Caracterização climática estado de goias

Caracterização climática estado de goias

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Caracterização ClimáticaCaracterização Climática

SÉRIE GEOLOGIA E MINERAÇÃOSÉRIE GEOLOGIA E MINERAÇÃO 3 do Estado de Goiásdo Estado de Goiás

Alcides Rodrigues Filho Governador

Ridoval Darci Chiareloto Secretário

Luiz Fernando Magalhães Superintendente

Antônio Passos Rodrigues Gerente

Maria Luiza Osório Moreira Gerente

Caracterização Climática do Estado de Goiás

SIC/SGM/FUNMINERAL 2

Autores:

Silvando Carlos da Silva - Coordenação Neiva Maria Pio de Santana José Cardoso Pelegrini

Caracterização Climática do Estado de Goiás

SIC/SGM/FUNMINERAL 3

Goiânia, GO 2006

EQUIPE TÉCNICA COORDENAÇÃO GERAL SILVANDO CARLOS DA SILVA – Engº. Agrícola

EQUIPE EXECUTORA SILVANDO CARLOS DA SILVA – Engº. Agrícola NEIVA MARIA PIO DE SANTANA – Estagiária JOSÉ CARDOSO PELEGRINI – Laboratorista

COLABORADORES ANTÔNIO PASSOS RODRIGUES – Geólogo LEONARDO DE ALMEIDA – Geólogo LEONARDO RESENDE – Geólogo MARIA LUIZA OSÓRIO MOREIRA – Geóloga HEITOR FARIA DA COSTA – Geólogo SERGIO PEREIRA DA SILVA – Técnico em Mineração LEVINDO CARDOSO MEDEIROS – Tecnólogo em Geoprocessamento

GOIÁS (Estado). Secretaria de Indústria e Comércio.

Caracterização Climática do Estado de Goiás. Por Silvando Carlos

Superintendência de Geologia e Mineração. da Silva, Neiva Maria Pio de Santana, José Cardoso Pelegrini. Goiânia, 2006.

133 p. il. (Série Geologia e Mineração n. 3)
1. Clima – Goiás. 2. Precipitação Pluviométrica. 3. Temperatura

do Ar. 4. Umidade Relativa do Ar. I. SILVA, S. C. da. I. SANTANA, MN. M. P. de. I. PELEGRINI, J. C.

CDU 551.58 (817.3)

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Para que um empreendimento seja revestido de sucesso, as respostas interativas entre clima e atividades humanas precisam ser adequadamente quantificadas e monitoradas.

Conhecendo-se os elementos climáticos de uma região, poder-se-á caracterizá-la climaticamente, possibilitando assim, definir estratégias no planejamento que minimizem os riscos oriundos das alterações nos eventos climáticos extremos.

A informação meteorológica é hoje um dos mais importantes componentes para quem pretenda trabalhar com sustentabilidade econômica e ambiental.

A elaboração deste trabalho, no qual são divulgadas informações que caracterizam as condições climáticas do Estado de Goiás, tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento da pesquisa e de um planejamento adequado evitando prejuízos.

Este trabalho foi elaborado a partir de contrato firmado entre a Secretaria de Indústria e Comércio/Fundo de Fomento à Mineração e a BCV Consultoria e Projetos Ltda.

Ridoval Darci Chiareloto

Secretário de Estado de Indústria e Comércio

Luiz Fernando Magalhães Superintendente de Geologia e Mineração

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2. Espacialização dos Elementos Climáticos, Médias e/ou Totais Anuais 103

Lista de Figuras 6 Lista de Tabelas 7 Introdução 8 1. Elementos Climáticos 9 1.1. Precipitação Pluvial 13 1.2. Temperatura Máxima e Mínima do Ar 26 1.3. Evaporação de Água para a Atmosfera 51 1.4. Umidade Relativa do Ar 64 1.5. Excedente e/ou Déficit Hídrico 7 1.6. Insolação 90 3. Espacialização dos Elementos Climáticos no Período Chuvoso 109 4. Espacialização dos Elementos Climáticos no Período Seco 115 5. Considerações Gerais sobre os Resultados Apresentados 121 6. Referências 123

7. Anexos 124

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Figura 1 Estações Meteorológicas utilizadas no cálculo do índice pluviométrico

Figura 2 Estações Meteorológicas utilizadas no cálculo dos valores médios mensais de temperatura máxima e mínima do ar

Figura 3 Estações Meteorológicas utilizadas no cálculo dos valores médios mensais de evaporação, umidade relativa e insolação 1

Figura 4 Estações Meteorológicas utilizadas no cálculo valores médios mensais de déficit e/ou excedente hídrico

