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FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA

ENFERMAGEM

RONALDO ALVES SILVA

CÉLULAS SANGUÍNEAS

EUNÁPOLIS/BA

2009

RONALDO ALVES SILVA

CÉLULAS SANGUÍNEAS

Trabalho a ser apresentado ao Curso de Enfermagem da UNISULBahia – Faculdades Integradas do Extremo Sul da Bahia, orientado pelo Professor Júnior Mille, da disciplina de Imunologia.

EUNÁPOLIS/BA

2009

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ..................................................................................... 4

HEMÁCIAS .......................................................................................... 5

PLAQUETAS ....................................................................................... 7

LEUCÓCITOS ..................................................................................... 9

BASÓFILOS ........................................................................................ 11

EOSINÓFILOS .................................................................................... 13

NEUTRÓFILOS ................................................................................... 15

MACRÓFAGOS E MONÓCITOS ........................................................ 17

LINFÓCITOS ....................................................................................... 19

LINFÓCITOS T .................................................................................... 21

LINFÓCITOS B .................................................................................... 23

CÉLULAS NK ....................................................................................... 25

MASTÓCITOS ...................................................................................... 27

CÉLULAS DENTRÍTICAS .................................................................... 29

CONCLUSÃO ....................................................................................... 31

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................... 32

INTRODUÇÃO

O sistema imunológico é composto de inúmeros tecidos e células altamente especializadas na eliminação de todas as substâncias estranhas ao organismo humano. Toda a organização desse complexo sistema tem como objetivo o pronto reconhecimento e destruição dessas substâncias. Para que isso ocorra, células com diferentes funções estão estrategicamente localizadas em diversos tecidos. Além disso, todas essas células se comunicam, fazendo com que a resposta imune seja abrangente e eficaz.

Todos os elementos celulares do sangue, incluindo as células vermelhas que transportam o oxigênio, as plaquetas que deflagam a coagulação sanguínea nos tecidos lesados e as células brancas do sistema imune, derivam das mesmas células, as células-tronco hematopoéticas da medula óssea. Uma vez que essas células-tronco podem dar origem a todos os diferentes tipos de células sanguíneas, também são conhecidas como células-tronco hematopoéticas plurepotentes. Inicialmente elas originam células-tronco com potencial mais limitado, as quais são as progenitoras imediatas dos eritrócitos, das plaquetas e das duas principais categorias de células brancas.

As células hematopoéticas pluripotentes dão origem a dois progenitores de células, que são os progenitores mielóides e linfóides. Eles por sua vez dão origem às células específicas. Progenitor mielóide – Plaquetas, Eritrócitos, Monócitos, Micrófagos, neutrófilos, basófilos, mastócitos e eosinófilos.

Progenitor linfóide – linfócitos B, linfócitos T e células natural Killer.Além das células imunológicas, também tem órgãos do sistema imune, que são divididos em primários e secundários, de acordo com suas funções.Órgãos primários: são órgãos onde ocorrem a origem, maturação e diferenciação das células linfócitas. Ex.: medula óssea dá origem aos Lt e Lb e faz a diferenciação do Lb. Esses órgãos são: medula óssea e timo.Órgãos Secundários: são órgãos onde ocorrem a montagem e processamento da resposta imune. Ex.: Baço responsável pela filtração do sangue, destruição das hemácias velhas e por captar os antígenos. Esses órgãos são: baço, linfonodos, placas de Payer, tonsilas, BALT, GALT, MALT.

HEMÁCIAS

As hemácias tem como função transportar hemoglobina a qual, por sua vez, leva o oxigênio do pulmão para os tecidos. As hemácias normais são bicôncavos com diâmetro médio de aproximadamente 8 micrômetros de espessura, 2 micrômetros no ponto mais grosso, 1 micrômetro ou menos no centro.

Depois de passarem da medula óssea para o sistema circulatório, as hemácias normalmente circulam por 120 dias, em média, antes de serem destruídas. Embora não tenham núcleo, mitocôndrias ou retículo endoplasmático, as hemácias maduras possuem enzimas citoplasmáticas capazes de metabolizar pequenas quantidades de glicoses e formas também pequenas quantidades de ATP e outras substâncias celulares que, por sua vez, ajudam a preservar as hemácias. Mesmo assim, os sistemas metabólicos das hemácias tornam-se progressivamente menor ativos, com o passar do tempo e as células ficam cada vez mais frágeis.

Quando a membrana da hemácia fica muito frágil, a célula se rompe durante a passagem por algum ponto estreito da circulação. Muitas das hemácias se fragmentam no baço, onde passam pela poupa vermelha. Quando o baço é removido, o número de células anormais e de células velhas circulando no sangue aumenta consideravelmente.

