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N-115 REV. D NOV / 2006

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 2 páginas

MONTAGEM DE TUBULAÇÕES METÁLICAS CONTEC SC-17 Tubulações

4a Emenda

Esta é a 4a Emenda da Norma PETROBRAS N-115 REV. D e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir.

- Item 5.3.10.5 Alteração do texto.

- Item 5.15.1 Alteração do texto.

- Item 5.17.2.1 Alteração do texto.

- Item 6.2.3 Alteração do texto.

- Item 6.2.14 Inclusão do item.

- Item 7.1.1 Alteração de texto.

- Item 7.1.20 Inclusão do item.

- Item 7.5.1 Alteração do texto.

- Item 7.5.5 Alteração do texto.

N-115 REV. D NOV / 2006 4a Emenda

- Item A-1.1 Alteração do texto.

- Itens A-4.2, A-4.3, A-4.4, A-4.5 e A-4.6 Alteração do texto.

- Item A-4.8 Inclusão do item.

- TABELA A-2 Alteração de conteúdo.

Nota: As novas páginas das alterações efetuadas estão localizadas nas páginas originais correspondentes.

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PROPRIEDADE DA PETROBRAS 72 páginas

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Indicação de item, tabela ou figura de conteúdo alterado em relação à revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos itens da mesma.

Comissão de Normas Técnicas

Requisito Mandatório: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnicogerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

SC - 17

Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

TubulaçãoCópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão

Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação

As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho –

GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas

PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

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1 OBJETIVO6
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES6
3 DEFINIÇÕES8
3.1 INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO8
3.2 CERTIFICADO DE QUALIDADE DE MATERIAL8
3.3 PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO8
3.4 FABRICAÇÃO8
3.5 DISPOSITIVOS AUXILIARES DE MONTAGEM9
3.6 CHAPA DE BLOQUEIO9
3.7 TEMPERATURA DE TESTE9
3.8 GRAUTEAMENTO9
3.9 PEÇA (“SPOOL”)9
3.10 SOBRECOMPRIMENTO9
3.1 CONDICIONAMENTO9
3.12 LOTE PARA AMOSTRAGEM9
4 CONDIÇÕES GERAIS10
FIGURA 1 - TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS12
5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS14
5.1 ARMAZENAMENTO E PRESERVAÇÃO14
5.1.4 VÁLVULAS16
5.2 FABRICAÇÃO17
5.3 MONTAGEM19
FIGURA 2 - BOCA-DE-LOBO PENETRANTE20
FIGURA 3 - BOCA-DE-LOBO SOBREPOSTA21
FIGURA 3 - BOCA-DE-LOBO SOBREPOSTA2
FIGURA 4 - MONTAGEM DOS CACHORROS24
FIGURA 5 - BATOQUE25
5.4 REPAROS DE TUBULAÇÕES EM OPERAÇÃO25
5.5 SOLDAGEM26
FIGURA 6 - FOLGA EM JUNTA TIPO ENCAIXE PARA SOLDA26
5.6 SUPORTES, APOIOS E RESTRIÇÕES METÁLICAS - NORMA PETROBRAS N-175827
5.7 FLANGES27

