Enfermagem em Emergências Respiratórias - I

Enfermagem em Emergências Respiratórias - I

(Parte 1 de 2)

Programa de Educação Continuada a Distância

Aluno:

EAD - Educação a Distância Parceria entre Portal Educação e Sites Associados

2 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para este Programa de Educação Continuada. É proibida qualquer forma de comercialização do mesmo. Os créditos do conteúdo aqui contido são dados aos seus respectivos autores descritos nas Referências Bibliográficas.

3 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

MÓDULO I ANATOMIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Tórax Estrutura da parede torácica Túnicas mucosas Túnicas serosas Nariz Seios paranasais Faringe Laringe Traqueia Árvore Brônquica Alvéolos Pulmonares Pulmões Pleuras ÁCINOS DIAFRAGMA FUNÇÃO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

MÓDULO I FISIOLOGIA DA FUNÇÃO RESPIRATÓRIA SUPRIMENTO SANGUÍNEO DOS PULMÕES SUPERFÍCIE ALVEOLAR SUPRIMENTO NERVOSO DA TRAQUEIA CONTROLE NEUROLÓGICO DA RESPIRAÇÃO Centros respiratórios bulbares Controle central da respiração Controle periférico da respiração

4 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

DRENAGEM LINFÁTICA VENTILAÇÃO E PERFUSÃO Troca e transporte de gases Concentração e pressão de O2 nos alvéolos Concentração e pressão de CO2 nos alvéolos Espaço morto fisiológico Transporte de O2 no sangue Função de tampão da hemoglobina Transporte de CO2 no sangue

MÓDULO I EXAME FÍSICO E PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS RELACIONADOS AO SISTEMA RESPIRATÓRIO INSPEÇÃO INSPEÇÃO ESTÁTICA Formas do tórax INSPEÇÃO DINÂMICA Tipo respiratório Frequência respiratória Ritmo respiratório Expansibilidade Torácica Retratações Inspiratórias Tiragem Sinal de Hoover Cornagem PALPAÇÃO PERCUSSÃO AUSCULTA OS SONS DA RESPIRAÇÃO Som Bronquial Som Broncovesicular

5 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Murmúrio vesicular ORIGEM DOS SONS DA RESPIRAÇÃO RUÍDOS RESPIRATÓRIOS ANORMAIS Sons Contínuos Sons Descontínuos AUSCULTA DA VOZ ATRITO PLEURAL EXAMES DIAGNÓSTICOS PROVAS DE FUNÇÃO PULMONAR EXAMES GASOMÉTRICOS ARTERIAIS CULTURAS EXAMES DE ESCARRO RADIOGRAFIA DO TÓRAX TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FLUOROSCOPIA ANGIOGRAFIA PULMONAR CINTILOGRAFIA BRONCOSCOPIA TORACOSCOPIA TORACOCENTESE BIOPSIA PELURAL BIOPSIA PULMONAR E BIOPSIA DE LINFONODO

MÓDULO IV MECÂNICA RESPIRATÓRIA Princípio da tensão superficial VOLUMES E CAPACIDADES RESPIRATÓRIAS Circulação pulmonar VENTILAÇÃO MECÂNICA

6 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

TIPOS DE VENTILAÇÃO ASSISTIDA CONTROLADA SIMV PSV ou PS MUDANÇAS NO SISTEMA RESPIRATÓRIO RELACIONADAS À IDADE

MÓDULO V PRINCIPAIS CAUSAS DE EMERGÊNCIA RESPIRATÓRIA E A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM RINITE SINUSITE FARINGITE Dois Tipos de Faringite TONSILTE E ADENOIDITE ABSCESSO PERITONSILAR LARINGITE ASMA BRÔNQUICA SÍNDROME DO DESCONFORTO RESPIRATÓRIO HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA TRAUMÁTICA FERIMENTOS NO ESFÔFAGO PNEUMONIA ENFISEMAS RUPTURA TRAQUEOBRÔNQUICA Traqueia cervical Traqueia torácica ou brônquios principais FRATURAS SIMPLES DE COSTELA FRATURAS MÚLTIPLAS DE COSTELAS FRATURA DO ESTERNO FIBROSE CÍSTICA Consequências da FC no organismo Dietas