PLAQUETAS

As plaquetas correspondem a um dos fragmentos celulares, também denominados trombócitos, presentes no sangue e tem origem a partir das células da medula óssea (megacariócitos).

A principal função das plaquetas estão relacionadas à formação de coágulos, auxiliando de forma indireta na defesa do organismo. Na região de um ferimento, as plaquetas liberam a enzima tromboplastenaquinase, que desencadeia a coagulação. Sua ação no organismo varia de 9 a 10 dias, sendo após este período recolhidos e direcionados ao baço, onde serão degenerados.

O metabolismo irregular (diminuição ou disfunção) na síntese de plaquetas pode resultar em sangramentos da mesma forma como a sua elevada concentração, acima do padrão aceitável, pode ocasionar trombose.

Em um organismo normal, os níveis de concentração para este elemento sanguíneo, geralmente oscila entre 150.000 e 400.000 plaquetas por mm³ de sangue, aproximadamente1% do volume do sangue.

LEUCÓCITOS

Os glóbulos brancos ou leucócitos, são maiores que as hemácias e muito menos numerosos. Não contém hemoglobina, pelo que não podem transportar oxigênio, mas possuem núcleo e ao contrário das hemácias, podem mudar de forma e atravessar as paredes dos capilares.

Sua função é a defesa do organismo, podendo para tal mudar de forma. Existem vários tipos de leucócitos, cada um especializado no combate a determinado tipo de microrganismo.

Com a diminuição dos mesmos no sangue, há um risco maior de se contrair um processo infeccioso, e na vigência do mesmo, uma maior dificuldade para combatê-lo.

Os tipos de leucócitos são 6: polimorfonucleares basófilos, polimorfonucleares neutrófitos, polimorfonucleares eosinófilos, monócitos, linfócitos e ocasionalmente plasmócitos.

Veremos a seguir todas elas.

OBS.; Leucopênia – diminuição dos leucócitos.

Leucocitose – aumento dos leucócitos.

BASÓFILOS

Valores de referência: 0 a 100/nl

Os basófilos são encontrados com pouca freqüência na circulação sanguínea. Caracterizam-se pela presença de grânulos cor violeta escuro no citoplasma. Esses grânulos são compostos de heparina GRS-A (substância de reação lenta da anafilaxia) e ECF-A. Os basófilos, a exemplo dos mastócitos exibem em sua superfície o receptor de alta afinidade para 1Ge: TeeRI. Quando em contato com um alérgeno/antígeno, que provoca reação alérgica) pode haver desgranulação.

A desgranulação é a fusão da membrana dos grânulos citoplasmáticos com a membrana celular, resultando na expulsão do conteúdo dos grânulos para o meio ambiente. A liberação de substâncias, como a histamina, é responsável pelos efeitos clínicos da alergia. A principal função dos basófilos é , provavelmente, participar de de defesa contra parasitas do tubo digestivo.

EOSINÓFILOS

Valor de referência: 55 a 220 nl

Os eosinófilos representam cerca de 2% a 5% dos leucócitos circulantes. Tem vários grânulos citoplasmáticos e um núcleo que costuma ser bilobulado. Na microscopia eletrônica, observa-se que os grânulos citoplasmáticos apresentam cristalóide central, diferentes dos demais polimorfonucleares.

Sua principal função é a destruição de organismos patogênicos que são muito grandes para serem fagocitados, como é o caso dos helmintos. Nessa condição, o eosinófilo ativado procura a superfície do parasita e provoca a extrusão de seus grânulos citoplasmáticos na superfície (desgranulação), causando danos na parede do parasito. Os eosinófilos são atraídos por produtos como: ECF-A (fator quimiotático dos eosinófilos na anafilaxia) liberados por linfócitos T, mastócitos e basófilos. A proximidade com o agressor é maior quando ele está coberto por anticorpos da classe 1gE ou 1g6, pois os eosinófilos expressam receptores para a porção Fc, de ambas as imunoglobulinas em sua superfície.

Os eosinófilos liberam uma toxina conhecida como proteína básica principal sobre os parasitos. Eles também podem liberar histaminase, que inativa a histamina produzida pelos mastócitos. Os efeitos dos fatores liberados são parte de uma modulação inibitória da reação inflamatória, impedindo a migração de granulócitos para o sítio infeccioso.

