Circuitos Elétricos Industriais

Circuitos Elétricos Industriais

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Eng. estor Agostini cca@cca.ind.br

TP 2

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TP 1

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Rio do Sul, 01 de Janeiro de 2008 Editado por: CCA Materiais Elétricos Ltda

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Esta apostila é uma recompilação de vários materiais existentes na internet, notas de aula e desenvolvimentos práticos feitos na empresa CCA MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA. A idéia é apresentar, de modo muito simples, como se trabalha com montagens com acionamento por contatores, projetos de painéis, montagem física dos painéis e demais atividades relacionadas ao tema. O leitor irá verificar que, ao longo deste trabalho, a simbologia será alterada várias vezes. Isto é feito para que leitor se familiarize com todas as simbologias, ou pelo menos com as mais comuns, existentes no mercado.

Este material pertence à empresa CCA MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA e pode ser livremente copiado desde que citada a fonte (w.cca.ind.br).

Para esclarecer qualquer dúvida o leitor poderá entrar em contato com a empresa através do e-mail cca@cca.ind.br.

Também, caso alguém encontre algum erro, por favor, nos informe pelo mesmo e-mail para que possamos fazer a correção.

Os bons projetos de painéis elétricos devem considerar, além do funcionamento perfeito, as condições de segurança. Quando se fala em segurança, deve-se considerar tanto a segurança do próprio projeto quanto a da operação do painel. Há uma norma do Ministério do Trabalho que trata do assunto “segurança em instalações elétricas”, trata-se da NR10. No site w.cca.ind.br há uma cópia original desta norma e também uma cópia comentada por especialistas no assunto. É sempre necessário deixar dentro do painel a documentação necessária para que outros técnicos possam fazer manutenções. Essa documentação inclui: esquemas, memorial descritivo, lista de peças e outros documentos que possam ser interessantes ao operador. De qualquer maneira algumas considerações importantes são as seguintes:

Segurança no projeto: devem-se considerar todas as possibilidades que as chaves, contatores, etc podem assumir. Fazer sempre intertravamentos entre partes que não podem estar acionadas simultaneamente. Uma questão fundamental é a análise da situação em que o circuito foi desligado devido a uma anormalidade (curto circuito, sobrecarga, falta de energia elétrica, etc). Nesta situação, quando a causa do desligamento for removida, o sistema não pode se auto ligar em hipótese alguma. Em qualquer situação de desligamento deve ser necessária a intervenção do operador para religar o sistema.

Segurança na operação: quando se fala em segurança na operação, entende-se todas as operações necessárias a própria operação e também a possibilidade de choques elétricos. Na questão de segurança nas operações deve-se considerar o acesso às chaves, botões etc. Este acesso deve ser fácil e estar o mais longe possível das partes energizadas de potência. Uma regra básica é a seguinte: toda a operação do painel deve ser externa e deve haver uma sinalização muito clara do estado em que o painel se encontra. O operador não deve ter necessidade de abrir a porta para efetuar nada. Dentro do painel deve haver indicações claras a respeito da voltagem, necessidade de cuidado, etc. para evitar que alguém faça alguma operação incorreta. Todas as partes energizadas devem ser protegidas por alguma tampa, que pode ser de acrílico, por exemplo.

3. TERMI OLOGIA 3.1. Acionamento Manual:

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Componente mecânico de acionamento de um equipamento. Exemplo: botão de comando, alavanca, chave fim de curso, etc.

3.2. Acionamento por corrente alternada (CA):

Circuito de comando alimentado por corrente alternada. No Brasil, geralmente essa corrente alternada possui freqüência de 60 Hz.

3.3. Acionamento por corrente continua (C): Circuito de comando alimentado por corrente contínua.

3.4. Capacidade de Interrupção:

Máxima corrente que um dispositivo de manobra ou proteção (contator, disjuntor, chave seccionadora, etc) pode interromper em condições definidas.

3.5. Categoria de Emprego:

Classificação dos dispositivos de comando de cargas de acordo com as finalidades para as quais são previstos. Ver em w.cca.ind.br na área de downloads informativo técnico a esse respeito.

3.6. Curva de atuação dos disjuntores:

Curva que mostra a forma como os disjuntores atuam sob uma sobrecarga ou sob um curto circuito.

Para os disjuntores DIN as curvas podem ser B, C ou D. Para os disjuntores caixa moldada existem curvas especiais de atuação. Ver em w.cca.ind.br na área de downloads informativo técnico a esse respeito.

3.7. Circuito auxiliar ou de comando:

Circuito por onde são acionados os dispositivos de manobra. Pode ser usado para fins de medição, comando, travamento e sinalização.

3.8. Circuito principal:

Circuito formado pelas partes mais importantes, incluindo os contatos principais, destinados a conduzir a corrente de operação.

3.9. Contato: Parte de um dispositivo de manobra, através da qual um circuito é ligado ou interrompido:

• Contato NF ou NC (Normalmente Fechado): Contato que na posição de repouso está fechado e quando sofre a ação de uma força abre.

• Contato NA ou NO (Normalmente Aberto): Contato que na posição de repouso está aberto e quando sofre a ação de uma força fecha.

• Contato auxiliar:

-Contato inserido em um circuito auxiliar e operado mecanicamente pelo contator.

• Contato de retenção: É um contato auxiliar do contator, que tem a finalidade de manter a alimentação da bobina do contator. Este contato é ligado em paralelo com o botão de ligação do contator.

• Contato principal:

-Contato no circuito principal de um dispositivo de manobra;

- Contato inserido no circuito principal de um contator, previsto para conduzir na posição fechada, a corrente desse circuito.

3.10. Corrente de curto-circuito:

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Designação genérica para a corrente possível de ocorrer no local de instalação de um dispositivo de manobra, quando os terminais estão curto-circuitados. A corrente de curto circuito depende sempre da impedância do local onde o curto circuito ocorre.

3.1. Corrente nominal:

Corrente de operação de um circuito, motor, etc, determinada pelas condições de emprego, em função da qual são escolhidos os diversos dispositivos.

3.12. Corrente de partida:

Corrente que o motor consome quando ligado, porém ainda em repouso (na partida ou frenagem). Seu valor médio é de seis a nove vezes a corrente nominal dos motores.

Quando é ultrapassado o valor da corrente nominal de um equipamento elétrico. Pode ser por excesso de carga no eixo do motor ou defeito mecânico no motor ou acoplamentos.

3.14. ível de Isolamento:

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