Diabetes Mellitus I

Diabetes Mellitus I

DIABETES MELLITUS TIPO I

THAYANNE CORTEZ

RECIFE

MAIO-2010

THAYANNE CORTEZ

DIABETES MELLITUS TIPO I

Trabalho apresentado ao Preceptor Fernando Matos, da disciplina Cuidado ao Adulto em Situação Clínica da turma MA, turno manhã do curso de Bacharelado em Enfermagem.

Faculdade Maurício de Nassau

Recife - 10/05/2010

Sumário

Introdução..........................................................................................04

Estudo de Caso (Diabetes Mellitus tipo I)..........................................05

Síntese do Caso Clínico......................................................................05

Definição............................................................................................05

Etiologia............................................................................................06

Fisiopatologia...................................................................................06

Manifestações Clínicas......................................................................07

Diagnóstico.......................................................................................08

Tratamento.......................................................................................08

Diagnóstico e Intervenções de Enfermagem......................................09, 10

Prescrição Médica.............................................................................10, 11, 12

Exames Complementares..................................................................12,13

Conclusão.........................................................................................14

Referências Bibliográficas.................................................................15

Introdução

O presente trabalho trata-se de um estudo clínico de uma paciente acometida por DM tipo I, HAS, ITR e ITU, realizado numa instituição hospitalar dos Servidores do Estado - HSE, na cidade do Recife-PE no período de 29 de Abril à 10 de Maio do corrente ano. Apresentado por uma aluna do 5º período do curso de Bacharelado em Enfermagem da Faculdade Maurício de Nassau.

Será mais especificado a seguir a DM tipo I, esclarecendo seu tratamento, como pode ser diagnosticada, sinais e sintoma, os pacientes mais acometidos, tais informações serão indispensáveis para um melhor conhecimento da patologia estudada.

Estudo de Caso

(Diabetes Mellitus tipo I)

Síntese do Caso Clínico

05/05/2010 às 14:30. M.C.S, nascida em 13/05/1940, 69 anos, viúva,alfabetizada,católica, reside em Boa Viagem – Recife-PE em apartamento dos pais. Admitida no Hospital dos Servidores do Estado (HSE) no dia 13/04/2010, chegando à enfermaria 204-1 no dia 19/04/2010. É tabagista por tempo indefinido. Diagnóstico médico DM tipo I, HAS, ITU e ITR, hoje em tratamento. Ao exame revela-se uma paciente consciente, orientada, responde ao chamado, calma, acamada, integridade física prejudicada (possui úlcera por pressão em região sacral e fístula por procedimento cirúrgico em região trocantérica) dependente total da enfermagem, dieta por SNE, hipocorada (+/4+), acianótica,anictérica, hidratada, BPTP, couro cabeludo sem íntegro, sem anormalidades, pupilas isocóricas, sem desvio de septo nasal, higiene bucal insatisfatória, sem linfonodos palpáveis em região cervical e retroauricular, tórax chato simétrico. ACV: RCR em 2T S/S. Normocárdica 86b.p.m, normoesfigmica 84b.p.m, normotensa 100 x 70 mmHg, normotérmica 37 °C, AR: MV + em AHT s/ RA. Eupnéica 17 r.p.m. AD: Abd flácido, indolor à palpação, RHA ativos, sem VM. AGU: S/ anormalidade (SIC), evacuações presentes de aspecto pastoso (SIC). Diurese e evacuações por fralda. MMSS com presença de edema, sem sinais flogísticos e MMII preservados. Sem queixas até o presente momento.

Definição

O Diabetes mellitus tipo 1 é uma doença auto-imune. Uma doença auto-imune ocorre quando as células de defesa do organismo (sistema imune) produzem substâncias (anticorpos) que atacam, por engano, partes do próprio organismo. Desse modo, no caso do Diabetes tipo 1, tais anticorpos acabam por atacar e destruir as células beta do pâncreas que produzem a insulina, causando a falta desse hormônio no organismo. Com a falta de insulina, há aumento dos níveis de glicose no sangue. Assim sendo, nos primeiros meses após o início da doença, são detectados no sangue dos pacientes, diversos anticorpos sendo os mais importantes o anticorpo anti-ilhota pancreática, o anticorpo contra enzimas das células beta (anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico - antiGAD, por exemplo) e anticorpos anti-insulina.

