Cartografia -Ensino Médio

Cartografia -Ensino Médio

Geografia 2° Ano - Esquadrão Antares - EPCAR - 2009

Cartografia: a Representação do Espaço Geográfico

    1. ORIENTAÇÃO

O conceito de orientação está associado à determinação da posição do elemento no espaço geográfico e de sua relação com os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais.

Esses pontos chaves da orientação são graficamente representados pela Rosa-dos-Rumos ou Rosa-dos-ventos.

Os sistemas de orientação terrestre evoluíram tecnologicamente na mesma proporção do crescimento populacional e da circulação de pessoas e mercadorias. Desse modo, a orientação que antes era feita apenas por meio de astros e estrelas evoluiu para bússola, astrolábio, rádio, radares e computadores de última geração.

    1. LOCALIZAÇÃO

Coordenadas Geográficas

As coordenadas geográficas foram convencionadas com base no sistema cartesiano, considerando a Terra uma esfera quase perfeita, tendo os pólos como intercessores do eixo de rotação terrestre e a linha do Equador como raio máximo da esfera.

As linhas que cruzam no sentido Norte/Sul (meridianos) e leste/Oeste (paralelos) facilitam a localização de qualquer ponto na superfície terrestre.

۞ Os paralelos são círculos imaginários traçados em igual medida, do Equador (0°) ao Pólo Norte (90°) e do Equador (0°) ao Pólo Sul (90º), sendo o Hemisfério Sul de 0° a 90° Sul e o Hemisfério Norte de 0° a 90° Norte. Os paralelos indicam a latitude de um lugar. À medida que se afastam do Equador, eles diminuem gradualmente de tamanho até se formar um ponto (pólos).

Latitude – distância em graus de qualquer ponto da Terra até a linha do Equador. (0° a 90°).

Paralelos de referência

  • Equador

  • Trópicos de Câncer e de Capricórnio

  • Círculos Polares Ártico e Antártico

۞ Os meridianos são círculos imaginários traçados perpedicularmente aos paralelos de um pólo ao outro, entrecruzando-se.

Figura p06

O meridiano inicial, ou seja 0° é denominado de Greenwich. Ao contrário dos paralelos, todos os meridianos têm a mesma medida e , oposto a eles, temos o antimeridiano, chamado de Linha Internacional de Data (180°).

Os meridianos indicam a longitude.

Longitude – distância em graus de qualquer ponto da Terra até Greenwich (0° a 180°, sendo que esse número servirá tanto para leste como para oeste).

Concluindo: Latitude ou longitude são a distância angular de qualquer ponto da Terra até o paralelo ou meridiano de referência (0°) e constituem as coordenadas geográficas.

Antípoda - Cada latitude ou longitude tem o seu antípoda (contrário – hemisfério diferente, mas o mesmo n° de graus), que deve ser localizado da seguinte forma:

- Latitude: manter a coordenada e inverter os hemisférios. Ex.: coordenada/antípoda de Belo Horizonte 20° Lat.Sul / 20° Lat. Norte

- Longitude: inverter os hemisférios e calcular o arco suplementar, que é igual a 180°. Ex.: de Belo Horizonte 44° Long. Oeste / 136° Long. Leste

Etimologia

O termo antípoda designa tradicionalmente na Europa as regiões situadas do outro lado da Terra, como a Oceania e vem do plural Antípodas. Este termo virá de uma expressão grega significando literalmente "pés opostos" (as pessoas que habitariam nos antípodas caminhariam "ao contrário"). Antípoda é um abuso de linguagem, já que o singular de antipodes é, em grego, antipous. Sobre a Terra, apenas 4% da superfície possui pontos antipodais situados ambos em terras emersas. Em 46% dos casos, ambos os pontos antipodais são situados nos oceanos, e os restantes 50% são mistos.

Pontos Antípodes

Fonte:Imagens google, 2009.

Mapa-múndi (vermelho) ao qual se sobrepôs um mapa antipodal (amarelo) a fim de fazer sobressair o antípoda de cada ponto do globo.

