Ergonomia

Ergonomia

Qual sua importância?

Por que me preocupar?

  • Maior praticidade e conforto.

  • Conforto ambiental.

ESSENCIAL

Todas as pessoas deveriam conhecer os princípios da ergonomia, pois sua existência está ligada ao movimento corporal e ao comportamento psicológico. Quando não se tem esse assunto em mente, algumas tarefas deixam de ser prazerosas e passam a ser "castigante", devido à má postura ou, simplesmente, por má execução das ferramentas de trabalho.

NR 17

Os fabricantes, de modo geral, devem conhecer a NR-17, que regulamenta a ergonomia no Brasil. Porém, não é isso o que acontece. Sendo assim, surge um novo profissional no mercado - conhecido como “TÉCNICO/FISCAL em segurança do trabalho".

NR 17

Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

FOCO

Tanto empresários, como seus funcionários, sentem dores pelo corpo ou, eventual indisposição psíquica. Pode ser, às vezes, uma luz a mais ou uma cadeira muito alta; talvez – quem sabe? - a ventilação não seja suficiente ou, então, a mesa não é apropriada para suas tarefas.

BURNOUT

Síndrome do desânimo no trabalho

SÍNDROME do BURNOUT

Exaustão física e mental, apatia e falta de perspectivas no trabalho podem ser sintomas da síndrome do "burnout“. O termo "burnout" deriva da expressão em inglês que significa queimar-se. Ou seja, quem sofre do problema é consumido pelo esgotamento. Batizada pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger, no início dos anos 70, a síndrome tem como sintomas a exaustão física e mental, a falta de perspectivas (que muitas vezes se traduz como cinismo) e a ineficiência no trabalho.

Pessoas que trabalham com a proteção de pessoas ou bens, como policiais, bombeiros e seguranças particulares, são as principais vítimas de esgotamento profissional, segundo a associação.

Pessoas que trabalham com a proteção de pessoas ou bens, como policiais, bombeiros e seguranças particulares, são as principais vítimas de esgotamento profissional, segundo a associação.

Em segundo lugar, aparecem os motoristas de ônibus urbanos, pelo caráter repetitivo do trabalho, a pressão do tempo e o trânsito. Em terceiro, bancários e controladores de vôo, seguidos por executivos, profissionais de saúde e funcionários de call centers, nessa ordem.

Por último, há uma categoria ampla: gente que é obrigada a trabalhar fora de sua área de atuação.

EXISTE SAÍDA?

Para vencer o "burnout", a saída é buscar ajuda de um terapeuta e encontrar novas estratégias para lidar o excesso de demandas, já que nem sempre é possível trocar de emprego

a prevenção do estresse e do "burnout" envolve uma mudança profunda nos ambientes de trabalho, com iniciativas que vão muito além dos programas antiestresse.

"Não adianta abrir uma academia ou uma 'sala de descompressão' na empresa, se não houver abordagem individual e adaptada à cultura de cada organização“.

SINTOMAS

  • desinteresse e apatia crônicos;

  • sintomas gerais de estresse, como fadiga física e mental, dores de cabeça, problemas gástricos e mal-estar;

  • perda do rendimento no trabalho;

  • irritabilidade;

  • falta de concentração;

  • baixa auto-estima;

  • falta de perspectivas em relação ao futuro;

  • sensação de que a gratificação no trabalho não condiz com os esforços realizados;

  • abuso de álcool, drogas, tabaco ou cafeína;

  • cinismo e impaciência com os outros.

ANÁLISE ERGONÔMICA

O QUE QUER DIZER?

  • O TERMO ANÁLISE ERGNÔMICA DENOTA INVESTIGAÇÃO, COM OBJETIVOS AMPLOS.

  • É OBRIGATÓRIO DENTRO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA PERANTE A NR- 17.

COMO COMEÇAR?

A metodologia da análise prevê:

  • Análise da demanda;

  • Análise de tarefas;

  • Análise das atividades;

Tudo baseado nos trabalhadores, com objetivo de modificar as situações de trabalho por meio da compreensão do mesmo, com envolvimento dos trabalhadores no processo de análise.

Desta maneira...

Análise da demanda: identificação de fatores que geram solicitação para a análise, tipo:

  • Absenteísmo;

  • Afastamentos;

  • Indicadores operacionais, entre outros.

Desta maneira...

  • Análise de tarefa: prescrição do trabalho, aquilo que a empresa determina como tarefa do funcionário (cargo), os procedimentos operacionais e dispositivos técnicos que o mesmo utiliza para desenvolver suas atividades dentro da empresa.

Desta maneira...

Análise da atividade: TRABALHO REAL. Questiona-se mediante situação de trabalho, com meios operacionais e técnicos que dispõe, como é realizada a atividade de trabalho?

Como realmente ocorre?

Traz danos?

Desconforto?

Sendo assim...

Concluímos que a ergonomia e sua análise deve sempre ter como foco principal o SER HUMANO como agente PRIORITÁRIO.

ADAPTAR O TRABALHO AO HOMEM E NÃO O CONTRÁRIO.

RESULTADOS

  • Quando uma análise ergonômica é bem feita e o plano bem elaborado, todo ganham. A empresa porquê obtém melhores índices de satisfação, menos problemas com trabalhadores em relação as Dos e conseqüentemente melhores ganhos financeiros.

