Trabalho câncer de mama

Trabalho câncer de mama

CÂNCER DE MAMA

  • Airton Alvarenga

  • Angela Reis

  • Catia Paezano

  • Daila Ladislau

  • Danilo Coronel

  • Débora Paiva

  • Diego Silvério

  • Elisangela Padilha

  • Halex Mairton

  • Rosilene Almeida

O câncer é um processo patológico que

  • O câncer é um processo patológico que

  • tem início quando uma célula tem seu DNA

  • alterado – mutação genética.

  • Não há causa única específica para o

  • câncer de mama; em vez disso, há uma

  • comunicação de eventos hormonais,

  • genético e, possivelmente, ambientais pode

  • contribuir para seu aparecimento.

Etiologia

  • Os hormônios produzidos pelos óvarios

  • exercem um papel importante no câncer de

  • mama; estradiol e progesterona, estão

  • alterados por inúmeros fatores.

  • Nos laboratórios,os tumores crescem

  • mais rápidos quando expostos ao

  • estrogênio.

  • * O próprio estrogênio não causa câncer, mais

  • está associado ao seu desenvolvimento.

CA de mama

  • 2° tipo mais frequente.

  • 1° entre as mulheres.

  • Risco estimado de 51 casos novos/ 100 mil

  • mulheres,2008 - Brasil.

  • Bom prognóstico se tratado oportunamente.

  • Taxas de mortalidade seguem elevadas –

  • Brasil.

Causas

  • Primária:

  • Alterações genéticas: somática (adquiridas)

  • ou linhagem germinativa (herdadas).

  • Secundárias: menarca precoce; nuliparidade;

  • parto depois de 30 anos de idade e a

  • menopausa tardia.

Condições Benignas da Mama

  • Alterações Fibrocísticas da mama;

  • Fibroadenoma;

  • Doença Proliferativa;

Condições Malignas da Mama

  • Carcinoma In Situ (Não – Invasivo):

  • Carcinoma Ductal In Situ; Carcinoma Lobular

  • In Situ.

  • Carcinoma Invasivo:

  • Carcinoma Ductal Infiltativo; Carcinoma Lobular

  • Infiltrativo; Carcinoma Medular; Câncer Mucinoso;

  • Câncer Ductal Tubular; Carcinoma Inflamatório; Doença de

  • Paget.

Doenças da Mama Masculina

  • Ginecomastia, ou tecido mamário

  • hiperdesenvolvido, é a condição mamária mais

  • comum no homem.

  • Os meninos adolescentes podem ser afetados por

  • essa condição por causa dos hormônios secretados

  • pelos testículos.

  • Pode acontecer antes ou depois da puberdade e

  • nos homens idosos, diminuindo em 1 ou 2 anos.

  • Em regra, é unilateral e apresenta-se como uma

  • massa firme e dolorosa, abaixo da aréola.

Nos homens adultos, a ginecomastia pode ser

  • Nos homens adultos, a ginecomastia pode ser

  • difusa e estar relacionada com os medicamentos (p.ex. digitálicos, reserpina,ergotamina, ranitidina e fenitoína).

  • A dor e a hipersensibilidade são os sintomas

  • iniciais.

  • O tratamento depende dos sentimentos e

  • preferências do homem (é aceitável porque ela

  • pode resolver sozinha), remoção cirúrgica do

  • tecido, feita por cirurgião plástico.

Câncer De Mama Masculino

Câncer de Mama Masculino

  • Constitui com 1% de todos os cânceres de mama.

  • Aproximadamente 1.500 novos casos de câncer de mama e 400

  • mortes decorrentes do mesmo anualmente.

  • Os sintomas podem incluir uma nodosidade indolor abaixo da

  • aréola, retração do mamilo, secreção mamilar ou ulceração da pele.

  • Os exames diagnósticos e as modalidades de tratamento são

  • similares aos usados para as mulheres.

  • Os fatores de risco podem incluir orqueíte por caxumba,

  • exposição á radiação e síndrome de Klinefelter.

  • Tratamento geralmente consiste em uma mastectomia radical

  • modificada.

  • Prognostico varia, dependendo do estágio da doença no

  • diagnostico.

Manifestações Clínicas

  • Os cânceres de mama ocorrem em qualquer ponto

  • na mama,porém a maioria é encontrado no quadrante

  • superior externo, onde se localiza a maior parte do

  • tecido mamário.