    1. MOVIMENTOS

Dos quatorze movimentos que a Terra executa, dois têm maior importância:

Rotação – O movimento de rotação se dá de oeste para leste, a uma velocidade variável de 1670 Km/h em aproximadamente 24h (23 horas 6 minutos e 4 segundos exatamente), no qual a terra gira em torno de seu eixo imaginário. E é em conseqüência dele que temos dias e noites em horários deferentes, o abaulamento (curvatura) da região do Equador e o achatamento polar, o desvio para oeste, verificado na circulação atmosférica e nas correntes marinhas.

Translação – É o movimento realizado pelos planetas do mesmo sistema em volta do Sol e, entre eles, a Terra, a uma velocidade de 30 Km/s, em aproximadamente 365 dias e 5 horas e 48 minutos. A cada quatro anos temos um ano chamado bissexto, para compensar as horas anuais que sobram.

O percurso da Terra nesse movimento ao redor do Sol constitui uma órbita também denominada elíptica. O eixo da Terra, linha imaginária em torno da qual nosso planeta realiza sua rotação, forma com o plano de sua órbita um ângulo de 23,5°, ao qual denominamos obliqüidade da elíptica.

Como conseqüência dessa obliqüidade e das diferentes posições que a Terra ocupa em relação ao Sol no seu movimento de translação, a iluminação e o recebimento de calor sofrem variações nos diversos pontos da superfície terrestre, proporcionando os solstícios e os equinócios. Os solstícios determinam o início do inverno e verão; os equinócios, o início da primavera e outono. Nas regiões próximas ao equador, quase não se percebem as mudanças de estação; já nas regiões temperadas, essas mudanças são muito evidentes.

  • Solstício – iluminação desigual nos dois hemisférios terrestres, ocasionando diferenças de duração entre os dias e as noites, sendo os dias mais longos no solstício de verão e as noites mais longas nos solstícios de inverno.

  • Equinócio – período em que o Sol, passando pelo Equador, ilumina igualmente os dois hemisférios; os dias são iguais às noites.

☻Curiosidade: Devido a forma elíptica da órbita da Terra, a sua distância do Sol não é igual durante o movimento de translação: Ora se afasta mais (afélio – 02 de julho), ora se aproxima mais (periélio – 02 de janeiro)

A Terra e seus 14 movimentos

Os movimentos executados pela Terra são:

  1. Movimento de Rotação. Ele se dá em torno do eixo polar, produzindo a alternância entre o dia e a noite, em aproximadamente 24 horas.

  2. Movimento de Translação. Ocorre no período de um ano, quando o planeta dá uma volta em torno do Sol.

  3. Precessão dos Equinócios. É o movimento que determina a variação do eixo polar da Terra no espaço. O período desse movimento é de aproximadamente 26 mil anos.

  4. Nutação. O movimento é parecido com o anterior, porém em escala bem menor. Também se refere à variação do eixo polar terrestre, com um ciclo de 18,6 anos, sendo causada pela força gravitacional da Lua sobre a Terra.

  5. Deslocamento do Periélio.  Que vem de peri (à volta, perto) e hélio (Sol). Refere-se ao deslocamento da posição de mínima distância entre a Terra e o Sol.

  6. Obliqüidade da Elíptica. Diz respeito à variação do ângulo entre o plano orbital da Terra e o Equador terrestre.

  7. Variação da Excentricidade Orbital. Trata-se da alteração da órbita terrestre, conforme o planeta se movimenta ao redor do Sol.

  8. Perturbações Planetárias. Referem-se às interferências gravitacionais sofridas pela Terra em seu movimento de translação, provocadas por outros planetas, principalmente Vênus e Júpter.

  9. Movimentos do Centro de Massa. O centro de massa do sistema formado pela Terra e a Lua gira em torno do Sol, e a Terra e a Lua giram em torno desse centro.

  10. Movimento em torno do Centro de Massa do sistema solar: movimento de revolução ou translação que a Terra faz em torno do centro de massa do sistema solar (centro de massa que existe entre o Sol e todos os seus planetas).

  11. Movimento de marés: trata-se da contração e descontração do globo terrestre em razão da força gravitacional da Lua e do Sol.