Etiologia

Até o momento, os cientistas não sabem ao certo o real motivo pelo qual o sistema imune do organismo resolve atacar as células betas do pâncreas. Acredita-se que haja envolvimento de fatores auto-imunes, genéticos, ambientais e até mesmo alguns tipos de vírus. O Diabetes tipo 1 geralmente acomete crianças e adultos jovens (abaixo dos 35 anos), mas pode ocorrer em qualquer idade.

Nestes casos, o pâncreas não produz insulina ou a produz em quantidades muito baixas. Com a falta de insulina, a glicose não entra nas células, permanecendo na circulação sanguínea em grandes quantidades. Para esta situação, chamamos esse tipo de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM tipo 1).

Fisiopatologia

O pâncreas é o órgão responsável pela produção do hormônio denominado insulina. Este hormônio é responsável pela regulação da glicemia (glicemia: nível de glicose no sangue). Para que as células das diversas partes do corpo humano possam realizar o processo de respiração aeróbica (utilizar glicose como fonte de energia), é necessário que a glicose esteja presente na célula. Portanto, as células possuem receptores de insulina (tirosina quinase) que, quando acionados "abrem" a membrana celular para a entrada da glicose presente na circulação sanguínea. Uma falha na produção de insulina resulta em altos níveis de glicose no sangue, já que esta última não é devidamente dirigida ao interior das células.

Visando manter a glicemia constante, o pâncreas também produz outro hormônio antagónico à insulina, denominado glucagon. Ou seja, quando a glicemia cai, mais glucagon é secretado visando restabelecer o nível de glicose na circulação.O glucagon é o hormônio predominante em situações de jejum ou de estresse, enquanto a insulina tem seus níveis aumentados em situações de alimentação recente.

Como a insulina é o principal hormônio que regula a quantidade de glicose absorvida pela maioria das células a partir do sangue (principalmente células musculares e de gordura, mas não células do sistema nervoso central), a sua deficiência ou a insensibilidade de seus receptores desempenham um papel importante em todas as formas da diabetes mellitus.

A insulina é liberada no sangue pelas células beta (células-β) do pâncreas em resposta aos níveis crescentes de glicose no sangue (por exemplo, após uma refeição). A insulina habilita a maioria das células do corpo a absorverem a glicose do sangue e a utilizarem como combustível, para a conversão em outras moléculas necessárias, ou para armazenamento. A insulina é também o sinal de controle principal para a conversão da glicose (o açúcar básico usado como combustível) em glicogênio para armazenamento interno nas células do fígado e musculares. Níveis reduzidos de glicose resultam em níveis reduzidos de secreção de insulina a partir das células beta e na conversão reversa de glicogênio a glicose quando os níveis de glicose caem.

Manifestações Clínica

Os sintomas do Diabetes tipo 1 se desenvolvem em um curto período de tempo, de forma rápida, embora a destruição das células betas do pâncreas possam ter se iniciado há alguns anos atrás.

Os sintomas são os seguintes:

  • Aumento da sede, ou sede excessiva (polidipsia)

  • Aumento do volume urinário ou vontade de urinar várias vezes ao dia e também à noite(poliúria)

  • Fome exagerada (polifagia)

  • Perda de peso, mesmo sentindo mais fome e comendo mais que o habitual.

  • Turvação ou embaçamento visual.

  • Muita fadiga ou cansaço físico.

  • Tonturas.

  • Desidratação e boca seca.

Geralmente os sintomas acima descritos são os mais comumente observados no início de um quadro de Diabetes tipo 1, mas caso o diagnóstico para esta doença demore um pouco para ser feito, podem haver também:

  • Infecções repetidas na pele e mucosas.

