problemas da urbanizaçao na africa

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O problema da urbanização em África 1- África: um continente excessivamente povoado?

No continente africano a maior parte da população vive nas zonas rurais, pois as atividades agrárias predominam na estrutura econômica de quase todos os países do continente. Mesmo assim, desde o início da década de 1970 que os países africanos são os que apresentam as maiores taxas de urbanização entre os países menos desenvolvidos, com um aumento superior a 5% ao ano. Este fenômeno tem uma explicação: o elevado crescimento populacional, predominância de população jovem e fraca oferta de emprego nas zonas rurais levam a que todos os anos milhares de jovens africanos migrem para as cidades. Esta migração massiva para as cidades tem provocado um elevado excesso populacional nos centros urbanos, fomentado pelo crescimento acentuado da população no continente africano e pela procura de melhores condições de vida que o campo não oferece. Assim, em África, ao contrário das tendências mundiais, a população continuará a crescer, bem como a população nos centros urbanos e conseqüentemente, as próprias cidades. Historicamente dois fatos principais marcaram muito o continente: a escravidão e a colonização. Entre 1500 e 1900 a população da África praticamente não aumentou enquanto nos outros continentes houve aumento de população. Estes continentes apresentam agora uma queda acentuada do crescimento populacional, enquanto o continente africano registra um crescimento acentuado. Isto se deve à falta de instrução das mulheres, falta de planos de saúde e planejamento familiar, à pobreza, a hábitos culturais numa sociedade patriarcal, onde a taxa de natalidade é de momento elevadíssimo e o Governo não incentiva de forma alguma as políticas de moderação demográfica. Portanto, este acentuado crescimento demográfico, a melhoria na mortalidade infantil e uma esperança média de vida muito reduzida faz com que África tenha assim a população mais jovem do mundo. Conta já com quase 800 milhões de habitantes Os fatores que permitiram este visível crescimento populacional foi, sobretudo, a melhoria das condições sanitárias, que conseguiram refrear a mortalidade (sobretudo a infantil) e manter a alta natalidade tradicional. A relativa melhoria em certos sectores da vida material e uma maior escolarização foram também alguns dos motivos. A urbanização africana está relaciona¬da com a ampliação da economia de exportação, a partir de 1950, quando houve um grande aumento do consumo mundial de matérias-primas, combustíveis fósseis e produtos agrícolas. As áreas de urbanização mais acentuadas são as da África do Sul, um país industrializado; os países que se localizam em torno do golfo da Guiné, com sua indústria petrolífera; a região do litoral do mar Mediterrâneo, de onde parte uma importante rota marítima internacional, o que lhe permite manter uma forte integração econômica com os países europeus. Assim, em 1960, a população urbana da África correspondia a 210 milhões de habitantes; hoje corresponde a mais de 420 milhões. O ritmo de transferência de populações do campo para a cidade é crescente, e para isso contribui o grave estado de pobreza da maior parte das sociedades africanas. Cerca de 216 milhões de pessoas, ou 47,8% da população vivem abaixo da linha de pobreza.