  12. Rotação junto com a galáxia: a Via-Láctea gira em torno de seu centro, fazendo uma volta completa em torno de 250 milhões de anos. Assim, o Sol e todos os planetas (inclusive a Terra) giram também em volta do centro da galáxia.

  13. Revolução (expansão) junto com a galáxia: como todo o universo está em expansão, nossa galáxia também viaja no espaço. Assim, a Terra e todos os demais planetas, inclusive Lua e Sol, estão se deslocando junto com a Via-Láctea.

  14. Variação dos Pólos. Os pólos geográficos da Terra variam continuamente, segundo uma série de causas: deslocamento das placas tectônicas, correntes marítimas, marés, evaporação das águas oceânicas, erosão etc.

Fonte: Masavoshi Tsuchida, astrônomo do Istituto Astrônomo e Geofísico da Universidade de São Paulo.

    1. FUSOS HORÁRIOS

O homem vem criando formas diferentes de medir o tempo, à medida que promove o avanço tecnológico. No ano 700 a.C., foi criado o relógio de Sol (na mesopotâmia); posteriormente, surgiu o relógio de água ou Clepsidra (Karnak, no Egito) e, nas áreas desérticas foi criado o relógio de areia ou ampulheta. Na Era Moderna, foram criados os relógios de corda e de ponteiro.

Porém, a hora não era unificada, e cada cidade, região ou país determinavam seu tempo. Com a velocidade das comunicações em todo o mundo, a necessidade de unificação tornou-se premente.

Em 1884, foi realizado um congresso em Washington (EUA), com a presença de 36 países, do qual resultou a adoção do sistema de fusos horários para a determinação das horas nos diferentes lugares da Terra.

Cada fuso horário é regido pela hora de seu meridiano central (7°30’), sendo que o meridiano inicial para a marcação de horas é o Greenwich Meridian, daí falar-se GMT (do inglês Greenwich Meridian Time). O fuso 0 (zero) ou de Londres vai de 7°30’ oeste a 7°30’ leste do meridiano de Greenwich, totalizando 15°.

Os fusos horários são controlados a partir do fuso Zero (Londres), considerando-se que a Terra gira de oeste para leste. Como o Sol surge antes nos lugares situados a leste, sempre que caminhamos nessa direção, as horas aumentam. Em sentido oposto, sempre que vamos para o oeste, as horas diminuem. Portanto, todos os fusos a leste de Greenwich Têm horas adiantadas; e a oeste, têm horas atrasadas. O emprego de a.m. e p.m. em relógios digitais de 12 horas, se deve ao fato da posição da localidade perante o Sol. Quando o Sol está “a pino” (12:00h) é a hora exata que o Astro está passando sobre o meridiano correspondente deste local. Daí a.m. do Latim Ante Meridium (antes do meridiano) manhã, e Post Meridium (pós meridiano) tarde.

Alguns países alteram o fuso horário para evitar problemas no comércio, bancos, meios de transporte e equacionar a vida de seus habitantes.

Para economizar energia, alguns países no verão adiantam sua hora legal, alterando ainda mais as diferenças entre os fusos.

Cálculos de Fusos Horários

(

Lembrete: Quando sobrar “resto” na divisão de fusos, basta multiplica-lo por 4 e se tem a diferença dada em minutos, porque 15° é ¼ de 1 h.

Regras básicas)

1° passo: estabelecer a distância em graus.

Hemisférios = (-)

Hemisférios = (+)

2° passo: estabelecer a diferença em horas.

Produto divide por 15°

3° observação da direção (leste / oeste)

Para leste soma

Para oeste subtrai

    1. LINHA INTERNACIONAL DE MUDANÇA DE DATA (LID)

É a linha em que se faz a mudança de data de um dia para outro e corresponde ao meridiano de 180° (que é o antípoda de Greenwich, que é 0°), portanto, enquanto em Greenwich for 12h, na Linha será 24h..

A linha Internacional de Data atravessa o Oceano Pacífico, apresentando vários desvios, para não passar por nenhum lugar habitado. Passa pelo estreito de Bering, leste da península de Kamtchatka, entre as ilhas Aleutas e Samoa, daí até o Pólo Sul.