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5.9 JUNTAS DE VEDAÇÃO E PARAFUSOS29
5.10 LIGAÇÕES ROSCADAS29
5.1 JUNTAS DE EXPANSÃO31
5.12 PURGADORES31
5.13 TRATAMENTOS TÉRMICOS31
FIGURA 7.1 - SOLDAS CIRCUNFERENCIAIS32
FIGURA 7.2 - SOLDAS DE RAMAIS32
FIGURA 7 - DIMENSÕES DA REGIÃO AQUECIDA E DO ISOLAMENTO TÉRMICO32
5.14 LINHA DE AQUECIMENTO (“STEAM-TRACING”)3
5.15 TUBULAÇÕES ENTERRADAS34
5.16 PINTURA E ISOLAMENTO TÉRMICO34
5.17 PREPARAÇÃO PARA ENTRADA EM OPERAÇÃO34
5.17.1 REENGAXETAMENTO DE VÁLVULAS34
5.17.2 LIMPEZA DOS SISTEMAS35
5.17.2.1 GERAL35
5.17.2.2 LIMPEZA COM ÁGUA36
5.17.2.3 LIMPEZA DE SISTEMAS DE AR DE INSTRUMENTOS36
5.17.2.4 LIMPEZA COM VAPOR36
5.17.2.5 LIMPEZA QUÍMICA37
5.17.2.6 LIMPEZA COM ÓLEO (“FLUSHING”)37
5.17.3 SECAGEM38
5.18 DOCUMENTAÇÃO38
6 INSPEÇÃO39
6.1 RECEBIMENTO DE MATERIAIS39
6.1.1 GERAL39
6.1.2 TUBOS39
6.1.3 FLANGES40
6.1.4 CONEXÕES41
6.1.5 VÁLVULAS41
6.1.6 PURGADORES42
6.1.7 JUNTAS DE VEDAÇÃO43
6.1.8 JUNTAS DE EXPANSÃO43
6.1.9 FILTROS4

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6.1.1 PARAFUSOS E PORCAS45
6.1.12 SUPORTE DE MOLA45
6.1.13 OUTROS COMPONENTES DE TUBULAÇÃO46
6.1.14 AMOSTRAGEM46
6.2 MONTAGEM46
7 TESTE DE PRESSÃO48
7.1 PRELIMINARES DO TESTE48
7.2 TEMPERATURA DE TESTE50
7.3 FLUIDO DE TESTE51
7.4 PRESSÃO DE TESTE52
7.5 APLICAÇÃO DA PRESSÃO, CONSTATAÇÃO DE VAZAMENTOS E FINAL DE TESTE52
7.6 TESTE DE TUBULAÇÕES DURANTE A MANUTENÇÃO54
8 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO54
ANEXO A -EXAMES REQUERIDOS NA INSPEÇÃO DE SOLDA DE TUBULAÇÕES5
A-1 OBJETIVO5
A-2 CLASSES DE INSPEÇÃO5
A-3 AMOSTRAGEM5
TABELA A-1 - CLASSES DE INSPEÇÃO (EM FUNÇÃO DA CLASSE DE PRESSÃO DAS LINHAS)56
A-4 EXAMES DAS JUNTAS SOLDADAS57
TABELA A-2 - TIPO E EXTENSÃO DO EXAME, POR TIPO DE SOLDA58
ANEXO B - AMOSTRAGEM61
B-1 OBJETIVO61
B-2 AMOSTRAGEM61
REJEIÇÃ O61
TABELA B-1 - CODIFICAÇÃO DE AMOSTRAGEM62

B-3ROTEIRO PARA DETERMINAÇÃO DO TAMANHO DA AMOSTRA E LIMITES DE ACEITAÇÃO E

DO CONSUMIDOR APROXIMADAMENTE IGUAL A 5 % (CONTINUA)63

TABELA B-2 -PLANO DE AMOSTRAGEM SIMPLES - BASEADO NA QUALIDADE LIMITE PARA O RISCO

DO CONSUMIDOR APROXIMADAMENTE IGUAL A 5 % (CONCLUSÃO)64

TABELA B-2 -PLANO DE AMOSTRAGEM SIMPLES - BASEADO NA QUALIDADE LIMITE PARA O RISCO

DO CONSUMIDOR APROXIMADAMENTE IGUAL A 10 % (CONTINUA)65

TABELA B-3 -PLANO DE AMOSTRAGEM SIMPLES - BASEADO NA QUALIDADE LIMITE PARA O RISCO

DO CONSUMIDOR APROXIMADAMENTE IGUAL A 10 % (CONCLUSÃO)6
ANEXO C - PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO67

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C-2 CONTEÚDO67
C-2.1PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO DE MATERIAIS DE TUBULAÇÃO67
TUBULAÇÃO67