  • Em geral, as lesões são indolores, fixas e induradas

  • com bordas irregulares.

  • As queixas de dor e dolorimento difusos na mama

  • com a menstruação comumente estão associadas á

  • doença mamária benigna.

  • Contudo, a dor acentuada pode estar associada ao

  • câncer de mama em estágios mais avançados.

Estágios

  • O estagiamento envolve classificar o câncer pela extensão da

  • doença, onde diversos exames diagnósticos e procedimentos são

  • realizados, podendo englobar radiografias de tórax, cintilografias

  • ósseas e provas de função hepática.

  • O estagiamento clínico envolve a estimativa do médico do

  • tamanho do tumor da mama e a extensão do envolvimento dos

  • linfonodos axilares através do exame físico(os linfonodos palpáveis

  • podem indicar a progressão da doença) e da mamografia.

  • O câncer de mama é estagiado de acordo com o sistema TNM,

  • que avalia o tamanho do tumor , o número de linfonodos envolvidos

  • e a evidencia de metástase a distância.

  • O estagiamento baseado na histologia fornece as informações

  • para um prognóstico mais exato.

Estágio 0: o tumor é um DICS(carcinoma ductal in situ) , cirurgia

  • Estágio 0: o tumor é um DICS(carcinoma ductal in situ) , cirurgia

  • MT(mastectomia total ou lumpectomia(terapia de conservação da

  • mama);

  • Quimioterapia: Tamoxifeno,

  • Radiação: Para a lumpectomia.

  • Estágio I: Os tumores tem menos de 2 cm de diâmetro e estão

  • confinados à mama;

  • Cirurgia: TCM(terapia de conservação da mama) ou

  • MRM(mastectomia radical modificada);

  • Quimioterapia: Considerada para todos os tumores invasivos;

  • Radiação: para a TCM.

Estágio II : Os tumores têm 5 cm ou são menores,

  • Estágio II : Os tumores têm 5 cm ou são menores,

  • com o envolvimento de linfonodos axilares móveis;

  • Cirurgia: TCM ou MRM;

  • Quimioterapia: O regime depende do tamanho do

  • tumor e estado de linfonodos;

  • Radiação: Para a TCM.

  • Estágio IIIa: Os tumores têm mais de 5 cm ou estão

  • acompanhados por linfonodos axilares aumentados,

  • fixados a outro ou a tecido adjacente;

  • Cirurgia:MRM;

  • Quimioterapia: Pós-operatório e , possivelmente pré

  • operatório;

  • Radiação: Para a parede torácica e, possivelmente,

  • axilas depois da MRM.

Estágio IIIb: Lesões mais avançadas, com

  • Estágio IIIb: Lesões mais avançadas, com

  • nódulos satélites, fixação na pele ou parede

  • torácica, ulceração, edema, ou com

  • envolvimento de linfonodos supraclaviculares ou

  • intraclaviculares.

  • Estágio IV: Todos os tumores com metástases

  • a distância;

  • Cirurgia: Possível Lumpectomia ou MRM;

  • Quimioterapia: Para controlar a progressã

  • e/ou alívio;

  • Radiação: Para controlar a progressão e/ou alívio.

Sintomas (Aspectos)

Mecanismo de Ação

  • O processo de carcinogênese, ou seja,

  • de formação do câncer, em geral se dá lentamente, podendo levar vários anos

  • para que uma célula cancerosa prolifere

  • e dê origem a um tumor visível. Esse processo passa por vários estágios antes de chegar ao tumor.

Estágio de Iniciação

  • É o primeiro estágio da carcinogênese.

  • Nele as células sofrem o efeito dos agentes cancerígenos ou carcinógenos que provocam modificações em alguns de seus genes. Nesta fase as células se encontram, geneticamente alteradas, porém ainda não é possível se detectar um tumor clinicamente.

Estágio de Promoção

  • É o segundo estágio da carcinogênese.

  • Nele, as células geneticamente alteradas, ou seja, "iniciadas", sofrem o efeito dos agentes cancerígenos classificados como oncopromotores. A célula iniciada é transformada em célula maligna, de forma lenta e gradual. Para que ocorra essa transformação, é necessário um longo e continuado contato com o agente cancerígeno promotor. A suspensão do contato com agentes promotores muitas vezes interrompe o processo nesse estágio.

