países em desenvolvimento, onde a epidemia tem maior intensidade.

  • Nas próximas duas décadas, o crescimento do número de indivíduos com diabetes em países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China vai ser duas vezes maior do que nos EUA.

A diabetes é a principal doença que causa a amputação de membros inferiores, insuficiência renal e cegueira entre adultos, assim como de doenças cardiovasculares, morte prematura e mortalidade perinatal.

  • A diabetes é a principal doença que causa a amputação de membros inferiores, insuficiência renal e cegueira entre adultos, assim como de doenças cardiovasculares, morte prematura e mortalidade perinatal.

  • Complicações crônicas e graves de saúde geradas pela diabetes, além de acarretar um prejuízo a saúde do portador, acarreta num alto custo ao sistema de saúde (cuidados com o paciente) e a sociedade (perda da produtividade e geração de custos).

Medida extremamente necessária

  • Medida extremamente necessária

  • Em 2002,foi realizado no Brasil um programa de rastreamento do diabetes e de suas complicações. Apesar do alto custo desse programa,este será recompensado mais a frente pela a diminuição das complicações clínicas (menos gastos/maior vida produtiva do portador e de seu cuidador).

  •  

  • Neste rastreamento pode-se perceber a importância das UBS, que, utilizando-se de questionários e do exame de glicemia capilar, foi o meio com maiores resultados e menores custos.

  •  

O HIPERDIA é um Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos captados no Plano Nacional de Reorganização da Atenção à hipertensão arterial e ao Diabetes Mellitus, em todas as unidades ambulatoriais do Sistema Único de Saúde, gerando informações para os gerentes locais, gestores das secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde.

  • O HIPERDIA é um Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos captados no Plano Nacional de Reorganização da Atenção à hipertensão arterial e ao Diabetes Mellitus, em todas as unidades ambulatoriais do Sistema Único de Saúde, gerando informações para os gerentes locais, gestores das secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde.

  • Além do cadastro, o Sitema permite o acompanhamento, a garantia do recebimento dos medicamentos prescritos, ao mesmo tempo que, a médio prazo, poderá ser definido o perfil epidemiológico desta população, e o conseqüente desencadeamento de estratégias de saúde pública que levarão à modificação do quadro atual, a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas e a redução do custo social.

Os custos de uma doença podem ser divididos em:

  • Os custos de uma doença podem ser divididos em:

  • custos diretos

  • custos indiretos

  • custos intangíveis

São aqueles diretamente resultantes das intervenções e são divididos em médicos e não-médicos.

  • São aqueles diretamente resultantes das intervenções e são divididos em médicos e não-médicos.

  • Diretos médicos: diárias hospitalares, exames complementares, medicamentos, próteses e órteses e honorários médicos.

  • Diretos não-médicos: transporte do paciente ao hospital, honorários de contratação de um “cuidador” temporário para o período de convalescença do paciente.

  • São também chamados de custos sociais, resultam da perda de produtividade em função da doença, incapacidade ou morte prematura.

  •  

  • Exemplos: custo referente à falta de produtividade de um trabalhador que se encontra internado ou em consulta ambulatorial e custo do acompanhante do paciente, temporariamente impedido de trabalhar.

São de difícil mensuração e incluem:

  • São de difícil mensuração e incluem:

  • o custo da sobrecarga psicológica do paciente

  • custo do prejuízo de sua qualidade de vida e bem estar.

  • Geralmente não são avaliados em estudos econômicos.

Os gastos associados ao diabetes tem aumentado significantemente devido a:

  • Os gastos associados ao diabetes tem aumentado significantemente devido a:

  • maior prevalência;

  • terapias mais caras;

  • maior sobrevida com o aumento de complicações e co-existência com co-morbidades.

  •  

  • O custo médio de um obeso é de US$ 1.700 para homens e US$ 2.100 para mulheres e que estes valores aumentam em 60-90% para cada um dos fatores com tratamento com insulina, angina ou infarto.

A Federação Internacional de Diabetes estima que os custos diretos do diabetes são aproximadamente 6% do total do orçamento da saúde em nações economicamente desenvolvidas.

  • A Federação Internacional de Diabetes estima que os custos diretos do diabetes são aproximadamente 6% do total do orçamento da saúde em nações economicamente desenvolvidas.

  • Os custos totais da assistência para alguém com diabetes é 2,5 vezes maior do que para pessoas sem esta condição.

  • Os custos diretos totais do diabetes são mais elevados nos Estados Unidos, Japão, Alemanha, e França: US$ 91,8 bilhões, US 16,94 bilhões, US$ 10,67 bilhões, e US$ 7,3 bilhões, respectivamente.

Custos diretos e indiretos: US$ 132 bilhões

  • Custos diretos e indiretos: US$ 132 bilhões

  •  

  • Custos diretos: US$ 91,8 bilhões

  • custos com complicações crônicas: US$ 24,6 bilhões

  • custos outras condições médicas relacionadas ao diabetes: US$ 44,1 bilhões

  • custos com cuidados com o diabetes: US$ 23,2 bilhões

  • Custos indiretos por perda de produtividade: US$ 39,8 bilhões

  •  

  • Gasto médico per capita para com diabéticos: US$ 31.143

  • (contra US$ 2.560 para indivíduos sem diabetes)

  •  

  •  

Estudos são mais raros

  • Estudos são mais raros

  • O Brasil é o país que demonstra maior estimativa de custos relacionados ao diabetes entre os países da América Latina, seguido pelo México e Argentina.