C-2.2PROCEDIMENTO DE ARMAZENAMENTO E PRESERVAÇÃO DE MATERIAIS DE

TUBULAÇÕES68
C-2.4 PROCEDIMENTO DE PRÉ-TENSIONAMENTO DE TUBULAÇÕES68
C-2.5PROCEDIMENTO DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE SUPORTES69
C-2.6PROCEDIMENTO DE TRANSPORTE DE MATERIAIS DE TUBULAÇÃO69
C-2.7PROCEDIMENTO DE TRATAMENTO TÉRMICO EM JUNTAS DE TUBULAÇÃO69
C-2.8 PROCEDIMENTO DE TESTE DE VÁLVULAS70
C-2.9PROCEDIMENTO DE TESTE HIDROSTÁTICO DE TUBULAÇÕES70
C-2.10PROCEDIMENTO DE TESTE PNEUMÁTICO DE TUBULAÇÕES71
C-2.1 PROCEDIMENTO DE LAVAGEM DE TUBULAÇÕES71
C-2.12PROCEDIMENTO DE SOPRAGEM E LIMPEZA COM VAPOR71
C-2.13 PROCEDIMENTO DE LIMPEZA QUÍMICA DE TUBULAÇÕES71

C-2.3PROCEDIMENTOS DE FABRICAÇÃO, MONTAGEM E CONDICIONAMENTO DE _

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1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para a fabricação, montagem, manutenção, condicionamento, inspeção e testes, de tubulações metálicas em unidades industriais, compreendendo: facilidades de perfuração e de produção em plataformas marítimas, áreas de processo, áreas de utilidades, parques de armazenamento e instalações auxiliares, terminais, bases de armazenamento, estações de bombeamento, estações de compressão, estações reguladora de pressão e de medição de vazão de gás (“city-gates”).

1.2 Esta Norma não se aplica a componentes de tubulações não metálicas e, também, as metálicas que sejam específicos aos sistemas: de instrumentação e controle, de despejos sanitários, de drenagem industrial, e tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos pelo sistema de “pacote” (compactos), oleodutos e gasodutos.

1.3 Esta Norma se aplica as atividades previstas no item 1.1 iniciadas a partir da data de sua edição.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

PETROBRAS N-12 -Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; PETROBRAS N-13 -Aplicação de Tinta; PETROBRAS N-42 -Projeto de Sistema de Aquecimento Externo de

Tubulação, Equipamento e Instrumento com Vapor;

PETROBRAS N-57 -Projeto Mecânico de Tubulação Industrial; PETROBRAS N-76 -Materiais de Tubulação; PETROBRAS N-116 -Sistemas de Purga de Vapor em Tubulações; PETROBRAS N-118 -Filtro Temporário para Tubulação; PETROBRAS N-120 -Peças de Inserção entre Flanges; PETROBRAS N-133 -Soldagem; PETROBRAS N-250 -Montagem de Isolamento Térmico a Alta Temperatura; PETROBRAS N-269 -Montagem de Vasos de Pressão; PETROBRAS N-442 -Pintura Externa de Tubulação em Instalações

Terrestres;

PETROBRAS N-464 -Construção, Montagem e Condicionamento de Duto

Terrestre;

PETROBRAS N-505 -Lançador e Recebedor de “Pig” para Duto; PETROBRAS N-650 -Aplicação de Revestimento a Base de Alcatrão de

Hulha em Tubulações Enterradas ou Submersas;

PETROBRAS N-683 -Estocagem de Tubo não Revestido em Área Descoberta;

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PETROBRAS N-896 -Montagem de Isolamento Térmico a Baixa

Temperatura;

PETROBRAS N-1277 -Tinta de Fundo Epoxi-Pó de Zinco Amida Curada; PETROBRAS N-1374 -Pintura de Plataforma Marítima de Exploração e de

Produção;

PETROBRAS N-1590 -Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; PETROBRAS N-1591 -Ligas Metálicas e Metais - Identificação através de

Teste pelo Ímã e por Pontos;