2 – Problemas decorrentes da sobrepopulação nas cidades O processo de urbanização na África ocorreu tardiamente, mas está a ocorrer a uma grande velocidade. A atual fuga das populações das zonas rurais para as cidades está a mudar o mapa demográfico do continente africano e anuncia o século XXI como o século das cidades. Perante a falta de uma política agrária eficaz, os jovens fogem do campo para a cidade, mas isto não resolve o problema, pois, as cidades não têm capacidade para albergar tantas pessoas, os empregos escasseiam, o desemprego é muito alto e a criminalidade sobe nitidamente. Nas cidades o fosso entre os ricos e os pobres é evidente, a superpopulação acarreta vários problemas e riscos, como o sofrimento, o desemprego, a falta de condições de habitabilidade e salubridade, a exploração, a morte. A mão-de-obra barata e a escravatura imperam nestas cidades africanas não contribuindo em nada para que a vida destas pessoas melhore, intuito com o qual migraram para as cidades. A população urbana já ultrapassou, em larga escala, a percentagem de população rural, pela primeira vez na história. Dentro de vinte anos esta será cerca de 60 por cento de toda a população. Em 1950 já existiam 86 cidades com mais de um milhão de habitantes, hoje são mais de 400 cidades. Em 2050 a população urbana nos países em desenvolvimento será de 5,3 milhões de pessoas. Só a Ásia albergará 63 por cento do total da população urbana do mundo, isto é, 3, 3 mil milhões de pessoas. A África contará com 1, 2 mil milhões de pessoas, ou seja, quase um quarto da população mundial. Uma das grandes problemáticas das cidades é a construção de bairros de lata, sem quaisquer condições, à volta dos bairros urbanos. Atualmente, mais de mil milhões de pessoas habitam nestes bairros de lata e calcula-se que só em África, 72 por cento da população urbana viva nestes aglomerados informais. As cidades e as suas periferias tornaram-se lugares onde se desencadeiam os mais cruéis tipos de violência étnica, sexual e política. São, portanto um problema que merece ser abordado de outra forma, criando empregos em zonas afastadas destes pólos urbanos e conseguindo descentralizar as pessoas para estas zonas. As faltas de condições nestes bairros informais urbanos são gritantes, a falta de serviços básicos – água, condições de higiene, saúde, educação, espaço – combina com a falta de trabalho para todos e a elevada taxa de criminalidade que se gera da falta de empregos. Por exemplo, a cidade de Nairobi, com uma população estimada de 4 milhões de habitantes, 2,5 dos quais vivem em mais de 200 bairros de lata, que cobrem menos de 5 por cento do território do tecido urbano. As maiores parte destes terrenos são propriedade do Governo e das autoridades locais. No entanto, com a cumplicidade de funcionários públicos, cidadãos privados e outros especuladores, foram assumido o controlo sobre estes terrenos e a imposição de rendas é frequente, obrigando as pessoas a viver em casas improvisadas e degradadas por não possuírem bases económicas para pagar uma casa em condições. As cidades trouxeram várias alterações ao estilo de vida das populações. A revolução moderna de saúde pública começou nas cidades Europeias do século XIX sob as pressões da industrialização, pobreza crescente e superpopulação proporcionando uma vida urbana que se deteriorava a cada ano. Assim, a população economicamente mais estável começou a abandonar os grandes pólos urbanos, onde mantinha os seus postos de trabalho, mas habitava nos subúrbios, enquanto as populações mais carenciadas continuavam a viver na cidade, sendo vítimas de pobreza, muitas vezes associada a doenças e superpopulação. Num continente onde a taxa de natalidade é muito alta e o índice de população jovem também, os problemas são muitos. O acesso ao emprego, à saúde, à educação e à habitação condigna representam um desafio para os Governos africanos, uma vez que a população jovem procura melhores condições de vida, abandona os campos e parte para cidade. Contudo, as cidades não estão preparadas para colher um fluxo tão grande de pessoas e a maior parte destas pessoas acaba por ficar no desemprego, a viver em bairros de lata, carentes de cuidados de saúde e higiene, fomentando assim o aumento da criminalidade. Isto porque os recursos de subsistência no continente não cresceram na mesma proporção que os recursos humanos. Assim, com estes indicadores – alta natalidade, alto índice de fecundidade e masculinidade e redução da mortalidade – não é de estranhar que o incremento demográfico seja um factor constante e que a África registe o mais elevado índice de crescimento natural, ou seja, 2,6 por cento (em 1950 era de apenas 1,5 por cento) esta elevada natalidade deve-se principalmente aos casamentos precoces, maioritariamente polígamos, que fazem da descendência a riqueza principal da família e o melhor modo de contribuir para a sua sobrevivência. Nos esquemas culturais tradicionais, baseados nos requisitos da família alargada, o poder, a dignidade e a consideração são conferidos pelo número de mulheres e filhos que o pai tem. Estes comportamentos convencionais, com fortes raízes