7 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Terapia de Insuficiência Pancreática Deficiências Vitamínicas e Minerais Terapêutica Inalatória de Broncodilatadores Mucolíticos Drogas Moduladoras do Transporte Iônico DNAse Humana Recombinante Técnicas fisioterápicas DPOC Bronquite crônica Enfisema HIPERTENSÃO PULMONAR SILICOSE TUBERCULOSE HEMOTÓRAX Sistema de dreno CUIDADOS GERAIS COM DRENOS PNEUMOTÓRAX PNEUMOTÓRAX ABERTO PRESCRIÇÕES GERAIS DE ENFERMAGEM PARA O PACIENTE COM PATOLOGIAS ASSOCIADAS AO SISTEMA RESPIRATÓRIO CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE TRAQUEOSTOMIZADO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

8 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Tórax

O tórax é a região do corpo entre o pescoço e o abdome. Ele é achatado na frente e atrás, mas arredondado nos lados. O arcabouço esquelético das paredes do tórax, chamado caixa torácica, é formado pela coluna cervical atrás, as costelas e os espaços intercostais de ambos os lados e o esterno e as cartilagens costais na frente. Superiormente, o tórax se comunica com o pescoço, sendo inferiormente separado do abdome pelo diafragma.

A caixa torácica protege os pulmões e o coração e proporciona inserções para os músculos do tórax, extremidade superior, abdome e dorso. A cavidade do tórax pode ser dividida em uma parte mediana, chamada mediastino, e as pleuras e pulmões situados lateralmente.

Disponível em: <http://w.alfa1.org/>. Acesso em: 10 de Março de 2009.

9 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Estrutura da parede torácica

A parede torácica é revestida externamente pela pele e pelos músculos que prendem o ângulo peitoral ao tronco. Ela é revestida internamente pela pleura parietal. A parede torácica é formada:

• Anteriormente, pelo esterno e cartilagens costais;

• Superiormente, pela membrana suprapleural;

• E inferiormente, pelo diafragma, que separa a cavidade do tórax da cavidade do abdome.

Disponível em: <http://w.anatomiaonline.com>. Acesso em: 03 de Março de 2009.

10 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Túnicas mucosas

A túnica mucosa é o nome dado ao revestimento dos órgãos ou passagens que se comunicam com a superfície do corpo. Uma túnica mucosa consiste essencialmente em uma lâmina de epitélio suportada por uma lâmina de tecido conectivo, a lâmina própria. Uma túnica mucosa pode ou não secretar muco na sua superfície.

Disponível em: <http://instruction.cvhs.okstate.edu>. Acesso em: 28 de Fevereiro de 2009.

1 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Túnicas serosas

Elas revestem as cavidades do tronco e são refletidas sobre as vísceras móveis situadas dentro destas cavidades. Elas consistem em uma lâmina lisa de mesotélio suportada por uma fina lâmina de tecido conectivo.

Disponível em: <http://w.afh.bio.br>. Acesso em: 28 de Fevereiro de 2009 mês. ano.

A túnica serosa que reveste a parede da cavidade é chamada de lâmina parietal, e a que reveste a víscera é chamada de lâmina visceral.

O estreito intervalo, semelhante a uma fenda, que separa estas lâminas forma as cavidades pleural, pericárdica e peritoneal e contém uma pequena quantidade de líquido seroso, o exsudato seroso. Este lubrifica a superfície das túnicas e permite que as duas lâminas deslizem facilmente uma sobre a outra.

12 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em: <http://w.msd-brazil.com>. Acesso em: 1 de Fevereiro de 2009.

A lâmina parietal de uma túnica serosa desenvolve-se a partir da somatopleura e é ricamente suprida pelos nervos espinhais. Portanto, ela é sensível a todas as sensações comuns, tais como toque e dor.

Disponível em: <http://w.egms.de/>. Acesso em: 20 de Fevereiro de 2009.

13 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

A lâmina visceral desenvolve-se a partir da esplancnopleura e é suprida pelos nervos autonômicos. Ela é insensível ao toque e à temperatura, mas muito sensível ao estiramento.

Disponível em: <http://w.jornaldepneumologia.com.br>. Acesso em: 27 de Fevereiro de 2009.

Nariz

O nariz é composto de uma porção interna e outra externa. A porção externa faz protrusão a partir da face e é apoiada pelos ossos e cartilagens nasais. As aberturas nasais anteriores (narinas) são as aberturas externas das cavidades nasais.

14 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Fonte: NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

A porção interna do nariz é uma cavidade oca, separada nas cavidades nasais, direita e esquerda por um estreito divisor vertical, o septo. Cada cavidade nasal é dividida em três passagens pela projeção dos turbinados (também chamados de conchas) originados das paredes laterais.

15 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em:<http://w.drsandrocoelho.com.br>. Acesso em: 30 de Janeiro de 2009.

