III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

III Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

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Diretrizes I Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

I. Introduçãopágina 3

sumárIo

a) Considerações geraispágina 3
b) no Brasilpágina 3
I. Insuficiência cardíaca associada à cardiopatia reumática crônicapágina 5
I. Insuficiência cardíaca associada à Doença de Chagaspágina 5
I. Endomiocardiofibrosepágina 6

I. epidemiologia

a) Definição de insuficiência cardíacapágina 6
b) Classificação da insuficiência cardíaca baseada em sintomaspágina 6
c) Classificação da insuficiência cardíaca baseada na progressão da doençapágina 7

I. Caracterização da insuficiência cardíaca como síndrome clínica

a) avaliação inicialpágina 7
I. história clínica e exame físicopágina 8
I. eletrocardiogramapágina 8
I. Radiografia de tóraxpágina 9
IV. avaliação laboratorialpágina 9
V. Bnppágina 9
VI. ecodopplercardiogramapágina 10
VII. Cineangiocoronariogragiapágina 1
VIII. outros métodos de imagem na avaliação e investigação da ICpágina 1
IX. ecocardiograma de estressepágina 12
X. Imagem por medicina nuclear - speCt e petpágina 12
XI. ressonância magnética cardíacapágina 12
XII. Tomografia computadorizada cardíacapágina 13
XIII. Investigação de IC e etiologia indeterminadapágina 13
XIV. holterpágina 13
XV. Estudo eletrofisiológicopágina 13
b) seguimento clínicopágina 13
I. periodicidade das consultaspágina 13
I. Avaliar habilidades para atividades diárias (mudança de classe funcional)página 14
I. avaliar peso e volemiapágina 14
IV. Avaliar aderência ao tratamento farmacológico e não-farmacológico (restrição hidro-salina)página 14

IV. abordagem do paciente com IC

e eCo)página 14
V. Estágios e avaliação prognósticapágina 15

VI. tratamento não farmacológico a) Dieta na IC crônica ............................................................................................................................................ página 16

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I. Vacinaçãopágina 17
I. tabagismopágina 17
I. Antiinflamatórios não esteroidais (AINE)página 18
IV. Drogas ilícitaspágina 18
V. orientações para viagenspágina 18

b) prevenção de fatores agravantes

I. Definiçãopágina 18
I. atribuições das clínicas de ICpágina 18
I. Profissionais integrantespágina 19
IV. Plano de acompanhamentopágina 19
d) suporte psicológico do paciente e da famíliapágina 19
e) planejamento familiar e medidas anti-estressepágina 19

c) Clínicas de IC

I. Conceitopágina 20
I. Indicação e contra-indicaçãopágina 20
I. Qualidade de vidapágina 20
IV. atividade sexualpágina 20
V. atividade laborativapágina 21
VI. teste ergoespirométricopágina 21
VII. prescrição do exercíciopágina 21
VII. tratamento farmacológicopágina 2

f) reabilitação cardíaca

I. mecanismos de açãopágina 2
I. Benefícios clínicospágina 2
I. ajuste terapêuticopágina 2
IV. Contra-indicaçõespágina 23
V. efeitos adversospágina 23

a) Inibidores da enzima conversora de angiotensina I (IECA)

I. mecanismo de açãopágina 24
I. propriedades farmacológicaspágina 24
I. Benefícios clínicospágina 24
IV. ajuste terapêutico e posologiapágina 25
V. suspensão ou contra-indicaçãopágina 25

b) Beta-bloqueadores (B)

I. mecanismo de açãopágina 25
I. Benefícios clínicospágina 25
I. ajuste terapêuticopágina 25
IV. efeitos adversospágina 26
V. Contra-indicaçõespágina 26

c) Bloqueadores dos receptores de angiotensina I (BRA)

I. mecanismos de açãopágina 26
I. Benefícios clínicospágina 26

d) antagonista de aldosterona I. ajuste terapêutico .............................................................................................................................. página 26

