Traçados de Caldeiraria Industrial
Traçado de calderaria
(Parte 1 de 5)

Espírito Santo
CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Caldeiraria Caldeiraria
Traçados de Caldeiraria
Traçados de Caldeiraria
© SENAI - ES, 1997
Trabalho realizado em parceria SENAI / CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão)
Coordenação Geral
Supervisão
Elaboração Aprovação
Editoração
Luís Cláudio Magnago Andrade (SENAI) Marcos Drews Morgado Horta (CST)
Alberto Farias Gavini Filho (SENAI) Wenceslau de Oliveira (CST))
| Carlos Roberto Sebastião | (SENAI) |
Silvino Valadares Neto (CST) Nelson de Brito Braga (CST)
Ricardo José da Silva (SENAI)
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial DAE - Divisão de Assistência às Empresas Departamento Regional do Espírito Santo Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 - Vitória - ES. CEP 29045-401 - Caixa Postal 683 Telefone: (27) 3325-0255
CST - Companhia Siderúrgica de Tubarão AHD - Divisão de Desenvolvimento de Recursos Humanos AV. Brigadeiro Eduardo Gomes, n° 930, Jardim Limoeiro - Serra - ES. CEP 29163-970 Telefone: (27) 3348-1333
| Traçagem de caldeiraria | 04 |
| • Traçado de Linhas | 04 |
| • Linhas Paralelas | 07 |
| • Bissetriz | 09 |
| • Divisões de Ângulos | 10 |
| • Traçado de Tangente | 12 |
| • Divisões da Circunferência | 14 |
| • Traçado de Espiras | 24 |
| Desenvolvimentos e Planificações | 28 |
| • Cilindro | 28 |
| • Cotovelo | 3 |
| • Tronco de Cone | 38 |
| • Curva de Gomo | 41 |
| • Quadrado para Redondo | 43 |
| • Retângulo para redondo | 48 |
| Intercessão de um Cone com um Cilindro | 50 |
| Tubulação Industrial | 53 |
| • Principais Materiais paraTubos | 53 |
| • Processos de Fabricação de Tubos | 54 |
| • Fabricação de Tubos pos Laminação | 54 |
| • Processos de Extrusão e Fundição | 57 |
| • Fabricação de Tubos com Costura | 58 |
| • Tubos de aço ao Carbono | 62 |
| Juntas de Expansão | 6 |
| • Movimentos das Juntas de Expansão | 69 |
| • Juntas de Telescópio | 70 |
| • Juntas de Fole ou Sanfona | 71 |
| Purgadores, Separadores e Filtros | 75 |
| • Instalação | 79 |
| • Principais Tipos de Purgadores | 82 |
| • Filtros para Tubulações | 90 |
| Suporte de Tubulaçã o | 94 |
| • Suporte Imóveis | 95 |
| • Alinhamento de Tubos | 97 |
Sumário Desenhos Isométricos ............................................................................................ 102
| Acessórios de Tubulação | 110 |
| • Classificação dos Acessórios de Tubulação | 110 |
| • Acessórios para solda de topo | 112 |
| • Acessórios para solda de encaixe | 113 |
| • Acessórios rosqueados | 115 |
| • Acessórios Flangeados | 116 |
| • Acessórios de Ligação | 117 |
| • Outros tipos de Acessórios de Tubulação | 118 |
| • Curvas em gomo e derivações soldadas | 120 |
| • Outros acessórios de tubulação | 124 |
| Válvulas | 127 |
| • Classificação das Válvulas | 128 |
| • Válvulas de Gaveta | 129 |
| • Válvulas de Macho | 135 |
| • Válvulas Globo | 136 |
| • Válvulas de Retenção | 140 |
| • Válvulas de Segurança e de Alívio | 144 |
| • Válvulas de Controle | 146 |
| • Outros Tipos Importantes de Válvulas | 148 |
| Simbologia de Tubulação Industrial | 151 |
Espírito Santo Acessórios de Tubulação Industrial - Avaliação ..................... 154
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| Departamento Regional do Espírito Santo | 5 |
AB, reta dada. Com ponta seca em A traçar dois arcos acima e abaixo da reta. Em seguida, com ponta seca em B traçar outros dois arcos que cortem os primeiros nos pontos C e D. Por estes pontos, passa a perpendicular pedida.
AB, reta dada. Ponto X. Com ponta seca em X marcar os pontos C e D. Depois, com ponta seca em C e D, respectivamente, traçar dois arcos que se cruzem no ponto E. A reta que une E com X é a perpendicular pedida.
Fig. 1 Fig. 2
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| 6 | Companhia Siderúrgica de Tubarão |
AB, reta dada. Y ponto fora da reta. Com ponta seca em Y, traçar dois arcos que cortem a reta nos pontos C e D. Em seguida, com ponta seca em C e depois em D, traçar dois arcos abaixo da reta AB, que se cruzem no ponto E.
