Ensaio de Tração - PMR 2202 - Aço 1020

Ensaio de Tração - PMR 2202 - Aço 1020

(Parte 1 de 2)

PROJETO N°1 NOME DE GUERRA: ”X”

NOMES:N°USP:

PMR 2202 – INTRODUÇÃO À MANUFATURA MECÂNICA

1. Introdução2
2. Materiais e Métodos2
2.1 Descrição dos Equipamentos2
2.2 Materiais3
2.3 Procedimentos Utilizados3
3. Resultados4
3.1 Módulo de Elasticidade5
3.2 Limite de Escoamento6
3.3 Limite de Resistência Mecânica7
3.4 Limite de Ruptura7
3.5 Módulo de Tenacidade8
3.6 Módulo de Resiliência9
3.7 Alongamento Total9
3.8 Estricção9
3.9 Curva Verdadeira10
3.10 Determinação dos Coeficientes da Curva Verdadeira1
4. Discussão e Conclusões13

Índice 5. Referências Bibliográficas ........................................................................ 14

1. Introdução

O ensaio de tração do projeto n°1 tem como objetivo mensurar propriedades mecânicas importantes de um material com base na curva tensão-deformação de um corpo de prova padronizado, sendo obtida calculando esforços axiais que atuam desde o regime elástico, passando pelo plástico até atingir sua ruptura.

O material escolhido foi o aço 1020, com o qual fizemos o ensaio seguindo as normas da ABNT NBR 6152. Segundo esta norma, o ensaio deve ser realizado à temperatura ambiente, entre 10°C e 35°C.

2. Materiais e Métodos

2.1 Descrição dos Equipamentos

O equipamento utilizado foi uma máquina hidráulica de tração, também chamada de máquina universal que é movida pela pressão do óleo e está ligada a um dinamômetro que mede a força aplicada ao corpo de prova. Os resultados foram registrados no computador local. Além de equipamentos de medida tradicionais como o paquímetro e ferramentas de usinagem como a guilhotina e a fresadora.

2.2 Materiais O material utilizado foi o aço 1020.

2.3 Procedimentos Utilizados

Adquirimos a chapa de aço 1020 com 1 m de espessura e a usinamos de acordo com as normas técnicas vigentes da ABNT. Cortamos uma chapa de 200x40 na guilhotina, em seguida a usinamos na fresadora ferramenteira. Depois cortamos 30 m das extremidades, obtendo a seguinte peça:

Primeiramente fizemos medições com o paquímetro da largura inicial e da espessura inicial, assim pudemos anotar a área.

Fixamos o corpo de prova na máquina por suas extremidades, de forma que ele ficou o mais perpendicular possível, numa posição que permitiu a aplicação de cargas exatamente axiais. À medida que a carga foi aplicada, de maneira quase contínua, os dados foram coletados instantaneamente no computador.

3. Resultados

T e n s ã

Deformação

Tensão x Deformação 3.1 Módulo de Elasticidade

O módulo de Young ou de Elasticidade oferece a medida da rigidez do material e é dado pelo coeficiente angular da reta em vermelho:

T e n s ã

Deformação

Tensão X Deformação

3.2 Limite de Escoamento

É a tensão máxima que o material suporta no regime elástico.

Sendo obtida traçando-se uma reta paralela a do regime elástico, saindo do ponto (0.002; 0).

T e n s ã

Deformação

Tensão x Deformação

T e n s ã

M p a ]

Deformação

Tensão x Deformação

3.3 Limite de Resistência Mecânica Corresponde ao valor da tensão no ponto de máximo.

3.4 Limite de Ruptura Corresponde ao valor da tensão no ponto de ruptura.

T e n s ã

Deformação

Tensão x Deformação

3.5 Módulo de Tenacidade

Tenacidade é a capacidade do material de absorver energia até a sua ruptura. E seu módulo é a área debaixo do gráfico. Aproximando os pontos por um polinômio de grau 3, tem-se:

Calculando a integral desse polinômio, temos:

3.6 Módulo de Tenacidade

Resiliência é a capacidade do material de absorver energia no regime elástico, podendo devolver essa mesma energia. Seu módulo pode ser calculado da seguinte maneira:

3.7 Alongamento Total

Trata-se do aumento percentual do comprimento do corpo de prova.

3.8 Estricção

Trata-se de uma medida do estrangulamento da seção do corpo de prova.

3.9 Curva Verdadeira

T e n s ã

Deformação

Tensão x Deformação

(Parte 1 de 2)

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