Relatório de biologia celular

Relatório de biologia celular

MARCELO GOMES DA SILVA

RELATÓRIO: TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA.

TRANSPORTE PASSIVO OU DIFUSÃO

Laboratório de Biologia.

(Prática nº 01)

Camaçari – BA

Setembro de 2010

MARCELO GOMES DA SILVA

RELATÓRIO: TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA

TRANSPORTE PASSIVO OU DIFUSÃO

Laboratório de Biologia

(Prática nº 1)

Relatório apresentado à disciplina de Biologia, do curso de Enfermagem - Bacharel, semestre 2010.2 da Faculdade Metropolitana de Camaçari, como requisito parcial para obtenção de nota sob a orientação do professorIvan Guimarães.

Camaçari – BA

Setembro de 2010

SUMÁRIO

INDICE DE FIGURAS....................................................................................

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I. RESUMO....................................................................................................

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II.INTRODUÇÃO..........................................................................................

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III. MATERIAL E METODOLOGIA...............................................................

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III.1.Material..................................................................................................

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III.2. Métodos................................................................................................

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VI. RESULTADOS E DISCUSSÕES............................................................

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V. CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................

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VI. REFERÊNCIAS.......................................................................................

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ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 01 – Modelo do mosaico fluido para estrutura da membrana plasmática animal ............ 6

I. RESUMO

Realizou-se, separadamente, algumas análises em misturas de soluto (água destilada) e solventes (Azul de bromotimol e azul de metileno), tendo como finalidade a constatação da permeabilidade entre eles, bem como a análise da osmose através da adição de Sal de cozinha (NaCl) em cavidade da Batata, comparando-os e catalogando as reações dos experimentos, com as bases didáticas vistas na referência bibliográfica utilizada.

I I. INTRODUÇÃO

Apresenta-se aqui, o relatório da aula prática realizada no laboratório de Biologia da FAMEC, que ocorreu em 01 de Setembro do ano corrente, na presença do professor Ivan Guimarães e da turma do curso de Enfermagem – Bacharel, 1º semestre 2010.2. Este relatório tem como objetivo principal, analisar e comentar os resultados obtidos a partir das reações observadas entre alguns solutos e solventes. Para melhor entendimento destas reações, iremos abordar alguns assuntos relevantes no que diz respeito ao Transporte Através da Membrana – Transporte Passivo ou por Difusão.

A membrana citoplasmática é constituída de um mosaico de moléculas protéicas incrustadas em uma bicamada de fosfolipídios de consistência fluídica. Esse modelo da membrana citoplasmática é conhecido como mosaico fluido. Os fosfolipídios são moléculas que possuem uma cabeça polar (hidrofílica) e outra apolar (hidrofóbica). Na presença de água as moléculas de fosfolipídios se organizam espontaneamente de modo que os componentes hidrofóbicos voltam-se para dentro da bicamada (cauda) e os hidrofílicos para a água (cabeça). Na bicamada estão espalhados vários tipos de proteínas com as mais variadas propriedades funcionais. Todas as membranas citoplasmáticas compartilham entre si, propriedades fundamentais, mas de acordo com o tipo de célula, possuirá atividades biológicas.

  • Membrana celular (ou membrana plasmática ou membrana citoplasmática ou plasmalema)

    É o envoltório que toda célula possui (define seus limites, e mantém as diferenças essenciais entre os meios interno e externo). Sua espessura  está entre 6 a 9 nm, só visível ao microscópio eletrônico, são flexíveis  e fluidas. 

 São estruturas altamente diferenciadas, destinadas a uma compartimentação única, na natureza. Elas são capazes de selecionar, por mecanismos de transporte ativo e passivo, os ingredientes que devem passar, tanto para dentro como para fora das células.

  • Estrutura básica da Membrana Plasmática

   

Modelo Mosaico Fluido - Sugerido por Singer e Nicholson, onde as proteínas da membrana estão engastadas na camada lipídica, do lado interno, do lado externo, ou atravessando completamente a membrana. Existe uma grande variedade proteínas membranais. A fluidez esta condicionada ao tipo de ligações intermoleculares na membrana. O termo mosaico se deve ao aspecto da membrana na microscopia eletrônica.