Quando se cruza a Linha no sentido leste-oeste, subtraí-se um dia, e quando se cruza no sentindo oeste-leste acrescenta-se um dia,. Por convenção internacional, o meridiano de 180° não coincide com a Linha Internacional de Mudança de Data.

Linha Internacional de Data / Fonte: google

A primeira observação relacionada à LID ocorreu na expedição realizada por Fernão de Magalhães (1519-1522), a primeira a circunavegar o planeta. Os marinheiros sobreviventes, no retorno a Espanha, tinham a certeza de qual era o dia da semana, como confirmado por vários registros de navegação. Entretanto, os que estavam em terra insistiam que o dia era diferente. Embora possamos hoje entender o que ocorreu, o fenômeno causou grande surpresa na época, que fez com que fosse enviada uma delegação especial ao Vaticano para contar ao Papa a odisséia temporal ocorrida.

Curiosidades:

A linha de data é um argumento central no livro A Ilha do Dia Anterior, de Umberto Eco, que mostra um protagonista repousando num navio próximo a uma ilha do outro lado da Linha Internacional de Data. Incapaz de nadar, o personagem incorre em especulações físicas, metafísicas e religiosas acerca da Linha de Data.

"Meia-noite de sexta-feira, aqui no navio, é meia-noite de quinta-feira na ilha. Se da América para a Ásia viajas, perdes um dia; se, no sentido contrário viajas, ganhas um dia: eis o motivo por que o [navio] Daphne percorreu o caminho da Ásia, e vós, estúpidos, o caminho da América. Tu és agora um dia mais velho do que eu! Não é engraçado?"

Antes de Eco, o fenômeno da mudança de data foi explorado por Júlio Verne em "A Volta ao Mundo em Oitenta Dias", em que Phileas Foggre torna a Londres após uma viagem ao redor do mundo. Viajando no sentido contrário de Fernão de Magalhães, o viajante pensa estar num dia posterior à data verdadeira. Um episódio semelhante ocorre no livro "Os Vinte e Um Balões".

    1. REPRESENTAÇÃO CARTOGRÁFICA

1.6.1 Projeções Cartográficas

Todo mapa é uma deformação, pois a Terra é uma “esfera” e o mapa é desenhado em um plano, por isso o globo é a forma que mais se aproxima da realidade.

Podemos projetar a geoide de forma plana (mapas) ou de forma esférica (o globo).

Na construção de um mapa, é necessário utilizar as projeções cartográficas, ou seja, projetar no “plano” os paralelos e meridianos da região a ser representada. À distância, a forma e os ângulos são elementos essenciais na elaboração de todos os tipos de mapas, mas nenhuma projeção consegue unir os três ao mesmo tempo, e cada uma privilegia um determinado elemento, sendo que a transferência da superfície curva para plana (dos trópicos para os pólos)é a projeção com o maior grau de imperfeição.

Tipos de Projeções

As projeções costumam ser reunidas em três tipos básicos: Cilíndricas, Cônicas e Azimutais. Essas projeções utilizam figuras geométricas que são respectivamente o cilindro, o cone e o plano.

Representação Cilíndrica:

  • Apenas o Equador tangencia a superfície e é a única linha projetada que conserva a dimensão original.

  • Paralelos e meridianos formam ângulos retos (90°) e as regiões de altas latitudes apresentam deformações.

  • Distâncias lineares.

  • Bastante utilizada na navegação e confecção de mapas-múndi.

Representação Cônica:

  • A esfera projeta-se a partir do pólo e se apresenta distorcida.

  • Só pode representar um hemisfério.

  • É muito utilizada na projeção de regiões ou países.

  • Se projetada dos pólos retrata melhor as zonas temperadas.

  • Apenas nos pontos que se tangenciam não apresenta desproporções.

  • Os países com maiores distorções são aqueles localizados próximos ao Equador.

Representação Plana Azimutal, Zenital ou Polar: Azimutes = direções

  • Projeta-se apenas um hemisfério com grandes deformações.