  • Feridas ou machucados que demoram a cicatrizar.

  • Dores ou cansaço nas pernas.

Alguns pacientes podem apresentar também cetoacidose diabética, um estado extremo de desregulação metabólica caracterizada pelo cheiro de acetona na respiração do paciente, respiração de Kussmaul (uma respiração rápida e profunda), poliúria, náusea, vômito e dor abdominal e qualquer um dos vários estados de consciência alterados (confusão, letargia, hostilidade, mania, etc). Na cetoacidose diabética severa, pode ocorrer o coma (inconsciência), progredindo para a morte. De qualquer forma, a cetoacidose diabética é uma emergência médica e requer atenção de um especialista.

Diagnóstico

A diabetes mellitus é caracterizada pela hiperglicemia recorrente ou persistente, e é diagnosticada ao se demonstrar qualquer um dos itens seguintes:

  • Nível plasmático de glicose em jejum maior ou igual a 126 mg/dL (7,0 mmol/l)em duas ocasiões.

  • Nível plasmático de glicose maior ou igual a 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l duas horas após uma dose de 75g de glicose oral como em um teste de tolerância à glicose em duas ocasiões.

  • Nível plasmático de glicose aleatória em ou acima de 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l associados a sinais e sintomas típicos de diabetes.

Geralmente o paciente procura o médico queixando-se dos sinais e sintomas e através da investigação clínica (fatores genéticos, anamnese) e dos exames laboratoriais o médico fecha o diagnóstico.

Tratamento

O tratamento do Diabetes tipo 1 consiste na aplicação diária de insulina, uma vez que o organismo não produz mais o referido hormônio. A quantidade de insulina necessária dependerá do nível de glicose no sangue (ou nível glicêmico). Naturalmente, a alimentação também é muito importante, pois ela contribui para a determinação dos níveis glicêmicos. Uma dieta adequada e balanceada irá melhorar o tratamento do Diabetes tipo 1. Os exercícios físicos também ajudam no controle do nível glicêmico.

Existem diferentes tipos de preparação de insulina, que se distinguem pela velocidade com que é absorvida do tecido subcutâneo para o sangue (início da ação) e pelo tempo necessário para que toda a insulina injetada seja absorvida (duração da ação). Para cada paciente há uma dose individualizada de insulina, de acordo com os níveis glicêmicos observados. Por isso, todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado por médicos.

Diagnósticos e Intervenções de Enfermagem

  • Risco de Lesão relacionado à redução da sensação tátil, à diminuição da acuidade visual e à hipoglicemia.

Intervenções de Enfermagem:

- Incentivar a pessoa a solicitar auxílio durante a noite;

- Manter a cama mais baixo que o nível normal, para evitar quedas;

-Instruir a pessoa a usar sapatos bem ajustados,confortáveis e com solados antiderrapantes;

-Instruir a pessoa a ter o máximo de cuidado ao cortar e remover a cutículas das unhas;

- Ensinar a pessoa a eliminar tapetes soltos, desordem e pisos excessivamente encerados.

  • Medo relacionado ao diagnóstico de diabete e às suas complicações potenciais, à injeção de insulina, ao efeito negativo no estilo de vida.

Intervenções de Enfermagem:

-Orientar quanto ao procedimento, usando explicações simples;

-Usar declarações simples e diretas;

-Discutir os aspectos que podem ou não ser mudados;

-Orientar quanto ao rodízio dos locais para aplicação de insulina;

-Fornecer as orientações calma e lentamente.

  • Sentimento de impotência relacionado ao futuro desenvolvimento de complicações de diabete (cegueira,amputação, insuficiência renal, neuropatia dolorosa).

