Relatório de Fresamento

Relatório de Fresamento

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ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA

Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba

Curso de Engenharia Mecânica

Turma 1 – Noturno

Processo de Fresamento

Relatório de processo de USINAGEM DOS MATERIAIS

Piracicaba

25/09/2010.

ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA

Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba

Curso de Engenharia Mecânica

Turma 1 – Noturno

Processo de Fresamento

Relatório de processo de USINAGEM DOS MATERIAIS

Relatório da Aula Prática de Fresamento apresentado para avaliação da Disciplina Processos de Usinagem dos Materiais do 6º semestre do Curso de Engenharia Mecânica da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba sob orientação do Prof. Erivelto Marino.

Piracicaba

25/09/2010.

Sumário

1.0 Objetivo 4

Introdução 4

2.0 Fundamentos teóricos 4

3.0 Descrição da Prática 15

5.0 Conclusão 19

6.0 Referências Bibliográficas 19

Anexo ................................................................................................. 20

Lista de figuras

Figura 1: Exemplos de fresamento....................................................................................................4

Figura 2: Movimento Concordante e Discordante............................................................. ...5

Figura 3: Classificação de acordo com a posição do eixo-árvore em relação à mesa de trabalho ..5

Figura 4: Obtenção de superfícies planas ........................................................................................6

Figura 5: Obtenção de circulares e cilíndricas ..................................................................................7

Figura 6: Obtenção de roscas............................................................................................................7

Figura 7: Obtenção de superfícies perfiladas.....................................................................................7

Figura 8: Obtenção de cópia de superfícies ......................................................................................7

Figura 9: Características da fresa ......................................................................................................8

Figura 10: Fresas perfil constante.......................................................................................................9

Figura 11: Fresas planas ....................................................................................................................9

Figura 12: Considerações para a escolha da fresa...........................................................................10

Figura 13: Exemplo de fresa com dentes postiços............................................................................11

Figura 14: Classificação das fresas quanto a estrutura .................................................................. 11

Figura 15 – Cabeçote divisor.............................................................................................................12

Figura 16 – Órgãos principais do cabeçote divisor...........................................................................12

Figura 17 – Execução de um sextavado...........................................................................................14

Figura 18 – Fixação da peça ............................................................................................................15

Figura 19 – Peça com o sextavado finalizado...................................................................................16

Figura 20 – Peça acabada................................................................................................................16

Figura 21– foto e representação de uma fresadora universal...........................................................17

Figura 22 – Principais movimentos e operações realizadas pela fresadora universal .....................17

Figura 23 – Processo Fellows ..........................................................................................................18

Figura 24 – Fresas detalonadas........................................................................................................19

1.0 Objetivo

Este trabalho tem o objetivo de apresentar os princípios básicos do funcionamento da fresadora, os tipos de movimentos e operações que podem ser realizadas e suas ferramentas.

Introdução

2.0 Fundamentos teóricos

2.1 – Fresagem

A fresagem é um processo de usinagem mecânica, feito por fresadoras e ferramentas especiais chamadas fresas. A fresagem consiste na retirada do excesso de metal ou sobremetal da superfície de uma peça, a fim de dar a esta uma forma e acabamento desejados.

Na fresagem, a remoção do sobremetal da peça é feita pela combinação de dois movimentos, efetuados ao mesmo tempo. Um dos movimentos é o de rotação da ferramenta, a fresa. O outro é o movimento da mesa da máquina, onde é fixada a peça a ser usinada.

É o movimento da mesa da máquina ou movimento de avanço que leva a peça até a fresa e torna possível a operação de usinagem.

Figura 1: Exemplos de fresamento

No movimento concordante, a folga é empurrada pelo dente da fresa no mesmo sentido de deslocamento da mesa. Isto faz com que a mesa execute movimentos irregulares, que prejudicam o acabamento da peça e podem até quebrar o dente da fresa.

O movimento de avanço pode levar a peça contra o movimento de giro do dente da fresa. É o chamado movimento discordante. Ou pode também levar a peça no mesmo sentido do movimento do dente da fresa. É o caso do movimento concordante.

Figura 2: Movimento Concordante e Discordante

2.2 – Generalidades do Processo de Fresamento

  • Processo de remoção de cavaco com movimento de corte circular da ferramenta

  • Ferramenta com um ou vários gumes atuando simultaneamente para a geração de superfícies

  • Processo utilizado na geração de superfícies que não são de revolução, como as produzidas no torneamento

  • O movimento de corte transcorre de forma normal ou oblíqua à direção de rotação da ferramenta.

2.3 – Fresadoras

As máquinas fresadoras são classificadas geralmente de acordo com a posição do seu eixo-árvore em relação à mesa de trabalho. Mesa de trabalho é o lugar da máquina onde se fixa a peça a ser usinada. O eixo-árvore é a parte da máquina onde se fixa a ferramenta.

As fresadoras classificam-se em relação ao eixo-árvore em horizontal, vertical e universal.

A fresadora é horizontal quando seu eixo-árvore é paralelo à mesa da máquina. Se o eixo-árvore for perpendicular à mesa da máquina, dizemos que se trata de uma fresadora vertical.

Já a fresadora universal dispõe de dois eixos-árvore, um horizontal e outro vertical. O eixo vertical situa-se no cabeçote, parte superior da máquina. O eixo horizontal localiza-se no corpo da má quina. O fato de a fresadora universal dispor de dois eixos permite que ela seja utilizada tanto na posição horizontal quanto na vertical.

Há outras que tomaram como modelo as fresadoras horizontais e verticais, mas não funcionam do mesmo modo.

Uma delas é a fresadora copiadora, que trabalha com uma mesa e dois cabeçotes: o cabeçote apalpador e o de usinagem. Como o nome diz, a fresadora copiadora tem a finalidade de usinar, copiando um dado modelo.

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