vidrarias e equipamentos

vidrarias e equipamentos

(Parte 1 de 2)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

INSTITUTO DE.............

DEPARTAMENTO DE .............

CURSO DE ENGENHARIA DE PESCA

NOME DOS ALUNOS

VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO

MANAUS

2009

NOME DOS ALUNOS

............

VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO

Relatório apresentado para obtenção

de nota parcial da disciplina Química

Orgânica, ministrada pela Professora

Jaqueline de Araújo Bezerra.ghfghfghgf

Orientador: Profª. Msc. Jaqueline de Araújo Bezerra.

MANAUS

2009

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO.................................................................................................01

  2. OBJETIVOS.....................................................................................................02

  3. REVISÃO DE LITERATURA ..........................................................................03

  4. CONCLUSÃO..................................................................................................11

  5. REFERÊNCIAS...............................................................................................12

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1. INTRODUÇÃO

A química é uma ciência experimental e se ocupa especialmente das transformações das substâncias, de sua composição e das relações entre estrutura e reatividade. Os princípios fundamentais em que a química se apóia são baseados em fatos experimentais, razão pela qual o estudante deve dedicar grande parte de seu esforço de aprendizagem a aperfeiçoar-se em métodos de execução de trabalho experimental, e para isso, é fundamental que possua noções de como utilizar vidrarias e equipamentos em um laboratório de química.

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2.OBJETIVOS

Adquirir conhecimento básico sobre o manuseio de vidrarias e equipamentos de um laboratório de química, que é uma aprendizagem fundamental para que o estudante tenha um bom desempenho na execução de futuras atividades práticas.

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3. REVISÃO DE LITERATURA

Os laboratórios, tanto de Química quanto de Física e Biologia, fazem uso de vários instrumentos, são chamados de vidrarias e equipamentos.

As vidrarias são, em sua maioria, instrumentos de vidro cristal ou temperado, para que as medidas sejam precisas e o recipiente não reaja com a substância contida nele. Entretanto, elas devem ser tratadas com o maior cuidado possível, principalmente porque o vidro utilizado nelas é mais trabalhado que os de outros vidros quaisquer, assim sendo mais caros, obviamente. Os materiais de metal podem servir para suporte e manuseamento das vidrarias. Existem também materiais de porcelana, de borracha ou plástico e materiais que são fontes de aquecimento.

BÉQUER: É de uso geral em laboratório, servindo para dissolver substâncias, efetuar reações químicas, aquecer líquidos, etc. Também pode ser aquecido utilizando o bico de Bunsen em conjunto com a tela de amianto.

BURETA: É um equipamento calibrado para medir o volume de líquidos precisamente. Ela é graduada em décimos de milímetro e é muito utilizada em titulações.

BALÃO DE DESTILAÇÃO: É utilizado em destilações simples ou fracionadas; o braço do balão é então ligado ao condensador.

BALÃO VOLUMÉTRICO: É utilizado para preparo de soluções e para medir com precisão um volume único e fixo descrito no balão.

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BAQUETA: Serve para agitar ou transferir líquidos de um recipiente a outro. Ela é feita de vidro para não causar uma reação química na substância em questão.

ERLENMEYER: Tem as mesmas finalidades que o béquer, fazer titulações, aquecer líquidos e dissolver substâncias, dentre outras, mas tem a vantagem de permitir a agitação manual – o seu afunilamento em cima anula o risco de perda de material.

FUNIL COMUM: Ele é feito de vidro e é utilizado na transferência de substâncias entre recipientes e na filtragem de substâncias como o auxílio de um filtro de papel.

CONDENSADOR: É um equipamento que tem como finalidade condensar vapores, principalmente em destilações. Os mais comuns são os de Liebig, como o da figura. É comumente utilizado em conjunto com o balão de destilação.

FUNIL DE BROMO: O funil de bromo é utilizado para separar líquidos não miscíveis, ou seja, através da decantação. A torneira embutida nele permite que seja separado com facilidade, por exemplo, a água do óleo.

PROVETA: A proveta é um instrumento preciso e, portanto, altamente recomendado para medição de líquidos.

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PIPETA VOLUMÉTRICA: Usada para medir e transferir volume de líquidos, não podendo ser aquecida, pois possui grande precisão de medida. Mede um único volume, o que caracteriza sua precisão.

PIPETA GRADUADA: Utilizada para medir pequenos volumes, não sendo muito precisa. Mede volumes variáveis e não pode ser aquecida.

TUBOS DE ENSAIO: Nele podem ser feitas reações em pequena escala e pode ser aquecido diretamente sob a chama do bico de Bunsen.

PAPEL DE FILTRO: Serve para separar sólidos de líquidos. O filtro deve ser utilizado no funil comum.

ALONGA: Serve para conectar o condensador ao frasco coletor nas destilações, direcionando o fluxo de líquido.

CADINHO: Geralmente é feito de porcelana. Serve para calcinação (aquecimento a seco e muito intenso) de substâncias. Poder ser colocado em contato direto com a chama do bico de Bunsen. Suporta altas temperaturas, dependendo do material que foi feito.

ANEL OU ARGOLA: Preso à haste do suporte universal, sustenta o funil na filtração universal.

GARRA DE CONDENSADOR: Espécie de braçadeira que prende o condensador (ou outras peças, como balões, erlenmeyers etc.) à haste do suporte universal.

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PINÇA DE MADEIRA: Utilizada para segurar tubos de ensaio em aquecimento, evitando queimaduras nos dedos.

CÁPSULA DE PORCELANA: Recipiente para evaporar líquidos.

VIDRO DE RELÓGIO: Peça côncava para evaporação em análises de líquidos. Para aquecê-lo, use tripé com tela de amianto.

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