2010 - Segurança do Paciente em Serviços de Saúde - Limpeza e desinfecção de superfícies

2010 - Segurança do Paciente em Serviços de Saúde - Limpeza e desinfecção de...

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Limpeza e Desinfecção de Super ícies LIMPEZA E DESINFEC

Segurança do Paciente em Serviços de Saúde

Segurança do P acient e em Serviç os de Saúde

Brasília, 2010

Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies

Copyright © 2010 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total dessa obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens dessa obra é da área técnica. A Anvisa, igualmente, não se responsabiliza pelas idéias contidas nessa publicação.

1ª edição – 2010

Elaboração, distribuição e informações: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57 CEP: 71205-050 Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: w.anvisa.gov.br

Coordenação Técnica: Fabiana Cristina de Sousa Heiko Thereza Santana

Redação: Adriana Cesário – Hospital Unimed – PE Carla Assad – Companhia Municipal de Limpeza Urbana – Comlurb Elenildes Silva Amorim – Anvisa Elisabete Reinehr Pontes – Instituto de Cardiologia de Porto Alegre – RS Erci Maria Onzi Siliprandi – Instituto de Cardiologia de Porto Alegre – RS Fabiana Cristina de Sousa – Anvisa Gizelma de Azevedo Simões Rodrigues – Hospital Sírio-Libanês – SP Glória Costa – Companhia Municipal de Limpeza Urbana – Comlurb Heiko Thereza Santana – Anvisa Maria da Conceição Lira – Universidade Federal de Pernambuco – PE Maria Keiko Asakura – Hospital do Coração – SP Rosa Aires Borba Mesiano – Anvisa Silvana Torres – Assessoria e Treinamento em Serviços de Saúde Sylvia Lemos Hinrichsen – Universidade Federal de Pernambuco – PE

Revisão técnica – Anvisa: Magda Machado de Miranda Regina Maria Goncalves Barcellos Sandro Martins Dolghi Rosa Aires Borba Mesiano

Revisão técnica externa: Adriana Cesário – Hospital Umimed – PE Ana Paula Capinzaiki Silveira Martins – Secretaria de Saúde do Distrital Federal – DF Carla Assad – Companhia Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB Claudia Benjamim Moreira Borges – Secretaria de Saúde do Distrital Federal – DF Claudia Dutra Andrino – Secretaria de Saúde do Distrital Federal – DF Glória Costa – Companhia Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB Maria da Conceição Lira – Universidade Federal de Pernambuco – PE Rogério da Silva Lima – Organização Pan-Americana da Saúde- OPAS/OMS – Brasil Sylvia Lemos Hinrichsen – Universidade Federal de Pernambuco – PE Valeska Stempliuk – Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS/OMS – WDC

Capa Camila Medeiros Contarato Burns Projeto Gráfico e Diagramação All Type Assessoria Editorial Ltda

Ilustrações: Paulo Roberto Gonçalves Coimbra

Fotos: AudioVisual – Anvisa Almir Wanzeller José Carlos de Jesus Gomes Luiz Henrique Alves Pinto

Agradecimentos: Companhia Municipal de Limpeza Urbana – COMLURB – RJ Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação – DF Hospital Municipal Souza Aguiar – RJ Organização Pan-Americana da Saúde

Ficha Catalográfica

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: Anvisa, 2010. 116 p. –

ISBN 1. Vigilância Sanitária. 2. Saúde Pública. I. Título.

Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária CA – Certificado de Aprovação CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho C – Centro Cirúrgico CFT – Comissão de Farmácia e Terapêutica CME – Centro de Material e Esterilização CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNBS – Conselho Nacional de Biossegurança CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança CO – Centro Obstétrico CPM – Comissão de Padronização de Materiais DCCA – Ácido Dicloroisocianúrico DNA – Ácido Desoxirribonucleico DML – Depósito de Material de Limpeza DORT – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho EAS – Estabelecimentos Assistenciais de Saúde EPC – Equipamentos de Proteção Coletiva EPI – Equipamento de Proteção Individual FISPQ – Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos HIV – Vírus da Imunodeficiência Humana HS – High Speed INCQS – Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde LER – Lesão por Esforço Repetitivo MRSA – Staphylococcus aureus Resistente à Meticilina NR – Norma Regulamentadora PGRSS – Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde PPD – Derivado Proteico Purificado PVC – Cloreto de Polivinila RDC – Resolução da Diretoria Colegiada RPM – Rotação Por Minuto SCIH – Serviço de Controle de Infecção Hospitalar SESMT – Serviço de Medicina e Segurança do Trabalho TCCA – Ácido Tricloroisocianúrico UF – Unidade Federativa UHS – Ultra High Speed UTI – Unidade de Terapia Intensiva VRE – Enterococos resistente à vancomicina

