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(Parte 1 de 4)

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biomedicina

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biomedicina

Imunologia I –CBB3030 Prof. Wilson de Melo Cruvinel

Ana Cláudia Loyola, Gabriella Guimarães, Isabella Lacerda,

Mariana Nader, Mariane Cadore,Michele Pales, Moline Carvalho, Renata Antonina, Sarah Buzaim

Pacientes com imunodeficiência são, em geral, diagnosticados clinicamente por uma história de infecções recorrentes. Para determinar a competência do sistema imune desses pacientes, é realizada uma bateria de testes, os quais irão indicar com precisão a natureza do defeito até a identificação do elemento isolado.

Na suspeita de deficiência da imunidade celular, podem ser realizados diversos exames.

Inicialmente:

-Hemograma : morfologia e número celular -Rxde Tórax : Imagem Tímica

-Contagem total de linfócitos (CTL)

-Testes Cutâneos de HipersensibilidadeTardia: PPD, Candidina, SK-SD, Tétano

Em geral, se esses testes revelam um defeito em um dos compartimentos da função imune, serão necessários testes mais especializados para determinar a exata natureza do defeito.

http://www.brasilescola.com/upload/e/imunidade.jpg

Então, posteriormente, são feitos exames complementares, para avaliar em qual ordem está a deficiência:

-Ativação celular -Citotoxicidade

-Função NK

-Citocinas

-Função fagocítica

Dentre outros

Aplicações Clínicas

Diagnóstico e classificação das doenças por imunodeficiência;

Determinação da origem dos linfócitos malignosna leucemia e no linfoma linfocítico;

Avaliação da imunocompetência e dos mecanismos de lesão tecidual na doença auto-imunológica, como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide;

Detecção de alterações de imunocompetência celular nas infecções por HIV e outras (podem ter valor prognóstico);

Monitorização das alterações celulares após transplante de órgão.

Avaliação da imunidade celular em pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço e sua correlação com nutrição, tamanho tumoral e recidiva

A imunidade celular de pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço tem sido foco de muitos estudos nas últimas décadas. As alterações do sistema imune parecem estar relacionadas com a progressão da doença. A avaliação da imunidade celular desses casos é necessária para programar estratégias de imunoterapia.

Os critérios bioquímicos usados foram concentração plasmática de albumina e contagem total de linfócitos (CTL). A avaliação da imunidade celular foi feita através de testes cutâneos com 3 antígenos (PPD, tricofitina e candidina).

Rxdo Tórax: Imagem tímica

Contagem total de linfócitos: CITOMETRIA DE FLUXO

Teste realizado para detecção da imunidade celular (IMC) Simples

Realizam uma avaliação das etapas de sensibilização e de resposta do sistema imune Podem ser usados para uma avaliação geral da imunidade celular, em inquéritos epidemiológicos, para teste diagnóstico específicos,ou para avaliar a resposta à vacina contra a tuberculose (BCG).

Um teste positivo para um agente infeccioso

não implica

necessariamente num diagnóstico de infecção por este agente!

Candidina

Coccidiodina Histoplasmina

Antígeno estafilocócico

Tricofitina

Este teste pode acusar infecção anterior pelo bacilo da tuberculose. Nos antigos testes de tuberculina e no derivado de proteína purificada (PPD) a injeção intradérmica do antígeno de tuberculina causa uma reação retardada de hipersensibilidade em pacientes com tuberculose (TB) ativa ou não.

O mecanismo de dano na hipersensibilidade celular inclui linfócitos T, macrófagos e/ou monócitos.

Linfócitos T citotóxicos (L-TcCD8+) causam dano tecidual direto

Linfócitos T auxiliadores (L-ThCD4+) secretam citocinasque ativam e recrutam L-Tc, monócitos e macrófagos.

Os macrófagos são os responsáveis pela magnitude da lesão tecidual.

As células T necessárias para a resposta tardia são células que se tornaram sensibilizadas a um antígeno em particular através de um encontro prévio.

Mecanismo da reação (PPD)

12 h após estímulo PPD intradérmicoem indivíduo previamente sensibilizado

Migração de linfócitos para regiões perivasculares

A população de células

CD4+ excede as de CD8+ em 2:1

Algumas células CD4+ infiltram a epiderme

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