ND10 Versão 3 Revisada - Elektro

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1.1. Caixas de Medição e Proteção

1.1.2. As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço, fibra de vidro, ferro fundido, aço inoxidável, alumínio ou outro material previamente aprovado pela ELEKTRO.

1.1.3. Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não corrosível (fibra de vidro, aço inoxidável ou alumínio).

1.1.4. Aplicações dos Tipos de Caixas de Medição a) Caixa tipo I

Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos), instalação ao tempo ou em muro.

b) Caixa tipo I

Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou trifásicos), instalação ao tempo ou em muro.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais - NORMA c) Caixa tipo IV

Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos), instalação com leitura voltada para calçada.

d) Caixa tipo V

Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A, B ou C (monofásicos, bifásicos ou trifásicos), instalação com leitura voltada para calçada.

e) Caixa tipo M

Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas unidades consumidoras com medição indireta. Nas instalações ao tempo ou expostas (corredores, hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa deve ser dotada de tampa externa.

f) Caixa tipo T

Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades consumidoras com medição indireta.

1.2. Ferragens

1.2.1. Suporte do Ramal de Ligação a) Para sustentação do ramal de ligação, deve ser instalada uma armação secundária de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana, conforme os desenhos 42, 43 e 48.

b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da seguinte forma: - em poste ou pontalete, através de parafuso passante ou braçadeira;

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais - NORMA c) Para as regiões litorâneas, recomenda-se que as ferragens sejam de liga de alumínio, conforme desenho 4 ou 47.

1.2.2. Fixação da Caixa ao Poste

A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante, conforme o desenho 46, ou suporte de acordo com o desenho 45. Os furos destinados à fixação da caixa ao poste deverão ser vedados com massa calafetadora.

1.3. Postes e Pontaletes

1.3.1. Poste Particular a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T", conforme desenho 21, ou tubular de aço zincado, conforme desenho 2, ou concreto armado com caixa de medição incorporada, conforme desenhos 39 ou 40.

b) O comprimento nominal do poste particular é de 7,5 m com engastamento simples de 1,35 m, e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do ramal de ligação e o solo conforme item 6.1.6.; c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição, pode ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas especificadas no item 6.1.6. e engastado conforme a fórmula:

e = 0,10 x L + 0,60 (m), sendo: L - comprimento total do poste (m) e - engastamento (m) d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e dimensionados de acordo com as tabelas 1 ou 2.

e) São aceitos também postes de concreto armado, construídos no local, desde que seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo, contendo as necessárias

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais - NORMA especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável, apresentando a respectiva guia da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) pelo projeto e execução.

f) Não serão aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto.

g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO, nos padrões com medição em muro ou mureta, o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço demarcatório. Somente após a vistoria ou ligação, o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta.

h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada para a rua, de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de maior resistência.

1.3.2. Pontalete a) Esta condição é permitida somente quando não existir possibilidade para instalação dos padrões normais com postes.

b) Deve ter comprimento total de 3,0 m com engastamento mínimo de 1,0 m em laje, coluna ou viga de edificação. O engastamento deve ser executado de maneira a garantir a carga para a qual foi dimensionado.

c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho 7.

d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular, com dimensões mínimas de acordo com o indicado nas tabelas 1 ou 2.

1.3.3. Outros Tipos

Outros tipos de postes não previstos nesta Norma, serão aceitos após análise e homologação pelas áreas técnicas competentes da ELEKTRO.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais - NORMA

1.4. Isolador Roldana Deve ser de porcelana ou de vidro, conforme desenho 48.

1.5. Isolador Castanha Deve ser de porcelana, conforme desenho 49.

1.6. Haste de Aterramento

São aceitos os seguintes tipos: - cantoneira de aço zincado, conforme o desenho 23;

12. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA

A carga instalada da instalação, em kW, é básica para a determinação da tensão de fornecimento e do tipo de atendimento da unidade consumidora, e será calculada de acordo com o critério a seguir:

12.1. Iluminação e Tomadas

12.1.1. Instalação Residencial

Tomadas:

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