    Atualmente, o modelo do mosaico fluido é o mais aceito, por encontrar apoio em varias evidencias experimentais. Nenhum modelo está pronto, a evolução das pesquisas irá melhorar o conhecimento atual.

Modelo mosaico fluido

TRANSPORTE PASSIVO OU POR DIFUSÃO

Difusão é o processo de movimento aleatório e espontâneo de partículas suspensas ou dissolvidas em solução cuja dispersão ocorre de uma região de maior concentração para outra de menor concentração, ou seja, a favor do gradiente de concentração (=energia potencial química).

DIFUSÃO SIMPLES

As substâncias lipossolúveis (como o O2, CO2, o álcool, ácido graxo, hormônios esteróides, etc.) difundem-se através da bicamada como se o fizessem no fluido circundante a favor do seu gradiente de concentração.

DIFUSÃO FACILITADA

Algumas moléculas hidrossolúveis como a glicose e aminoácidos não podem atravessar os canais iônicos e usam carreadores protéicos. A partícula a ser transportada se liga a uma proteína da membrana e muda a sua conformação espacial. Essa mudança causa a translocação da partícula de um lado para o outro da membrana.

Se o processo for realizado a favor do seu gradiente eletroquímico denominamos essa forma de transporte como difusão facilitada

3. MATERIAL E METODOLOGIA

I I I.1. Material

Material Orgânico, Soluto e Solvente:

- Azul de Metileno;

-  Azul de Bromotimol;

-  Batata;

-  Sal de Cozinha (NaCl);

- Água destilada.

Equipamentos:

- Becker;

-  Faca de Cozinha

I I I.2. Métodos

Etapa I - Osmose

Cortou-se a batata ao meio, fizeram-se uma cavidade no cento de ambas as partes e adicionou-se 1g de sal de cozinha (NaCl) em uma delas.

Etapa II – Transporte de Solutos (Azul de metileno).

Colocou-se 50ml de água destilada em um Becker, adicionou-se uma gota de azul de metileno e aguardou-se por 5 minutos.

Etapa III – Transporte de Solutos (Azul de bromotimol).

Colocou-se 50ml de água destilada em um Becker, adicionou-se uma gota de azul de bromotimol e aguardou-se por 5 minutos.

IV. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Etapa I:

Após aguardar por alguns minutos, observou-se a presença de líquido na cavidade da batata qual foi adicionado o sal de cozinha (NaCl), sendo que na outra parte nada ocorreu.

Etapa II:

Observou-se uma facilidade de difusão deste soluto no meio da água destilada sendo que ao fim do tempo determinado para observatório verificou-se a dissolução quase que por completo do azul de metileno na água destilada.

Etapa III:

Observou-se uma dificuldade de difusão deste soluto no meio da água destilada sendo que ao fim do tempo determinado para observatório verificou-se que o soluto ainda não havia se unificado ao que por completo do azul de metileno na água destilada.

V. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base nos experimentos realizados no laboratório e nas pesquisas desempenhadas sobre propriedades periódicas dos elementos, pode-se concluir que apesar de possuírem alguns aspectos em comum, os elementos químicos possuem diferenças em suas propriedades periódicas devido à diferença na sua distribuição de elétrons na camada de valência, ou seja, a configuração eletrônica influencia consideravelmente nas propriedades eletrônicas. Compreendeu-se também, o poder de oxidação de alguns metais tanto à reação espontânea em meio aquoso, quanto no aquecimento à chama e em sua coloração perante as reações.

VI. REFERÊNCIAS

SILVA, R. R. da, Bocchi, N., Rocha-Filho, R. C. Introdução à Química Experimental. São Paulo, McGraw-Hill, 1990. pp. 39-41.

KOTZ J. C;TREICHEL JR. P. M. Química Geral II e Reações Químicas. 5ª ed. São Paulo: Thomson, LEE, J. D. Química Inorgânica: não tão Concisa (Ed. Edgard Blücher Ltda, 5ª. Ed.),1999.

BESSLER, K. E.; NEDER, A. V. F.; Químicaemtubosdeensaio: uma abordagem para principiantes. São Paulo: Edgard Blücher, 2004.

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