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IV. efeitos adversospágina 26
V. Contra-indicaçõespágina 26
I. mecanismo de açãopágina 26
I. Benefícios clínicospágina 27
I. ajuste terapêuticopágina 27
IV. efeitos adversospágina 27

e) Diuréticos

I. mecanismos de açãopágina 27
I. Benefícios clínicospágina 28
g) Digoxinapágina 28
I. Contra-indicaçõespágina 28
I. Doses empregadaspágina 28
I. Intoxicação digitálicapágina 29
IV. evidências clínicaspágina 29

f) hidralazina e nitrato

I. Racional fisiopatológicopágina 29
I. evidências clínicaspágina 29
I. Profilaxia de fenômenos tromboembólicos durante hospitalizaçãopágina 30
i) antiarrítmicospágina 30
j) Bloqueadores dos canal de cálciopágina 31
VIII. tratamento cirúrgicopágina 31

h) Anticoagulantes e antiagregantes plaquetários

I. Doença arterial coronariana e ICpágina 31
b) Cirurgia da valva mitralpágina 31
c) Remodelamento cirúrgico do ventrículo esquerdopágina 31

a) Revascularização do miocárdio

a) Indicaçõespágina 3
b) Contra-indicaçõespágina 3

IX. transplante cardíaco

a) marcapassopágina 34
b) terapia de ressincronização cardíacapágina 34

X. Dispositivos de estimulação cardíaca artificial

prevenção de morte súbita na ICpágina 35
I. CDI na prevenção secundária de morte súbitapágina 36
I. CDI na prevenção primária de morte súbitapágina 36

c) Cardioversor desfibrilador implantável (CDI)

a) Estágio Apágina 37

XI. Abordagem por estágios b) Estágio B ........................................................................................................................................................... página 38

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c) Estágio Cpágina 39
d) Estágio Dpágina 39
a) Investigação etiológica e critérios diagnósticospágina 39
b) princípios do tratamentopágina 41

XII. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP)

I. síndrome cardio-renalpágina 41
I. Índice prognósticopágina 41
I. Tratamento farmacológico em vigência de insuficiência renalpágina 42
b) anemiapágina 42
I. tipo de anemiapágina 42
I. anemia como índice prognóstico para ICpágina 42
I. manejo clínicopágina 42
c) Diabetes mellituspágina 43
d) DpoCpágina 43
e) tireoidopatiaspágina 4

a) Insuficiência renal crônica

I. Implicações dos distúrbios do sono na ICpágina 4
I. Indicação de tratamentopágina 4
g) Depressãopágina 4
h) Doenças reumatológicaspágina 4
i) Cardiotoxicidade dos quimioterápicospágina 45
j) Fibrilação atrialpágina 45

f) Distúrbios do sono

a) IC na criança e no adolescentepágina 46

XIV. subgrupos especiais

1) Fetopágina 46
2) Recém-nascidopágina 46
3) Lactentespágina 46
4) Crianças até a adolescênciapágina 47
I. métodos diagnósticospágina 47
I. tratamentopágina 47
Terapêutica medicamentosapágina 47
Beta-bloqueadorespágina 47
Tratamento cirúrgicopágina 48
IV. Indicação de transplante cardíacopágina 48
b) IC na Doenca de Chagaspágina 48
c) IC na gestantepágina 49

I. etiologia d) IC no idoso ........................................................................................................................................................ página 49

Diretrizes I Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

e) IC no paciente com sIDapágina 50
I. antiretroviraispágina 50
I. manejo clínicopágina 50
f) IC direitapágina 50
g) hipertensão pulmonar e ICpágina 51
h) Miocarditepágina 51
i) Miocárdio não compactadopágina 52
j) tromboembolismo pulmonar na ICpágina 52
I. TEP de alto risco (cursando com hipotensão prolongada ou choque)página 53
I. TEP de risco intermediáriopágina 53
I. Anticoagulação a longo prazo; e profilaxia secundáriapágina 53

tratamento agudo

a) aposentadoria por invalidez e isenção de Irpágina 53
b) Recomendações para afastamento do trabalhopágina 54