A reta que une o ponto E com o ponto Y é a perpendicular procurada.
AB, reta dada. Com ponta seca em A, e qualquer abertura do compasso traçar o arco CD. Continuando com a mesma abertura do compasso e ponta seca em D, traçar o arco E. Com ponta seca em E (e mesma abertura do compasso) traçar o arco F. Ainda com mesma abertura do compasso e ponta seca em E e depois em F, traçar dois arcos acima que se cruzem no ponto G. A linha que une o ponto C ao ponto A é a perpendicular procurada.
Fig. 3 Fig. 4
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| Departamento Regional do Espírito Santo | 7 |
ABC, angulo dado. AB, reta dada. Com a ponta seca do compasso no vértice do angulo dado, traçar um arco que corte seus dois lados nos pontos E e F. Depois, com a ponta seca na extremidade A da reta (sem mudar a abertura do compasso) traçar outro arco. Em seguida, com abertura EF e ponta seca em E, traçar outro arco que corte o primeiro no ponto F. Ligando-se o A da extremidade da reta com F, obtém-se outro angulo igual ao primeiro.
Fig. 5
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| 8 | Companhia Siderúrgica de Tubarão |
ABC, angulo dado. Com abertura qualquer do compasso e ponta seca no vértice do angulo dado, traçar um arco que corte seus dois lados nos pontos E e F. Depois, com ponta seca em E e depois em F, traçar outros dois arcos que se cruzem no ponto G.
A linha que liga o vértice B do angulo com o ponto G é a bissetriz.
AB, primeira paralela. Z, distancia dada. Em dois locais quaisquer, próximos das extremidades da semi-reta AB, levantar duas perpendiculares C e D. Depois, com abertura de compasso igual a Z e ponta seca em C, marcar E. Com ponta seca D marcar F. A linha que liga E com F é paralela a AB.
Fig. 6 Fig. 7
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| Departamento Regional do Espírito Santo | 9 |
AB e CD são os lados do angulo de vértice desconhecido. Num ponto qualquer do lado CD levantar uma reta que toque o lado AB formando a linha EF. Centrar em E e traçar um arco que toque nos pontos G e H, marcando também o ponto 1. Centrar em F e traçar outro arco que toque nos pontos I e J, marcando também o ponto 2. Centrar no ponto 1 e depois em H e traçar dois arcos que se cruzem no ponto 3. Centrar em 1 e depois em G, e traçar outros dois arcos que se cruzem no ponto 4. Centrar em 2 e I e traçar dois arcos que se cruzem no ponto 5. Centrar em 2 e J e traçar dois arcos que se cruzem no ponto 6. Ligar E com 4 e F com 5 de modo que se cruzem no ponto 7. Ligar E com 3 e F com 6 de modo que se cruzem no ponto 8. A linha de centro que liga 7 a 8 é a bissetriz do angulo.
Fig. 9
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| 10 | Companhia Siderúrgica de Tubarão |
ABC, angulo dado. X, vértice do angulo. Centrar em X e com uma abertura qualquer do compasso traçar o arco DE. Em seguida, com a mesma abertura, centrar em E e traçar um arco marcando o ponto G. Centrar em D com mesma abertura e marcar o ponto H. Ligando X com G e X com 1 o angulo reto fica dividido em três partes iguais.
Fig.10
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| Departamento Regional do Espírito Santo | 1 |
AB diagonal maior. CD diagonal menor.
Ligar A com C e A com D. Ligar B com C e B com D, formando assim o losango. Dividir ao meio os lados do losango marcando os pontos E, F, G e H. Ligar D com E e C com G, marcando o ponto I. Ligar D com F e C com H, marcando o ponto J. Em seguida, centrar o compasso em D e traçar um arco que ligue E com F. Centrar em C e traçar outro arco que ligue G com H. Centrar em I e traçar um arco que ligue G com E. Centrar em J e traçar outro arco que ligue F com H, ficando assim pronta a circunferência em perspectiva.
Fig. 1
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| 12 | Companhia Siderúrgica de Tubarão |
Traçar a circunferência e marcar nela o ponto X. Ligar o ponto O (centro da circunferência) ao ponto X. Centrar o compasso em X e traçar um arco marcando o ponto 1. Centrar em 1 e com a mesma abertura do compasso marcar o ponto 2. Centrar em 2 e marcar o ponto 3. Centrar em 3 e depois em 2 e traçar dois arcos que se cruzem no ponto 4. A linha que liga 4 com X é a tangente pedida.
Fig. 12
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| Departamento Regional do Espírito Santo | 13 |
ABC, pontos dados. Unir os pontos A, B e C por meio de retas. Dividir estas retas ao meio e traçar as retas EF e GH de modo que se cruzem no ponto 1. O ponto 1 é o centro da circunferência que passa pelos pontos dados anteriormente.
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