DDS variados

DDS variados

(Parte 1 de 7)

01Quase acidentes são sinais de alerta
02Ninguém deseja culpar ninguém
03Acidentes podem acontecer em qualquer lugar
04Os 10 Mandamentos das Relações Humanas
05Reflexão I
06Credo da segurança

Assuntos Gerais

01Segurança no escritório
02Fique atento a vidro quebrado
03Preparação de áreas seguras de trabalho
04Equipamentos de proteção
05Teste de segurança para os equipamentos de proteção
06Proteja suas mãos
07Proteção das mãos
08O problema com os anéis e alianças
09Proteção para os olhos
10Fatos sobre ferimentos nos olhos
1Equipamentos de segurança
12Roupas de proteção contra fogo
13Lesões nas costas
14Manuseie materiais com segurança
15O que os olhos não vêem... o pulmão aspira
16O que é acidente de trabalho
17Aspecto humano do acidente do trabalho
18Aspecto econômico do acidente de trabalho
19Comunicação de acidente de trabalho
20Os pés
21As mãos
2Ruído
23Inspeção de segurança
24A importância de investigar os acidentes
25Outras situações consideradas como acidente de trabalho
26Critérios para uso e quando usar o EPI
27Segurança
28Lubrificação e reparos
29Outros efeitos provocados pelo ruído
30Principais efeitos do ruído
31Faça o seguinte teste para cada acidente
32Os acidentes são evitáveis

Segurança individual

01E a respeito de pequenos ferimentos?
02Primeiros socorros para os olhos
03Esteja preparado para salvar uma vida com primeiros
04Exposição a substâncias potencialmente prejudiciais à
05Acidente de trabalho e o alcoolismo
06AIDS
07Higiene corporal
08Doenças profissionais
09Arrumação, limpeza e ordenação são bons hábitos
10Ordem e limpeza

Saúde socorros em casos de estado de choque saúde ou perigosas

01Ignição espontânea
02Recipiente: líquidos inflamáveis
03Como manusear solventes inflamáveis
04Como podemos prevenir incêndios
05Limpeza de tambores
06Precauções com cilindros de oxigênio e acetileno
07Conheça o seu equipamento de incêndio

Proteção contra incêndios

01Alvejante à base de cloro: branqueador ou assassino?
02Solventes comuns
03Ácidos
04Gases liqüefeitos de petróleo
05Gases utilizados na indústria
06Cuidado com a bomba que está no seu bolso

Produtos químicos

01Aterramentos por precaução
02Cabos de extensão
03Choque elétrico
04Como reduzir o consumo de energia elétrica

Energia elétrica

01Levantamento de cargas com segurança
02Estrados e paletes vazios
03Evite quedas
04Quedas
05Içamentos mecânicos e outros equipamentos motorizados
06Olhe para cima e para baixo
07Empilhe da maneira correta
08Segurança com cabos de aço
09Cabos tensionados
10Esteja alerta aos riscos com baterias
1Práticas de segurança na utilização de escadas
12Pense em segurança quando usar andaimes

Deslocamento de cargas

01Segurança com máquinas operatrizes em oficinas
02Esmeril
03Segurança com prensas de punção
04Segurança com prensa/furadeira para metal
05Dicas sobre ferramentas
06Por que inspecionar ferramentas e equipamentos?

Segurança em oficinas 07.....Chave de fenda - a ferramenta mais sujeita a abusos

Muitos incidentes quase viram acidentes... São aqueles que não provocam ferimentos apenas por que ninguém se encontrava numa posição de se machucar.

Provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento dos fatos, descobriríamos que existem muito mais incidentes que não causam ferimentos do que os que os provocam. Você deixa algo pesado cair e não acerta o próprio pé. Isto é um incidente, mas sem ferimento.

Você sabe o que geralmente faz com que um quase acidente não seja um acidente com ferimentos? Geralmente é uma fração de segundo ou uma fração de espaço. Pense bem. Menos de um segundo ou um centímetro separa você ou um amigo de ser atropelado por um carro. Esta diferença é apenas uma questão de sorte? Nem sempre.

Suponha que você esteja voltando para casa à noite e por pouco não tenha atropelado uma criança correndo atrás de uma bola na rua. Foi apenas sorte você ter conseguido frear no último segundo? Não. Um outro motorista talvez tivesse atropelado a criança. Neste caso, seus reflexos podem ter sido mais rápidos, ou talvez você estivesse mais alerta ou mais cuidadoso. Seu carro pode ter freios melhores, melhores faróis ou melhores pneus. De qualquer maneira, não se trata de sorte apenas o que faz com que um quase acidente não se torne um acidente real.