Figura 5 Precipitação pluvial - janeiro 14 Figura 6 Precipitação pluvial - fevereiro 15 Figura 7 Precipitação pluvial - março 16 Figura 8 Precipitação pluvial – abril 17 Figura 9 Precipitação pluvial – maio 18 Figura 10 Precipitação pluvial - junho 19 Figura 1 Precipitação pluvial – julho 20 Figura 12 Precipitação pluvial - agosto 21 Figura 13 Precipitação pluvial - setembro 2 Figura 14 Precipitação pluvial - outubro 23 Figura 15 Precipitação pluvial - novembro 24 Figura 16 Precipitação pluvial - dezembro 25 Figura 17 Temperatura máxima do ar - janeiro 27 Figura 18 Temperatura máxima do ar - fevereiro 28 Figura 19 Temperatura máxima do ar - março 29 Figura 20 Temperatura máxima do ar - abril 30 Figura 21 Temperatura máxima do ar - maio 31 Figura 2 Temperatura máxima do ar - junho 32 Figura 23 Temperatura máxima do ar - julho 3 Figura 24 Temperatura máxima do ar - agosto 34 Figura 25 Temperatura máxima do ar - setembro 35 Figura 26 Temperatura máxima do ar - outubro 36 Figura 27 Temperatura máxima do ar - novembro 37 Figura 28 Temperatura máxima do ar - dezembro 38 Figura 29 Temperatura mínima do ar - janeiro 39 Figura 30 Temperatura mínima do ar - fevereiro 40

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Figura 31 Temperatura mínima do ar - março 41 Figura 32 Temperatura mínima do ar - abril 42 Figura 3 Temperatura mínima do ar - maio 43 Figura 34 Temperatura mínima do ar - junho 4 Figura 35 Temperatura mínima do ar - julho 45 Figura 36 Temperatura mínima do ar - agosto 46 Figura 37 Temperatura mínima do ar - setembro 47 Figura 38 Temperatura mínima do ar - outubro 48 Figura 39 Temperatura mínima do ar - novembro 49 Figura 40 Temperatura mínima do ar - dezembro 50 Figura 41 Evaporação – janeiro 52 Figura 42 Evaporação – fevereiro 53 Figura 43 Evaporação – março 54 Figura 4 Evaporação – abril 5 Figura 45 Evaporação – maio 56 Figura 46 Evaporação – junho 57 Figura 47 Evaporação – julho 58 Figura 48 Evaporação – agosto 59 Figura 49 Evaporação – setembro 60 Figura 50 Evaporação – outubro 61 Figura 51 Evaporação – novembro 62 Figura 52 Evaporação – dezembro 63 Figura 53 Umidade relativa do ar - janeiro 65 Figura 54 Umidade relativa do ar - fevereiro 6 Figura 5 Umidade relativa do ar - março 67 Figura 56 Umidade relativa do ar - abril 68 Figura 57 Umidade relativa do ar - maio 69 Figura 58 Umidade relativa do ar - junho 70 Figura 59 Umidade relativa do ar - julho 71 Figura 60 Umidade relativa do ar - agosto 72 Figura 61 Umidade relativa do ar - setembro 73 Figura 62 Umidade relativa do ar - outubro 74 Figura 63 Umidade relativa do ar - novembro 75

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Figura 64 Umidade relativa do ar - dezembro 76 Figura 65 Excedente hídrico – janeiro 78 Figura 6 Excedente hídrico - fevereiro 79 Figura 67 Excedente hídrico – março 80 Figura 68 Excedente e déficit hídrico - abril 81 Figura 69 Déficit hídrico – maio 82 Figura 70 Déficit hídrico – junho 83 Figura 71 Déficit hídrico – julho 84 Figura 72 Déficit hídrico – agosto 85 Figura 73 Déficit hídrico – setembro 86 Figura 74 Déficit hídrico – outubro 87 Figura 75 Excedente hídrico - novembro 8 Figura 76 Excedente hídrico - dezembro 89 Figura 7 Insolação – janeiro 91 Figura 78 Insolação – fevereiro 92 Figura 79 Insolação – março 93 Figura 80 Insolação – abril 94 Figura 81 Insolação – maio 95 Figura 82 Insolação – junho 96 Figura 83 Insolação – julho 97 Figura 84 Insolação – agosto 98 Figura 85 Insolação – setembro 9 Figura 86 Insolação – outubro 100 Figura 87 Insolação – novembro 101 Figura 8 Insolação – dezembro 102 Figura 89 Precipitação pluvial – total anual 103 Figura 90 Temperatura máxima do ar - média anual 104 Figura 91 Temperatura mínima do ar - média anual 105 Figura 92 Evaporação - total anual 106 Figura 93 Umidade relativa do ar - média anual 107 Figura 94 Insolação - total anual 108 Figura 95 Precipitação pluvial - período chuvoso (outubro a abril) 109 Figura 96 Temperatura máxima do ar - período chuvoso (outubro a abril) 110

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