Afecções do sistema cardiovascular

Afecções do sistema cardiovascular

AFECÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

  • Enfª Bruna Raquel

ANGINA PECTORIS

  • refere-se a dor torácica subesternal ou retroesternal associada a uma isquemia temporária ou reversível do miocárdio

ETIOLOGIA

  • é provocada por suprimento inadequado de oxigênio ao miocárdio, devido a diminuição de fluxo sanguíneo pelas artérias coronárias

  • Em geral essa diminuição do fluxo resulta do desenvolvimento progressivo de aterosclerose no interior das artérias,

Outras causas:

  • vasoconstrição causada por espasmos ou drogas, baixa pressão, baixo volume sanguíneo e disrritmias.

SINTOMAS:

  • através de um dor de intensidade variável, sentida profundamente no tórax, normalmente esta dor se irradia para o pescoço, ombros, ou extremidades superiores, mais freqüentemente no lado esquerdo. Uma sensação de fraqueza nos braços, punhos e mãos mesmo de morte iminente.

fatores desencadeantes

  • esforço físico exagerado, ingestão de refeição pesada, emoções fortes, excitação, exposição ao frio.

diagnóstico:

  • observações das manifestações clínicas, do teste de nitroglicerina +, através do ECG, e do teste de esforço.

tratamento

  • consiste em reduzir a carga do trabalho cardíaco, diminuindo a demanda de O2 ao miocárdio. Alivio da dor com fármaco (nitroglicerina) e em prevenir o IAM. Em casos graves, poderá ocorrer uma intervenção cirúrgica

cuidados de enfermagem:

  • aliviar a dor, prevenir IAM. Reduzindo atividade física do PCT; evitar expor o PCT a situações de estresse e ansiedade; oferecer dieta leve e fracionada; evitar o PCT se exponha ao frio; proporcionar repouso; verificar SSVV de 6/6 horas ou como prescrição.

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM)

  • necrose isquêmica das células do miocárdio. Ou o tecido do miocárdio é destruído em áreas cardíacas que foram privadas do suprimento sanguíneo adequado.

Causas:

  • as causas do IM incluem obstrução das artérias coronarianas devido ao desenvolvimento progressivo de aterosclerose; espasmo das artérias coronárias; embolia

fisiopatologia

  • a gravidade depende da área lesada, enquanto esta ocorrendo morte celular, o coração esta utilizando oxigênio e reservas de glicogênio.

Sinais e Sintomas

  • dor torácica, dispnéia, alterações na freqüência cardíaca, náusea, vômitos, febre, aumento da contagem de leucócitos.

manifestações clínicas

  • Começam por dor súbita, na parte inferior da região esternal e no abdome superior. Dor constante e constritiva, chegando a ser insuportável. Esta dor intensa tipo garra, pode irradiar-se para os ombros e braços (esquerdo). Começa espontaneamente, persiste por horas ou dias.

Obs: o individuo com oclusão grave pode apresentar sinais de choque, a pele adquire uma coloração acinzentada, com uma sudorese intensa e viscosa, ocorre hipotensão.

diagnosticos

  • sintomatologia descrita; historia clinica; exames físicos e laboratoriais, (ECG e transaminase glutâmico oxalacética (TGO), a creatinofostoquinase (CPK) apresentando níveis elevados).

tratamento:

  • as primeiras 48 horas requer vigilância constante;

  • o tratamento objetiva detectar as arritmias,

  • aliviar o choque e a dor,

  • proporcionar repouso ao miocárdio,

  • evitar complicações e

  • interromper a evolução da arteriosclerose

Cuidados de enfermagem:

  • ambiente calmo, verificar SSVV de 30/30 min; ficar atentos aos sinais de alarme (monitor); fazer punção venosa de grosso calibre; oxigenação e massagem cardíaca (urgência); anotar diurese; cuidados higiênicos, estimular respiração profunda; mudar de decúbito 2/2 hs; exercício passivos com os MI (Imediatos). – auxiliar pct a levantar do leito e a deambular, evitar expor o pct a atividades que desencadeiam dispnéia, não expor a frio e calor, evitar conversas longas, dieta leve (hipossódica e hipolipídica).

INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA - ICC

  • Descrição: é uma condição caracterizada por congestão dos tecidos corporais devido a incapacidade do coração de bombear uma quantidade suficiente de sangue para suprir as necessidades metabólicas dos tecidos. Pode ser direita e esquerda.

