Comunicação e Expressão

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Sumário Comunicação e Expressão

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Dicas para utilizar o pdf Ensino a Distância

Campus Canoas:

Av. Farroupilha, 8001 · Prédio 1 · 2º andar Corredor central - Sala 130 · Canoas/RS Atendimento de segunda-feira a sexta-feira: Manhã/Tarde/Noite: Das 8:00hs às 2:30hs Atendimento aos sábados:

Manhã: 8:00hs às 12:00hs

Reitor

Ruben Eugen Becker

Vice-Reitor

Leandro Eugênio Becker

Pró-Reitora de Ensino a Distância

Sirlei Dias Gosmes

Diretora de Planejamento e Legislação EAD

Lígia Leindecker Futterleib

Laboratório de Criação do

Ensino a Distância

Coordenação

Luiz Carlos Specht Filho Designer/Infografia

José Renato dos Santos Pereira

Luiz Felipe Telles Sabrina Marques Maciel

Variações Lingüisticas e sua imporância para o falante nativo3
Níveis e funções da linguagem8
Coesão do te xto escrit o1
Coerência textual21
O parágrafo padrão26
A paráfrase34
Retextualização – do texto falado ao texto escrito40
Resumo e resenha45
Concordância verbal e nominal54
A vírgula, a crase e os porquês60

Comunicação e Expressão

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A língua, por ser viva, muda no tempo e no espaço. Vamos ver como isso acontece!

Neste capítulo, nós nos dedicamos ao estudo das diversas possibilidades para utilização da língua portuguesa, as quais variam de acordo com as diferentes situações em que ela é utilizada.

Estudos da linguagem: uma breve retomada histórica

Nesse imenso território, usamos a mesma língua para nos comunicarmos, ou seja, usamos a língua portuguesa. Ainda que muitos estados tenham fronteiras com diferentes países, que cada um tenha sido colonizado por povos diferentes, que tenhamos climas, aspectos geográficos e culturas diferentes, falamos todos a mesma língua portuguesa. Será que essa língua é, de fato, a mesma?

Ao longo da história, vários teóricos tentaram estudar a linguagem humana. A grande maioria, até o século XVII, selecionava uma língua e a analisava em todos os seus aspectos: fônico (sons), semântico (sentidos), sintático (gramaticais) e morfológico (estrutura das palavras). Sabiam muito do funcionamento daquela língua, mas ignoravam como funcionavam as demais.

No século XVII, houve o desejo de se “fazer” uma língua que todos falassem, em todos os lugares do mundo, para que ocorresse a comunicação sem precisar estudar a língua que fosse própria de cada país. A busca por essa “linguagem universal” fez com que os estudiosos estudassem várias línguas ao mesmo tempo, comparando-as em todos os aspectos. Esse estudo fez com que se observasse a existência de princípios que eram comuns a TODAS AS LÍNGUAS DO MUNDO. A verdade é que não se conseguiu uma língua universal, mas essa descoberta foi de suma importância para o avanço nos estudos lingüísticos. Seguem os princípios lingüísticos:

Vanessa Loureiro Correa

Arquivo

Variações lingüísticas e sua importância para o falante nativo Comunicação e Expressão

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Voltando à questão da língua universal, o homem sempre desejou que houvesse uma que fosse comum a todos os povos. Baseado nesse desejo, criou-se o Esperanto, que tinha por objetivo substituir o inglês. No entanto não deu certo, ainda que a gramática seja acessível, o Esperanto não permite ironias e ambigüidade, o que dificultou o seu emprego.

Mais tarde, no século XIX, os teóricos se interessaram em buscar a língua-mãe, ou seja, aquela que deu origem a um grupo de línguas. Nessa nova abordagem, eles descobriram que a língua sofre mudanças de maneira ordena-

Aquaágua

da e que essas transformações não ocorrem porque alguém decreta, mas pelo amplo uso de uma estrutura em um grupo. Por exemplo:

É importante ressaltar que a língua não muda pela vontade do homem, mas sim pelo uso que o mesmo faz dela.

Princípio da Variação Lingüística: será estudado em uma unidade com maior profundidade, mas é aquele que diz que todas as línguas variam no tempo e no espaço.

Princípio da Dupla Articulação: afirma que todas as línguas têm duas articulações, sendo a primeira a que se refere às palavras, por isso uma lista aberta, pois sempre podem se acrescentar novas palavras, e a segunda a que se refere aos sons da língua, uma lista fechada porque não se podem criar novos sons para a língua. Ex.:mesa,cadeira,menino,menina(primeira articulação)/m/, /t/, /d/ (segunda articulação)

Princípio da Singularidade: todas as línguas articulam as suas estruturas de forma própria, singular. Ex.: Meninas bonitas estudam na ULBRA. (em português, o adjetivo é colocado depois do substantivo) Beautiful girls study at ULBRA. (em inglês, o adjetivo é colocado antes do substantivo)

Princípio da Universalidade: embora todas as línguas articulem suas estruturas de forma singular, elas têm traços comuns. Ex.: todas as línguas têm substantivo, todas elas possuem o som /a/ , ntre outros aspectos.

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