PETROBRAS N-1592 -Ensaio Não-Destrutivo - Teste pelo Ímã e por Pontos; PETROBRAS N-1593 -Ensaio Não-Destrutivo - Estanqueidade; PETROBRAS N-1594 -Execução de Ensaio Não-Destrutivo - Ultra-Som; PETROBRAS N-1595 -Ensaio Não-Destrutivo - Radiografia; PETROBRAS N-1596 -Ensaio Não-Destrutivo - Líquido Penetrante; PETROBRAS N-1597 -Ensaio Não-Destrutivo - Visual; PETROBRAS N-1598 -Ensaio Não-Destrutivo - Partícula Magnética; PETROBRAS N-1673 -Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação; PETROBRAS N-1758 -Suporte, Apoio e Restrição para Tubulação; PETROBRAS N-1947- Aplicação Revestimento Base de Esmalte de Asfalto em Tubulações Enterradas ou Submersas;

PETROBRAS N-2162 -Permissão para Trabalho; PETROBRAS N-2163 -Soldagem ou Trepanação em Equipamentos ou Dutos em Operação;

PETROBRAS N-2238 -Revestimentos de Dutos Enterrados com Fitas Plásticas de Polietileno;

PETROBRAS N-2247 -Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e “Fire Safe”; PETROBRAS N-2301 -Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem; PETROBRAS N-2343 -Critérios de Segurança para Andaimes; PETROBRAS N-2344 -Segurança em Trabalhos de Radiografia Industrial; PETROBRAS N-2349 -Segurança nos Trabalhos de Soldagem e Corte; PETROBRAS N-2428 -Avaliação da Exposição ao Ruído em Ambientes de

Trabalho;

PETROBRAS N-2444 -Material de Tubulação para Dutos, Bases, Terminais e

Estações;

PETROBRAS N-2488 -Avaliação do Nível de Iluminamento; ABENDE NA-01 -Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios

Não-Destrutivos;

ABNT NBR 5425 -Guia para Inspeção por Amostragem no Controle e

Certificação de Qualidade;

ABNT NBR 5426 -Planos de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos;

ABNT NBR 5427 -Guia para Utilização da Norma ABNT NBR-5426; ASME -Boiler and Pressure Vessel Codes: - Sec. VIII,

Division 1 - Rules for Construction;

ASME B16.5 -Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through NPS 24;

ASME B16.34 -Valves - Flanged, Threaded, and Welding End; ASME B16.47 -Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS 60;

ASME B31.1 -Power Piping; ASME B31.3 -Process Piping;

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ASME B31.4-Liquid Transportation Systems for Hydrocarbons,

Liquid Petroleum Gas, Anhydrous Ammonia, and Alcohols;

ASME B31.8-Gas Transmission and Distribution Piping Systems; API 6D-Specification for Pipeline Valves (Gate, Plug, Ball, and

Check Values);

API 570-Piping Inspection Code: Inspection, Repair, Alteration, and Rerating of In-Service Piping Systems;

API STD 598-Valve Inspection and Testing; FBTS-001-Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem-

Procedimento;

MSS SP-25-Standard Marking System For Valves, Fittings, Flanges and Unions;

MSS SP-4-Steel Pipeline Flanges; MSS SP-5-Quality Standard for Steel Castings for Valves, Flanges and Fittings and Other Piping Components - Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities.

3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.12.

Inspeção realizada, segundo amostragem preestabelecida, onde são verificadas apenas as características principais dos diversos materiais de tubulação, antes de sua aplicação.

Registro dos resultados de ensaios, testes e exames, exigidos pelas normas e realizados pelo fabricante do material.

3.3 Procedimento de Execução

Documento emitido pela empresa executante dos serviços que define os parâmetros e as suas condições de execução.

Montagem de peças (“spools”) do sistema de tubulações em fábricas ou oficinas de campo (“pipe shop”).

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Dispositivos, soldados ou não a tubulação, usados provisoriamente, com a finalidade de garantir o alinhamento e ajustagem das diversas partes a serem soldadas.

Chapa de aço, da mesma especificação do material da tubulação soldada na extremidade da tubulação, de acordo com qualquer dos detalhes de soldagem de tampos planos do ASME Seção VIII, Divisão 1, usada para bloquear o fluido no teste de pressão.

Temperatura do líquido de teste, definida pela média, de uma série de medições efetuadas no reservatório. Para teste pneumático, é a temperatura do material da tubulação durante o teste.

