Relatório de visita laboratório de soldagem

Relatório de visita laboratório de soldagem

SUMÁRIO:

Sumário 1

Introdução 2

Descrição 3-4

Estrutura 5

Fotos 6-7

Conclusão 8

Bibliografia 9

INTRODUÇÃO:

Este relatório de visita técnica visa conhecimento das instalações e desenvolvimento da sensibilidade dos alunos para relatar as condições da infra-estrutura predial, equipamentos disponíveis, corpo técnico, capacidade para atendimento as atividades educativas e verificar como é realizada a manutenção dos maquinários de forma a manter a disponibilidade para as aulas práticas com a finalidade de demonstrar e avaliar as condições do laboratório de soldagem da pontifícia universidade católica de Minas Gerais.

Local de visita:

Laboratório de soldagem da universidade católica de Minas Gerais em Contagem-MG.

A visita foi realizada pelos alunos do primeiro período de engenharia mecânica sob coordenação do Professor Yon Willer dos Santos.

Fomos recebidos às 19:30 horas pelos técnicos responsáveis pelos laboratórios que discorreram brevemente sobre as atividades desenvolvidas neste laboratório, os maquinários disponíveis, a estrutura predial, recursos humanos e funcionamento da manutenção abrindo logo em seguida espaço para perguntas.

O laboratório é dividido em duas seções soldagem: arco elétrico manual, oxicombustível, plasma, TIG, MIG/MAG e arco submerso e corte: plasma, oxicorte os quais estão definidos logo abaixo.

A área do laboratório é de 10m², sendo todos equipamentos dispostos em bancadas específicas e seus acessórios estão devidamente armazenados em armário bem identificados por tipo de processo de soldagem.

Endereço:

Rua Rio Comprido, 4580 – Bairro: Bernardo Monteiro, Contagem-MG, CEP: 32010-025

Data da visita:

Visita ocorrida em 03 de Abril de 2010 às 19:30 horas PM.

DESCRIÇÃO:

O laboratório tem função unicamente pedagógica é composto dos seguintes equipamentos sendo divididos por tipo de soldagem sendo:

a) Mig/Mag (figura 02)- Trata-se de um processo de soldagem a arco elétrico entre a peça e o consumível em forma de arame, eletrodo não revestido, fornecido por um alimentador contínuo, realizando uma união de materiais metálicos pelo aquecimento e fusão. O arco elétrico funde de forma continua o arame a medida que é alimentado à poça de fusão. O metal de solda é protegido da atmosfera por um fluxo de gás, ou mistura de gases, inerte (MIG) ou ativo (MAG).

b) Oxicombustível (figura 03) A soldagem se dá pela fusão de um ou mais metais de base, com ou sem material de adição, que são aplicados na junta a ser soldada por meio de uma chama proveniente da queima de uma mistura de gases. Esses gases passam por um dispositivo cuja fusão é dosá-los na proporção exata para a combustão. O dispositivo, chamado maçarico, deve ainda possibilitar que se produzam diferentes tipos de misturas necessárias para obter tipos de chama de acordo com os diferentes tipos de materiais.

c) TIG (figura 04) é o processo de soldagem ao arco elétrico com proteção gasosa que utiliza eletrodo de tungstênio, um gás inerte, para proteger a poça de fusão. O nome TIG é uma abreviatura de Tungsten Inert Gas (gás inerte tungstênio), em que tungstênio é o material de que é feito o eletrodo e gás inerte refere-se ao gás que não reage com outros materiais. Na Alemanha, o processo TIG é conhecido como WIG, sigla de Wolfranium Inert Gas. O processo TIG apresenta variantes, tais como a soldagem TIG por pontos, TIG por corrente pulsada e TIG com arame quente ou “hot wire”. O processo TIG também é conhecido pôr GTAW ou Gas Tungsten Arc Welding (soldagem a arco com gás tungstênio).