Intervenções de Enfermagem:

-Explorar efeitos da condição sobre: Trabalho, atividades de lazer, responsabilidade de papel;

-Ajudar a não ver como desamparo. Auxiliar a pessoa a identificar os pontos fortes e s vantagens pessoais;

-Explicar todos os procedimentos, regra e opções. Proporcionar tempo para responder às perguntas; solicitar que a pessoa escreva as perguntas a fim de não esquecê-las.

  • Risco de Enfrentamento Ineficaz relacionado à doença crônica, ao regime complexo de autocuidado e ao futuro incerto.

  • Risco de não-comprometimento relacionado à complexidade e à cronicidade do regime prescrito.

  • Risco de controle ineficaz do regime terapêutico relacionado ao conhecimento insuficiente sobre condições, automonitoramento da glicose sanguínea, medicamentos, dieta, tratamento de hipoglicemia, controle do peso, cuidados diários, programa de exercícios, cuidados com os pés, sinais e sintomas de complicações e recursos da comunicação.

Prescrição Médica (Caso clínico)

Dipirona 2ml EV de 6/6h

Nome Genérico: Dipirona Sódica

Nome Comercial: Dipidor, Novalgina, Neosaldina, Lisador, Nolotil e até Dipirona.

Indicações: analgésico13 e antipirético14

Contra Indicações: asma; deficiência de glicose-6-fostato-desidrogenase; crianças com menos de 3 meses de idade ou com menos de 5 kg de peso; crianças com menos de 1 ano de idade (intravenosa); crianças com menos de 4 anos (o supositório); hipersensibilidade a derivados pirazolônicos; infecção respiratória crônica; porfiria; reação alérgica a drogas.

Reações Adversas: Discrasias sangüíneas, agranulocitose, leucopenia e aplasia medular. Em pacientes sensíveis, independente da dose, pode determinar reações de hipersensibilidade, tipo eritema, angioedema e asma. Doses elevadas podem provocar sintomas de intoxicação: vertigem, hiperventilação, rubor cutâneo, hemorragia digestiva.

Omeprazol 40mg EV de 12/12h

Nome Comercial: Lesec, Losec Mups, Peprazol, Omeprotec, Omepramed.

Indicações: Úlcera duodenal, úlcera gástrica, úlceras resistentes. Esofagite de refluxo. Síndrome de Zollinger-Ellison. Erradicação do Helicobacter pylori em combinação com antibióticos. Lesões gástricas provocadas por drogas antiinflamatórias não esteroidais.

Contra Indicações: Hipersensibilidade ao omeprazol.

Reações Adversas: Cefaléia, vertigem. Diarréia, dor abdominal, náusea, vômito, constipação, alteração no paladar, cólon irritável, hipocolia fecal e candidíase esofágica. Dor nas costas, fraqueza e cãibras. Dor testicular e poliúria.

Glibenclamida 5mg, 1 comprimido antes do café da manhã.

Nome Comercial: Euglucon, Lisaglucon.

Indicações: Hipoglicemiante Oral.

Contra Indicações: Diabetes insulino-dependente; acidose importante, queimaduras graves, coma diabético, infecção grave, cetoacidose e traumatismos graves.

Reações Adversas: Náuseas, vômito, dor abdominal, plenitude gástrica, diarréia; reações alérgicas como prurido, erupções, urticária incluindo choque evasculite alérgica; hipersensibilidade à luz; hipersensibilidade cruzada às sulfonamidas ou seus derivados; trombocitopenia, anemia 15emolítica, eritrocitopenia, leucopenia, agranulocitose, pancitopenia; elevação dos níveis das enzimas hepáticas, comprometimento da função hepática; hepatite, insuficiência hepática; hipoglicemia e outros sinais de contra-regulação adrenérgica; alteração da fala, visão e sensação de paralisia; redução da concentração sérica de sódio; comprometimento da capacidade de dirigir ou operar máquinas.

Captopril 25mg VO de 8/8h e se TA > 180 X 110

Nome Genérico: Carbocisteína

Nome Comercial: Captolab ,Capton , Captocord, Ductopril.