Quando acontece algo como no caso da criança quase atropelada, certamente você reduzirá a velocidade sempre que passar novamente pelo mesmo local. Você sabe que existem crianças brincando nas calçadas e que, de repente, elas podem correr para a rua.

No trabalho, um quase acidente deve servir como aviso da mesma maneira. A condição que quase causa um acidente pode facilmente provocar um acidente real da próxima vez em que você não estiver tão alerta ou quando seus reflexos não estiverem atuando tão bem.

Tome, por exemplo, uma mancha de óleo no chão. Uma pessoa passa, vê e dá a volta; nada acontece. A próxima pessoa a passar não percebe o óleo, escorrega e quase cai. Depois de dizer algumas coisas, ela também continua seu caminho. Infelizmente, a terceira pessoa que passa escorrega, perde o equilíbrio e cai – bate com a cabeça ou esfola as costas.

Tome um outro exemplo: uma pilha de material não travada. Ela cai, quase pegando alguém que esteja passando por perto. Pelo fato de não ter atingido esta pessoa, ela apenas se refaz do susto e diz: - “Puxa, esta passou por perto !”

Quase acidentes são sinais de alerta

Mas se a pilha cai em cima de alguém que não conseguiu ser rápido o bastante para sair do caminho e se machuca, fazse um barulho enorme e investiga-se o acidente. A conclusão é mais do que óbvia. Nós devemos estar em alerta para os quase acidentes. Assim evitamos ser pegos por um acidente de verdade.

Lembre-se de que os quase acidentes são sinais claros de que algo está errado. Por exemplo: nosso empilhamento de material pode estar mal feito; a arrumação do nosso local de trabalho, do nosso material e de nossas ferramentas podem estar mal feitas ou em más condições e as proteções no local podem não estar funcionando bem.

Assim, vamos ficar de olhos abertos para as pequenas coisas que possam estar erradas. Façamos alguma coisa para corrigi-las. Relate e corrija estas situações. Vamos tratar os quase acidentes como se fossem um acidente grave – vamos descobrir suas causas fundamentais enquanto temos chance. Não podemos deixar de lado o aviso dos quase acidentes.

Tentamos fazer um bom trabalho de verificação das inspeções de risco e seguimos as recomendações que saem destas inspeções. Tentamos fazer um trabalho completo de investigação das causas de todos os acidentes.

Não fazemos isto para colocar alguém na berlinda ou para culpar alguém. Fazemos isto apenas por um motivo: evitar acidentes.

Talvez alguns de vocês estejam pensando: “Nenhuma investigação impediu o acidente que está sendo investigado.” Se é isto que estão pensando, vocês estão completamente certos.

Porém, boas investigações podem, e muito, ajudar na prevenção do próximo acidente. Todos os acidentes são provocados – eles não acontecem por acaso. Se descobrirmos a causa do acidente, podemos fazer alguma coisa para eliminála e impedir que outro acidente como aquele aconteça. Mas se apenas dermos de ombros, se apenas dissermos: “Foi uma coisa desagradável, o que podemos fazer? Estas coisas acontecem...”, então podemos estar certos de que outros acidentes como aquele acontecerão.

A maioria dos acidentes apresenta mais de uma causa.

Por exemplo: um homem perde o equilíbrio e cai de uma escada. Se escrevermos no relatório: “O operário não teve cuidado”, ou “A proteção da máquina não estava no lugar”, estamos parando uma investigação sem termos esgotado todas as possibilidades.

Peguemos o caso mais simples: o homem que perdeu o equilíbrio e caiu da escada. Antes de tudo, queremos saber o que fez com que ele perdesse o equilíbrio. A escada estava com defeito? E se estava, por que ela estava sendo usada? O homem sabia que a escada não era boa e relatou isto? Se não sabia, ele foi instruído corretamente como e o que inspecionar numa escada, ou a escada estava em boas condições mas foi usada de maneira inadequada? Ela foi colocada num corredor, onde um passante poderia esbarrar? Se foi, por que não tinha uma pessoa ao pé da escada para manter as outras pessoas afastadas? Ela deveria ter sido presa no topo? Ela tinha o tamanho correto para o local? Ela foi posicionada com o ângulo certo em relação à parede, ou foi o próprio homem que fez algo inseguro? Ele estava subindo com alguma coisa pesada que poderia ter sido içada por uma corda? Se estava, foi dito a ele para usar uma corda? Ele tentou descer a escada virado de costas para ela? Ele tentou pegar algo que foi jogado para

Ninguém deseja culpar ninguém ele e perdeu o equilíbrio? Ele soltou as duas mãos da escada simultaneamente para fazer algum trabalho?