NEUTRÓFILOS

Valor de referência: 2.900 a 7.200/NT

Essa referência pode variar de acordo com a idade do indivíduo, porém não varia de acordo com o sexo. Os neutrófilos são os leucócitos granulócitos dominantes da circulação sanguínea. Não são capazes de se dividir e tem vida curta. Eles originam-se no compartimento de formação Da medula óssea, a partir da maturação da linhagem mielóide. Posteriormente, passam para o compartimento medular de reserva, onde podem persistir por período de tempo variável, até que haja estímulo periférico inflamatório que desencadeia o seu recrutamento, provocando sua saída para a circulação sanguínea. O derramamento de neutrófilos na circulação tem como conseqüência a leucocitose a custa da neutrofilia detectável no hemograma. Quando necessário os leucócitos do compartimento medular de reserva seguem para o compartimento sanguíneo. Os neutrófilos marginados podem voltar à circulação, permanecer marginados ou sofrer diapedese quando sai do vaso. Cerca de 50% dos neutrófilos do sangue estão no compartimento de marginação, o que explica porque os neutrófilos não significam necessariamente aumento na produção, mas eventualmente deslocamento do compartimento de marginação para o circulante. A neutrofilia provocada pela marginação de neutrófilos pode ser devido ao uso de corticóides, adrenalina ou até exercício físico de grande intensidade.

São especialmente importantes na defesa contra bactérias.

MACRÓFAGOS E MONÓCITOS

Valores de referência: monócitos: 200 a 800/NT, macrófagos:

Os monócitos e macrófagos são derivados das células tronculares da medula óssea e tem como principais funções, a fagocitose de partículas estranhas e a apresentação de antígenos para os linfócitos TH. A célula progenitora mielóide diferenciam-se em promócito e então em monócito na medula óssea. Essas células ganham a circulação sanguínea, saem dos vasos através da diapedese e distribuem-se pelos diferentes tecidos.

Os monócitos que saíram para os tecidos, tornam-se fixos, passam a se chamar macrófagos. Nos tecidos podem permanecer por semanas ou meses. Conforme o tecido ou órgão em que se encontram, os macrófagos recebem nomes distintos.

Para ocorrer a fagocitose, é necessário que o microorganismo ou a partícula estranha, fique aderido à superfície do macrófago através de receptores. Esses podem ligar-se a certos carboidratos presentes na parede bacteriana, a anticorpos fomo/g6 ou a frações do complemento aderidos à partícula que será fagocitada. Os macrófagos apresentam receptores para anticorpos do tipo /g6 na sua superfície: FcyR(CD6£) de alta afinidade, Fcyp11 (CO32) de afinidade intermediária e FcyR111 (CO16) de baixa afinidade.

LINFÓCITOS

Todos os linfócitos são derivados das células tronculares da medula óssea. Desenvolvendo-se nos órgãos linfóides primários (temo e medula óssea), podendo migrar pela circulação até os órgãos linfóides secundários. Alguns linfócitos podem ter vida longa e permanecer circulando por anos, como células de memória. A especificidade da resposta imune é devido aos linfócitos. Elas são as únicas células capazes de reconhecer, especificamente, os diferentes determinantes antígenos.

Existem dois tipos morfológico: os linfócitos pequenos, com pouco citoplasma e com núcleo redondo, e os linfócitos grandes granulares, nos quais há pouco mais de citoplasma, além do núcleo o citosol contém grânulos azurófilos quando corados com giensa e o núcleo apresenta edentações. Os últimos podem ser confundidos com os monócitos. Entretanto, não é possível diferenciar os linfócitos T dos linfócitos B, nem identificar linfócito TH, citotóxicos ou reguladores com base nesse critério. O critério de distinção dessas células é o estudo de seus marcadores de superfície.

A existência de células de memória é fundamental para a prevenção de doenças infecciosas pelo uso de vacinas.

LINFÓCITOS T

Existem vários tipos de linfócitos T. Os linfócitos TH coordenam toda a resposta imune, reconhecendo o agente agressor (antígeno) e atuando nas diferentes funções ejetoras necessárias. Os linfócitos T citotóxicos atuam destruindo diretamente células reconhecidas estranhas como transplantes incompatíveis, células parasitadas por vírus e células neoplásicas.

Os linfócitos T são subdivididos entre CD 4+ e CD 8+. Os que expressam o marcador CD 4+ são os que auxiliam e atuam a resposta imune, portanto denominados linfócitos TH (CD 4+). Esses linfócitos reconhecem o antígeno em conjunção com proteínas da classe I do MHC. Alguns linfócitos TC 08+ exercem atividade supressora sobre a resposta imunológica.

É importante salientar que diversos marcadores presentes na superfície de linfócitos T podem também ser encontrados em outras células, como o CD 2, que pode estar presente nas células NK.