d) Arco submerso (figura 05)é um processo automático no qual o calor é fornecido por um arco desenvolvido entre um eletrodo de arame sólido ou tubular e a peça-obra. Tanto o metal de base quanto a poça de fusão ficam totalmente submersos em um fluxo granulado que garante a proteção contra os efeitos da atmosfera. O fluxo granulado funde-se parcialmente, formando uma camada de escória líquida, que depois é solidificada

e) Plasma (figura 06)é aquele em que a fusão dos metais é provocada por um arco elétrico constritor, estabelecido entre um eletrodo de tungstênio e a peça de trabalho; esse arco está envolvido por uma atmosfera protetora proporcionada por dois fluxos de gases. O arco é chamado constrito ou constringido porque é limitado por um bocal que restringe o diâmetro do arco e aumenta a intensidade da fonte de calor. Um dos dois fluxos de gases, freqüentemente argônio, sai do bocal constritor e rodeia o eletrodo, sob a forma de um jato altamente aquecido, chamado plasma; o outro passa por um bocal externo, concêntrico ao bocal constritor, e funciona como proteção; este gás pode ser inerte ou uma mistura de gases inertes.

f) Arco elétrico (figura 07) (eletrodo revertido) manual consiste na abertura e manutenção de um arco elétrico entre o eletrodo revestido e a peça a ser soldada, de modo a fundir simultaneamente o eletrodo e a peça; o metal fundido do eletrodo é transferido para a peça, formando uma poça fundida que é protegida da atmosfera (O2 e N2) pelos gases de combustão do revestimento do eletrodo. O metal depositado e as gotas ejetadas do metal fundido recebem uma proteção adicional por meio do banho de escória, a qual é formada pela queima de alguns componentes do revestimento.

g) O corte a Plasma (figura 08)é um processo que utiliza um bico com um orifício para constringir o gás ionizado em alta temperatura até que possa se utilizado para cortar secções de metais, como o aço carbono, aço inoxidável, o alumínio e outros metais eletricamente condutores. O arco Plasma derrete o metal, e a alta velocidade do gás remove o material derretido.

h) O oxicorte (figura 09) é o processo de secionamento de metais pela combustão localizada e contínua devido à ação de um jato de Oxigênio, de elevada pureza, agindo sobre um ponto previamente aquecido por uma chama oxicombustível.

ESTRUTURA:

O prédio é construído em alvenaria, em uma área de 10m², suficiente para os equipamentos disponíveis este área obedece às normas vigentes para este tipo de ambiente, tendo ventilação adequada à atividade e dotada de ampla janela que favorece a iluminação natural durante os dias ensolarados, possui também a iluminação artificial que atende a toda necessidade.

Manutenção:

A manutenção dos equipamentos se dá no primeiro momento através dos próprios técnicos, que realizam pequenos reparos que envolvem até construção de peças, sendo neste momento suportado pelos outros laboratórios da própria universidade, e vice e versa, quando o reparo é mais complexo e envolve mão de obra especializada, fugindo na competência dos técnicos ocorre contratação de empresa especialista sendo assim destinada verba para tal procedimento.

FOTOS:

Figura 01- Laboratório de soldagem Figura 02 - Máquina de solda MIG/MAG

Figura 03 - Máquina de solda Oxicombustível Figura 04 - Máquina de solda TIG

Figura 05 - Máquina de solda Arco submerso Figura 06 - Máquina de solda Plasma

Figura 07 - Máquina de solda Eletrodo revertido Figura 08 - Máquina de corte Plasma

Figura 09 - Máquina de corte Oxiacetileno

CONCLUSÃO:

Acredito que a visita ao laboratório de soldagem da PUC – MG Contagem foi bastante proveitosa em termos de aprendizado, novos contatos, conhecimentos, etc. O laboratório é bem estruturado de forma a levar aos alunos interessados ou não nesta disciplina o conhecimento de nível bom para sua formação, sendo compatível com as exigências do mercado, o corpo técnico é bem preparado e professores têm grande conhecimento teórico do assunto. Porem existe outras técnicas de soldagem que poderiam ser traduzidas também em experiências práticas como as já citadas.

BIBLIOGRAFIA:

- Internet:

Wikipédia, a enciclopédia livre / WIKIPÉDIA - Rede de Informação em Comunicação de mundial disponível em Língua Portuguesa. Wikipédia. Betim, 05 mai.2010. Base de dados. Disponível em: <http://www.pt.wikipedia.org/wiki/Soldagem >. Acesso em: 05 maio. 2010.

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