tradicionais impedem que se vão implantando medidas que, noutros lugares, se levaram a cabo para controlar os excessos de natalidade. A educação para um planeamento familiar racional, com o emprego dos meios adequados, é algo que está a ser implantado muito lentamente, com grandes entraves em muitos sectores da comunidade. O mesmo se passa quanto à participação da mulher em tarefas e trabalhos fora do ambiente doméstico. Enquanto a sua actividade se limitar exclusivamente aos afazeres domésticos e a mulher for vista apenas em função do seu valor procriador, nunca poderá assumir, por si própria, a responsabilidade de controlar a reprodução. Com um desequilíbrio tão evidente entre o incremento humano e a falta de recursos econômicos para satisfazer as suas necessidades vitais e culturais, não é de estranhar que os países africanos disponham de um índice de desenvolvimento humano tão baixo e que quase 40 países da África subsariana se encontrem nos últimos lugares a nível mundial. Os africanos dispõem dos índices mais baixos de bem-estar e as suas condições de vida ficam abaixo da média mundial. As condições físicas do continente africano apresentam-se também como um problema, sendo muitas delas desadequadas ao estabelecimento de focos populacionais. A alternância de desertos, florestas tropicais, estepes semi – áridas, extensões pantanosas, savanas improdutivas, entre outros, reduz a presença do homem a determinadas zonas, onde a concentração de pessoas se torna natural. Os desertos do Sara, Namíbia, Calaári e Corno de África, juntamente com a floresta guineense e congolesa, ocupam metade do território africano, onde a vida é quase impossível. Se a isto acrescentarmos que estão a ser abatidas as grandes massas florestais e os solos se estão a degradar, desertificando-se rapidamente, facilmente nos apercebemos de que o espaço vital está a reduzir-se com a fuga constante das populações para zonas mais favorecidas. 3 - Fuga da população jovem para as cidades No continente africano mais de 85 por cento da população tem menos de 30 anos. É a maior percentagem de jovens do mundo, mas este fenómeno populacional produz muitos problemas. Em primeiro lugar, possibilitam uma natalidade muito alta, agravando o problema demográfico, e, em segundo lugar, produzem sérios problemas económicos e sociais pois é preciso apostar na sua educação, o que supõe elevados gastos, e, por outro lado, é necessário criar postos de trabalho para estes jovens poderem viver uma vida estável. Aqui começam muitos problemas. O meio rural não preenche as aspirações requeridas pela nova configuração social, não oferece emprego e por isso a população jovem desloca-se para a cidade, provocando o aparecimento de grandes aglomerações humanas com graves deficiências na sua organização. Os jovens são os principais responsáveis pelo êxodo rural, com a perda irreparável do seu sector mais dinâmico: diminui a capacidade de rendimento produtivo agrícola e incide negativamente na demografia. A baixa de produção obriga à importação de bens de consumo, escoando para o exterior os recursos que poderiam ficar no próprio território. Porém, este urbanismo descontrolado cria um excesso de populações sem recursos, a destruição do espaço vital, o desaparecimento dos sentimentos culturais – familiares, a deterioração do património genético e a ruína da riqueza tradicional. Isso sem contar com o panorama desolador que os subúrbios oferecem, ao aglutinarem grande parte dos imigrantes onde a penúria de serviços sociais é quase absoluta. No Cairo, três dos seus 13 milhões de habitantes vivem em barracas, e só 10 por cento têm acesso a uma casa de tipo médio. Em Lagos (Nigéria), cinco dos sete milhões vivem de igual maneira, o mesmo acontecendo com 60 por cento da população de Nairobi (Quénia) e com 50 por cento dos habitantes de Lusaca (Zâmbia) e de Cartum (Sudão), ou seja, mais de metade da população urbana vive em condições precárias. A sobrepopulação urbana traz muitos problemas sociais e económicos, geralmente associados à vida rural. A falta de recursos alimentares é um deles. Em África, a fome é a primeira causa de morte de mais de metade dos adolescentes. Cerca de 43 por cento das pessoas que sofrem de desnutrição no mundo encontram-se em África; a sociedade africana tem sempre diante de si a ameaça da fome e poucos são os anos em que algumas partes do continente não ficam sujeitas a grande carestia ou corram o risco dela. A droga tem sido outro dos graves problemas. A permeabilidade das fronteiras entre os países, a debilidade dos sistemas de segurança, a instabilidade politica e os escassos controlos foram aproveitados pelos narcotraficantes, que fizeram do continente africano um destino fácil para o seu consumo interno e uma rota para o tráfico feito com a Europa. Um grande número de jovens foi afectado pelo flagelo da droga, que circula nas ruas africanas sem controlo, nem fiscalização. Aliada à fome, à marginalidade, ao crime, à falta de habitação condigna, de emprego, de suportes de educação e saúde os centros urbanos africanos são pólos de miséria onde abunda a prostituição, a escravidão e a exploração.