ETIOLOGIA

  • 1. distúrbios com diminuição do DC (IM), com acumulo de líquidos nos tecidos.

  • 2. esvaziamento inadequado do sangue nos ventrículos devido a diminuição da contratilidade, doença valvular, defeitos congênitos, hipertensão, hipervolemia e anemia

OBS: o esvaziamento inadequado resulta em acumulo de sangue nos vasos, órgãos ou câmara localizada atrás do ventrículo em falência

ESQUERDA: ICE

  • o coração perde a força contrátil necessária para impulsionar o sangue que chega dos pulmões para o organismo, e a tendência é ir-se acumulando este sangue nos espaços pulmonares, o que provocará um edema pulmonar.

  • sintomas: dispnéia de esforço, respiração superficial, dispnéia noturna, ortopneia, tosse e fadiga, insônia, taquicardia, inquietação.

DIREITA: ICD

  • fatalmente acontecerá dilatação do ventrículo direito e oxigenação diminuída do sangue. O sangue tenderá a retornar para os locais de origem causando acumulo de líquidos nos órgãos responsáveis pela circulação.

  • - sintomas: elevação da pressão e a congestão de veias e capilares sistêmicos, com edema de tornozelos, que aumentam no final do dia e diminui com repouso e a elevação dos membros. Congestão hepática, dilatação das veias do pescoço, a anorexia e náuseas, a nictúria e a fraqueza.

diagnóstico :

  • exame físico e anamnese, com achados cardiovasculares,

  • exame de sangue para dosagem de sódio e potássio,

  • RX de tórax,

  • gasometria, e

  • ainda cateterismo cardíaco,

  • pressão venosa central,

  • ECG

tratamento:

  • objetivo melhorar a forca contrátil e a eficiência do miocárdio, reduzindo a demanda circulatória e eliminando os fatores que estimulam a ação cardíaca. Também eliminar o excesso de liquido do organismo.

  • repouso, dieta branda e hipossódica, Adm de digitálicos e de diuréticos, oxigenoterapia.

cuidados de enfermagem:

  • proporcionar conforto; manter em repouso, ambiente calmo e tranqüilo, incentivar mudança de decúbito 2/2 hs, estimular e supervisionar respiração profunda, executar exercício passivos e ativos com MMI, manter cama em posição de Fowler, pesar o pct diariamente, anotar volume de líquidos ingeridos e eliminados, dieta leve (hipossódica), anotar alterações intestinais, Adm Med conforme prescrição, observar sinais de intoxicação medicamentosa.

Obs: não Adm digitálicos com pulso inferior a 60 bat/min. - sintomas de toxicidade digitálica: arritmias, anorexia, náusea, vomito, diarréia, bradicardia, cefaléia, mal-estar e alterações comportamentais.

EDEMA AGUDO DO PULMÃO

  • descrição: rápida acumulação de liquido nos espaços extravasculares do pulmão (alvéolos e intertício).

etiologia

  • ICC, IM, sobrecarga a infusões ou transfusões, hipersensibilidade a drogas, alergia, envenenamento.

fisiologia:

  • ingurgitados com sangue, os capilares pulmonares eventualmente não conseguem reter estes conteúdos e o liquido extravasa para dentro dos alvéolos. Essa acumulação de liquido faz com que os pulmões se enrijeçam, comprometendo a expansão normal.

sinais e sintomas:

  • dispnéia, crepitações e sibilos, taquicardia, pele cianótica, fria, úmida, inquietação e ansiedade, distensão venosa jugular.

HIPERTENSÃO ARTERIAL

  • é uma condição ou anormalidade dos pequenos vasos do sistema arterial. Ocorre uma elevação na pressão sistólica ou diastólica

Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.

Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.

  • Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.

  • Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.

Cuidados para medir a pressão arterial

  • repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável a bexiga deve estar vazia (urinar antes)

  • após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir

  • o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração

  • não falar durante o procedimento

  • esperar 1 a 2 minutos entre as medidas

  • manguito especial para crianças e obesos devem ser usados

  • a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas vale a medida de menor valor obtido

classificada em:

  • A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida

Hipertensão arterial sistêmica

  • A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.

No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.

  • No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.

  • No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.

  • Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.

  • No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.

