ACESSIBILIDADE - Acessibilidade aos Cadeirantes na UniEvangélica

ACESSIBILIDADE - Acessibilidade aos Cadeirantes na UniEvangélica

(Parte 1 de 2)

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ANÁPOLIS

UniEVANGÉLICA

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

ACESSIBILIDADE

PATRÍCIA CARINE MORESCO

Anápolis – GO

2010

PATRÍCIA CARINE MORESCO

ACESSIBILIDADE

Trabalho elaborado à disciplina de Metodologia Científica para fins de obtenção de nota de 2ª V.A sob a orientação do Prof.º Dr.º Juscelino Polonial, no curso de

Engenharia Civil – 1º Período.

Anápolis – GO

2010

SUMÁRIO

Tema...............................................................................................................3

Apresentação do Tema...................................................................................4

Objetivos.........................................................................................................5

  1. Específicos....................................................................................5

Hipóteses.........................................................................................................6

Referencial Teórico........................................................................................7

O que Diz a Norma.........................................................................................9

Metodologia..................................................................................................10

    1. Metodologia................................................................................10

    1. Recursos Humanos......................................................................10

Cronograma..................................................................................................11

Resultados Esperados...................................................................................12

Orçamento.....................................................................................................13

Referências Bibliográficas............................................................................14

Bibliografia...................................................................................................15

Apêndices.....................................................................................................16

    1. Apêndice A.................................................................................16

    1. Apêndice B..................................................................................17

ACESSIBILIDADE AOS CADEIRANTES NA UNIEVANGÉLICA

APRESENTAÇÃO DO TEMA

Na engenharia civil, assim como na arquitetura e no urbanismo, a acessibilidade tem sido uma preocupação constante nas últimas décadas, nos quais obras e serviços do espaço urbano e dos edifícios estão se adequando às necessidades de inclusão de toda população.

Acreditamos que a acessibilidade torna um ambiente mais humanizado e não propicia, ou ao menos reduz, a exclusão social de pessoas com dificuldades de locomoção ou mobilidade reduzida.

Mas será que a UniEvangélica oferece infra-estrutura e condições para usuários de cadeira-de-rodas acessar facilmente todos os seus estabelecimentos?

A proposta é colher dados através de pesquisas, onde teremos como público alvo a UniEvangélica (incluindo funcionários, alguns alunos, administrativos, visitantes e cadeirantes), sendo de grande interesse a entidade de ensino, como também para deficientes físicos e nós, futuros engenheiros civis.

Será de grande valia para uma futura melhoria e/ou aperfeiçoamento nas condições de acessibilidade existentes e surgimento de outras, para integrar toda a comunidade anapolina, e torná-la exemplo na inclusão aos cadeirantes.

OBJETIVOS

Verificar se a unidade de ensino UniEvangélica oferece acessibilidade e estrutura para as pessoas que utilizam cadeira de rodas para se locomoverem.

  1. Específicos

  1. Analisar o interesse pessoal da comunidade em melhorar o acesso aos ambientes internos da instituição.

  2. Verificar as condições em que se encontram a entidade.

  3. Relacionar as diferentes opiniões existentes.

  4. Sugerir melhorias e propostas.

  5. Colocar em foco a visão de um cadeirante em relação à integração do mesmo na instituição.

HIPÓTESES

Acreditamos que a acessibilidade não é integralmente instituída na UniEvangélica.

Estamos convencidos de que a busca pela melhoria continua em andamento, mas há prédios inacessíveis ou com condições limitadas.

É certo que o deficiente físico, usuário de cadeira de rodas, sente-se excluído do meio social na instituição.

A dificuldade na acessibilidade gera transtornos e exclusão ao cadeirante, além de privar seus direitos de circulação livre.

REFERENCIAL TEÓRICO

Acessibilidade1 é um dos temas mais atuais e importantes no setor da construção civil. O assunto não é aplicado apenas na arquitetura e urbanismo, mas também na engenharia civil, devendo ser tratado com seriedade. De modo geral, permite às pessoas com deficiência, seja definitiva ou temporária, participarem de atividades que incluem o uso de edifícios, produtos, serviços e informações em condições de segurança, conforto e autonomia.

O termo Acessibilidade refere-se a tudo o que se possa alcançar, conseguir ou possuir. [...] Podemos definir acessibilidade como o direito de ir e vir de todas as pessoas, com autonomia e independência, isto é, o direito básico garantindo pela Constituição Brasileira, e que somente agora passa a ganhar a merecida atenção dos envolvidos.” (ALCÂNTARA, Luiz Carlos. Engenheiro Civil).