  •  

  • América Latina e Caribe

  • custo total relacionado ao diabetes: US$ 65,2 bilhões

  • custos diretos: US$ 10,7 bilhões

  • custos indiretos: US$ 54,5 bilhões

Avaliação da ADA dos custos indiretos incluem perda da produtividade devido à incapacidade (US$ 37,1 bilhões) e morte prematura (US$ 16,9 bilhões).

  • Avaliação da ADA dos custos indiretos incluem perda da produtividade devido à incapacidade (US$ 37,1 bilhões) e morte prematura (US$ 16,9 bilhões).

  • A ADA estima que, em média, pessoas com diabetes idade 18 a 64 anos, tem uma perda de 8,3 dias de tratalho em comparação com 1,7 dias por ano para pessoas sem diabetes.

  • O tratamento intensivo do DM2 aumentou significativamente os custos, mas reduziu os custos pelas complicações e aumentou o tempo livre de complicações!

  • Mais de 80% dos gastos com diabetes está concentrado nos países mais ricos do mundo e não nos mais pobres, onde vivem mais de 70% das pessoas com diabetes impactando negativamente no desenvolvimento sócioeconômico devido morbimortalidade precoce que atinge pessoas ainda em plena vida produtiva, onerando a previdência social e contribuindo para a continuidade do ciclo vicioso da pobreza e exclusão social

  • O diabetes irá custar para a economia mundial no mínimo US$ 376 bilhões em 2010, ou 11,6% do total dos gastos com cuidado da saúde de todo o mundo.

  •  

  • Até 2030, este número deve ultrapassar US$ 490 bilhões.

"Diabetes em Crianças e Adolescentes"

  • "Diabetes em Crianças e Adolescentes"

  • Tem como objetivo lutar, para que nenhuma criança fique sem tratamento ou morra por causa do diabetes.

  • Sistema Único de Saúde

  • Tem uma política de atenção ao Diabetes com ênfase na rede básica, com protocolos clínicos, capacitação de profissionais de saúde, assistência farmacêutica com fornecimento gratuito dos medicamentos essenciais, incluindo a Insulina.

  • Lei nº 11.347

  • Sua regulamentação pelo Ministério da Saúde o SUS deve garantir materias para o monitoramento e cadastramento da doença e Programas de Educaçao para auto-cuidados entre outros.

O diabetes mellitus é uma doença epidêmica e extremamente prevalente no nosso país;

  • O diabetes mellitus é uma doença epidêmica e extremamente prevalente no nosso país;

  • Apresenta elevado custo, principalmente decorrentes de suas complicações crônicas;

  • O controle metabólico adequado diminui a incidência de complicações agudas e crônicas e consequentemente dos custos relacionados;

  • O custo incremental do tratamento do diabetes é superado pela redução dos custos do tratamento das complicações;

  • As ferramentas da economia da saúde ajudam na tomada de decisão de gestores na alocação de recursos e opções de tratamentos.

E o papel do Médico

  • E o papel do Médico

  • Derivada do latim ars medicina, significa a

  • arte da cura.

  • origina-se do latim medicus < mederi, e significa:

  • "tratar da doença de alguém".

“O clínico tem papel fundamental na prevenção, diagnóstico e tratamento da Diabetes por ser, em geral, o único profissional procurado pelo paciente”, alerta o dr. Abrão José Cury Jr

  • “O clínico tem papel fundamental na prevenção, diagnóstico e tratamento da Diabetes por ser, em geral, o único profissional procurado pelo paciente”, alerta o dr. Abrão José Cury Jr

A Diabetes deve ser tratada de forma multidisciplinar, porém a maioria dos serviços médicos do país não oferece o atendimento com Psicólogos, Nutricionistas e outros profissionais.

  • A Diabetes deve ser tratada de forma multidisciplinar, porém a maioria dos serviços médicos do país não oferece o atendimento com Psicólogos, Nutricionistas e outros profissionais.

  • Diante disso, o papel do clínico se torna ainda mais importante e abrangente porque cabe ao médico oferecer ao paciente, além do tratamento, orientação nutricional e de atividade física, bem como apoio psicológico, já que a maioria dos pacientes abandona o tratamento.

Tratamento multidisciplinar:

  • Tratamento multidisciplinar:

  • Foco na educação em diabetes (programa de palestras regulares)

  • Periodicidade: consultas a cada 3-4 meses

  • Pré-consulta de enfermagem:

  • Avaliação da técnica de auto-monitorização

  • Avaliação de técnica de auto-aplicação

  • Esclarecimento dos cuidados de manipulação e

  • Armazenamento da insulina

Atividade física:

  • Atividade física:

  • Indicar atividade principalmente aeróbica 40-60 minutos no mínimo 2-3 vezes na semana. Cuidados com hipo/hiperglicemias

  • Avaliação nutricional:

  • Fundamental no planejamento: manter peso saudável

  • Normocalórica e fracionada

  • Rica em fibras solúveis

Suporte Social

  • Suporte Social

  • Assistente social reforça vínculo do paciente aos cuidados em sua comunidade de origem;

  • Orientação quanto ao apoio social (estatuto da criança e do adolescente)

  • Suporte Psicológico

  • Fundamental para o paciente e

  • sua família, principalmente em fase

  • inicial da doença;

  • Atuação em atendimentos individuais

  • ou em grupos por faixa etária (dinâmicas)

Guia Veja de Medicina e Saúde – Guia de Saúde da Família, volume 8.

  • Guia Veja de Medicina e Saúde – Guia de Saúde da Família, volume 8.

  • htp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?492

  • http://www.lava.med.br/livro/pdf/cicero_diabetico.PDF

  • http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1457

  • Sites da OMS e do Ministério da Saúde.

  • Outros.

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