Indicações: Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva. Infarto agudo do miocárdio. Nefropatia diabética.

Contra Indicações: Alergia ao captopril ou outro inibidor da ECA. Gravidez

Reações Adversas: Tosse seca persistente. Insônia, cefaléia, tonturas e fadiga. Rash cutâneo, reações cutâneas de fotossensibilidade, prurido, alopécia. Dor abdominal, náusea, diarréia, constipação, anorexia, alterações do paladar. Parestesias. Mais raramente ocorrem hipotensão arterial, angioedema, hiperpotassemia, neutropenia, agranulocitose, proteinúria, aumento da uréia e creatinina.

Bromoprida 01 ampola EV de 8/8h S/N

Nome Comercial: Digesan, Digesan Retarde, Plamet, Pangest, Pridecil.

Indicações: Náusea e vômito de qualquer natureza. Regulador da motilidade gastroduodenal. Exames radiológicos do tubo digestivo.

Contra Indicações:Hipersensibilidade ao fármaco. Gestação no último trimestre. Feocromocitoma sem controle médico adequado. Hemorragias gastrointestinais. Obstrução mecânica da motricidade gastrointestinal. Uso prévio de neurolépticos pode conferir uma sensibilidade especial a esta droga.

Reações Adversas: Foram descritos: cefaléia, contração muscular, espasmos musculares, fraqueza, sonolência e astenia.

Enoxaparina 60mg 01 ampola SC/Dia

Nome Comercial: Clexane

Indicações: Profilaxia da TVP e recidivas; profilaxia do tromboembolismo1 pulmonar e prevenção da coagulação do circuito extracorpóreo durante hemodiálise2.

Contra Indicações: Hipersensibilidade à enoxaparina sódica, à heparina e a seus derivados, inclusive outras heparinas de baixo peso molecular; endocardite bacteriana aguda ou em caso de endocardite em pacientes c/ prótese valvar; alterações graves da hemostasia; lesões orgânicas suscetíveis de sangramento; trombocitopenia em pacientes que apresentam teste de agregação positivo in vitro, na presença da enoxaparina; úlcera gastroduodenal ativa; acidente vascular cerebral.

Reações Adversas: Manifestações hemorrágicas: Assim como c/ outros anticoagulantes, podem ocorrer sangramentos na presença de fatores de risco associados como: lesões orgânicas suscetíveis de sangramento, procedimentos cirúrgicos ou uso de certas associações medicamentosas que afetem a hemóstase. A origem do sangramento deve ser investigada devendo-se instituir tratamento apropriado. Foram relatados sangramentos de grande porte incluindo sangramentos retroperitoneal e intracraniano, sendo que alguns casos foram fatais.

Exames Complementares (Caso clínico)

Hemograma. Data: 26/05/2010

  • Eritrócitos 3.7 Normal: 3.8 – 5.0

  • Hemoglobina 10.9 Normal: 11.8 – 14.8

  • Hematócrito 33.2 % Normal: 36 – 44 %

Conclusão: Anemia

  • Plaquetas: 654.000 Normal: 155.000 – 450.000

Conclusão: Plaquetocitose

  • Leucócitos 21.000 Normal: 4.000 – 11.000

Conclusão: Leucocitose

Conclusão

A Diabetes tipo I é uma doença gravíssima, por ocorrer principalmente em pessoas jovens. A importância da doença do ponto de vista social e econômico é inegável devido às altas taxas de morbidade, mortalidade e de incapacitação para o trabalho. Desta forma, fica evidente que tal doença merece especial cuidado no sentido de uma detecção precoce dos indivíduos susceptíveis para que haja possibilidade de intervenção nos mesmos. O entendimento dos aspectos imunológicos constitui assim a base para a detecção e prevenção do diabetes tipo I.

Este estudo foi de grande importância para o entendimento da patologia e para a observação do tratamento (dieta, controle da glicemia, insulinoterapia, etc). Observando principalmente os cuidados específicos de enfermagem

Referências Bibliográficas

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