XV. Questões legais da insuficiência cardíaca

a) Monitorização hemodinâmicapágina 54
b) Bioimpedância transtorácicapágina 5
c) hormônio do crescimentopágina 5
d) estatinaspágina 5
e) antagonistas da Vasopressinapágina 5
f) antagonistas da endotelinapágina 5
g) antagonista de adenosinapágina 5
h) Modificadores do metabolismo (trimetazidina, perexilina, ranolazina)página 56
i) Inibidores adrenérgicos centraispágina 56
j) G-CSFpágina 56
k) terapia celularpágina 56
l) Ácidos graxos polinsaturados n-3 (ômega-3)página 56
m) Ivabradinapágina 56

XVI. opções diagnósticas e terapêuticas controversas n) Imunomoduladores ........................................................................................................................................... página 56

I Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

Coordenador de normatizações e diretrizes da sBC Jadelson Pinheiro de Andrade autores

Edimar Alcides Bocchi*1, Fabiana Goulart Marcondes Braga**1, Silvia Moreira Ayub Ferreira**1, Luis Eduardo Paim Rohde***2, Wilson Alves de Oliveira***3, Dirceu Rodrigues de Almeida***4, Maria da Consolação Vieira

Moreira***5, Reinaldo Bulgarelli Bestetti***6, Solange Bordignon***7, Clério Azevedo8, Evandro Mesquita

Tinoco9, Ricardo Mourilhe Rocha10, Victor Sarli Issa1, Almir Ferraz11, Fátima das Dores Cruz1, Guilherme Veiga

Guimarães1, Vanessa dos Santos Pereira Montera12, Denilson Campos Albuquerque10, Fernando Bacal1, Germano Emilio Conceição Souza1, João Manoel Rossi Neto11, Nadine Oliveira Clausell2, Silvia Marinho

Martins13, Alexandre Siciliano14, João David de Souza Neto15, Luis Felipe Moreira1, Ricardo Alkmim Teixeira1, Lídia Zytynski Moura16, Luís Beck-da-Silva2, Salvador Rassi17, Estela Azeka1, Estela Horowitz7, Felix Ramires1, Marcus Vinicius Simões18, Renato Barroso Pereira de Castro18, Vera Maria Cury Salemi1, Humberto Villacorta Junior9, José Henrique Vila19, Ricardo Simões20, Francisco Albanesi10, Marcelo Westerlund Montera***12-14

*Coordenador geral da I Diretriz de IC crônica; **Comissão de Redação e planejamento; ***Coordenadores de grupos.

instituições

1Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; 2Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 3Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, Universidade de Pernambuco; 4Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo; 5Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais; 6Faculdade de Medicina de

São José do Rio Preto; 7Instituto de Cardiologia, Fundação Universitária de Cardiologia do Rio Grande do Sul; 8Rede Labs D’Or, Rio de Janeiro; 9Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro; 10Faculdade de Ciencias Médicas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 11Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo; 12Santa Casa de Misericórdia, Rio de Janeiro; 13Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco, Universidade de Pernambuco; 14Hospital Pró Cardíaco, Rio de Janeiro; 15Hospital de Messejana, Ceará; 16Pontifícia Universidade

Católica do Paraná; 17Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Goiás; 18Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; 19Real e Benemerita Sociedade de Beneficência Portuguesa, São Paulo; 20Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Esta diretriz deverá ser citada como: Bocchi EA, Marcondes-Braga FG, Ayub-Ferreira SM, Rohde LE, Oliveira WA, Almeida DR, e cols. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica. Arq Bras Cardiol 2009;92(6 supl.1):1-71

Correspondência: Edimar Alcides Bocchi, Rua Melo Alves, 690 - 4º andar - Cerqueira Cesar, São Paulo - 01417-010, dcledimar@incor.usp.br

Diretrizes I Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica

Arq Bras Cardiol 2009; 93(1 supl.1): 1-71

Declaração obrigatória de conflito de interesses

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