Estágio de progressão

  • É o terceiro e último estágio e se caracteriza pela multiplicação descontrolada e irreversível das células alteradas. Nesse estágio o câncer já está instalado, evoluindo até o surgimento das primeiras manifestações clínicas da doença.

Diagnóstico

  • As técnicas para determinar a histologia e o diagnóstico tecidual do câncer de mama incluem a Aaf, biópsia excisional(ou aberta), biópsia incisional, localização por agulha, biópsia de núcleo e biópsia estereotáxica(todas descritas anteriormente).

  • Além dos critérios de estagiamento, outros aspectos patológicos e exames prognósticos são empregados para identificar os diferentes grupos de pacientes que podem beneficiar-se do tratamento adjuvante.

  • O exame histológico das células cancerosas ajuda a determinar o prognóstico e leva a uma melhor compreensão de como progride a doença.

Tratamento

  • Cirúrgico;

  • Radioterapia,

  • Quimioterapia.

Complicações

  • Os efeitos físicos provocados pelo

  • tratamento do câncer mamário no organismo

  • da mulher e, em especial aqueles resultantes

  • da cirurgia merecem uma assistência dirigida

  • para a recuperação e prevenção das seqüelas.

  • Mastectomia;

  • Osteoporose,

  • Obesidade.

Assistência de Enfermagem

  • Incluir maior conhecimento ao paciente/família

  • sobre a doença e seu tratamento;

  • Redução dos medos;

  • Ansiedade e estresse emocional pré – e pós

  • operatório;

  • Melhoria da capacidade de tomada de decisão;

  • Tratamento da dor;

  • Manutenção da integridade da pele;

  • Melhora do autoconceito;

  • Melhora da função sexual;

  • Ausência de complicações.

PREVENÇÃO

  • Evitar obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular

  • de exercícios físicos;

  • Evitar a ingestão de álcool, mesmo em quantidade moderada;

  • Ainda não há certeza da associação do uso de pílulas

  • anticoncepcionais com o aumento do risco para o câncer de mama.

  • Podem estar mais predispostas a ter a doença mulheres que

  • usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas de estrogênio,

  • que fizeram uso da medicação por longo período e as que usaram

  • anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira gravidez.

Prevenção: Auto Exame

  • O INCA não estimula o autoexame das mamas

  • como método isolado de detecção precoce do câncer

  • de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria

  • mulher faça parte das ações de educação para a saúde que

  • contemplem o conhecimento do próprio corpo.

  • Evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas

  • não é eficiente para a detecção precoce e não contribui para a

  • redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, traz

  • consequências negativas, como aumento do número de biópsias de

  • lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames

  • falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames

  • falsamente positivos.

Dia Nacional de Combate ao Câncer de Mama

Dia Nacional do Câncer ao Mama

  • Milhares de mulheres lutam contra o câncer de mama todos os anos. O dia 29 de abril foi escolhido como a data oficial de combate à doença no Brasil.

  • “O dia 29 de abril amanhece diferente e rosa,  principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador . Neste dia, entra em vigor a Lei Federal 11.64/2008 em todo o território nacional, que determina a realização gratuita de exame mamográfico para todas as mulheres a partir dos 40 anos na rede do SUS”.

Referências Bibliográficas

  • www.inca.gov.br

  • http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:PDcZLISTujYJ:www.inca.gov.br/publicacoes/Consensointegra.pdf+INCA+qual+tratamento+ca+de+mama&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESjnKI2okojt7TrrevQhR0EdFwArlrv0vf4QTZeo9SoO5eNCRJZjnX1UL3p2JUvAQcIR36ukE5H7Qkn0di6gdFDwm5kM6Z3btK53d_GI4IHul2CHbQrajK4m_soQSq0Szb3KYlNm&sig=AHIEtbSxmyyTekwJdPYfzhRxcEbB49z7-Q

  • BARE, B. G.; SMELTZER, S. C. TRATADO DE ENFERMAGEM MÉDICO – CIRÚRGICO. Rio de Janeiro, 10 ed. v.3 p. 1532, 1533, 1540 – 1543, 1554,1567, 2005. Guanabara Koogan.

  • http://www.revistavigor.com.br/2009/04/28/dia-nacional-de-combate-ao-cancer-de-mama/

  • http://claudia.abril.com.br/blogs/noticias-da-redacao/dia-nacional-de-combate-ao-cancer-de-mama/

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