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Manual de instruções técnico profissional para bombeiros Francisco B. de Araújo

Agradecimentos

Agradeço, Senhor, pela luz que ilumina o meu caminho e guia os meus passos, dando-me forças para seguir em frente.

Também agradeço, Senhor, pela graça de viver, por estar neste momento sendo agraciado com a concretização deste trabalho.

E, Senhor, como compromisso solene do meu agradecimento, comprometo-me a estender as mãos a todos àqueles que de ajuda necessitar, e de transmitir todo o meu conhecimento que consegui adquirir ao longo de uma feliz jornada, para o melhor desempenho de nossa missão.

Agradeço, ainda, aos meus familiares, que de maneira sábia compreenderam-me e que, nos momentos mais difíceis, abraçaramme, caminhando sempre ao meu lado, permitindo que as minhas ansiedades e desalentos fossem divididos; ajudando-me a buscar o maior de todos os poderes: a vontade de vencer.

Além disso, agradeço aos meus companheiros de farda, que, por meio de gestos verdadeiros, me mostraram que, ao se esmorecer defronte às adversidades, acabamos não querendo desfrutar das transformações da vida. Aos que me incentivaram e colaboraram para a concretização deste trabalho, dedico a glória do amor. Dentre eles, agradeço, em especial, aos Coronéis do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal Luís Fernando de Sousa; Sossígenes de Oliveira Filho; César Corrêa Pereira Diretor de Ensino e Instrução; José Nilton Matos; Paulo Roberto Feregueti Góes; e aos Tenentes-Coronéis BMs Ivan Feregueti Góes; Márcio de Souza Matos; e ao Major BM Marco Negrão de Brito, os quais contribuíram com várias informações técnicas e orientações para o início e conclusão desta obra. Oficiais que abrilhantando a base deste trabalho. Agradeço igualmente aos Majores BM César Corrêa e Sousa Santos, bem como ao Capitão Juruebi, que me apoiaram na publicação da minha primeira obra. Aos capitães BM Paulo José Barbosa de Sousa e Luciano Maximiano Rosa, oficiais que me direcionaram ao rumo certo e não mediram esforços quando mais necessitei, para a conclusão deste trabalho. Aos Tenentes Glauber,

José Marques, Rômulo e Quincoses, pela estima e espírito de camaradagem expressos nessa sublime jornada técnico-profissional.

Agradeço da mesma forma ao Subtenente Rogério Neves; e aos

Sargentos Josélio, Selva, Júnior César, Joel Silva, Emiliano, Torres, Sandro, Luiz Aquino, Argeu, Renato, Salazar, Sousa Neto e Gabriel, profissionais brilhantes e dignos de homenagem, que resplandecem de si a base de todo o conhecimento e hoje fazem crescer tecnicamente a nossa Corporação.

Aos Cabos BMs Lavrista, Lúcio, Dioner e De Araújo. Aos

Soldados BMs Lucas, Nascimento, Agripino, Admilson, Airone e Godoy, militares sábios e promissores, sementes base de uma árvore frutífera; enaltecem e fazem crescer o nosso Corpo de Bombeiros. Que Deus abençoe a todos.

Caro leitor,

Ao longo dos anos, tenho procurado desenvolver um trabalho que sirva de orientação aos nossos profissionais, que atuam na linha de frente combatendo aos mais árduos sinistros. Contudo, não foi fácil iniciar essa missão; sim, este foi simplesmente o primeiro passo, pois a cada dia surgem novos esportes, novos equipamentos, novas técnicas, que requerem desses profissionais maiores conhecimentos e experiências, para lidar com essas inusitadas adversidades.

O avanço tecnológico está sendo inovado a cada dia e voltado para uma modalidade de entretenimento, que vem crescendo muito nos últimos tempos “o esporte radical”, que se desenvolveu principalmente para as tão conhecidas técnicas verticais, frutos de uma exploração da natureza numa das suas dimensões mais exponenciais. O avanço ocorre devido à grande demanda provocada pelos acidentes rodoviários, que aumentam assustadoramente. Ficamos desatentos e deixamos de acompanhar essa tal de evolução. Então vimos que, em função da necessidade, fomos obrigados a buscar parte desse avanço, os quais vêm sendo empregados lentamente nas nossas missões. Alguns de nossos profissionais já tiveram a oportunidade de vivenciálas no socorro e poucos foram os que conseguiram concluí-los com êxito, em virtude do acompanhamento dessas novas tecnologias.

Hoje esta obra traz um pouco desses conhecimentos, indicando novas técnicas e orientações quanto aos procedimentos que irão servir ao bombeiro como mais uma fonte de recursos para realizar o seu trabalho, onde prevalece a segurança como a base de tudo, preservando assim, a integridade do executante, bem como de quem o acompanha, permitindo uma melhor assistência aos que se encontram em iminente perigo.