Enchimento com uma mistura de cimento, areia e aditivos, do espaço entre a base dos suportes metálicos e as bases de concreto, após o nivelamento da base dos suportes metálicos.

Subconjunto de uma linha, formado pelo menos por uma conexão e um trecho de tubo, ou duas conexões, que é montado em fábricas ou oficinas de campo (“pipe shop”).

Comprimento adicional deixado nas peças fabricadas visando permitir eventuais ajustes no campo.

Conjunto de serviços a serem executados nas tubulações, equipamentos e sistemas de uma instalação com o objetivo de deixá-los nas condições requeridas para funcionamento normal.

Conjunto de peças idênticas, entregues numa mesma data, do mesmo fabricante e, quando for o caso, de uma mesma corrida.

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4.1 Os serviços de recebimento, armazenamento, fabricação, montagem, manutenção, condicionamento, tratamento térmico, limpeza, inspeção e testes em sistemas e componentes de tubulação devem ser executados de acordo com os procedimentos correspondentes de execução, elaborados em conformidade com esta Norma, com os documentos de projeto, com as padronizações de material de tubulação das normas PETROBRAS N-76 ou N-2444, e com os requisitos de segurança previstos nas normas PETROBRAS N-2162, N-2343, N-2344, N-2349, N-2428 e N-2488. No ANEXO C é apresentado um exemplo para o conteúdo básico dos procedimentos de execução.

4.2 A documentação de soldagem deve ser elaborada conforme norma PETROBRAS N-2301 e a sua execução de acordo com a norma PETROBRAS N-133 e o item 5.5 desta Norma.

4.3 Os ensaios não-destrutivos devem ser executados conforme procedimentos elaborados de acordo com as normas PETROBRAS N-1591 a N-1598.

4.4 Devem ser utilizados somente soldadores qualificados de acordo com a norma PETROBRAS N-133.

4.5 Devem ser utilizados somente inspetores de ensaios não-destrutivos qualificados conforme se segue.

4.5.1 Para os ensaios por líquido penetrante, partículas magnéticas, radiografia, ultra-som e visual, conforme norma ABENDE NA-01.

4.6 Devem ser utilizados somente inspetores de soldagem qualificados de acordo com a norma FBTS-001. No caso de inspetor de soldagem nível 2 é requerida a qualificação pela norma principal ASME B31.1 e/ou B31.3.

4.7 Os consumíveis de soldagem devem ser manuseados de acordo com a norma PETROBRAS N-133.

4.8 Somente os materiais corretamente identificados, aprovados e liberados pela inspeção de recebimento podem ser empregados na fabricação e montagem.

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4.9 As peças, os tubos e acessórios da tubulação devem ser limpos interna e externamente imediatamente antes da fabricação e da montagem.

4.9.1 As extremidades a serem soldadas, devem ser limpas de acordo com a norma PETROBRAS N-133.

4.9.2 As extremidades roscadas e flangeadas devem estar limpas e isentas de corrosão, tintas, graxas, terra, mossas e serrilhados. Para ligações flangeadas a remoção de tintas e graxas deve ser feita com solvente.

4.10 As plaquetas de equipamentos (filtros, ejetores, suportes de mola), devem ser protegidas durante a montagem, e não podem ser encobertas por tinta ou isolamento térmico.

4.1 Sempre que forem utilizadas juntas de vedação provisórias, as ligações flangeadas nas quais as juntas são colocadas devem ser indicadas no campo de forma facilmente identificável.

4.12 Antes da montagem deve ser verificado, topograficamente, se os suportes metálicos ou de concreto estão de acordo com o projeto.

4.13 As tubulações devem ser fabricadas e montadas de acordo com o projeto e dentro das tolerâncias dimensionais estabelecidas pela norma de projeto, ou, na falta desta, pela FIGURA 1.

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4.14 No curvamento dos tubos devem ser seguidos os requisitos da norma ASME B31.3, porém, o raio mínimo da linha de centro deve estar conforme a norma PETROBRAS N-57.

4.15 Os suportes devem ser montados, soldados e tratados termicamente (ver item 5.5.2) de acordo com o projeto e a norma ASME B31.3.

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