ND10 Versão 3 Revisada - Elektro

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais - NORMA

1. OBJETIVO

Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A., estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede aérea.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO

2.1. Aplica-se às instalações consumidoras residenciais, comerciais e industriais, de características usuais, com carga instalada até 75 kW, a serem ligadas nas redes aéreas de distribuição secundárias, obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáveis. Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados.

2.2. É exigido o cumprimento desta Norma em todas as instalações novas, ligações provisórias com medição, praças e jardins, quando aplicáveis. As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas, desde que as condições técnicas permitam.

2.3. Em casos de reformas, esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo, dependendo das condições técnicas e de segurança.

3. REFERÊNCIAS

No manuseio desta Norma pode haver necessidade da consulta aos seguintes documentos, vigentes na época da aplicação.

3.1. Normas da ABNT

NBR-5355 “Chaves Faca Tipo Seccionadora não Blindadas para Baixa

Tensão”;

NBR-5361 “Disjuntor de Baixa Tensão”; NBR-5410 “Instalações Elétricas de Baixa Tensão (NB-3)”; NBR-5597 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Revestimento Protetor com Rosca ANSI”;

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NBR-5624 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Costura com

Revestimento Protetor e Rosca ISO-R228”;

Polivinila para Tensão até 750 V, sem Cobertura”;

NBR-8159 “Ferragens Eletrotécnicas, para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de Distribuição de Energia Elétrica - Formatos, Dimensões e Tolerâncias”;

NBR-6248 “Isoladores de Porcelana Tipo Castanha”; NBR-6249 “Isoladores de Porcelana ou Vidro Tipo Roldana”.

3.2. Outras

Resolução nº 456 de 29.1.2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

4. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES

4.1. Caixa de Medição

Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios, bem como do dispositivo de proteção.

4.2. Caixa de Medição Indireta

Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC), medidor(es) e seus acessórios e chave seccionadora sem fusíveis.

4.3. Caixa para Dispositivos de Proteção e Seccionamento

Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada, utilizada nas medições indiretas.

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4.4. Carga Instalada

Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo, os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação, estão em condições de entrar em funcionamento.

4.5. Circuito Alimentador

Condutores instalados entre a proteção geral e o quadro de distribuição da unidade consumidora.

4.6. Concessionário de Energia Elétrica

Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços públicos de energia elétrica, aqui representada pela ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A.

4.7. Consumidor

Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada, que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais.

4.8. Demanda

Potência em kVA, requisitada por determinada carga instalada.

4.9. Entrada de Serviço da Instalação Consumidora

Condutores, equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e a medição e proteção, inclusive.

4.10. Limite de Propriedade

São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros, no alinhamento designado pelos poderes públicos.

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4.1. Medidor

Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa, instalado pela ELEKTRO.

4.12. Padrão de Entrada

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