SIGLÁRIO3
APRESENTAÇÃO1
INTRODUÇÃO13
O ambiente e a transmissão de infecções relacionadas à assistência à saúde15
1.1 Fatores que favorecem a contaminação16
1.2 Prevenção da transmissão de infecções relacionadas à assistência à saúde17
Referências bibliográficas18

CAPíTULO 1

Classificação de áreas em serviços de saúde19
2.1 Áreas dos serviços de saúde20
Referências bibliográficas2

CAPíTULO 2

O serviço de limpeza e desinfecção de superfícies23
3.1 Conceito, objetivos e finalidades24
3.2 Princípios básicos para a limpeza e desinfecção de superfícies em serviços de saúde25
3.2.1 Princípios gerais25
Referências bibliográficas27

CAPíTULO 3

Recursos humanos29
4.1 Atribuições30
4.2 Atribuições administrativas30
4.2.1 Quanto à apresentação pessoal30
4.2.2 Quanto às normas institucionais31
4.3 Atribuições técnicas31
4.3.1 Líderes, supervisores ou encarregados de limpeza e desinfecção de superfícies31
4.3.1.1 Quanto à aquisição de produtos saneantes31
4.3.1.2 Quanto aos equipamentos e materiais32
Proteção Coletiva (EPC):32
4.3.2.1 Quanto aos equipamentos, materiais e instalações34
4.3.2.2 Quanto à preservação ambiental34
4.3.2.3 Quanto à utilização de produtos saneantes34
4.3.2.4 Quanto ao recolhimento dos resíduos35
4.3.2.5 Quanto aos EPI35
4.3.2.6 Quanto aos processos de limpeza e desinfecção de superfícies35
4.4 Atribuições que não competem ao profissional de limpeza e desinfecção de superfícies35
4.5 Perfil37
4.5.1 Perfil da equipe37
4.5.2 Perfil profissional37
4.5.3 Perfil comportamental38
4.6 Capacitação38
4.6.1 A NR 32 e a capacitação contínua preventiva38
4.6.2 Capacitação técnica39
4.6.3 Capacitação técnica e preventiva: participação da equipe multidisciplinar40
4.6.4 A capacitação e a terceirização40
Referências bibliográficas41

4.3.2 Profissionais de limpeza e desinfecção de superfícies . . . . . . . . . . . . . . . . . 34

Produtos saneantes43
5.1 Legislações e critérios de compra4
5.2 Principais produtos utilizados na limpeza de superfícies46
5.2.1 Sabões e detergentes46
5.3 Principais produtos utilizados na desinfecção de superfícies46
5.3.1 Álcool46
5.3.2 Compostos fenólicos47
5.3.3 Compostos liberadores de cloro ativo47
5.3.3.1 Inorgânicos47
5.3.3.2 Orgânicos47
5.3.4 Compostos quaternários de amônio48
5.3.5 Monopersulfato de potássio48
5.3.6 Oxidantes48
5.3.6.1 Ácido peracético48
Referências bibliográficas50

CAPíTULO 5

Equipamentos e materiais utilizados na limpeza e desinfecção de superfícies51

CAPíTULO 6 6.1 Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52

6.1.2 Máquinas lavadoras com injeção automática de solução52
6.1.3 Aspiradores de pó e líquidos52
6.1.4 Enceradeiras de baixa rotação53
6.1.5 Enceradeiras de alta rotação53
6.2 Materiais53
6.2.1 Conjunto mop53
6.2.1.1 Cabo54
6.2.1.2 Luva do tipo cabeleira54
6.2.1.3 Luva do tipo cabeleira plana – Função úmida54
6.2.1.4 Luva do tipo cabeleira plana – Função pó54
e desvantagens54
6.2.2 Rodos5
6.2.3 Panos para limpeza de mobília e pisos56
6.2.4 Baldes56
6.2.5 Kits para limpeza de vidros e tetos56
6.2.6 Escadas56
6.2.7 Discos abrasivos para enceradeira57
6.2.8 Escova de cerdas duras com cabo longo57
6.2.9 Carro funcional57
6.2.10 Carros para transporte de resíduos58
6.2.1 Placa de sinalização59
Referências bibliográficas60

