Protocolo admissão hospitalar

Protocolo admissão hospitalar

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REVISÃO: Assunto: Admissão Hospitalar

Conceito: é a entrada e permanência do paciente em uma instituição (hospitalar ou clínica), com finalidade terapeuta.

Finalidade: Responsável:

Indicação: Contra-indicações:

Descrição

Preparar o leito que o paciente irá ocupar, logo após a notificação do serviço de internação Verificar o prontuário, certificando-se do leito que o paciente irá ocupar Receber o paciente cordialmente no posto de enfermagem acompanhado da ficha de identificação, na prescrição médica e do laudo de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) preenchidos corretamente, chamando-o pelo nome e apresentado-se Encorajar o paciente quanto o tratamento, animado-o e procurar estabelecer relação de confiança Acolher o paciente no quarto/enfermaria, demonstrando que ele é bem-vindo, e apresentá-lo aos demais internos Encaminhar o paciente ao leito e orientá-lo em relação: à localização das instalações sanitárias, aos horários de refeição, ao nome do médico assistente e da equipe, ao uso da campainha, ao horário de visita e à troca dos acompanhantes Explicar o regulamento do hospital em relação: ao fumo, às visitas, aos acompanhantes, ao telefone, aos pertences dos pacientes e de acompanhantes, aos serviços religiosos e as atividades recreativas Solicitar aos familiares que tragam objetos de uso pessoal, se necessário Guardar roupas e valores, em caso de o paciente estar desacompanhado Comunicar-se com o serviço de nutrição quanto à dieta do paciente Conduzir o banho, observando a presença de feridas, alergias e quaisquer anormalidades físicas Providenciar roupas do hospital e entregar os pertences do paciente para a família Verificar e anotar os sinais vitais (SV), os sintomas, as alergias e as alterações identificadas no exame físico Identificar o leito, preenchendo a placa de identificação Abrir folha de prescrição, preenchendo corretamente, anotando o horário de admissão, as condições do paciente (sintomas observados e queixas) e o diagnóstico Iniciar os procedimentos terapêuticos de acordo com a prescrição médica e a rotina estabelecida na unidade Orientar o paciente e o acompanhante quanto à dieta prescrita e à relevância de segui-las criteriosamente, não aceitando outros alimentos Quando houver vontade de comer outros alimentos, solicitar primeiramente ao serviço de nutrição Certificar-se de que o paciente está acomodado conforme orientações médicas. Fazer preparo psicológico do paciente caso venha receber sangue e derivados Se necessário, solicitar apoio psicológico para o paciente e orientá-lo sobre os serviços disponíveis

REFERÊNCIAS: - FERNANDES, A. M. O. Manual de Normas e Rotinas Hospitalares. AB Editora, Ed. 2006.

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REVISÃO: Assunto: Aspiração das Vias Aéreas

Conceito: consiste em retirar secreções traqueobrônquicas e orofaríngeas através de uma sonda ligada a um aparelho de sucção.

Finalidade: manter as vias aéreas livres e permeáveis, garantir ventilação e oxigenação adequadas, prevenir complicações no quadro clínico geral do paciente provocadas por acúmulo de secreções nos pulmões.

Responsável:

Indicação: Contra-indicações:

Material

Luvas estéreis Sondas de aspiração ( 4 a 10 para crianças e 10 a 14 para adultos) Água destilada Seringa de 20 ml com proteção Ambu conectado a rede de O2 Gazes Frasco com água comum Saco plástico pequeno Rede de gases testada (vácuo, ar comprimido e oxigênio) Aspirador de parede Frasco coletor de vidro com extensão de látex estéril Máscara facial Óculos (se necessário)

Descrição

Reunir material Higienizar as mãos Orientar o acompanhante sobre o procedimento Colocar máscara e óculos Utilizar sonda de aspiração de acordo com o tamanho do TOT do paciente Abrir a embalagem da sonda estéril e conectar ao látex, sem contaminar a sonda Calçar a luva estéril Com uma mão segurar a sonda (estéril) e com a outra ligar o aspirador e desconectar o respirador do TOT Introduzir a sonda de aspiração no TOT Fazer aspiração de 3 a 5 vezes Não ultrapassar 15 segundos no tempo total de tempo de sucção de cada vez Suspender a aspiração e ventilar o paciente quando ocorrer cianose e sangramento Ventilar o paciente novamente e aspirar quantas vezes forem necessárias

Religar o respirador mecânico ou o nebulizador no paciente, Lavar a extensão do látex com água Aspirar às narinas e depois a boca até a faringe, fazendo movimentos circulares Lavar novamente o látex

Desligar o aspirador de secreções e desprezar a sonda de aspiração Retirar luvas e lavar as mãos Auscultar os pulmões após a aspiração Retirar as luvas Deixar a unidade e o material em ordem Higienizar as mãos Registrar no prontuário o procedimento realizado, inclusive as condições da paciente

Aprovação

Elaborado porAprovado chefia imediata Aprovação final

- HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UFMG. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar: Guia de utilização de antimicrobianos e recomendações para prevenção de infecções hospitalares. Belo Horizonte: HC- UFMG, 2005

- VIANA; D. L., CONTIM; D.; ABE; E. S. H.; AZEVEDO, S. D. R. Manual de Procedimentos em Pediatria. São Paulo: Yendis, 2006.