Estas são, acreditem ou não, apenas algumas perguntas que podem ser feitas sobre um acidente muito simples. Se tudo que soubermos foi que o homem caiu, realmente não sabemos nada. Mas, se investigarmos fundo em busca da causa ou causas fundamentais, então será provável que descobriremos algo para evitar outros acidentes. Se se ficar satisfeito com um relatório de acidente que diz apenas: “O trabalhador foi descuidado”, o problema foi resolvido rápido. Mas a segurança quer saber “Sem cuidado de que maneira?” e “Esta foi a primeira vez em que houve falta de cuidado deste tipo?”. Caso contrário, “O que foi feito para corrigir esta situação?” Acima de tudo, a segurança quer saber se foi totalmente uma questão de falta de cuidado, ou se existiam outras condições que ajudaram a provocar o acidente.

A investigação de acidente real, sólida, consistente e profunda e que atinja todas as circunstâncias que envolvem o acidente, é um dos melhores instrumentos que precisamos dominar para trabalhar com segurança. Todo mundo sai lucrando com as investigações feitas em outras áreas da empresa. A mesma coisa acontece com as inspeções e acompanhamentos. As inspeções e os acompanhamentos das recomendações de inspeção são preparadas para identificar e eliminar condições muito perigosas, todos os maus hábitos de trabalho, todas as peças defeituosas do equipamento, antes que alguém se machuque.

Lembre-se, não estamos atrás da cabeça de ninguém. Não estamos querendo colocar alguém na berlinda. Apenas queremos impedir acidentes antes que algum de nós se machuque.

Acidentes podem acontecer em qualquer lugar

garem casa...no trabalho...numa área de lazer...mesmo

Acidentes podem acontecer em qualquer lunuma igreja!

Você trabalha num escritório. É um lugar seguro, não é? Não necessariamente. Acidentes podem acontecer a qualquer pessoa que aja de maneira inadequada ou que seja exposta a uma condição insegura.

Abaixo estão relacionados acidentes reais que provocaram ferimentos e tomaram tempo de empregados de escritório; pessoas como você ou eu: 1. Um empregado de escritório estava voltando do almoço, escorregou e caiu numa escada. Os degraus estavam molhados.

2. Uma bibliotecária queimou seu braço esquerdo e o lado do corpo, quando estava desligando uma cafeteira. A cafeteira inclinou e derramou café sobre ela.

3. Um arquivista apanhou um jeito nas costas quando um companheiro caiu sobre ele tentando pegar alguns cartões numa gaveta de arquivo.

4. Uma empregada de escritório tropeçou num fio elétrico exposto e caiu, atingindo o solo com as mãos. Ela quebrou o braço e torceu o punho.

5. Uma secretária puxou a cadeira de uma mesa de almoço.

Ela prendeu seu dedo mínimo num arame ao fundo da cadeira, quebrando o dedo.

6. Um empregado de escritório estava passando por uma porta giratória quando alguém empurrou a porta mais rápido. A porta o atingiu no calcanhar e nas pernas, provocando um sangramento em uma delas.

7. Um empregado deslocou seu braço quando o moveu subitamente, enquanto jogava cartas num intervalo de almoço.

8. Um empregado estava tentando abrir uma janela no escritório. Ele estava empurrando contra o vidro, quando a janela quebrou e sua mão passou pelo vidro quebrado. Sofreu um corte no punho.

9. Uma recepcionista escorregou num salão de refeições que havia sido encerado recentemente e caiu, causando escoriações nas suas costas.

10. Um empregado de escritório estava correndo pelo estacionamento da empresa, tropeçou numa pedra e caiu. Sofreu uma contusão na região lombar.

1. Empregados de uma transportadora trouxeram uma mesa nova para uma empregada. Ela não ficou satisfeita com a posição da mesma. Tentou mudar sua posição, empurrando-a, e teve lesão de um disco na coluna.

12. Uma recepcionista deu um grito no trabalho. Sua mandíbula saiu de posição.

13. Uma secretária saiu de sua mesa para ir até a sala de arquivos, tropeçou numa caixa de telefones instalada no piso e teve uma torção lombar.

14. Um empregado deixou um copo de café em sua mesa.

Quando se virou para pegá-lo, não viu que havia uma abelha dentro dele. A abelha ferroou a parte interna de seu lábio superior.