Esta obra aborda, também, noções sobre o emprego de alguns materiais e algumas técnicas (desenvolvidas na íntegra) para possibilitar ao profissional desencadear sua missão com aquilo que tem em mãos, haja vista que nem sempre, a técnica poderá ser usada na sua íntegra, ou é a ideal, podendo ainda não ser a mais completa, porém, não vai deixar de ser a base para que o profissional possa se sobressair e atingir, com êxito, o seu objetivo.

Capítulo I

Histórico de Salvamento

1.1 Generalidades 28 1.2 Código de um combatente 30

1.3 Segurança e proteção (procedimentos básicos de segurança nas atividades de salvamento) 31

1.3.1 Conceitos básicos de segurança 32

1.3.2 Condições básicas para a realização de uma atividade de salvamento com segurança 34

1.3.3 O que deverá ser observado pelas guarnições 34

1.3.4 Esquema do sistema de segurança 35 1.3.5 Meios empregados na proteção e segurança 36 4 Guarnição de salvamento 37 1.4.1 Capacitação técnico-profissional da guarnição 38 1.4.2 Competência dos componentes da guarnição 39

Capítulo I

Cordas

2.1 Generalidades 4 2.1.2 Especificações técnicas 45 2.2 Constituição básica das cordas 46 2.2.1 Fibras utilizadas na confecção das cordas 47 2.2.2 Classificação das cordas quanto à sua estrutura 51 2.2.3 Características essenciais de uma corda 54 2.2.4 Classificação das cordas quanto à sua elasticidade 5

2.3 Tipos de testes realizados para avaliação dos fatores dequeda e choque 56

2.3.1 Carga de ruptura dinâmica 56 2.3.2 Carga de ruptura estática 56 2.3.3 Fator de queda 57 2.3.4 Fator de choque 57 2.3.5 Número de quedas 59 2.3.6 Alongamento (elasticidade - E) 60 2.3.7 Escorregamento (deslizamento) da capa “S” 61 2.3.8 Encolhimento (R) 62 2.3.9 Massa da capa 62

2.3.10 Resistência estática com nós em suas extremidades 62

2.4 Capacidade de carga das cordas 63 2.5 Termos empregados no manuseio com cordas 65 2.6 Manutenção e vida útil de uma corda 6 2.7 Curiosidades 72 2.8 Métodos mais comuns de enrolar cordas 73

Capítulo I

Armação de cabos de sustentação

3.1 Armações básicas dos cabos de sustentação 78 3.1.1 Armação no plano vertical 79 3.1.2 Armação no plano horizontal 80 3.1.3 Armação no plano inclinado 81

3.2 Desenvolvimento das operações na armação de cabos de sustentação nos diversos planos 82

3.2.1 Armação de cabo de sustentação no plano horizontal 82

3.2.2 Armação de cabo de sustentação no plano horizontal com emprego de retinida 84

3.2.3 Armação de um cabo de sustentação no plano inclinado 86 3.3 Pontos de ancoragens 8 3.3.1 Pontos de fixação de cabos 92 3.3.2 Materiais empregados nos pontos de fixação 92 3.3.3 Nós empregados nos pontos de fixação 93 3.3.4 Formas de fixação ou manobras de ancoragens 94 3.3.5 Métodos empregados para dar tensão em cordas 96 3.4 Formas para se dar tensão em cordas 98

3.5 Nós para confecção de alças, empregados nas amarrações
3.6 Lançamento, armação e fixação de cordas em edifício sinistrado

3.6.1 Lançamento de cabo ao topo do prédio sinistrado 104 3.6.2 Passagem de corda para o prédio próximo 109 3.6.3 Armação no plano inclinado 114 3.6.4 Meios de fortuna 115

Capítulo IV

Técnicas de transposição

4.1 Técnicas de transposições no plano horizontal. 118 4.2 Abordagem de estruturas 122

4.3 Técnica de escaladas 123 4.3.1 Métodos de abordagem das estruturas 128 4.4 Ascenção vertical por meio de cordas 131

4.4.1 Subida em cordas de pequeno diâmetro 131

4.5 Técnica de transposição com o emprego de escada de gancho 136

4.5.1 Procedimento de armação e abordagem com a escada de gancho 136

4.5.2 Desenvolvimento da operação 138 4.6 Técnicas de descensões verticais mais empregadas 139 4.6.1 Rapel sem o emprego de equipamentos 140 4.6.2 Técnica de rapel Deufer 140 4.6.3 Técnica de rapel Trenker 141 4.6.4 Técnica de rapel Dolomiti 142 4.7 Tipos de rapel de acordo com os equipamentos empregados 143 4.8 Procedimentos técnicos de evasão 144 4.9 Rapel com emprego de equipamentos 144 4.10 Técnica de evasão com emprego de mosquetão 146 4.10.1 Técnica de evasão com stop,double stop e dresler 148 4.10.2 Grigri 150

Capítulo V

Amarrações da maca

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