PCC 2302 – Gestão da Produção na Construção Civil

  • PCC 2302 – Gestão da Produção na Construção Civil

  • Profº Francisco Ferreira Cardoso

  • Juliana Bueno Silva

  • Thales Landgraf

  • Soraia Regina Pereira

  • Dante Hirata

  • Outubro / 2004

  • A Construção Civil é responsável por muitos acidentes no trabalho, pois exige que seus funcionários se exponham a fatores de risco, como calor, altura, ruídos e esforços repetitivos.

  • NR-18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

  • NR-6: Equipamento de Proteção Individual

Todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

  • Todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Só pode ser posto à venda ou utilizado se possuir o CA – Certificado de Aprovação – expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

  • Só pode ser posto à venda ou utilizado se possuir o CA – Certificado de Aprovação – expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Adquirir e fornecer gratuitamente o EPI adequado ao risco de cada atividade;

  • Adquirir e fornecer gratuitamente o EPI adequado ao risco de cada atividade;

  • Exigir o uso dos EPI’s;

  • Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

  • Substituir imediatamente, quando danificados ou extraviados;

  • Higienização e manutenção periódicas;

  • Comunicar o MTE sobre irregularidades.

Usar o EPI, somente para a finalidade para o qual se destina;

  • Usar o EPI, somente para a finalidade para o qual se destina;

  • Responsabilizar-se pela guarda e conservação do equipamento;

  • Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso;

  • Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

Todo empregado deve receber treinamentos admissional e periódicos, sendo o admissional com carga mínima de 6 horas.

  • Todo empregado deve receber treinamentos admissional e periódicos, sendo o admissional com carga mínima de 6 horas.

  • Informações sobre as condições e meio-ambiente de trabalho;

  • Riscos inerentes à sua função;

  • Uso adequado dos EPI’s;

  • Informações sobre os EPC’s existentes na obra.

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  • CAPACETE - dispositivo básico de segurança em qualquer obra. O casco é feito de material plástico rígido, de alta resistência à penetração e impacto. É desenhado para rebater o material em queda para o lado, evitando lesões no pescoço do trabalhador. É utilizado com suspensão, que permite o ajuste mais exato à cabeça e amortece os impactos.

  •      CALÇADOS - podem ser botas ou sapatos. As botas, feitas de PVC e com solado antiderrapante, são usadas em locais úmidos, inundados ou com presença de ácidos e podem ter canos até as virilhas. Os sapatos são de uso permanente na obra. A versão com biqueira de aço protege de materiais pesados que podem cair nos pés do usuário. Em serviços de soldagem ou corte a quente são usadas perneiras de raspa de couro.

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  •   LUVAS - é o equipamento com maior diversidade de especificações. São nove tipos básicos de luvas existentes no mercado atualmente. Elas podem ser de:      • amianto (para altas temperaturas);      • raspa de couro (soldagern ou corte a quente);     • PVC sem forro (permite maior mobilidade que a versão forrada);      • borracha (serviços elétricos, divididos em cinco classes, de acordo com a voltagem);      • pelica (protege as luvas de borracha contra perfurações);

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  •  ÓCULOS - são especificados de acordo com o tipo de risco, desde materiais sólidos perfurantes até poeiras em suspensão, passando por materiais químicos, radiação e serviços de solda ou corte a quente com maçarico. Nesse último caso, devem ser usadas lentes especiais

  •      RESPIRADORES - asseguram o funcionamento do aparelho respiratório contra gases, poeiras e vapores. Contra poeiras incômodas é usada a máscara descartável. Os respiradores podem ser semifaciais (abrangem nariz e boca) ou faciais (nariz, boca e olhos). A especificação dos filtros depende do tipo de substância ao qual o trabalhador está exposto.

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  •   ESCUDOS E MÁSCARAS - protegem os olhos e o rosto contra fagulhas incandescentes e raios ultravioleta em serviços de soldagern. As máscaras diferem dos escudos por não ocupar nenhuma mão do trabalhador. As lentes variam de acordo com a intensidade da radiação. Os protetores faciais também asseguram proteção contra projeção de partículas, mas proporcionam visão panorâmica ao usuário.

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  •   PROTETORES AURICULARES - protegem os ouvidos em ambientes onde o ruído está acima dos limites de tolerância, ou seja, 85dB para oito horas de exposição.

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  •   AVENTAIS - protegem o tórax, o abdômen e parte dos membros inferiores do trabalhador. Os aventais podem ser de raspa de couro (para soldagem ou corte a quente) ou PVC (contra produtos químicos e derivados de petróleo).

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  •   CINTURÕES - evitam quedas de trabalhadores, acidentes muitas vezes fatais. Feitos de couro ou náilon, possuem argolas que se engancham em um cabo preso à estrutura da construção. O cinto de segurança limitador de espaço tem como função reduzir a área de atuação do usuário, não substituindo o cinturão pára-quedas.

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  •   COLETE REFLEXIVO - feito de tecido plastificado laranja, é bastante usado em trabalhos com risco de atropelamento.

Equipamento destinado à proteção coletiva, como risco de queda ou projeção de materiais.

  • Equipamento destinado à proteção coletiva, como risco de queda ou projeção de materiais.

  • Devem ser construídos com materiais de qualidade e instalados nos locais necessários tão logo se detecte o risco.

Anteparos rígidos, com travessão superior, intermediário e rodapé, com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro das aberturas.

  • Anteparos rígidos, com travessão superior, intermediário e rodapé, com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro das aberturas.

Principal: deve ser instalada no entorno do edifício após a concretagem da 1º laje (1 pé direito acima do terreno) e só retirada após o término do revestimento.

  • Principal: deve ser instalada no entorno do edifício após a concretagem da 1º laje (1 pé direito acima do terreno) e só retirada após o término do revestimento.

  • Secundária: instalada a cada 3 pavimentos, sendo retirada após a vedação da periferia até a plataforma superior estiver concluída.

Barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas.

  • Barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas.

  • O perímetro da construção de edifícios deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção

Evitam o acesso de pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção de materiais.

  • Evitam o acesso de pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção de materiais.

Devem existir equipamentos de combate à incêndio e equipes especialmente treinadas para o primeiro combate ao fogo.

  • Devem existir equipamentos de combate à incêndio e equipes especialmente treinadas para o primeiro combate ao fogo.

Visam identificar os locais que compõe o canteiro de obras, acessos, circulação de equipamentos e máquinas, locais de armazenamento e alertar quanto à obrigatoriedade de EPI’s, riscos de queda, áreas isoladas, manuseio de máquinas e equipamentos...

  • Visam identificar os locais que compõe o canteiro de obras, acessos, circulação de equipamentos e máquinas, locais de armazenamento e alertar quanto à obrigatoriedade de EPI’s, riscos de queda, áreas isoladas, manuseio de máquinas e equipamentos...

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