Dimensionamento de Pessoal em Enfermagem

Dimensionamento de Pessoal em Enfermagem

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Dimensionamento de Pessoal

Conselho editorial

Plenário 2008 – 2011

Presidente Cláudio Alves Porto

Vice-presidente Cleide Mazuela Canavezi

Primeiro-secretário Edmilson Viveiros

Segunda-secretária Josiane Cristina Ferrari

Primeiro-tesoureiro Marcos Luis Covre

Segunda-tesoureira Tânia de Oliveira Ortega

Conselheiros efetivos Andréa Porto da Cruz Denílson Cardoso Edna Mukai Correa Edwiges da Silva Esper Francisca Nere do Nascimento Henrique Caria Cardoso Lídia Fumie Matsuda Maria Angélica Giannini Guglielmi Marinete Floriano Silva Paula Regina de Almeida Oliveira Paulo Roberto Natividade de Paula Rosana de Oliveira Souza Lopes

Comissão de tomada de contas

Presidente Mariangela Gonsalez

Membros Márcia Rodrigues

Marlene Uehara Moritsugu

Conselheiros suplentes Aldomir Paes de Oliveira Brígida Broca da Silva Cícera Maria André de Souza Demerson Gabriel Bussoni Elaine Garcia Elizete P. do Amaral Flávia Alvarez Ferreira Caramelo Gutemberg do Brasil Borges Moreira Ivone Valdelice dos Santos Oliveira José Messias Rosa Lúcia R. P. L. Sentoma Luciana M. C. P. Almeida Luciene Marrero Soares Roberta Pereira de Campos Vergueiro Sandra Ogata de Oliveira Sebastião C. da Silva Selma Regina Campos Casagrande Sonia Marly M. Yanase Rebelato Tamami Ikuno Zainet Nogimi Zeneide M. Cavalcanti

Elaboração Drª Cleide Mazuela Canavezi COREN-SP-0012721

Revisão ortográfica Marco Antonio Petucco Junior

Projeto gráfico Gilberto Luiz de Biagi

Diagramação Nádia Pierallini Ferreira

Foto w.sxc.hu

Não autorizada a reprodução ou venda do conteúdo deste livreto.

Distribuição Gratuita Abril/2010

Dimensionamento de pessoal4
Indicadores conhecidos5
Sistema de Classificação de Paciente (SCP)6
Escore de Schein/Rensis Likert6
Método de perfil simples7
Definições7
Resolução 293/20048
Metodologia da pesquisa8
Cálculo de Quadro de Pessoal para Unidades de Internação9
Cálculo de Quadro de Pessoal para Unidades Especializadas1
Considerações finais13

Dimensionamento de pessoal

Fixa e estabelece parâmetros para dimensionar o quadro de profissionais de enfermagem para as unidades assistenciais nas instituições de saúde e assemelhados.

"Os aspectos quantitativos dos profissionais de enfermagem nas instituições de saúde são enfatizados para que haja a garantia da segurança e da qualidade de assistência ao cliente e a continuidade da vigília perante a diversidade de atuação nos cuidados e na atenção da equipe de enfermagem."

Enf. Lidia Demeneghi

Os parâmetros representam normas técnicas mínimas, constituindo-se em referências para orientar os gestores e gerentes das instituições de saúde:

• No planejamento das ações de saúde; • Na programação das ações de saúde;

• Na priorização das ações de saúde a serem desenvolvidas.

As características da instituição também devem ser consideradas, podendo sofrer adequações regionais e/ou locais, de acordo com realidades epidemiológicas e:

1. Missão; 2. Porte; 3. Estrutura organizacional; 4. Estrutura física; 5. Tipos de serviços e/ou programas; 6. Tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; 7. Política de pessoal; 8. Política do RH; 9. Política financeira; 10. Atribuições e competências dos integrantes dos diferentes serviços e/ou programas; 1. Indicadores tanto do Ministério da Saúde quanto institucionais.

O serviço de enfermagem deve ser também considerado quanto à fundamentação legal do exercício profissional (Lei nº 7.498/86 e Decreto nº 94.406/87), o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Resoluções COFEN e Decisões dos CORENs, além dos aspectos técnico-administrativos:

1. Modelo gerencial; 2. Modelo assistencial; 3. Métodos de trabalho ; 4. Jornada de trabalho; 5. Carga horária semanal; 6. Padrões de desempenho dos profissionais; 7. Índice de segurança técnica (IST); 8. Taxa de absenteísmo (TA); 9. Taxa de ausência de benefícios (TB); 10. Proporção de profissionais de enfermagem de nível superior e médio; 1. Indicadores de avaliação de qualidade de assistência.

Indicadores conhecidos:

• Quedas de paciente; • Contenção mecânica no leito;

• Úlceras por pressão;

• Soromas;

• Flebite;

• Manutenção da integridade da pele;

• Taxa de ocupação;

• Tempo médio de permanência;

• Índice de infecção;

• Índice de mortalidade;

• Outros.

Considerar, também, a clientela atendida: através do SCP (Sistema de Classificação de Pacientes) e a realidade sócio-cultural e econômica.

Sistema de Classificação de Paciente – SCP

Escore de Schein/Rensis Likert

Pontuação Indicadores

1- Estado Mental

Cmn: Até 17 pontosCinterm: 18 e 28CSIntens: 29 a 39Cintens: 18 e 28

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