Em desconhecimento da norma ou falta de bom senso, portadores de deficiências, idosos e obesos encontram obstáculos no acesso a edifícios. Com a assinatura, pelo governo federal, do Decreto 5.296/04, regulamentando as Leis n.º 10.048 – que prioriza o atendimento às pessoas com deficiência - e a n.º 10.098 - que estabelece normas gerais e critérios básicos para facilitar a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida2 -, percebemos grandes mudanças nas áreas públicas - obrigadas a se adaptar às novas regras. O setor privado, ainda se limita às exigências da lei, mas já existe movimento em prol da diversidade e uma série de movimentações partidárias, de Organizações não-governamentais (ONGs) e de empresas para o cumprimento deste Decreto.

Graças à instituição da lei federal 10.098, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Acessibilidade e pela Comissão de Edificações e Meio, desde 2004 todo e qualquer projeto arquitetônico ou urbanístico no Brasil deve seguir a norma NBR 9050 – norma técnica que estabelece os parâmetros para o projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, espaços e equipamentos urbanos as condições de acessibilidade, pregando a democratização no uso desses espaços e objetos.

A norma está completando seis anos em 2010, com grandes avanços para a sociedade. Hoje, o País possui critérios para garantir às pessoas com deficiência o direito de ir e vir, e todos são contemplados pela NBR 9050:2004.

Pelo Decreto, nenhum projeto de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, assim como a execução, construção ou reforma de qualquer tipo de obra quando tenha destinação pública ou coletiva, terá permissão para ser realizada se não estiver cumprindo rigorosamente a legislação de acessibilidade.

Atualmente, obras e serviços de adequação do espaço urbano e edifícios estão em andamento para atenderem as necessidades de inclusão de toda a população. Construções adaptadas e equipadas para garantir o máximo conforto e segurança aos moradores da terceira idade, já permitem referências de espaços adequados à vida doméstica de todos. Assim também, empresas e órgãos públicos tiveram que se adaptar e vários setores investiram na reforma ou construção de novos espaços em adequação à norma, como por exemplo, bancos, universidades, shopping centers, estações de trem e metrô.

Organizações não-governamentais (ONGs) e profissionais de arquitetura se mobilizam através de entidades de classe e universidades, no sentido de conscientizar a população e seus colegas sobre a importância de espaços acessíveis, registrando uma evolução de produtos para pessoas com mobilidade reduzida – plataformas verticais e inclinadas, cadeiras elevatórias e elevadores residenciais – com preços acessíveis e melhorando prazos de entrega.

O QUE DIZ A NORMA – NBR 9050

Revisada em 2004, a NBR 9050 traz várias novas definições que esclarecem as medidas a serem tomadas em projeto:

  • Área de transferência;

  • Área de manobra;

  • Área de aproximação;

  • Medidas para alcance manual e visual;

  • Comunicação e sinalização;

  • Tamanho de letras e distâncias, bem como contrastes de cores;

  • Pisos táteis de alerta e de orientação;

  • Declividade das rampas;

  • Áreas de transferência para a bacia sanitária, boxe, banheira;

  • Localização de barras de apoio;

  • Medidas mínimas para um boxe comum;

  • Medidas mínimas para vaso sanitário.

METODOLOGIA

    1. Metodologia

Trabalhos nas áreas de acesso da UniEvangélica: entrada, saída, rampas, calçadas, estacionamentos reservados e sinalizados, portas com larguras adequadas, banheiros, salas de aula, biblioteca, xérox, departamentos administrativos, auditórios, laboratórios, a existência de elevadores e se são úteis; buscando analisar e avaliar o acesso ao cadeirante que freqüenta as dependências da mesma.

Fazer análises das rampas, elas permitem as travessias e acessos de ruas, e para isso não deve passar de 12,5% de inclinação e aclives de 1,20 m.

Entrevistas com pessoas que freqüentam o estabelecimento de ensino sejam elas deficientes ou não, equipe administrativa, funcionários em geral, coletando informações, sugestões, dúvidas, opiniões, reclamações, afim de levantamento de dados para a melhoria da infra-estrutura e bem-estar de todos que ali tem acesso.

Fotos e/ou imagens obtidas através de uma câmera Sony 7,2Mpx no intuito de averiguar a realidade e avaliar as condições da faculdade.

Dados e estatísticas do IBGE para coleta de maiores informações a cerca do assunto, para melhor avaliação da realidade geral do país.

    1. Recursos Humanos

- Acadêmica do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Anápolis – UniEvangélica, tendo como projeto de pesquisa, o presente trabalho para avaliações na instituição a cerca da acessibilidade aos cadeirantes.

CRONOGRAMA

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