Assistência de enfermagem em cirurgias gastrintestinais

Assistência de enfermagem em cirurgias gastrintestinais

(Parte 4 de 6)

•Dorno QSD do abdome.

• Febre.

•Náusease vômitos.

• Ictericia.

• Urina escurecida.

• Fezes acinzentadas até esbranquiçadas.

CCáálculoslculos BiliaresBiliares

Tratamento CirTratamento CirúúrgicorgicoDiagnDiagnóósticos de sticos de EnfermagemEnfermagem

• Dor aguda

•Nutriçãodesequilibrada: menorquea necessidades corporais

• Risco de integridade da pele prejudicada

• Integridade tissular prejudicada

Assistência de EnfermagemAssistência de Enfermagem

•Realizar exame físico dirigido. •Monitorar SV.

•Estimular a tosse e respiração profunda.

•Manter hidratação endovenosa.

•Controlar de débito de tubos, sondas e drenos (se presentes).

•Realizar curativo em ferida operatória e drenos (se presente).

•Observar sinais de infecção pela ferida operatória.

• Avaliar e aliviar dor.

• Estimular a deambulação precoce.

•Liberardietaapós6 a 12 horasapóscirurgia, sendoliquidaa pastosa, hipolipidicae hiperprotéica.

• Observar tolerância alimentar.

• Monitorar peso.

Colangiopancreatografia Retrograda Endoscópia(CPRE)consiste em um exame invasivoo qual permite a visualização direta das estruturas biliares, com avaliação da presença e localização dos cálculos biliares, para posterior remoção através da inserção de um cateter.

CPRE CPRE Cuidados de EnfermagemCuidados de Enfermagem

•Dieta zero 6horas. •Retirada de próteses dentárias SN.

•Acesso venoso periférico pérvio.

•Administrar sedativo CPM.

•Monitorar função respiratória.

•Controlar infusão endovenosa.

•Controle dos SV.

ApêndiceApêndice

Apêndice:apêndice ileocecal, orgãoem forma de tubo ou saco, que se projeta do intestino grosso.

ApendiciteApendicite

•A apendicite aguda éuma das patologias abdominais mais comuns, sendo a principal cirurgia não eletiva realizada pelos cirurgiões. O risco do desenvolvimento da doença no decorrer da vida éestimado em 5 a 20%.

DiagnDiagnóósticos de Enfermagemsticos de Enfermagem

•Dor aguda •Risco de infecção

•Integridade tissular prejudicada

Assistência de EnfermagemAssistência de Enfermagem

•Realizar exame físico dirigido. •Monitorar SV.

•Estimular a tosse e respiração profunda.

•Manter hidratação endovenosa.

•Controlar de débito de tubos, sondas e drenos (se presentes).

•Realizar curativo em ferida operatória e drenos (se presente).

•Observar sinais de infecção pela ferida operatória.

• Avaliar e aliviar dor.

• Estimular a deambulação precoce.

• Observar tolerância alimentar, após liberação da dieta.

Cirurgia do RetoCirurgia do Reto

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