  • Os trabalhadores, tem maior saúde em virtude das melhores condições de trabalho, maior satisfação, melhor desempenho de sua função sem detrimento da condição física e/ou psicológica.

  • A sociedade, agradece! Afastamentos de trabalhadores por LER/DORT ou Dos, consomem os cofres públicos com indenizações e auxílios doenças concedidos pelos INSS.

DICAS!

  • Perceba a necessidade do trabalhador, PERGUNTE!

  • Tente enxergar quais seriam os principais problemas para eles.

  • Quais regiões corporais de maior risco?

  • Seria viável implementar dinâmicas em grupo? Isso seria estimulante?

  • Se possível encaixe no seu PLANO um questionário de avaliação de dor e de satisfação periodicamente.

  • Que atividades requer mais esforço por parte do trabalhador?

  • O empregador pode se encaixar na minha análise?

PLANO ERGONÔMICO

Satisfação. Melhoria. Conforto Eficácia.

PLANEJAMENTO

SEM ELE NÃO SABEMOS COMO COMEÇAR OU COMO AVALIAR AÇÕES DENTRO DA EPRESA.

Como planejar minhas ações de maneira EFICAZ?

Primeiramente devemos seguir etapas bem definidas:

  • mapeamento de necessidades;

  • definições de meta;

  • como atingir essas metas;

  • avaliação das ações.

MAPEAMENTO DAS NECESSIDADES

  • QUAL A DEMANDA DA EMPRESA?

  • PORQUE FAZER UM PLANO ERGONÔMICO?

MAPEIE A NECESSIDADE DA EMPRESA E NÃO AQUILO QUE VOCÊ IMAGINA SER BOM PARA EMPRESA!

O QUE ABORDAR?

  • INDICE DE ABSENTEÍSMO, EM ESPECIAL POR LER/DORT;

  • GRAU DE DESCONFORTO ENTRE OS TRABALHADORES;

  • NUMEROS DE ACIDENTES POR ÁREA, SETOR, ETC.;

  • ADEQUAÇÃO A LEGISLAÇÃO;

  • E OUTROS TANTOS QUANTOS NECESSÁRIOS.

OBJETIVOS e DEFINIÇÃO DE META!

  • O que eu pretendo com meu plano?

  • Até onde eu posso e pretendo chegar em relação as necessidades da empresa?

  • O que posso oferecer?

NÃO PROMETA O QUE NÃO PODE CUMPRIR!!!

O aumento da produtividade é uma questão que fica ímplicita, mais não é a sua prioridade! Você pode conseguir reduzir o absenteísmo e atrelar isso ao aumento da produtividade.

Mais nos cálculos da empresa houve um decréscimo, em virtude de uma baixa de clientes!

Não se culpe e não CORRA!

A produtividade de uma empresa requer a soma de todos os fatores dentro dela.

Você pode ter contribuindo para uma redução menor, mais não foi capaz de impede-la, tampouco aumentá-la!

O FOCO!

  • FOCALIZE O MAPEAMENTO DE NECESSIDADES!

  • CRIAR METAS PARA VOCÊ, DEVE SIGNIFICAR CRIAR ÍNIDCES DE CONTROLE!

EXEMPLOS...

  • Índice de absenteísmo;

  • Satisfação dos funcionários;

  • Índice de desconforto;

  • Numero de sugestões em ergonomia dos trabalhadores implementadas;

  • Número de postos de trabalhos avaliados;

  • Avaliação de satisfação quanto aos profissionais que conduzem o programa.

IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES

ATENÇÃO, ATENÇÃO!

SE O SEU PLANEJAMENTO NÃO PREVER PEQUENAS ADEQUAÇÕES VOCÊ CORRE O RISCO DE REMAR PARA UM LADO OPOSTO AO SEU PLANEJAMENTO INICIAL.

Como seguir???

  • Determinar quem faz o quê!

Distribuir responsabilidades e tarefas é sem dúvida crucial. Com pessoas desorganizadas e irresponsáveis você não vai pra frente! Atribuir responsabilidade é dar nome aos bois. Fulano faz isso, Beltrano faz aquilo!

Como seguir?

  • Determinar quando FAZER!

As pessoas devem ter prazo para conclusão de suas tarefas. De nada vai adiantar determinar o que Beltrano tem que fazer e não estipular o período de conclusão!

SEJA FLEXÍVEL!

Não caia no erro de ser INFLEXÍVEL quanto ás ações do seu plano. O projeto NÃO É SEU, ele pertence a empresa. Saiba ouvir e crescer junto com ele!

AVALIE SUAS AÇÕES!

  • PEÇA SUGESTÕES;

  • PEÇA PARA QUE OUTRAS PESSOAS AVALIEM SEUS PROJETOS;

  • O QUE REALMENTE PODE E VAI FUNCIONAR?

  • COMO AS AÇÕES PERMITIRAM, OU NÃO, ATINGIR MINHAS METAS?

VAMOS PRATICAR?

QUAIS PROBLEMAS TEREI?

ANÁLISE! QUE PLANO EU IMPLEMENTARIA?

QUAIS AS REAIS NECESSIDADES?

PROBLEMAS?

INFORMAÇÃO!

SOLUÇÕES!

O QUE PODE ESTA ERRADO?

IDENTIFICAR O PROBLEMA!

SOLUÇÃO!?

PLANO LABORAL?

FUNCIONA?

“Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos”!

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