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REVISÃO: Assunto: Calçamento de Luvas

Conceito:

Finalidade: controle de infecção para evitar possíveis contaminações por meio das mãos. Responsável:

Indicação: Contra-indicações:

Descrição

Abrir o pacote de luvas sobre uma superfície plana e limpa Segure e eleve a luva direita, segurando a dobra do punho da luva com a mão esquerda Inserir a mão direita dentro da luva sem tocar a roupa ou a parte externa da luva, não faça o ajuste final do posicionamento da luva agora. Eleve a luva esquerda introduzindo os dedos da mão enluvada dentro do punho dobrado da luva esquerda Com os dedos enluvados ainda dentro da dobra do punho da luva, introduza a mão esquerda dentro da luva e desdobre seu punho. Depois das mãos estarem enluvadas, faz os ajustes finais do posicionamento das luvas.

Aprovação

Elaborado porAprovado chefia imediata Aprovação final

REFERÊNCIAS - GEOVANINI, T.; OLIVEIRA, A.G.J.; PALERMO, T.C.S. Manual de Curativos. Ed. Corpus, 2007.

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REVISÃO: Assunto: Coleta de hemocultura

Conceito:

Finalidade: descartar e identificar a presença de microorganismos na corrente sangüínea. Responsável:

Indicação: Contra-indicações:

Material

Máscara Luva estéril Material de curativo Seringa descartável Agulhas descartáveis 25x7 Garrote Álcool a 70% Solução anti-séptica Frasco de hemocultura à temperatura ambiente Gaze seca estéril Sabão especial Saco plástico

Descrição

Reunir material Higienizar as mãos Orientar o paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento Colocar a máscara Abrir o pacote de material de curativo Colocar dentro do campo estéril: seringa, agulhas, gaze seca e anti-séptica na gaze Fazer a anti-sepsia da boca do frasco de hemocultura com álcool a 70% Garrotear o membro e localizar a veia a ser puncionada Soltar o garrote Fazer anti-sepsia da pele com auxílio do material de curativo e solução anti-séptica Retirar o excesso da solução anti-séptica com gaze seca Garrotear o membro novamente Calçar luva estéril Palpar a veia e puncioná-la Aspirar o volume de sangue necessário ( cerca de 5 ml) Soltar o garrote do membro Trocar a agulha da seringa Colocar o sangue no frasco de hemocultura lentamente Misturar delicadamente o sangue ao meio de cultura Colocar o frasco em saco plástico

Retirar as luvas

Lavar as mãos. Deixar a unidade e o material em ordem Higienizar as mãos Registrar no prontuário o procedimento realizado, inclusive as condições da paciente

Aprovação

Elaborado porAprovado chefia imediata Aprovação final

- ROGANTE; M.M.; FURCOLIN, M.I.R. Procedimentos Especializados de Enfermagem: Departamento de Enfermagem do Hospital das Clínicas- UNICAMP. São Paulo: Atheneu, 2000.

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REVISÃO: Assunto: Coleta de sangue arterial

Conceito:

Finalidade: coletar sangue arterial para obter-se uma avaliação das alterações ácido-básicas do paciente. Responsável:

Indicação: Contra-indicações:

Material

Luva de procedimento Seringa de 5 ml Agulha descartável 25x7 ou 10x5 Algodão com álcool a 70% Heparina Tampa pequena de borracha Forro Saco plástico

Descrição

Reunir material Higienizar as mãos Orientar o paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento Montar a seringa com agulha Fazer anti-sepsia do frasco de heparina Aspirar 0,1ml do frasco de heparina, puxando o êmbolo da seringa até a porção final da mesma para heparinizá-la corretamente Trocar a agulha, retirar todo o ar da seringa e proteger a agulha Identificar a seringa com o nome do paciente, leito e número do registro, horário da coleta Levar o material na bandeja junto ao paciente Escolher o local de melhor condição para a punção arterial Palpar e sentir a pulsação Proteger a região a ser puncionada com um forro ou impermeável Fazer a anti-sepsia da pele com algodão e álcool a 70% Fixar a artéria entre o dedo indicador e médio Posicionar a agulha e seringa corretamente Puncionar a artéria introduzindo a agulha lentamente, com o bisel voltado para cima Deixar o êmbolo da seringa subir normalmente logo que o sangue torne-se visível Colher 2 ml de sangue arterial Retirar todo o ar da seringa fixando o seu êmbolo através da ponta da agulha espetada numa tampa de borracha Pressionar firmemente a artéria por cerca de cinco minutos, ou até que haja parado completamente o sangramento Colocar a seringa no saco plástico

Retirar as luvas Lavar as mãos. Deixar a unidade e o material em ordem Higienizar as mãos Registrar no prontuário o procedimento realizado, inclusive as condições da paciente

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