LINFÓCITOS B

Os linfócitos B ativados pela resposta imunológica proliferam e se diferenciam em plasmócitos. Os plasmócitos produzem grande quantidade de anticorpos específicos (imunoglobulina) contra o agente agressor envolvido.

Os linfócitos B podem ser identificados pela presença de imunoglobulinas em sua superfície. O próprio linfócito B produz essas imunoglobulinas e insere-se em sua membrana, onde agem como receptores para antígenos. Somente as células da linhagem B podem produzir anticorpos.

Embora as células B não apresentem diversidade funcional tão marcada quanto as células T, elas podem ser divididas em dois sub tipos chamados B-1 e B-2.

Não se sabe se essas células possuem alguma função especial na resposta imune. Uma possibilidade é que elas funcionam como fonte de produção rápida de anticorpos contra micróbios em sítios como o peritônio. Em muitas doenças auto-imunes, a proporção de células B-1 aumenta e elas passam a aparecer em linfonodos e no baço, porém seu papel na auto-imunidade são está estabelecido.

CÉLULAS NK (Natural Killer)

A célula NK é um linfócito grande e granular. O seu marcador é Oco16 (Fcy R111). Entretanto, esse marcador não é específico das células NK, podendo ser encontrado também em neutrófilos, em alguns macrófagos e em alguns linfócitos T.

A principal função das células NK é destruir células parasitadas por vírus e células neoplásicas. Aparentemente, as células NK são capazes de reconhecer glicoproteínas de alto peso molecular que aparecem na superfície de células infectadas por vírus. A ativação das células NK leva ao deslocamento intracitoplasmático de seus grânulos em direção a célula alvo em poucos minutos. Em seguida ocorre a liberação desses grânulos para o meio extracelular, no espaço entre a NK e a célula-alvo. A destruição da célula-alvo pela ação da célula NK acontece por ativação de apoptose. Esse é o mecanismo pelo qual se move da célula provocada por alteração genética do seu processo de autodestruição.

MASTÓCITOS

Valores de referência:

Os mastócitos são encontrados no sangue,mas suas propriedades são muito semelhantes às dos basófilos. É uma célula globosa, grande, sem prolongamentos e com o citoplasma cheio de grânulos basófilos.

A liberação de mediadores químicos armazenados nos mastócitos promove recrutamento de neutrófilos e de frações do complemento presentes no plasma em direção ao sítio inflamatório.Isso provoca relaxamento das paredes arteriolares, com conseqüente aumento do fluxo sanguíneo e dilatação venular, ao mesmo tempo que ocorre contração do endotélio capilar no foco inflamatório, permitindo então exsudação das proteínas plasmáticas. Os neutrófilos recrutados sofrem marginação do endotélio dos capilares do foco inflamatório, seguindo-se sua diapedese. Já nos tecidos, eles continuam a sofrer ação quimiotática dos mediadores liberados. Eles migram até o foco inflamatório por gradiente de concentração dos mediadores, até chegar ao microrganismo coberto por frações do complemento.

CÉLULAS DENTRÍTICAS

São células que derivam, provavelmente dos precursores medulares e são relacionados a linhagem dos fagócitos mononucleares. Apresentam projeções membranosas no citoplasma que lembram espinhos. Entre elas, estão as células dentríticas (oc3) interdegetantes e as células foleculares dentríticas. As células dentríticas interdegetantes estão presentes no interstício de vários órgãos. São abundantes nas áreas ricas em células T do linfonodo e do baço. Na epiderme recebem a denominação de célula de Langerhans. São células muito eficientes na apresentação de antígeno dos linfócitos TH. Parecem ser capazes de carregar os antígenos desde a epiderme até o linfonodo mais próximo, onde a resposta imune se inicia.

As células foliculares dentríticas estão presentes no centro germinativo dos folículos linfáticos, do baço e dos agregados linfocitários associados a mucosa MALT.

Células dentríticas auxiliam na diferenciação dos linfócitos B em plasmócitos e regulam a resposta de LB em geral.

CONCLUSÃO

Todos os elementos celulares do sangue,incluindo as células dos sistema imune, são derivadas das células-tronco – hematopoéticas pluripotentes da medula óssea. Essas células pluripotentes dividem-se para produzir dois tipos de células-tronco: um progenitor linfóide comum, que dá origem às células dendríticas, células NK, aos linfócitos T e B; e um progenitor mielóide comum, que dá origem aos diferentes tipos de leucócitos, eritrócitos e megacariócitos, que produzem as plaquetas, importante na coagulação sanguínea

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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