6.1.1 Máquinas lavadoras e extratoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 6.2.1.5 Conjunto mop x pano para limpeza de piso e rodo: vantagens

Limpeza e desinfecção de superfícies61
7.1 Limpeza62
7.2 Processos de limpeza de superfícies62
7.2.1 Limpeza concorrente62
7.2.2 Limpeza terminal63
7.3 Técnicas64
7.3.1 Técnica de dois baldes64
7.3.1.1 Varredura úmida65
7.3.1.2 Ensaboar65
7.3.1.3 Enxaguar e secar65
7.3.1.4 Passo a Passo65
7.3.1.5 Outros aspectos da limpeza6

CAPíTULO 7 7.3.2 Técnica de limpeza de piso com mop . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67

7.3.2.2 Recomendações68
7.3.3 Limpeza com máquinas de rotação – Enceradeiras68
7.3.4 Limpeza com máquinas lavadoras e extratoras automáticas69
7.3.5 Limpeza com máquina de vapor quente69
7.4 Desinfecção69
7.4.1 Técnica de desinfecção70
7.4.1.1 Técnica de desinfecção com pequena quantidade de matéria orgânica70
7.4.1.2 Técnica de desinfecção com grande quantidade matéria orgânica70
7.5 Limpeza e desinfecção de superfícies das áreas internas72
7.6 Limpeza de superfícies das áreas externas76
Referências bibliográficas7
Produtos e sistemas utilizados no tratamento de pisos79
8.1 Ceras lustráveis80
8.2 Ceras semilustráveis80
8.3 Ceras autobrilhantes80
8.4 Ceras impermeabilizante High Speed – HS80
8.5 Ceras Ultra High Speed – UHS81
8.6 Etapas do tratamento de pisos81
8.6.1 Preparação81
8.6.2 Acabamento82
8.6.2.1 Selamento das porosidades82
8.6.2.2 Impermeabilização82
8.6.2.3 Polimento82
8.6.3 Manutenção82
8.7 Definição do produto83
Referências bibliográficas84

CAPíTULO 8

Higienização das mãos em serviços de saúde85
9.1 Indicações – Higienização das Mãos com Água e Sabonete Líquido86
9.1.1 Técnica “Higienização simples das mãos com água e sabonete”86
9.1.2 Passo a Passo86
9.2 Indicações – Higienização das mãos com preparação alcoólica para as mãos89
9.2.1 Técnica “Fricção Antisséptica das Mãos” (com preparações alcoólicas)89
9.3 Outros aspectos da higienização das mãos92

CAPíTULO 9 9.4 Recomendações para dispensadores de sabonete e antissépticos . . . . . . . . . . . . . . . 92

Referências bibliográficas94

9.5 Considerações da Anvisa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93

Medidas de biossegurança95
serviços de saúde97
10.1.1 Risco biológico97
10.1.1.1 Classificação de risco de agentes biológicos97
10.1.2 Risco químico97
10.1.2.1 Recomendações para produtos químicos97
10.1.2.1.1 Na aquisição do produto químico97
10.1.2.1.2 Prerrogativas para o uso do produto98
10.1.2.1.3 EPI98
10.1.2.1.4 Proibições98
10.1.3 Risco de natureza físico-química98
10.1.4 Risco tóxico98
10.1.5 Drogas citotóxicas98
10.1.6 Risco ergonômico9
10.2 Material perfurocortante9
10.3 Sinalização de segurança9
10.4 Equipamentos de segurança9
10.4.1 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Uniforme9
10.4.1.1 Luvas de borracha100
10.4.1.2 Máscaras100
10.4.1.3 Óculos de proteção101
10.4.1.4 Botas101
10.4.1.5 Sapatos101
10.4.1.6 Avental102
10.4.1.7 Gorro102
10.4.2 Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC)102
10.4.3 Aquisição de novos equipamentos de proteção103
10.5 Proteção ambiental103
10.5.1 Limpeza concorrente e terminal103
10.5.2 Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde (PGRSS)103
10.5.3 Sistema de ventilação103
10.6 Saúde ocupacional103
10.6.1 Imunização do profissional103