15. Um empregado de escritório correu para pegar um elevador. Assim que pisou dentro do elevador, caiu e fraturou seu tornozelo direito. O elevador tinha parado abaixo do nível do piso de fora.

16. Uma recepcionista se sentou num sofá que precisava de reparos. Ela caiu através do estofamento até o chão, machucando suas costas.

17. Uma secretária se levantou para ir de uma mesa a outra.

Tropeçou numa gaveta que tinha sido deixada aberta e contundiu sua região lombar.

Lembre-se de que qualquer destes acidentes poderia ter acontecido com você ou comigo. Assim, se você vir alguém agindo de maneira insegura, fale com a pessoa sobre isto. Se você vir uma condição insegura, relate a situação. Segurança é responsabilidade de todos. ACABE COM OS ACIDENTES!

1. Fale com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis.”

2. Sorria para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

3. Chame as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é seu próprio nome.

4. Seja amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.

5. Seja cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com prazer.

Os 10 Mandamentos das Relações Humanas

6. Interesse-se sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém não sabe o que os outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.

7. Seja generoso em elogios e cauteloso em críticas. Os líderes elogiam, sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.

8. Saiba considerar os sentimentos dos outros. Existem 3 lados numa controvérsia: o seu lado, o lado daquele que está próximo a você e o lado que está certo.

9. Preocupe-se com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouvir, aprender e saber elogiar.

10. Procure apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.

Trabalho é sinônimo de nobreza. Não desdenhe do trabalho que lhe coube realizar na vida. O trabalho enobrece aquele que o faz com entusiasmo e amor.

Não existem trabalhos humildes, só se distinguem por serem bem ou mal realizados.

Dê valor ao seu trabalho, fazendo-o com todo amor e carinho, e estará desta maneira dando valor a si mesmo.

Por isso, cada dia é mais uma nova etapa de trabalho; faça diariamente, ao despertar, afirmações positivas de alegria, procurando construir em torno de si um ambiente de serenidade e de harmonia, preparando-se para executar as suas tarefas do dia de que está encarregado, com alegria e boa vontade.

Não deixe de agradecer, o trabalho que lhe proporciona o pão de cada dia, e procure executá-lo da melhor forma que for capaz.

O trabalho bem executado traz-nos a alegria do dever cumprido.

Reflexão I

Aprenda a sorrir de coração para todos, de tal forma que baste a sua presença para que a alegria penetre no coração das pessoas que lhe chegam perto e verifique a felicidade que isto lhe causará.

Controle o tom de sua voz.

Já verificou como é desagradável quando alguém se dirige a você em tom áspero ?

Pois faça aos outros o que gosta que os outros façam a você.

Mesmo quando repreender, chamar a atenção, faça-o com voz calma e educada, como gostaria que o repreendessem quando você erra.

Procure colaborar com todos, sem fazer críticas e sobretudo, procure corrigir os outros através do seu próprio exemplo.

Lembre-se que, em geral, podemos ser odiados e amados de acordo com o tom de voz que empregamos e teremos assim o ambiente que você mesmo criou; o trabalho será agradável ou não conforme a atitude quer você tomar.

Cremos que todo homem tem dentro de si a responsabilidade incontestável de afastar-se dos caminhos inseguros. Este é seu dever para consigo mesmo, sua família, seus colegas e seu trabalho.

Cremos que nenhum homem vive ou trabalha completamente só. Ele se envolve com todos, é influenciado pelas realizações e marcado pelos fracassos com o próximo/seus companheiros. Cada homem que fracassa com o próximo, falha consigo mesmo e partilhará o peso do fracasso. O verdadeiro horror de um acidente é constatar que o homem fracassou. E, mais, que seus companheiros também fracassaram.

Cremos que os acidentes são gerados por práticas inseguras, nascem nos momentos de ações impensadas e cessarão

Credo da segurança somente quando a prática segura for suficientemente forte para proeceder a ação, quando a prática correta criar o hábito que controla o ato.

Cremos que a prevenção de acidentes é um objetivo que se encontra em todo e qualquer nível hierárquico, organização e procedimento.

Cremos que se livrar dos riscos não é um privilégio, mas a meta a ser atingida e perpetuada, por todos, dia a dia.

Cremos que a eliminação do sofrimento ocasionado por acidentes é um dever moral, cuja medida adequada depende diretamente do nosso desempenho.

Muitos trabalhadores pensam que, num escritório, não estarão expostos a riscos. Isto os leva a um falso sentimento de segurança. Com isto, eles tendem a negligenciar quando estão no escritório. Porém, uma verificação mais apurada dos hábitos no escritório mostram que condições de risco existem.

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