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2. CAMPO DE APLICAÇÃO
8. PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CARGA E SECCIONAMENTO

1. OBJETIVO 3. REFERÊNCIAS 4. TERMINOLOGIA 5. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 6. RAMAL DE LIGAÇÃO 7. RAMAL DE ENTRADA 9. MEDIÇÃO 10. ATERRAMENTO 1. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA 12. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA EM kW 13. PARTIDA DE MOTORES 14. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 15. EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 16. APRESENTAÇÃO DE CONSULTAS E DOCUMENTOS TÉCNICOS À CPFL 17. REGISTRO DE REVISÃO

TABELAS DESENHOS FIGURAS ANEXO I - Cuidados na Montagem do Padrão

Norma Técnica Distribuição

Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição

13Manual2.3Rubens Bruncek Ferreira27/07/20091 de 103 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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1. OBJETIVO

Orientar os clientes individuais da área de concessão das distribuidoras CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz, CPFL Jaguarí, CPFL Mococa, CPFL Leste Paulista e CPFL Sul Paulista, fixando os requisitos mínimos indispensáveis para ligação das unidades consumidoras individuais através de redes aéreas, em tensão secundária de distribuição.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO

2.1. Se aplica às instalações consumidoras residenciais, comerciais e industriais, de características usuais com carga instalada até 75 kW, a serem ligadas nas redes aéreas secundárias de distribuição urbana, sendo que as instalações com carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição, não objeto desta Norma.

Aplicam-se, também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e às unidades consumidoras em condomínios fechados.

Nota: Em loteamentos ou condomínios atendidos com redes de distribuição subterrânea, apesar do padrão de entrada seguir as diretrizes desta norma, os cabos de interligação com a rede secundária da concessionária devem atender às características específicas no item 7.4 do Documento GED 4101 (Rede de Distribuição Subterrânea para Condomínios – Projeto Elétrico).

2.2. Deve ser exigido o cumprimento desta Norma em todas as instalações novas, ligações provisórias, jardins, praças, avenidas com iluminação ornamental, iluminação de ciclovias, quiosques, feiras-livres, e assemelhados. Alternativamente, as instalações de praças, jardins, semáforos, painéis publicitários, equipamentos de telecomunicações, de TV a cabo e similares, podem ter, após aprovação prévia da CPFL, sistema de medição com padrão de entrada com leitura através de lente, conforme padronização técnica do documento GED 5788 - Padrão de Entrada Instalado no Alto do Poste com Leitura Através de Lente. As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas, desde que as condições técnicas permitam.

2.3. Em casos de reformas/alterações de carga, esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo, dependendo das condições técnicas e de segurança.

No manuseio desta Norma pode haver necessidade da consulta aos seguintes documentos, vigentes na época da aplicação.

Norma Técnica Distribuição

Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição

13Manual2.3Rubens Bruncek Ferreira27/07/20092 de 103 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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3.1. Normas da ABNT

NBR-5355 “Chaves Faca Tipo Seccionadora não Blindadas para Baixa Tensão”; NBR NM 60898 "Disjuntores para Proteção de Sobrecorrentes para Instalações

Domésticas e Similares” NBR-5410 “Instalações Elétricas de Baixa Tensão (NB-3)”;

NBR-5597 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Revestimento Protetor com

Rosca ANSI”;

NBR-5598 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Revestimento Protetor com

Rosca NBR-6414”;

NBR-5624 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Costura com Revestimento

Protetor e Rosca ISO-R228”; NBR-6591 “Tubo de Aço Carbono com Costura de Seção Circular”;

NBR-6150 “Eletroduto de PVC Rígido (EB-744)”;

NBR-6124 “Poste e Cruzeta de Concreto Armado (MB-221)”;

NBR-6880 “Condutores de Cobre para Cabos Isolados”;

NBR-6148 “Fios e Cabos com Isolação Sólida Extrudada de Cloreto de Polivinila para Tensão até 750 V, sem Cobertura”;

NBR-8159 “Ferragens Eletrotécnicas‚ para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de

Distribuição de Energia Elétrica - Formatos, Dimensões e Tolerâncias”; NBR-6248 “Isoladores de Porcelana Tipo Castanha”;

NBR-6249 “Isoladores de Porcelana ou Vidro Tipo Roldana”.

3.2. Padronização de materiais CPFL

• Documento CPFL GED 4136 - Caixa de Medição Tipo I • Documento CPFL GED 4137 - Caixa de Medição Tipo I

• Documento CPFL GED 4138 - Caixa de Medição Tipo IV

• Documento CPFL GED 4139 - Caixa de Medição Tipo V

• Documento CPFL GED 4143 - Caixa de Medição Tipo L

• Documento CPFL GED 4144 - Caixa de Medição Tipo T

• Documento CPFL GED 4017 - Caixa de Medição em Policarbonato Tipo CPFLPM-BC

• Documento CPFL GED 4018 - Caixa de Medição em Policarbonato Tipo CPFLPM-MC

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