Projeto lendas urbanas

Projeto lendas urbanas

(Parte 1 de 5)

Contar histórias falar na Loura do BanheiroLoura do BanheiroLoura do BanheiroLoura do Banheiro

Homem do SacoHomem do SacoHomem do SacoHomem do Saco?

As “LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS” um pouco ali, mas continuam vivas na imaginação. E sabe por quê? Porque são boas histórias pra ouvir e pra contar.

Este PROJETO foi elaborado com finalidade de resgatar o hábito de se contar histórias de memória, tendo como público alvo os alunos do EDUCACIONAL da ESCOLA

Paraíba do Sul-RJ, na Um público exigente, porém disperso, cujo centro de interesse se encaminham para outras áreas.

Objetivamos, além de desenvolver práticas de LEITURA,ESCRITA,PESQUISA aproximar os alunos de outro escola, que também proporcione ótimas leituras Para a execução do projeto, pesquisas no seu Âmbito Familiar e na Comunidade em que atuam, buscando informações sobre Vivas na Memória dos mais velhos. Vale a pena ouvir o que eles teem para contar com muita atenção, pois essas histórias só resistem há tanto tempo porque sempre tem alguém para passá

Espera-se que este de contar histórias conhecidas ou não. entrar nessa corrente?

JUSTIFICATIVAJUSTIFICATIVAJUSTIFICATIVAJUSTIFICATIVA

resgatar, a prática da contação de histórias, e muitos professores e alunos. Escolhi esse tema, experiência não só de ouvir, mas de contar histórias.

PROJETO LENDAS URBANASPROJETO LENDAS URBANASPROJETO LENDAS URBANASPROJETO LENDAS URBANAS

istórias é uma Arte!!! Quem nunca ouviu Loura do BanheiroLoura do BanheiroLoura do BanheiroLoura do Banheiro, com seus algodões no nariz? E no

“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS” são assim - mudam um pouquinho aqui, um pouco ali, mas continuam vivas na imaginação. E sabe por quê? Porque são boas histórias pra ouvir e pra contar.

foi elaborado com finalidade de resgatar o hábito de se contar histórias de memória, tendo como público alvo os alunos do 6º ano e da COMUNIDADE SÓCIO

ESCOLA MUL. NORBERTO LEAL, do município de

RJ, na faixa etária de 1 a 13 anos. m público exigente, porém disperso, cujo centro de interesse se encaminham para outras áreas.

tivamos, além de desenvolver práticas de PESQUISA, e CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, aproximar os alunos de outro ambiente,fora dos muros da que também proporcione ótimas leituras.

Para a execução do projeto, os alunos deverão realiza pesquisas no seu Âmbito Familiar e na Comunidade em que , buscando informações sobre as Lendas que ainda na Memória dos mais velhos.

Vale a pena ouvir o que eles teem para contar com muita atenção, pois essas histórias só resistem há tanto tempo porque sempre tem alguém para passá-las adiante.

este PROJETO, possa iniciá-los na prática de contar histórias conhecidas ou não.E você, não quer entrar nessa corrente?

“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS”“LENDAS URBANAS” surgiu da necessidade de

muitos professores e alunos

rática da contação de histórias, esq esse tema, pois ele possibilita compartilhar a experiência não só de ouvir, mas de contar histórias.

Quem nunca ouviu com seus algodões no nariz? E no mudam um pouquinho aqui, um pouco ali, mas continuam vivas na imaginação. E sabe por quê? Porque são boas histórias pra ouvir e pra contar.

foi elaborado com finalidade de resgatar o hábito de se contar histórias de memória, tendo como

anos

COMUNIDADE SÓCIO- do município de m público exigente, porém disperso, cujo centro de

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, fora dos muros da realizar pesquisas no seu Âmbito Familiar e na Comunidade em que as Lendas que ainda estão

Vale a pena ouvir o que eles teem para contar com muita atenção, pois essas histórias só resistem há tanto tempo las adiante.

los na prática E você, não quer surgiu da necessidade de squecida por compartilhar a experiência não só de ouvir, mas de contar histórias.

É preciso persistir de modo a não morrer belíssimas histórias, sejam elas de amor ou tradição oral, uma vez que nossa cultura é cheia delas.

PÚBLPÚBLPÚBLPÚBLICO ALVO:ICO ALVO:ICO ALVO:ICO ALVO:

Alunos do 6º ano de Escolaridade Comunidade Sócio-educacional da Escola Municipal Norberto Leal.

OBJETOOBJETOOBJETOOBJETODETONADOR:DETONADOR:DETONADOR:DETONADOR:

Apresentação do CONTADOR DE HISTÓRIAS contando histórias autora HELOISA PRIETO

• Proporcionar aos estudantes contato com Tradição Oral, de modo que possam desenvolver o gosto pela leitura e praticar o hábito de contar histórias. • Resgatar a Arte de Contar Histórias na Escola e na Comunidade Local.

•Dominar procedimentos de pesquisa e produção de textos, aprendendo a observar e colher informações de diferentes registros: sonoros, materiais e escritos.

Este projeto visa destacar a necessidade do resgate e registro das LENDAS LENDAS LENDAS LENDAS cultural da comunidade local. Algumas são bem antigas e estão sumindo. Outras vão se modificando, mas, a toda hora, novas lendas estão sendo criadas. Nesta perspectiva, propomos o estudo e a investigação sobre este tema tão rico. Para tal, vamos entender a concepção da palavra lenda que vem do latim “legenda ser lidas”. Chamamos de verdadeiro, adulterado pela imaginação popular.

persistir no desenvolvimento dessa habilidade, de modo a não morrer belíssimas histórias, sejam elas de amor ou tradição oral, uma vez que nossa cultura é cheia de Escolaridade – Ensino Fundamental I educacional da Escola Municipal Norberto contando histórias retiradas do livro ROTAS FANTÁSTICAS HELOISA PRIETO.