  • No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes

Manifestações clínicas

  • pré-hipertensiva (cefaléia, vertigem, insônia, irritabilidade e hemorragia nasal); moderada grave (convulsão, cefaléia occipital intensa e edema pulmonar; maligna (AVC, cefaléia, convulsões diminuição da visão, hemorragia ocular, náuseas e vômitos).

Tratamento:

  • busca reduzir a pressão sanguínea a níveis normais, com isso diminuir o risco da evolução rápida da lesão vascular. São utilizados diuréticos e vasodilatadores

Cuidados de enfermagem:

  • evitar estresse, ambiente calmo,

  • verif. PA todos os dias no mesmo horário,

  • evitar excesso de atividade,

  • dieta hipossódica,

  • Adm Méd prescrito.

  • OBS: observar sinais de hipotensão.

ARTERIOSCLEROSE

  • é uma patologia que acomete as artérias e se caracteriza pelo endurecimento, perda da elasticidade e espessamento das paredes artérias.

Apresenta em três formas:

  • aterosclerose: é forma mais comum manifestada pela formação de ateromas

  • esclerose media: calcificação da camada media das artérias.

  • arteriosclerose: esclerose arteriolar difusa, com espessamento endotelial e fibromuscular das paredes das arteríolas

ETIOLOGIA:

  • predisposição hereditária;

  • idade,

  • sexo (fatores de risco); maior incidência entre os homens.

  • Tensão emocional,

  • hipertensão,

  • obesidade, DM,

  • inatividade física e o fumo

manifestações clinicas:

  • estão na dependência do órgão afetado ou tecido afetado,

  • podendo ocorrer as doenças cardíacas INFARTO DO MIOCÁRDIO e ANGINA

Tratamento:

  • se Dara onde ocorrer a afecção principal

Endocardite

  • A endocardite é a inflamação do revestimento interior liso do coração (o endocárdio), sendo mais freqüentemente resultante de uma infecção bacteriana.

ENDOCARDITE INFECCIOSA

  • A endocardite infecciosa é uma infecção do endocárdio e das válvulas cardíacas. Por Bactérias (e, menos freqüentemente, fungos) que invadem a corrente sangüínea ou, em raras circunstâncias, contaminam o coração durante uma cirurgia cardíaca a céu aberto podem alojar-se nas válvulas cardíacas e infectar o endocárdio.

Complicações :

  • Acúmulos de bactérias e coágulos sangüíneos nas válvulas (denominados vegetações) podem soltar-se e deslocar-se até órgãos vitais, onde eles podem obstruir o fluxo sangüíneo arterial. Essas obstruções são muito graves, podendo causar acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, infecção e lesão da área onde estiverem localizadas.

Aguda e Subaguda:

  • A endocardite infecciosa pode ocorrer subitamente e pode ser potencialmente letal em questões de dias (endocardite infecciosa aguda),

  • pode evoluir de forma sutil e gradual, ao longo de um período de semanas a vários meses (endocardite infecciosa subaguda).

Causas:

  • uma lesão da pele, da mucosa oral ou das gengivas (mesmo uma lesão em decorrência de uma atividade normal, como escovar os dentes ou mastigar) pode permitir que um pequeno número de bactérias invada a corrente sangüínea.

A gengivite

  • A gengivite

  • as infecções de pele menores e infecções em qualquer outra parte do organismo

  • Certos procedimentos cirúrgicos, odontológicos e médicos

  • o uso de linhas intravenosas para o fornecimento de líquidos, nutrientes ou medicamentos, a cistoscopia (inserção de um tubo que permite a visualização do interior da bexiga) e a colonoscopia (inserção de um tubo para visualização do interior intestino grosso).

Os usuários de drogas injetáveis apresentam um grande risco de endocardite, pois é comum a injeção de bactérias diretamente na corrente sangüínea através de agulhas, seringas ou soluções de drogas contaminadas

  • Os usuários de drogas injetáveis apresentam um grande risco de endocardite, pois é comum a injeção de bactérias diretamente na corrente sangüínea através de agulhas, seringas ou soluções de drogas contaminadas

as válvulas cardíacas lesadas podem aprisionar bactérias, as quais, em seguida, alojam-se no endocárdio e começam a multiplicar- se.

  • as válvulas cardíacas lesadas podem aprisionar bactérias, as quais, em seguida, alojam-se no endocárdio e começam a multiplicar- se.

  • Os indivíduos que apresentam um defeito ou uma anormalidade congênita que permite a passagem de sangue de uma parte do coração para outra (por exemplo, de um ventrículo a outro) também apresentam maior risco de sofrer endocardite.