Continente Africano

A África é um grande continente, com pouco mais de 30 milhões de quilômetros quadrados. É cercada pelos oceanos Atlântico no oeste e Índico no leste, também é banhada pelos mares Mediterrâneo no norte e o mar Vermelho no nordeste.

É o único continente do mundo cortado por três importantes paralelos, o Equador e os trópicos de Câncer e de Capricórnio, apresentando grande diversidade climática e botânica. Seu extenso litoral, com mais de 27 mil quilômetros, é muito regular, com poucos recortes e ilhas.A base geológica do relevo africano é muito antiga, o que explica as pequenas altitudes, é um dos mais baixos continentes do mundo, com uma altitude média de cerca de 350 metros. Predominam os planaltos. A hidrografia do continente é pobre, devido à presença de extensas áreas com climas áridos e semi-áridos. Destacam-se poucos rios de grandes extensões, dentre eles o Nilo é o mais importante, há numerosos rios temporários nas regiões áridas. O clima do continente é bem diversificado e é determinado principalmente pelas baixas altitudes e pela predominância de baixas latitudes, as médias térmicas mantêm-se elevadas durante todo o ano, exceto nos extremos norte e sul, e nos picos das mais elevadas montanhas. Algumas correntes marítimas interferem no clima das áreas litorâneas.Costuma-se dizer que a vegetação africana é um espelho do clima, já que as paisagens organizam-se e distribuem-se pelo espaço geográfico de forma muito parecida com os tipos climáticos. Partindo do Equador, encontramos a floresta equatorial, que ocupa a parte central do continente, é uma formação densa e diversificada, sempre verde, semelhante à Amazônia brasileira. Em seguida, vêm as savanas, compostas por arbustos e árvores de pequeno porte, as estepes ficam entre savanas e os desertos, são constituídas essencialmente por gramíneas e arbustos ressecados. Nos desertos, pode haver oásis onde se desenvolvem palmáceas, arbustos e gramíneas, e por último nos extremos do continente, há maquis e garrigues, são formadas por plantas xerófilas, gramíneas e arbustos.O continente africano enfrenta alguns problemas ambientais, agravados pelo crescimento da população, pelo alto grau de pobreza e pela urbanização acelerada, o problema que mais se destaca é a escassez de água causada pela grande extensão de áreas com climas áridos e pela pobreza da hidrografia. Em quase todo continente africano é difícil obter água potável, isso é observado em locais de muita pobreza, aspecto que caracteriza quase todo o continente, em geral, a população tem acesso a água sem tratamento, mesmo nas grandes cidades, o que contribui para a disseminação de doenças.

Outro grave problema ambiental é o uso de técnicas agrícolas ultrapassadas, como as queimadas. A maior parte da população da África que pratica a pecuária e a agricultura de subsistência usam as queimadas para limpar os terrenos antes de plantar. Alem de destruírem os nutrientes do solo e seus microrganismos, as queimadas o ressacam, retirando sua umidade natural.

A URBANIZAÇÃO MODERNA

 

Resumo: neste tutorial será mostrado como a urbanização aumentou em escala global nos anos recentes, e como ela tem afetado principalmente as grandes cidades, trazendo melhorias, mas também, problemas.