As cavidades nasais são revestidas com mucosas altamente vascularizadas, chamadas de mucosa nasal. O muco, secretado continuamente pelas células caliciformes, reveste a superfície da mucosa nasal, sendo mobilizado para trás, até a nasofaringe, pela ação dos cílios (pelos finos).

Disponível em<http://w.drsandrocoelho.com.br/>. Acesso em: 30 de Janeiro de 2009.

16 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

O nariz serve com uma passagem para que o ar faça o trajeto para dentro e para fora dos pulmões. Ele filtra as impurezas e umidifica e aquece o ar quando este é inspirado. É responsável pelo olfato; e esta função diminui com a idade.

Disponível em: <http://w.drsandrocoelho.com.br>. Acesso em: 07 de Fevereiro de 2009.

Seios paranasais

Os seios paranasais incluem quatro pares das cavidades nasais, as quais são revestidas pela mucosa nasal e epitélio colunar pseudoestratificado ciliado. Esses espaços aéreos são conectados por uma série de dutos que drenam para dentro da cavidade nasal.

17 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em: <http://portalsaofrancisco.com.br/>. Acesso em: 28 de Fevereiro de 2009.

Os seios paranasais são nomeados por sua localização: frontal, etmoidal, esfenoidal e maxilar.

Disponível em: <http://graphics8.nytimes.com>. Acesso em: 05 de Março de 2009.

18 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Uma função proeminente dos seios paranasais consiste em servir como um compartimento de ressonância na fala. Os seios paranasais são um sítio comum de infecção.

Disponível em:< http://4.bp.blogspot.com>. Acesso em: 05 de Março de 2009.

Faringe

A faringe, ou garganta é uma estrutura tubular que conecta as cavidades, nasal, oral e laríngea.

19 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em: <http://w.studiomel.com>. Acesso em: 03 de Março de 2009.

Disponível em: <http://w.infoescola.com>. Acesso em: 05 de Março de 2009.

Ela é dividida em três regiões: nasal, oral e laríngea. A nasofaringe localizase posterior ao nariz e acima do palato mole. A orofaringe aloja as tonsilas faciais ou

20 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores palatinas. A laringofaringe estende-se desde o osso hioide até a cartilagem cricoide. A epiglote forma a entrada da laringe.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Disponível em: <http://w.xenciclopedia.com>. Acesso em: 27 de Fevereiro de 2009.

21 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Laringe

Disponível em: <http://w.leadsguitar.com>. Acesso em: 25 de Fevereiro de 2009.

A laringe, órgão da voz, é uma estrutura cartilaginosa revestida por epitélio, que conecta a faringe a traqueia.

A principal função da laringe é a vocalização. Ela também protege a via aérea inferior contra substâncias estranhas e facilita a tosse. É frequentemente referida como a caixa vocal e consiste no seguinte:

2 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

• Epiglote – um retalho valvar que cobre a abertura da laringe durante a deglutição.

Disponível em: <http://w.vulgaris-medical.com>. Acesso em: 02 de Março de 2009.

23 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em: <http://w.geocities.com>. Acesso em: 02 de Março de 2009. • Glote – a abertura entre as cordas vocais da laringe

Disponível em: <http://w.afh.bio.br>. Acesso em: 02 de Março de 2009.

24 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Disponível em: <http://w.scielo.br>. Acesso em: 02 de Março de 2009.

• Cartilagem tireoide – a maior das estruturas cartilaginosas; parte dela forma o pomo – de - adão.

Disponível em: <http://w.cancernews.com>. Acesso em: 02 de Março de 2009.

25 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Cartilagem cricoide – o único anel cartilaginoso completo na laringe (localizado abaixo da cartilagem tireoide).

• Cartilagens aritenoides – usadas no movimento da corda vocal com a cartilagem tireoide.

• Cordas vocais – são os ligamentos controlados por movimentos musculares que produzem sons; localizadas na luz da laringe.

Traqueia

É composta de músculo liso com anéis cartilaginosos em forma de C a intervalos regulares. Os anéis cartilaginosos são incompletos na superfície posterior e proporcionam firmeza para a parede da traqueia, impedindo que ela se colabe. A traqueia serve como passagem entre a laringe e os brônquios.

Disponível em: <http://w.utihusf.hpg.ig.com.br>. Acesso em: 03 de Março de 2009.

A traqueia bifurca-se em dois brônquios principais, que entram nos pulmões, e são subdivididos em fissuras, formando divisões incompletas.

26 Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados aos seus respectivos autores

Epitélio da traqueia e brônquios

Disponível em: <http://w.utihusf.hpg.ig.com.br>. Acesso em: 03 de Março de 2009. Árvore Brônquica

(Parte 1 de 2)

Comentários