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•Suportes, garras e argolas de ferro: servem para a montagem e a sustentação dos aparelhos de laboratório.

•Tubo de ensaio: usado para testar reações com pequenas quantidades de reagentes.

•Vidro de relógio: usado para pesar pequenas quantidades de substâncias, para evaporar pequenas quantidades de soluções e para cobrir béqueres e outros recipientes.

•Erlenmeyer: Muito utilizado em preparações de soluções químicas, devido o formato afunilado de seu bico, que não deixa a solução respingar. •Balão de fundo chato: usado para aquecer e preparar soluções e realizar reações com desprendimento de gases.

•Balão de fundo redondo: de uso semelhante ao balão de fundo chato, mas mais apropriado a aquecimentos sob refluxo. •Proveta ou cilindro graduado: para medir e transferir volumes de líquidos e solução (não é muito preciso).

•Balão volumétrico: para preparar volumes precisos de soluções.

•Pipeta graduada: para medir e transferir volumes variáveis de líquidos ou soluções, sem muita precisão.

•Pipeta volumétrica: para medir e transferir um líquido ou solução, porém mais preciso que a pipeta graduada.

•Bureta: para medir volume de líquidos ou soluções por escoamento.

Material de laboratório22

•Trompa de vácuo: aproveita-se de uma corrente de água para aspirar o ar, por uma abertura lateral; é usada para as "filtrações a vácuo". •Cadinho ou porcelana (ou metal): usado para aquecimento e fusão de sólidos a altas temperaturas.

•Triângulo de porcelana: serve de suporte para cadinhos, quando aquecedidos directamente na chama de gás.

•Cápsula de porcelana (ou de metal): usada para a concentração e secagem de soluções.

•Almofariz e pistilo: usado para a trituração e pulverização de sólidos.

•Centrífuga: É um aparelho que acelera o processo de decantação. Devido ao movimento de rotação, as partículas de maior densidade, por inércia, são arremessadas para o fundo do tubo.

•Estufa: Aparelho elétrico utilizado para dessecação ou secagem de substâncias sólidas, evaporações lentas de líquidos, etc.

•Capela: Local fechado, dotado de um exaustor onde se realizam as reações que liberam gases tóxicos num laboratório.

•Banho Maria: É um dispositivo que permite aquecer substâncias de forma indireta(banho-maria), ou seja, que não podem ser expostas a fogo direto.

•Frasco lavador ou pisseta: É empregada na lavagem de recipientes por meio de jactos de água ou de outros solventes. O mais utilizado é o de plástico pois é prático e seguro.

•Colher de deflagração: Se utiliza para realizar pequenas combustões de substâncias ou observar o tipo de chama, reação, etc.

•Condensador: É empregado nos processos de destilação. Sua finalidade é condensar os vapores do líquido. É refrigerado a água.

•Funil de separação ou decantação: Recipiente de vidro em forma de pêra, que possui uma torneira. É Utilizado para separar líquidos imiscíveis. Deixa-se decantar a mistura; a seguir abre-se a torneira deixando escoar a fase mais densa.

•Tubos em U: Tubo recurvado em forma de U, quando preenchido com uma solução especial funciona como ponte salina permitindo a passagem de íons na montagem de uma pilha de Daniell. •Cristalizador: São de vidro, possuem grande superfície que faz com que o solvente evapore com maior rapidez.

•Dessecador ou Exsicador: É usado para guardar substâncias em ambiente com pouco teor de umidade.

•Papel de filtro: Papel poroso, que retém as partículas sólidas, deixando passar apenas a fase líquida.

•Mufla: tipo de estufa para altas temperaturas usada em laboratórios, principalmente de química. Consiste basicamente de uma câmara metálica com revestimento interno feito de material refractário e equipada com resistências capazes de elevar a temperatura interior a valores acima de 1000°C. As muflas mais comuns possuem faixas de trabalho que variam de 200°C a 1400°C.

•Colorímetro: instrumento que utiliza amostras de substâncias desconhecidas para determiná-las, através do nível de absorção, que modifica sua coloração.

•Gobelé: Copo de vidro de tamanho variado utilizado para aquecer e cristalizar substâncias, recolher filtrados, fazer decantações, misturar reagentes, preparar soluções, transferir soluções e pesar substâncias.

Ver também

• Laboratório • Vidraria

Microrreator 23

Microrreator

Um microrreactor é um reactor químico de pequenas dimensões.

Os microrreactores estão ainda em fase de investigação e desenvolvimento. A teoria mostra que estes reactores podem usados com vantagem para reacções perigosas, reacções não lineares exotérmicas em que podem ocorrer pontos quentes, e em testes clínicos portáteis.

Os microreactores podem ser combinados em paralelo para produzir grandes quantidades de produto. No entanto, como a reacção ocorre em contentores fechados o perigo de um reagente ou produto se libertar está limitado. Como a razão área de contacto / volume é alta, o calor de reacção dissipa-se rapidamente e os pontos quentes são evitados.

Moinho coloidal

Um moinho coloidal é um equipamento utilizado geralmente pela indústria química, alimentícia ou farmacêutica, para a homogeneização, dispersão e moagem. O material sofre alta rotação e grandes forças de cisalhamento, provocando moagem extremamente fina.

Mufla

Mufla é um tipo de estufa para altas temperaturas usada em laboratórios, principalmente de química. Consiste basicamente de uma câmara metálica com revestimento interno feito de material refratário e equipada com resistências capazes de elevar a temperatura interior a valores acima de 1000 °C. As muflas mais comuns possuem faixas de trabalho que variam de 200°C a 1400°C.

Osciloscópio 24 Osciloscópio

Um osciloscópio analógico portátil modelo Tektronix 475A, um instrumento típico nos anos 70. Este instrumento dual-trace tem uma banda vertical de 250 MHz, uma sensibilidade vertical máxima de 5 mV por divisão, e a velocidade de varredura horizontal máxima (unmagnified) de 10 ns por divisão.

O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã (monitor) normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um "ponto" que periodicamente "varre" a tela da esquerda para a direita.

Características e usos

Descrição

Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel. Atualmente existem osciloscópios portáteis com tela de cristal líquido.

Para ajudar na medidas, uma grade chamada graticule ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma divisão. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado ponta de prova para osciloscópio é usado.

Em seu modo mais simples, o osciloscópio desenha repetidamente uma linha horizontal chamada de traço através do meio da tela da esquerda para a direita. Um dos controles, o timebase control (controle da base de tempo), determina a velocidade com que a linha é desenhada, e é calibrado em segundos por divisão.

Se a tensão de entrada difere do zero, o traço pode ser defletido tanto para cima quanto para baixo. Outro controle, o vertical control (controle vertical), determina a escala da deflexão vertical, e é calibrado em volts por divisão. O traço resultante é um gráfico da voltagem (tensão) em função do tempo.

Se o sinal de entrada é periódico, então um traço relativamente estável pode ser obtido apenas ajustando a base de tempo (timebase) de acordo com a frequência do sinal de entrada. Por exemplo, se o sinal é uma onda seno com frequência igual a 50 Hz, então seu período é de 20 ms, então a base de tempo (timebase) deve ser ajustada de modo que o tempo entre a passagens sucessivas seja de 20 ms. Este modo é chamado de continual sweep (varredura contínua). Infelizmente, a base de tempo dos osciloscópios não é perfeitamente precisa, e a frequência do sinal não é perfeitamente estável, então o traço pode se mover pela tela, dificultando as medidas.

Osciloscópio 25

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