Evolução:

  • A presença de algumas bactérias no sangue (bacteremia) pode não produzir sintomas imediatos, mas é possível que a bacteremia evolua para a septicemia, uma infecção grave do sangue, a qual, normalmente, provoca febre alta, calafrios, tremores e hipotensão arterial.

Vista Interna da Endocardite Infecciosa

Sinais e Sintomas:

  • sinais e sintomas: calafrios, febre, sudorese, anorexia, emagrecimento, tosse, dor lombar. Cutâneas: petéquias, maculas púrpuras nas regiões plantares e palmares, nódulos avermelhados e dolorosos na polpas dos dedos. AVC, Meningite.

diagnóstico :

  • minucioso exame físico,

  • anamnese com observação dos sinais e sintomas,

  • hemocultura,

  • ECG,

  • Ecografia

  • atividades reumáticas.

Tratamento:

  • cuidados com as manifestações,

  • com antibioticoterapia,

  • antitérmicos

  • aintinflamatórios.

  • Intervenções cirúrgicas para reparação.

Endocardite Não Infecciosa

  • A endocardite não infecciosa é um distúrbio no qual ocorre formação de coágulos sangüíneos nas válvulas cardíacas lesadas. Os indivíduos com maior risco de endocardite não infecciosa são as que apresentam lúpus eritematoso sistêmico (doença do sistema imune), câncer do pulmão, estômago ou pâncreas, tuberculose, pneumonia, infecção óssea ou doenças que provocam perda significativa de peso..

Como ocorre com a endocardite infecciosa, as válvulas cardíacas podem permitir escapes ou sua abertura pode ser inadequada. O risco de êmbolos virem a causar um acidente vascular cerebral ou um infarto do miocárdio é elevado. Podem ser utilizadas drogas que impede a coagulação, mas não foram publicadas pesquisas confirmando seus benefícios

  • Como ocorre com a endocardite infecciosa, as válvulas cardíacas podem permitir escapes ou sua abertura pode ser inadequada. O risco de êmbolos virem a causar um acidente vascular cerebral ou um infarto do miocárdio é elevado. Podem ser utilizadas drogas que impede a coagulação, mas não foram publicadas pesquisas confirmando seus benefícios

Miocardite

  • O Miocárdio é a parte média da parede do coração.

  • O miocárdio é composto por um tecido muscular especial, o músculo cardíaco, e tem como função básica ejetar o sangue que se encontra no interior do coração.

  • Miocardite é o processo inflamatório que acomete o miocárdio.

Causas:

  • Complicações de febre reumática

  • Por infecções virais, bacterianas e fúngicas

Manifestações clínicas

  • Se manifestam de acordo com o tipo de infecção, o grau da lesão miocárdica e a capacidade de regeneração do coração.

  • Fadiga, dispnéia, palpitações, dor e desconforto torácicos, febre e sinais de ICC

Diagnóstico

  • Exame fisico

  • Amamnese do paciente

  • Hemocultura

  • Provas da atividade reumatica

  • Pravas da funcao cardiaca

  • ECG

Tratamento:

  • Promover conforto

  • Uso de digitalicos e diureticos

  • Antitermicos, antiinflamatorios e antibioticos.

Complicações

  • Edema pulmonar

  • Trombose venosa

  • embolia

Cuidados de enfermagem:

  • Proporcionar ambiente calmo e sem estresse

  • Repouso rigoroso

  • SSVV conforme prescricao

  • Mudar de decubito

  • Cuidados higienicos

  • Supervisionar respiracao profunda

  • Adm medicação prescrita

  • Dar atencao as queixas.

Pericardite

  • Pericárdio é um saco membranoso que envolve o coração.

A pericardite é a inflamação dessa membrana

  • A pericardite é a inflamação dessa membrana

Causas:

  • Febre reumática

  • Infecções por vírus e bactérias

  • Traumatismos torácicos

  • Cirurgias cardíacas

  • Infecções respiratórias e renais.

Diagnosticos:

  • Exame fisico

  • Ausculta cardiaca

  • Anamnese

  • Hemocultura

  • ECG

  • Ecocardiografia

  • pericardiocentese

Tratamento:

  • Respouso rigoroso

  • Na adm de antibióticos e corticóides de antiinflamatórios, analgésicos, antitérmicos e na pericardiocentese.

Comentários