  • A área representada é projetada sobre um plano tangencial (o centro do mapa).

  • À medida que se afastam do ponto de tangência – o pólo- o espaçamento e as dimensões dos paralelos e dos meridianos crescem rapidamente.

  • As áreas próximas do ponto de tangência ficam bem representadas.

  • É boa para se estudar a América do Norte, a Europa e o norte da Ásia.

  • Facilita as visualizações para os mapas de linhas aéreas internacionais.

  • Ótima para mapas publicitários e geoestratégicos mundiais.

  • Umas desvantagens: as áreas distantes do ponto de tangencia ficam muito distorcidas e a região Polar Ártica fica muito deformada e a Antártida nem aparece (quando o mapa for produzido visando o Norte).

1.6.2 Classificação das Projeções Cartográficas

As projeções cartográficas devem cumprir determinadas condições, objetivando a construção do mapa ideal podendo ser classificadas em:

      1. a) Conformes: não deformam os ângulos, nem pequenas áreas (ex. formas dos continentes). Os paralelos e os meridianos se interceptam em ângulos retos.

      2. b) Equivalentes: Têm a propriedade de não deformar as áreas, conservando, quanto à área (dimensões), uma relação constante com suas correspondentes na superfície da Terra. Para conseguir a equivalência de áreas, a forma será sacrificada, sendo deformada.

      3. c) Azimutais Eqüidistante: resolvem apenas um problema, aquele que nenhuma projeção equivalente ou conforme soluciona: cartografar as direções da superfície terrestre. Apresenta a Terra como se fosse vista a grande distância. Não apresentam deformações lineares, isto é, os comprimentos são representados em escala uniforme.

      4. d) Afiláticas: também conhecidas como arbitrárias, não possuem nem uma das propriedades dos outros tipos de projeções.

1.6.3 Projeções Mais Usadas em Cartografia

1 – Mercator

Mercator, cartógrafo holandês, viveu no século XVI e utilizou a projeção cilíndrica para construir mapas da navegação, pois facilita traçar rotas em linha reta. Mas ela favorece o Eurocentrismo por ampliar as áreas do Hemisfério Norte, principalmente a Europa. Geralmente utilizada para representar mapas em livros e Atlas, é uma projeção cilíndrica de conformidade (não deforma os ângulos).

2– Projeção de Peters/Gall

Criada em 1973 pelo alemão Arno Peters, procura representar com maior fidelidade as áreas continentais e oceânicas. Em contrapartida, as formas foram sacrificadas, alongando em excesso África e América do Sul. É uma projeção cilíndrica de equivalência. Na verdade essa projeção foi criado por Gall no séc. XIX.

3- Mollweide

Projeção equivalente e não conforme, sendo apresentada em formato elíptico. Nela, as formas são menos distorcidas, mas se apresenta afilática, sendo a projeção usada em Atlas geográfico.

4- Projeção de Goode ou Interrompida

Tem o objetivo de mostrar a equivalência entre as áreas oceânicas e continentais. Os mapas mostram áreas interrompidas. Projeção afilática.

5- A Projeção de Robinson

É uma projeção não conforme e não equivalente desenvolvida por Arthur H. Robinson em 1961. É baseada em coordenadas e não em formulação matemática e foi concebida para minimizar as distorções angulares e de área. A Projeção de Robinson foi criada para melhorar as características de projeções existentes como a de Mercator. É uma combinação das situações positivas de várias outras projeções resultando em distorção mínima da maioria das massas de terra do globo.

Antártica é bem distorcida e as massas de terra mais ao norte também sofrem distorção, mas esta projeção é considerada uma das que melhor representam o tamanho e a forma dos países e continentes.

6-Projeção de Holzel 

Projeção equivalente, seu contorno elipsoidal faz referência à forma aproximada da Terra que tem um ligeiro achatamento nos pólos.

7- Projeção Central ou Gnomônica :é a projeção de uma esfera sobre um plano tangente a partir do seu centro.A propriedade notável desta projeção é que as geodésicas (que, na esfera, são os círculos máximos) são representadas como retas.

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Prof. Geovane Souza

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