OBJETIVOS GERAIS:OBJETIVOS GERAIS:OBJETIVOS GERAIS:OBJETIVOS GERAIS:

• Proporcionar aos estudantes contato com Contos da , de modo que possam desenvolver o gosto pela leitura e praticar o hábito de contar histórias. a Arte de Contar Histórias na Escola e na

Dominar procedimentos de pesquisa e produção de textos, aprendendo a observar e colher informações de diferentes sonoros, materiais e escritos.

Este projeto visa destacar a necessidade do resgate e

LENDAS LENDAS LENDAS LENDAS UUUURBANASRBANASRBANASRBANAS que formam o patrimônio cultural da comunidade local. Algumas são bem antigas e estão sumindo. Outras vão se modificando, mas, a toda hora, vas lendas estão sendo criadas. Nesta perspectiva, propomos o estudo e a investigação sobre este tema tão

Para tal, vamos entender a concepção da palavra lenda que legenda” e quer dizer “coisas que devem

”. Chamamos de LENDA as narrativas com fundo verdadeiro, adulterado pela imaginação popular.

no desenvolvimento dessa habilidade, de modo a não morrer belíssimas histórias, sejam elas de amor ou tradição oral, uma vez que nossa cultura é cheia

Ensino Fundamental I educacional da Escola Municipal Norberto

AMÂNCIO”, FANTÁSTICAS, da

Contos da , de modo que possam desenvolver o gosto pela leitura e praticar o hábito de contar histórias. a Arte de Contar Histórias na Escola e na

Dominar procedimentos de pesquisa e produção de textos, aprendendo a observar e colher informações de diferentes

Este projeto visa destacar a necessidade do resgate e que formam o patrimônio cultural da comunidade local. Algumas são bem antigas e estão sumindo. Outras vão se modificando, mas, a toda hora, vas lendas estão sendo criadas. Nesta perspectiva, propomos o estudo e a investigação sobre este tema tão

Para tal, vamos entender a concepção da palavra lenda que coisas que devem as narrativas com fundo

De acordo com Reis (1997) o conto é uma narrativa escrita em prosa, podendo haver ou não traços poéticos, dependendo do ponto de vista do narrador. Os con os seguintes gêneros narrativos: ação, romance, policial, drama e suspense. Pode amor que apresentam uma estrutura típica dos contos de fadas. Uma narrativa compreende os fatos, os atos que e personagens com sequê O conto, apresenta uma cronologia que pode não–linear. Linear: fatos narrados na ordem de sua ocorrência, dos acontecimentos apresentados. os fatos são contados um passado. Os personagens são as peças chaves. São a partir de seus dramas, experiências, paixões, sofrimentos e vitórias que o leitor sente-se provocado. Em alguns contos, os personagen possuem papéis determinantes. Outros aparecem como coadjuvantes. São secundários, podendo os últimos apresentar ou não dialogo dentro da narrativa. Toda narrativa acontece dentro de um ambiente especifico. O espaço constitui-se fator primor narrativa por ajudar a caracterização da personagem e melhor visualização da história. Neste sentido, narrar histórias requer do leitor uma pratica constante, onde a interação entre aluno/autor deva ser favorável e, de certo modo, si que lê. A partir dessa relação, os alunos vivenciarão esta prática, sistematizando o conhecimento acerca do conto, seus gêneros, enredos e temas.

METODOLOGIA:METODOLOGIA:METODOLOGIA:METODOLOGIA:

Para a realização do projeto, “ necessário em primeiro momento, quebrar a rigidez construída sobre a prática de se contar histórias. Será proposto aos alunos que ouçam histórias de seus familiares, e de pessoas da comunidade; informações, e preparem uma apresentação para seus amigos de classe. Em seguida, será solicitado aos estudantes, que faça reconto da história que mais gostou, para em seguida, ser digitada e ilustrada, com a finalidade de construir um livro. Nessa etapa, também serão realizadas re textos para resolve

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIASA ARTE DE CONTAR HISTÓRIASA ARTE DE CONTAR HISTÓRIASA ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS

De acordo com Reis (1997) o conto é uma narrativa escrita em prosa, podendo haver ou não traços poéticos, dependendo do ponto de vista do narrador. Os contos podem apresentar os seguintes gêneros narrativos: ação, romance, policial, drama e suspense. Pode-se contar ainda, com as historias de amor que apresentam uma estrutura típica dos contos de

Uma narrativa compreende os fatos, os atos que e personagens com sequência lógica, cronológica ou temporal. apresenta uma cronologia que pode ser linear ou linear. Linear: fatos narrados na ordem de sua os acontecimentos apresentados. Não os fatos são contados através de uma retrospectiva, volta a

Os personagens são as peças chaves. São a partir de seus dramas, experiências, paixões, sofrimentos e vitórias que o se provocado. Em alguns contos, os personagen possuem papéis determinantes.São os personagens aparecem como coadjuvantes. São os personagens secundários, podendo os últimos apresentar ou não dialogo dentro da narrativa. Toda narrativa acontece dentro de um ambiente especifico. O se fator primordial na organização da narrativa por ajudar a caracterização da personagem e melhor visualização da história. Neste sentido, narrar histórias requer do leitor uma pratica constante, onde a interação entre aluno/autor deva ser favorável e, de certo modo, significativo para o aluno que lê. A partir dessa relação, os alunos vivenciarão esta prática, sistematizando o conhecimento acerca do conto, seus gêneros, enredos e temas.

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