 

URBANIZAÇÃO: FENÔMENO RECENTE

 

Apesar de o processo de urbanização ter se iniciado com a Revolução Industrial, foi até meados do século XX um fenômeno relativamente lento e circunscrito.

 

Após a Segunda Guerra Mundial, esse fenômeno foi concluído nos países desenvolvidos e iniciado de maneira avassaladora em muitos países subdesenvolvidos, na maioria dos países latino-americanos e em muitos países asiáticos. O continente africano até hoje é muito pouco urbanizado.

 

Segundo dados do Relatório do desenvolvimento humano 1995, publicado pela ONU, a população que vive em cidades antigas atingiu 34% do total em 1960, 44% em 1992.

 

O que se percebe é que todos os países desenvolvidos, bem como alguns países de industrialização recente, apresentam taxas altas de urbanização. Com exceção da China e da Índia, com as maiores populações do planeta e de industrialização recente, todos os países industrializados são urbanizados. Há países que apresentam índices muitos baixos de industrialização e outros que praticamente não dispõem de um parque industrial, e mesmo assim, são fortemente urbanizados.

 

Conclui-se que há dois conjuntos básicos de fatores que condicionam a urbanização: os atrativos, que atraem populações para cidades; e os repulsivos que as repelem do campo.

 

Urbanização em países desenvolvidos

 

Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização, as transformações provocadas nas cidades pela industria. Nesses países, além das transformações urbanas, houve, como conseqüência da Revolução Industrial, também uma Revolução Agrícola, ou seja, uma modernização da agropecuária que , ao longo da história, foi possibilitando a transferência de pessoa do campo para a cidade. A urbanização que ocorreu nos países desenvolvidos foi gradativa. As cidades foram se estruturando lentamente para absorver os migrantes, havendo melhorias na infra-estrutura urbana e aumento da geração de empregos. Assim os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos.

 

 

Urbanização em países subdesenvolvidos

 

Já os fatores são típicos de países subdesenvolvidos. Estão ligadas as péssimas condições de vida existentes na zona rural, em função da estrutura fundiária bastante concentrada, dos baixos salários, da falta de apoio aos pequenos agricultores bastante. Assim, há uma grande transferência de população ara as cidades, para as grandes metrópoles, criando uma serie de problemas urbanos. Tais problemas são resultados de um fenômeno urbano característico de muitos países subdesenvolvidos: a macrocefalia urbana.A macrocefalia deve ser entendida como o resultado da grande concentração das atividades econômicas, principalmente dos serviços, e, portanto, da população, em algumas cidades, que acabam se tornando muito grandes relativamente. Embora esse fenômeno ocorra também em países desenvolvidos, ele assume proporções maiores nos subdesenvolvidos. O crescimento rápido de algumas cidades, que acabam culminando no fenômeno da metropolização, é resultado da incapacidade de criação de empregos, o que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país. Acrescente-se a isso o fato de esses países, apresentarem altas taxas de natalidade e, portanto, alto crescimento demográfico, e está formado o quadro que explica o rápido crescimento das metrópoles no mundo subdesenvolvido. Mesmo o centro dinâmico dos países subdesenvolvidos não tem capacidade de absorver tamanha quantidade de migrantes, e logo começa a aumentar o numero de pessoas desempregadas. Proliferam cada vez mais as submoradias: favelas, cortiços, pessoas abrigadas debaixo de pontes e viadutos, quando não vivendo ao relento. Essa é a face mais visível do crescimento desordenado das cidades. Cria-se, assim, um meio social extremamente favorável a proliferação de outros problemas: a violência urbana, roubos, assaltos, seqüestros, assassinatos, atingem milhares de pessoas todo o ano fazendo muitas vitimas fatais. É por essas razões que o estresse é o “mal do século”, atingindo principalmente os habitantes das grandes metrópoles. Com tantos migrantes logo o começa aumentar o número de desempregados. Proliferam as favelas, cortiços, pessoas morando debaixo de pontes e viadutos. Aumenta o índice da violência urbana: assaltos, seqüestros e assassinatos.

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