CAPíTULO 10 10.1 Os riscos a que estão expostos os profissionais de limpeza e desinfecção de superfícies em 10.6.2 Ações emergenciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104

outros fluidos corporais em mucosa ou pele não íntegra104
10.6.2.2 Respingo em pele íntegra104
10.6.2.3 Derramamento ou extravasamento com contaminação ambiental104
10.6.2.3.1 Conteúdo mínimo do kit para químico perigoso104
10.6.2.3.2 Passo a passo105
10.7 Considerações finais105
Referências bibliográficas106
GLOSSÁRIO107
ANEXOS109
ANEXO I110
Roteiro de Observação Diária/Semanal – Condições de Limpeza e Conservação110
ANEXO I1
Roteiro de Observação Diária/Semanal – Biossegurança Durante os Procedimentos1
ANEXO I112
Roteiro de Observação Diária/Semanal – Resíduos112
ANEXO IV113
Formulário Troca de EPI113
ANEXO V114
Formulário de Solicitação de Serviços114
ANEXO VI116

As infecções relacionadas à assistência à saúde representam um risco substancial à segurança do paciente em serviços de saúde. Há evidências mostrando que vários patógenos como Staphylococcus aureus resistente à meticilina, Enterococos resistente à vancomicina e outros contaminam superfícies e equipamentos (bombas de infusão, barras protetoras das camas e estetoscópio e outros) mais frequentemente manuseados pelos profissionais e pacientes.

Sendo assim, falhas nos processos de limpeza e desinfecção de superfícies podem ter como consequência a disseminação e transferência de microrganismos nos ambientes dos serviços de saúde, colocando em risco a segurança dos pacientes e dos profissionais que atuam nesses serviços.

No sentido de contribuir com a correta limpeza e desinfecção de superfícies em serviços de saúde, a Anvisa publica o presente manual, disponibilizando informações atualizadas sobre o tema.

Espera-se que essa publicação proporcione aos gestores públicos, administradores, educadores, líderes, supervisores e encarregados de limpeza e desinfecção de superfícies e profissionais de saúde, melhor uso e aprimoramento desses processos, de forma a racionalizar esforços, recursos e tempo, garantindo, assim, a segurança de pacientes e profissionais.

Dirceu Raposo de Mello Diretor da Anvisa

A limpeza e a desinfecção de superfícies são elementos que convergem para a sensação de bem- -estar, segurança e conforto dos pacientes, profissionais e familiares nos serviços de saúde. Corrobora também para o controle das infecções relacionadas à assistência à saúde, por garantir um ambiente com superfícies limpas, com redução do número de microrganismos, e apropriadas para a realização das atividades desenvolvidas nesses serviços.

O ambiente é apontado como importante reservatório de microrganismos nos serviços de saúde, especialmente os multirresistentes. Ainda, a presença de matéria orgânica favorece a proliferação de microrganismos e o aparecimento de insetos, roedores e outros, que podem veicular microrganismos nos serviços de saúde.

Dessa forma, o aparecimento de infecções nos ambientes de assistência à saúde pode estar relacionado ao uso de técnicas incorretas de limpeza e desinfecção de superfícies e manejo inadequado dos resíduos em serviços de saúde.

Assim, o Serviço de Limpeza e Desinfecção de Superfícies em Serviços de Saúde apresenta relevante papel na prevenção das infecções relacionadas à assistência à saúde, sendo imprescindível o aperfeiçoamento do uso de técnicas eficazes para promover a limpeza e desinfecção de superfícies.

Capítulo 1

Adriana Cesário

Maria da Conceição Lira Sylvia Lemos Hinrichsen

Atualmente, o ambiente em serviços de saúde tem sido foco de especial atenção para a minimização da disseminação de microrganismos, pois pode atuar como fonte de recuperação de patógenos potencialmente causadores de infecções relacionadas à assistência à saúde, como os microrganismos multirresistentes. Segundo Rutala (2004), as superfícies limpas e desinfetadas conseguem reduzir em cerca de 9% o número de microrganismos, enquanto as superfícies que foram apenas limpas os reduzem em 80%.

As superfícies carreiam um risco mínimo de transmissão direta de infecção, mas pode contribuir para a contaminação cruzada secundária, por meio das mãos dos profissionais de saúde e de instrumentos ou produtos que poderão ser contaminados ao entrar em contato com essas superfícies e posteriormente, contaminar os pacientes ou outras superfícies (ANSI/AAMI, 2006).

Assim, a higienização das mãos dos profissionais de saúde e a limpeza e a desinfecção de superfícies são fundamentais para a prevenção e redução das infecções relacionadas à assistência à saúde.

1.1 Fatores que favorecem a contaminação

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